Magic
6 Capitulo 6 – Something Out Of The Ordinary...
Notas iniciais
Capitulo 6 – Something Out Of The Ordinary...
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Freddie rapidamente levantou-se da cama calçando seus chinelos de dedo e passando rapidamente pelo despertador completamente quebrado pelo surpreendentemente pacto que o objeto teve com a parede.
Os cacos de vidros iluminavam na luz do sol – que agora ultrapassava a janela –, causando irritação nos olhos de qualquer um que encarasse. Freddie apresado correu para o banheiro e despiu-se em uma velocidade quase impossível, e com o toque da água morna sobre o corpo um longo arrepio percorreu sua espinha.
Terminando seu banho enrolou uma toalha na cintura e com uma toalha branca em sua mão esquerda secava seu cabelo completamente úmido. E quando saiu do banheiro surpreendeu-se ao ver Sam sentada em sua cama olhando para as suas próprias mãos entrelaçadas em uma espécie de brincadeira-para-conter-o-nervosismo , percebendo isso Freddie aproximou-se o que levou a loira em sua frente notar a presença do dele.
Sam lutava com a sua mente, travava uma guerra dentro de si na tentativa de olhar para o abdômen molhado e definido de Freddie, mas era quase impossível parecia que seus olhos finalmente criassem vidas e lhe mostra-se o caminho para o “paraíso”.
Derrotada, Sam suspirou e não hesitou olhar durante mínimos segundos e logo voltou a fitar o moreno que agora estava com pequenas gostas escorrendo em seu rosto e por mais que você difícil tentava não olhar para coisas que não deveria ter vontade de olhar.
–Então... Sam o que ta fazendo aqui? –perguntou Freddie andando pelo quarto e indo em direção ao seu closet e pegando um jeans escuro, casaco de colegial preto e uma blusa branca simples. Como se acordasse de um sono profundo Sam coçou os olhos com as mãos fechadas em punhos.
–Bom... A Cat não acorda, e hoje é segunda. Temos que ir ao colégio. –respondeu Sam levantando da cama ainda com os olhos fechados e com as mãos entrelaçadas.
–Eu já vou lá. Pode ir se arrumando. –Freddie reparou no pijama que a menina usava. Sam vestia uma blusa comprida da cor rosa bebe de mangas compridas com a figura de uma coruja branca dormindo, um calção curto do mesmo tecido da blusa – lã fina – da mesma intensidade da cor da blusa da loira. Seus cachos presos em um coque desajeitado e frouxo brilhavam sobre a luz do sol e as mesmas pantufas que usara desde o dia que dormiu pela primeira vez daquela casa agora, confortava seus pés.
Sem dizer mais nada Sam obedeceu e foi caminhando em direção a porta, mas entes de fechá-la olhou pela ultima vez Freddie que ainda mantinha seus olhos presos nos olhos da menina e com isso ouviu o ranger da porta que agora, estava se fechando.
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O som da TV ligada ecoava pela sala central da mansão dos Benson e no sofá vermelho morto tinha uma menina sentada mexendo nas pontas do cabelo loiro cacheado e como se não estivesse respirando segundos atrás, suspirou alto e fitou a TV – desligada -, Sam levantou-se e foi caminhando em passos lentos ate a janela ao lado do sofá e fechou os olhos aproveitando o toque do sol em seu rosto.
Sam: http://www.polyvore.com/sam/set?id=115250395
Escutou barulhos vindos da escada que dava aceso a sala em que se encontrava e voltou a sentar-se no seu lugar, agora fitando a TV escura e sem animação nenhuma.
Cat descia a escada estressada, era seu primeiro dia de aula e não estava nem um pouco a fim de ver o que acontece durante o ano escolar. Colocou uma mecha do cabelo para trás da orelha e avistou Sam com as mãos entrelaçadas e segurando o queixo com as mesmas. Suspirou e foi caminhando letamente ate a figura loira no sofá.
Cat: http://www.polyvore.com/cat/set?id=115416783
Cat segurou o corrimão da escada e suspirou um pouco alto – o suficiente para Sam ouvir e desviar seu olhar da TV e encarar Cat descendo o ultimo degrau e se aproximando da loira. Quando a ruiva sentou-se ao lado de Sam Freddie desceu as escadas cumprimentando com um simples e direto “Bom dia” e indo em direção a cozinha enquanto Sam e Cat se levantavam para ajudá-lo no café da manha.
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Freddie acelerava o carro e já que o atalho que tinha pecado não tinha muito movimento, não se preocupou em aumentar a velocidade. Distraído desviou seus olhos da estrada e fitou Sam– que sentava no banco de passageiro -, a loira estava com o braço esquerdo apoiado na janela aperta e segurava sua cabeça com a mesma mão enquanto sentia o vento gelado de um dia frio de inverno em Los Angeles.
Agora o sol que aqueciam as pessoas fora tapado por varias nuvens da cor cinza clara e escura, e isso facilitava mais para o frio se instalar no local mais facilmente.
Freddie – que ainda observava Sam pelo canto do olho – admirava os cabelos cacheados da garota esvoaçando aos ventos, e quando voltou a olhar para a estrada avistou um cachorro extremamente grande e completamente branco que em segundos depois saltou para fora da estrada. O Benson mais velho pisou fortemente do freio e por sorte ou qualquer outra coisa do gênero, o carro parou rapidamente antes de bater de frente com uma arvore.
Rapidamente Freddie tirou os cintos e saiu do carro assustado olhando para diversas direções possíveis tentando localizar o animal que havia sumido em segundos.
Cat estava com suas unhas fincadas no couro do banco traseiro do carro e quando pode respirar normalmente bufou e saiu do carro parando em frente ao irmão que ainda procurava o animal desconhecido.
–Você esta louco? Quer nos matar? –perguntava Cat gritando exageradamente. Freddie mal olhava a erma e quando fazia a resposta não saia de sua boca então a única frase que disse foi:
–Eu vi algo muito grande ali. –afirmou apontando para o devido lugar que o “cachorro” estava a minutos atrás. Cat bufou e cruzou os braços os apertando tentando se aquecer de alguma maneira.
Sam que ainda estava em choque dentro do carro, tirou o cinto e fechou a porta se escorando com a mão esquerda sobre a traseira da Ferrari vermelha de Freddie. Respirou fundo três vezes e despejou:
–Foi só um cachorro. –falou Sam tentando tranqüilizá-los. “Era algo muito grande e peludo, mesmo sendo assustador era lindo!– Pensou, era o que ela queria dizer, mas no momento era impróprio.
–Tanto faz. –resmungou Cat e voltou para o carro batendo a porta com força antes de sentar-se novamente no banco e colocar seu cinto, digamos que por precaução.
Freddie continuava estático no mesmo lugar olhando para um ponto indefinido –pelo menos para Sam –, quando sentiu o vento soprar mais forte acolheu-se abraçando seus próprios braços e colocando uma mexa para trás da orelha.
–Freddie? –Sam chamou e como se tivesse acordando de um sono profundo Freddie piscou freneticamente dirigindo seu olhar –pela primeira vez – a Sam que estava na mesma posição.
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Depois de se recuperar do susto Freddie seguiu seu caminho com a velocidade um pouco mais baixa e dessa vez sem se distrair com quaisquer coisa que o viesse pela frente, enquanto segurava firmemente o volante e com seus olhos fixados na estrada, Sam pensava sabia que aquilo não era um simples “cão” era algo mais assustador e... Lindo!
Quando finalmente chegaram na escola Cat e Sam se despediram de Freddie que esperou elas entrarem nos portões enormes para continuar e rumar ao trabalho.
Freddie tinha parado de estudar a um ano, quando assumiu os negócios do pai e tinha que admitir sentia muita falta de ser o quarterback do time. Ficou lembrando os incríveis tempos de escolas e quanto se deu conta estava estacionando o carro no estacionamento da empresa Benson.
Em frente ao espelho enorme do elevador, Freddie arrumava seu cabelo o deixando um pouco bagunçado e quando as portas se abriram avistou Carly sentada na mesa em que já estava acostumada.
–Oi, demoro sabia? –cumprimentou com vários selinhos “inocentes”. Freddie já estava acostumado com isso em Carly a menina morena sempre fazia isso, digamos que para... Se achar?
Depois de conversar com seus sócios Freddie resolveu ir para casa e depois pegar as meninas, mas se surpreendeu ao chegar em casa e ver que as duas estavam sentadas no sofá com caras nada agradáveis.
–Precisamos conversar. –falou Cat levantando-se do sofá e cruzando os braços, Freddie desviou o olhar para Sam que só mordeu os lábios e brincou com as mãos sinalizando que algo estava acontecendo e muito serio.
Continua...
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