Mais Um Dia, Mais Um Problema!

2 Capitulo 2 – Me ferrei legal agora.


Notas iniciais
'-'

– Senhorita Duarte que esta muito interessada na aula poderia dizer a resposta da primeira questão da atividade para nos podermos corrigi-la?

– Bom... É que eu... Fiquei meio sem tempo não pude fazê-la senhor. – falou gaguejando.

– Vou perdoo você desta vez, pois é raro esquecer as atividades. Mas tenho que lhe avisar que esta será a ultima vez que deixo passar! – retrucou o professor serio e todos os alunos riram baixo.

May suspirou sabia que iria ser motivo de mais sussurros por ai e ela odiava isso, pois já tentava chamar menos atenção possível. Passaram as outras aulas demoradamente e entediosamente. Até dar 10h: 00min, ou seja, hora do lanche! A hora onde todos da sala saem da sala pra vagabundear pelo colégio e ela finalmente tinha paz pra ficar sozinha na sala, mas hoje seria diferente ela tinha que ir procurar o lápis no jardim ao lado do prédio.

Esperou que todos saíssem e foi até o jardim pelas escadas do fundo do prédio porque era proibido ir aquele jardim a não ser que fosse a mando de algum professor. Chegando lá começou a pensar que “se tivesse jogado o lápis de lá de cima onde mais ou menos ele estaria agora” ou “se eu fosse um lápis onde estaria”. Abaixou-se perto de um arbusto, mesmo sendo incômodo já que usava saia, e para procurar bendito lápis quando...

– O que esta fazendo aqui? – perguntou uma voz. Com medo e vergonha May levantou rápido limpando as mãos e ajeitando a saia, mas quando viu quem era percebeu que se assustou para nada.

– Ah, é você. – era o mesmo garoto que mais cedo tinha atirado o lápis ali. – Olha Erick eu estou cansada de suas brincadeiras de mau gosto saía daqui.

– Me obrigue.

– Af.

– Você ainda não me respondeu. – disse ele irritado odiava quando não lhe davam atenção e ela era a única que nunca dava desde que ela começou a zoa-la. Ainda sem nenhuma resposta e vendo ela lá sem dar valor nenhum a presença dele. Acabou que ele cansou desse desprezo e foi até ela, de novo hehe, levantou-a do chão e prendeu ela entre ele e uma árvore bem próxima dali, deixando ela no meio entre ele e a árvore. – Me responda, agora.

– Me solte, agora! – disse ela tentando se desprender, mas quando ela mais tentava mais ela a pressionava contra a árvore. – Vamos me solte não tenho muito tempo!

– Ah, mas eu tenho e só vou lhe soltar se você me responder se não me responder...

– Se eu não responder você não vai fazer nada até porque não pode!

– Não posso? Você tem certeza do que esta dizendo? – disse ele desafiando. “hehe, bem que eu já poderia te soltado ela, mas agora as coisas estão começando a ficar interessantes!”

– Tenho!

– Vai ser a ultima vez que eu vou perguntar. O que esta fazendo aqui? – continuou sem resposta “odeio ceder” pensou May. – Bom, foi você que escolheu. – dito isso a apertou mais e mais contra a árvore enquanto aproximava seu rosto do dela e percebendo o que ele ia fazer May virou o rosto e disse.

– Eu vim procurar meu lápis só isso! – falou com um lagrima escorrendo do rosto “perdi muito tempo nessa conversa boba o sinal vai tocar, e o jardineiro sempre limpa aqui e tudo que não for planta é descartado se eu não achar agora não vou achar mais nunca!” – Olha o que você me fez! E agora quero meu lápis e ele vai acabar no lixo se eu não achar agora. – agora estava realmente chorando e ele ainda a prendia, mas ele estava com uma expressão facial diferente, estranha ela nunca havia visto ele preocupado.

– Ah, se aquele lápis de ponta é tão importante talvez eu ajude a procurar... – disse ele com um sorriso de canto no rosto. “Ela nem vai ligar se eu não...”.

– Por favor! Eu imploro me ajuda a achar o lápis faço o que você quiser depois, mas agora eu quero meu lápis! ‘

– Tudo bem loirinha eu ajudo. – “Nossa deve ser serio mesmo. Nunca vi a loirinha tão irritada normalmente ela rejeitaria qualquer ajuda minha. E essa de fazer o que eu quiser? Hehe eu gostei dessa, mas ela esta meio desesperada melhor eu achar isso até porque eu querendo ou não sou culpado.” Pensou Erick.

Já estava quase em cima do sinal tocar até que...

– Achei! – gritou Erick. – Hehe, olha Mayzinha eu disse que eu ia ajudar. – debochou e mostrou a língua, mas dessa vez não foi para ofender... De repente ele sente algo aperta-lo, mas não era só a May lhe dando um abraço. – Mayzinha...

– Obrigado, obrigado.

– Ah, não foi nada e não se acostume ou acha que eu vou dar a minha ajuda e ainda deixar você me abraçar assim? Ah, e por falar em abraço pode me soltar. – riu ele enquanto colocava a mão em seus fios loiros “É macio...” pensou, mas isso durou pouco porque ela se soltou dele rapidamente e vermelha de vergonha.

– Idiota... Mas enfim me dê o lápis. Obrigado.

– De nada... E é melhor subirmos para sala, pois já esta tarde. Ah! E como você disse que você iria fazer o que eu quisesse depois eu quero que no final das aulas venha comigo pra casa!

– O que?! – gritou enquanto subiam as escadas para ir à sala. “Ele só pode estar de brincadeira!”

Depois desse acontecimento estranho, May percebeu uma coisa, ela estava FERRADA! Ir para casa de outra pessoa há anos atrás seria normal, porem agora a coisa mais estranha do mundo. E principalmente se fosse à casa de um menino!

Na sala de aula, estava uma bagunça fora do normal, pois era sexta feira e segundo os boatos iria ter uma feste de “arromba” no sábado e “todos” iriam. Mas isso pouco interessava para May ela ficava olhando o tempo todo para a janela, tentando pensar em alguma desculpa para se safar dessa de ir à casa de alguém. Era aula de geografia, ela odiava isso principalmente os assuntos de politica oque era o caso, mais um motivo para fica com a cara pra cima sem prestar atenção.

Devia esta tarde ou já ter passado todas as aulas sem que May percebesse, pois Erick tocou em seu ombro e disse.

– Vamos?

– Han? – indagou May meio bêbada de pensamentos. – Já acabaram as aulas? – perguntou inocentemente. Porem, em vez de ser arrogante como sempre, Erick só disse um “pois é” bem baixo. – Hm... Erick eu... Bom eu não quero ir à sua casa.

– Ai! Serio? – falou ele meio que parecendo ofendido

– É, serio. Esta contra meus princípios ir à casa de alguém que eu não conheço direito.

– Hm... Ok você quem sabe loirinha.

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Às vezes May ficava pensando porque não se deixava conhecer as pessoas, como um ser humano normal faz. O que era o caso, ela estava deitada na cama, estava pensando no por que de não ter ido à casa do garoto. Logo, afastou esse pensamento da cabeça. Não gostava da ideia, nem um pouco. Precisava relaxar se distrair. Como não costumava sair muito ela considerou sua primeira ideia de distração uma coisa meio inusitada, mas, depois de refletir bem sobre, decidiu que era o melhor a se fazer naquela hora. Afinal era uma tarde linda e ainda eram três da tarde.

– Gilda! – chamou

– Oi minha fia! – disse dona Gilda ao longe.

– Estou saindo! – respondeu May.

– Oshi, tu saindo? Hm... Menina o que tu aprontou?

– Nada! Só quero mudar a rotina.

– Esta bem, volte antes das seis! – e foi o ultimo grito. May saiu.

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Enquanto andava percebia que deveria ter saído mais vezes! Nossa, era tão lindo assim lá fora ou ela era uma doida que não saia e agora estava maravilhada, bem segunda escolha esta aceita. O único problema é que como não tinha costume de andar logo se cansou, contudo havia chegado bastante longe de casa. Estava em uma praça que ficava mais ou menos longe (?) de sua casa. Tinha bastantes árvores, pessoas, bancos, garotos e garotas de skate e etc. Era lindo. Olhou em seu relógio, ainda eram 03h15min p.m.

“Antes das seis.” Pensou ela. “tenho muito tempo!”

Depois de rodear a praça umas mil vezes olhando exatamente para cada detalhe que havia ali ela ouviu um grito “Sai da frente!”, mas não achou que fosse com ela e então BUM! Estava tudo escuro, muita gente falando ao mesmo tempo e May meio desacordada tentava descobrir o que tinha acontecido. “Flores lindas. Um grito. Uma dor. Tudo escuro” eram essas as pistas que ela tinha, estava na cara o que tinha acontecido. Estava com vergonha de abrir os olhos e dar de cara com comentários tipo “Você é doida? Não me ouviu gritar?” ou algo do tipo então decidiu que ficaria de olhos fechados e desacordada o que não era lá tão difícil, pois estava sentindo dor no corpo e uma leve sensação de estar sendo carregada então era mesmo melhor esta desmaiada naquela hora. E nesse meio alguém pergunta “Será que ela morreu?” e May usa todas suas forças para não rir enquanto alguém diz “claro que não seu idiota! Não seja tolo” e então as conversas param e ela sente seu corpo sendo posto em algum lugar. Um banco talvez? Enfim depois disso tudo fica em silencio e ela acaba dormindo mesmo.

Quando abriu os olhos, acordando, a praça estava deserta só passavam algumas pessoas. Estava escuro. Olhou no relógio de pulso: 8h34min p.m. “Meu Deus!” pensou assustada, preocupada e meio que enlouquecendo a cada segundo marcado em seu relógio. E então sai correndo e falando baixinho ‘Meu Deus, Meu Deus, Meu Deus, Meu Deus, Meu Deus, Meu Deus. ’

Chegando a sua casa, viu Gilda sentada na calçada. Alivio. Mas logo se preocupou, tinha prometido volta antes das seis. Mentira para ela...

– A... Gil... – começou, mas foi interrompida.

– Minha fia da primeira vez que sai de casa para me distrair eu voltei as meia noite. Você foi rápida! – e riu. May também. Essa era a Gilda que ela temia não achar, mas lá estava ela. Depois de um abraço e um pedido de desculpas sincero Dona Gilda disse que estava tudo bem e gritou “fiz pizza!” e as duas bateram palmas no meio da calçada na rua escura e entraram em casa.

Comeram e fizeram palhaçada. Dona Gilda espirrou Coca-Cola pelo nariz e todas as duas acharam aquilo nojento e muito legal. Riram um pouco mais e logo deram boa noite uma para outra e se encaminharam para seus quartos.

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Manhã de sábado, que legal! Só que não! Nunca tinha nada de mais nos fins de semana, pois nunca tinha nada para fazer, porem aquele estava sendo meio diferente. Logo depois do despertador ter tocado dona Gilda pediu para que May conferisse a caixa de correio, pois tinha certeza de ter ouvido algo chamar lá fora só que não deu atenção. Então, sonolenta e rastejando May se pôs em frente à porta. Abriu e pra sua surpresa tinha uma caixa grandinha em frente à mesma com um embrulho de presente. Puxou o bilhete que havia ali e levou a caixa para cozinha onde dona Gil se encontrava. E então leu em voz alta.

– “De: Albert. Para: Mayu. Oi princesa, lembra-se de mim? Sim sou eu o amigo de seu pai ele me falou que não via você com frequência então eu deduzi que você ficava muito só. Então acho que isso pode te animar. Beijos do tio Albert”.

– Gosto desse amigo do seu pai. Sujeito generoso, muito simpático e se acha o titio de todos. – comentou Gilda rindo enquanto May tentava achar um jeito de abrir a caixa. Achou uma trava depois de ter rasgado um pouco do papel abriu e... “AAAAAAAA!” foi à única coisa que conseguiu dizer e dona Gilda acompanhou o grito. De dentro da caixa saiu um cachorrinho filhote vira-lata, fofinho, latindo feito louco.

– Ai minha Santa Teresinha é só um cachorro.

– Por quê? – gritou May. Encostando-se à parede e descendo lentamente e aproveitando sua dona no chão o cãozinho pulou em seu colo. – Por quê? Por que um cachorro?

– Ah, querida sei que você não é muito fã de cachorro, mas da uma chance para ele. Olha esse focinho que lindo!- de verdade May não era muito fã de cachorros. Quando era pequena ela adorava, mas depois de tentar separar a briga entre seu poodle e um cachorro grandão ela ficou toda machucada com ferimentos sérios e seu poodle morreu. Desde então não queria animais de estimação.

– Vou tentar... – falou meio triste, Gilda não sabia do poodle chamado sorvetinho. Então decidiu deixa de lado e seguir em frente. Até porque ela realmente precisava de uma companhia 24 horas por dia. May olhou para o bichinho e depois para a caixa, de repente subiu uma vontade de enfia-lo lá dentro e devolver, mas depois da segunda olhada para o focinho do bicho decidiu pega-lo e levar por seu quarto. No seu quarto o cachorrinho cheirou tudo que viu pela frente: sapatos, pé da cama, escrivaninha, tudo!

– Que nome eu dou a você? – perguntou ela deitada na cama enquanto o cãozinho pulava para ficar junto dela, e depois de muitas falhas dele May o ajudou a subir. – Hm... Já sei. Vou te chamar de Raichu, o que acha? – perguntou May beijando a testa do bichinho que latiu feliz. – Eu gosto muito do Pikachu, mas sua evolução é mais bonita! E você é bonito. – ela riu e Raichu deitou em cima de sua barriga e ali ficaram por uns longos minutos.

Após o cochilo com o Raichu em cima de sua barriga May olha no relógio ‘9h54min’. Levantando da cama acordou Raichu que saiu seguindo ela pela casa até chegar à cozinha que estava vazia, pois dona Gilda devia esta descansando para mais tarde fazer o almoço. Em cima da mesa de o café-da-manhã. May o comeu depressa. Foi até o quarto de dona Gilda e avisou a ela que iria dar uma volta com o Raichu.

– Dessa vez volte antes das 7h da noite, ou melhor, antes do almoço – disse ela rindo.

Saindo do quarto de dona Gilda, May olha novamente na caixa do Raichu. Havia lá uma caminha e uma coleira que ela pegou e pôs em seu cachorro.

Levou o cachorrinho para a praça do outro dia. Tinha pouca gente comparada à tarde de ontem, porem estava cheia muita gente passeava com seus cãozinhos também. Tinha cães de todos os tamanhos, mas um enorme da raça São Bernardo chamou sua atenção e quem estava levando ele era um garoto de cabelos negros e olhos roxos da mesma cor dos de May que achou ele muito lindo, fofo, porem o garoto não olhou para ela na verdade estava ocupado tentando manter o cão enorme sobe controle. May seguiu com Raichu pela praça e fez o que todo dono faz espera o cão fazer as necessidades, cata e joga no lixo. Ficou andando mais um pouco e se sentou no banco pondo Raichu no colo e conversando com ele e dando carinho em sua orelha. Ela realmente ainda amava cães e Raichu era muito fofo mesmo sendo um vira-lata. Ela já tinha visto uma reportagem onde dizia que os vira-latas são sempre mais meigos que os cães com pedigree.

Enquanto brincava de “você nem pega o meu dedo” com o Raichu viu que o garoto o qual tinha reparado estava vindo em sua direção junto com seu cão. A principio Raichu rosnou, mas logo se escondeu entre os braços de sua dona.

– Raichu! Não seja medroso. – falou rindo do bichinho, mas então o garoto aproximou-se e disse.

– Oi – falou ele sem graça.

– Han... – disse May meio sem entender. – Dia lindo, não? – completou meio que morrendo de vergonha tentando fazer com que não ficasse tão estranho.

– Sim. Han... Maravilhoso. Tipo... Desculpe-me por ter te atropelado ontem eu tentei avisar, mas...

– Não, eu que sou um desastre eu ouvi você, mas não pensei que fosse comigo. – confessou May abaixando a cabeça e olhando no focinho de Raichu.

– Você é bem distraída, né?- disse ele rindo, mas não pareceu uma das ofensas que todos faziam. Parecia uma tentativa de anima-la. – Ei! Não fica assim, eu também sou muito voador, distraído. Hun... Façamos o seguinte. Posso te fazer três perguntas?

– Já fez uma.

– Ta. Han... O que você mais gosta e o que gostaria de aprender ou ter? – perguntou ele, e então May pensou por uns segundos e respondeu.

– Gosto de ler e gostaria de ter uma biblioteca cheia de livros de Paula Pimenta, John Green, George Martin e etc. e adoraria aprender a andar de skate, mas tenho medo. – terminou ela coçando a cabeça.

– Perfeito, eu te ensino a andar de skate. Você me ensina uma matéria, como é boa em leitura acho que não tem dificuldade em matérias tipo... Historia. Coisa que eu sou péssimo. Não sei qual a graça de ler. E então depois estaremos “quites”. Feito?

– Não é má ideia. Feito! – disse May rindo.

– Hoje às três da tarde. Venha para sua primeira aula mocinha.

– Aye sir!

– Opa, Happy?

– Sim, também já assistiu fairy tail?

– Sim... – disse ele com certo brilho no olhar. – Então quando pode me ensinar Historia?

– Hoje mesmo. Acho. Depois do almoço se você não se importar em ir à minha casa eu... Você pode almoçar lá se quiser. – terminou e ficou vermelha de vergonha. Ela não tinha intenção de dizer aquilo, mas como diz o Chaves. “É que me escapuliu”.

– Serio? Han... Eu não fico muito confortável em almoçar na casa de alguém que eu atropelei e bem não conheço você direito... – May ficou meio triste. Era a desculpa que usara para não ir à casa de Erick. “Castigo divino?” pensou ela. Então disse ‘Tudo bem eu te entendo. ’ Mas então ele disse. – Mas eu vou aceitar. Até porque se eu não for não vai ter como eu te conhecer direito mesmo! – disse ele rindo. – Então, minha vitima tem nome? Idade?

– Mayumi Duarte, 14 anos. Senhor! – disse fazendo sentindo. Ele riu.

– Hehe, Ryuji Fernando, 15 anos. Capitã! – imitando ela fez o mesmo gesto. – Você é legal Mayumi. – E May riu envergonhada. – Não seja tímida. Não posso elogiar sem que você fique vermelhinha. – ele riu e bom May ficou mais vermelha ainda o que levou a altas gargalhadas de ambos. – Nunca ri tanto com alguém que acabo de conhecer!

Notas finais
'-'
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.