Magic
1 Capítulo 1 - Hit Girl
Notas iniciais
Capitulo 1 – ”Hit Girl”
Freddie Benson dormia tranquilamente em sua cama e assim que escutou o som perigosamente irritante de seu despertador, apertou o botão diversas vezes na tentativa de desligá-lo e quando conseguiu se espreguiçou sobre a cama. Levantou-se e foi fazer sua higiene matinal, tomou um banho e assim que saiu vestiu-se com sua roupa formal de dia a dia.
Andou ligeiramente pelos corredores compridos de sua mansão e assim que passou pela porta do quarto de sua erma um ano mais nova, bateu três vezes.
–Anda, Cat você tem aula. –avisou andando novamente e fazendo barulho com sues sapatos.
–Eu estou de férias manezão. –gritou percebendo que o irmão já tinha descido as escadas. Mas mesmo do andar de baixo. Freddie escutava os múrmuros da Cat.
–Atrasado! –exclamou assim que viu o horário. Pegou sua mochila que continha todos os seus papeis e coisas do gênero e saiu indo em direção a garagem, pegou sua Ferrari e deu partida em direção ao trabalho.
Freddie assumiu a empresa do pai após a morte do mesmo, sua mãe ficou depressiva e simplesmente desapareceu. Agora ele e Cat continuam com sua vida normal e chata pela parte da menina.
Cat era o tipo muito raro de menina, ela acreditava em que outras pessoas nem se quer jamais imaginaram. E é por esse motivo que seu irmão ignora esse seu dom, mas mesmo com todos discordando ela ainda acreditava.
Cat desceu as escadas escorregando pelo corrimão e cantarolando diversas musicas. Como estava de férias tinha que aproveitar cada momento antes que as aulas comecem de novo.
No centro de Seattle...
Freddie corria para pegar o elevador e a cada momento parecia uma longa distancia mais do que nos outros dias. Vendo que o elevador tinha fechado Freddie subiu as escadas fazias como um furacão e assim que chegou encontrou sua namorada e recepcionista do local o aguardando de braços cruzados.
A morena vestia um blazer preto que ai ate o meio dos braços e que realçava a cor da blusa branca por baixo. Vestia também uma sai que ia ate o fim das coxas e um sapato de salto alto. Esta com a franja prendida para trás e usava seus óculos de lente. Carly (a namorada) segurava entre os braços uma pasta.
–Esta atrasado. –repreendeu e deu um pequeno selinho no namorado que suspirou de cansaço. –Estão todos lá dentro com uma cara de quem comeu e não gostou. –avisou abotoando o casaco de Freddie.
–Tudo bem, deseje-me sorte. –pediu e deu mais um selinho na morena que fez bico. Ele pegou a maleta em cima do balcão e acenou.
–Boa sorte. –desejou assim que moreno estava um pouco mais longe e ficou o olhando ate ele desaparecer de vista. Ficou pensando ate se der conta que tinha vários trabalhos para fazer, voltou a sua mesa e sentou-se e começou a fazer o que costuma fazer todo o dia.
Freddie tentava não se estressar, assim que chegou a sua sala de reunião sentou-se na ponta de colocou a suposta maleta preta em cima da mesa. Entrelaçou seus próprios dedos e fitou seus doze companheiros e companheiras a sua frente.
–Bom dia. –cumprimentou e todos assentiram com frieza. –Vou direto ao assunto, estava pensando em criar uma nova linha de per... –foi interrompido por um pigarro da senhorita Witters.
–Senhor Benson, estávamos conversando enquanto o senhor estava fazendo suas coisas... –ela olhou para suas vestes um pouco bagunçadas, Freddie percebeu isso e ligeiramente se organizou sentando-se mais a vontade em sua cadeira. –Sabemos que vocês é muito jovem e tem seus compromissos pessoais, e como sócios pensamos no bem da empresa e chegamos a conclusão que devíamos encontrar outra pessoa mais experiente para ter o cargo de presidente. –respondeu gesticulando com as mãos, Freddie mesmo a senhora usando as palavras menos rudes possíveis ele percebeu que ela estava a fim de substituí-lo. Freddie sorriu nervoso fechou os punhos por baixo da mesa, respirou fundo e tentou se controlar ao máximo.
–Estão dizendo que não tenho capacidade de manter essa empresa em bom estado? –perguntou usando outras palavras também tentando ao máximo não ser rudes com as pessoas ao seu redor.
–Temos certeza que consegue Freddie, só achamos que tudo que a imprensa não precisa é de pessoas inexperientes. Entende? –perguntou o outro senhor ao lado da mulher que se manifestou antes.
–Amigos essa impressa foi do pai do meu avo, do meu avo e do meu pai. Não posso largá-la assim, lembra meu pa... –novamente foi interrompido por outra senhora que estava ao seu lado à mesma por as duas mãos nos ombros de Freddie e olhou no fundo do sues olhos.
–Você não é seu pai nem nunca será. –afirmou. E essa foi à gota de água, mesmo já tendo superado o fato dos pais terem morrido ainda não suportava que falassem assim dele.
–A reunião acabou. –avisou Freddie e saiu rapidamente daquela sala, avistou Carly toda sorridente no final do corredor perto de sua sala onde ele estava prestes a entrar.
–Então como foi? –perguntou sorrindo e pulando. Ela desmanchou o sorriso assim que percebeu o péssimo estado em que o namorado se encontrava. –Freddie o que houve? –perguntou com uma expressão preocupada.
–Nada, Carly me deixa sozinho. –entrou na sala e fechou a porta atrás de si, deixando uma Carly furiosa e preocupada para trás. Passou a chave no trinco da porta e passou as duas mãos no cabelo tentado se controlar o que foi totalmente em voa dado ao estado em que o mesmo se encontrava, completamente enfurecido.
Durante a tentativa de extrair toda a raiva de si Freddie se exaltou e derrubou todos os objetos em cima de sua mesa. Porta retrato vidros se quebrou em mil pedacinhos ao choque com o chão. Freddie percebeu que tinha acabado de quebrar a porta retrato que continha uma foto de Cat, Marisa, John e eles todos abraçados e tirando foto a beira da praia. Involuntariamente Freddie desmanchou o sorriso e deixou uma lagrima solitária escorrer pela sua bochecha. O moreno secou a lagrima e saiu deixando sua sala do mesmo estado em que estava.
Carly avistou Freddie saindo e fechou a cara escrevendo em alguns papeis inúteis. O moreno viu que a namorada estava ocupada e saiu da impressa rapidamente. No caminho para casa percebeu que ainda era cedo então resolveu parar em um bar próximo a sua casa.
Freddie estava em seu segundo copo de isque, então recebeu uma ligação da Cat, mas ignorou ate cair à ficha de erra errado beber áqüea hora do dia. Então Freddie deixou o local e foi indo em direção a sua casa.
Freddie escutava a musica ecoar pela lataria do carro vermelho e quando estava cantando distraidamente uma musica percebeu que tinha batido em algo. Rapidamente desligou o som e saiu do carro as pressas, a cada passo que dava Freddie sentia sue coração acelerar e quando estava prestes o suficiente para enxergar nitidamente avistou uma menina loira vestindo um short curto e uma regata preta, também percebeu que a menina se cobria com uma capa meio longa e vermelha.
–Ai meu deus. Esteja viva, por favor. –repetia baixinho enquanto tentava diversas maneiras de acordá-la. A menina mexeu a mão esquerda e para o alívio de Freddie ela abriu os olhos.
Freddie teve a impressão de mergulhar em um mar azul quando a menina abriu os olhos. Ela se sentou e sues lindos cachos loiros saíram sobre o ombro da garota.
–M desculpa. Eu não queria atropelá-la. Não tive a intenção. –Freddie repetia tudo rapidamente, ate ser interrompido novamente.
–Tudo bem. –ela olhou em volta a percebeu que estava em um lugar completamente escuro e sem movimento algum. –Onde eu estou? –perguntou olhando diretamente nos lhos de Freddie.
–Em Seattle. –respondeu e a menina loira reclamou de dor na cabeça. Freddie se sentiu tão culpado e envergonhado. –Eu sou Freddie Benson, qual é seu nome? –perguntou sentindo uma fina chuva cair. A menina permaneceu calada por um bom tempo.
–Eu não sei...
Continua...
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