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7 Capitulo 7 - City of Bones


Notas iniciais
Oi oi gente. Muito obrigada pelas pessoas que estão me mandando comentários e que estão favoritando a história, serio muito obrigada. O nome desse capitulo é cidade do ossos, meio assustador né? Psé o cap todo é meio medonho! Tenham coragem e leiam ate o final! Não tenho muitas novidades então tchau!!

Capitulo 7 – City of Bones...

~ Flash Back...

Enquanto Freddie acelerava para ir ao seu trabalho Sam e Cat adentravam nos grandes portões da escola em que estudariam durante o ano letivo. Vários alunos já circulavam pelo local, alguns cumprimentavam seus amigos, algumas meninas más jogavam sucos em nerds, ou seja, coisas comuns que acontecem na vida de adolescentes.

Cat pegou a mão de Sam e a levou na secretaria onde foi atendida por uma moça super simpática que explicou tudo o que deveriam saber. Sam recebeu um pequeno livro a mais que continha todas as regas da escola, Cat pegou a chave do armário e foram caminhar para que Sam pudesse conhecer os alunos e lugares que deveria ficar informada.

–Então a Ashley é uma pessoa ótima, mas o problema é a Santana que fica levando a garota para caminhos errados, se é que você me entende. –Cat cutucou o braço de Sam que logo entendeu o recado. Elas continuaram sapeando pelos milhares cantos do colégio enorme.

Quando o sinal bateu as duas rumaram na mesma direção, para a aula de matemática. A mais odiada por Cat que por pura sorte tinha um irmão que resolvia os problemas em poucos segundos.

~~~

–Então o que achou? –perguntou Cat enquanto as duas escolhiam uma mesa para se sentar no refeitório. Cat mordia uma maça bem avermelhada e Sam carregava uma bandeja com seus alimentos necessários para continuar de olhos apertos: Muita cafeína.

–Você tinha ração. Ashley é uma doçura, mas em compensação Santana é uma vadia por tratá-la como lixo. –respondeu Sam sentando-se em uma mesa vaga e tomando um cole do café quente, mas logo se arrependeu, pois tinha queimado a língua. Cat só ria da cara da cara de indignada que Sam havia feito. –Não ria. –disse Sam e no mesmo momento Cat mordeu sem querer a língua fazendo a menina gemer de dor baixinho.

–AU. –resmungou Cat segurando a ponta da língua com os dedos enquanto Sam se contorcia de rir. –Nunca mais vou rir de você. –resmungou Cat antes de acompanhar Sam ate o banheiro.

Na porta esquerda ao lado da sala do segundo ano Cat e Sam lavavam as mãos enquanto conversavam sobre assuntos aleatórios. Quando Sam sentiu uma dor imensa em sua cabeça fazendo a menina loira cair sentada no chão ainda gemendo de dor.

–Sam, tudo bem? –perguntou Cat com as mãos nos ombros da loira ao seu lado. –Caramba responde! –gritou Cat se levantando e indo em direção a porta para pedir ajuda, mas foi interrompida por Sam que chamou a atenção da ruiva.

Números quatro números vieram a cabeça de Sam e a lembrança do diário em suas mãos também, depois disso sua visão foi recuperada e avistou Cat com a mão na maçaneta pronta para abrir.

Com a respiração totalmente acelerada, seus olhos doíam e logo a sensação de tudo estar voltando ao normal a alcançou fazendo a se levantar. Cat ainda assustada apertava a maçaneta e encarava Sam que ainda estava confusa.

–Precisamos falar com Freddie. –falou Sam antes de puxar Cat e a guiar pelo colégio indo em direção a sala onde pegaram suas coisas e inventaram uma desculpa esfarrapada para que pudesse ir para casa o mais rápido possível.

~ Flash Back.

Freddie estava sentado no sofá vermelho morto processando tudo o que Sam tinha tido. Bem na sua frente Sam e Cat observavam cada movimento do moreno e com a curiosidade e o clima tenso no ar Cat levantou-se indo ate a maquina de café e se servindo com dupla cafeína.

Freddie jogou a cabeça para trás escorando a na cabeceira do sofá levanto o braço direto ate a sua testa o deixando com a visão do lustre no teto sem graça da sala principal. Sam bufou e escorregou ate o chão onde abraçou seus joelhos e fechou os olhos tentando se lembrar dos números.

Cat voltou da cozinha em passos lentos e quando fechou na sala sentou-se no sofá e tomou dois coles do seu café oferecendo a Sam que negou e voltou a pensar.

Os números pareciam códigos ultra secreto e na cabeça de Freddie não havia nenhuma solução, aqueles dois números ocupavam toda a concentração dele quando de repente uma idéia veio em sua cabeça, sabia que era loucura porem tinha que fazer alguma coisa.

–Já sei. –falou levantando rápido e correndo em direção a cozinha deixando duas meninas confusas e curiosas esperando na sala, e quando voltou abriu o notebook vermelho e foi diretamente ao Google Mapas colocando os dois números os dois números como coordenadas.

Cat e Sam se aproximaram sentando uma de cada lado do menino que ainda olhava a imagem do local que deveriam ir.

–Coordenadas? Serio? –perguntou Cat ainda encarando a tela do computador.

–Isso faz sentido. –afirmou Freddie levantando do sofá e colocando o casaco que estava pendurado no cabide.

~~~

Depois de dirigir alguns minutos os três jovens desceram da Ferrari vermelha do carro e observavam o destino que o evoluído GPS do carro os levou. Cat abriu a boca em um perfeito O e Sam abraçava seus braços por conta do frio.

O lugar estava completo de neblina branca que dificultava a visão, os portões extremamente grande fechados com um trinco e logo avistaram – com muita dificuldade – túmulos com flores mortas e arvores sem folhas. Sim, as coordenadas indicavam o cemitério.

–Eu não entro ai. –falou Cat dando dois passos para trás. O dia ainda estava nublado e pouco claro por conta das nuvens cinza no céu.

–Fique ai então. –Freddie disse andando em direção aos portões sendo acompanhada por Sam e depois de alguns segundos pensando Cat resolveu ir.

–Ótimo ta fechado. –afirmou Sam olhando para o enorme cadeado dourado que fechava os portões.

– Por pouco tempo. –Cat falou antes de se aproximar mais do objeto dourado e tirou um grampo do cabelo que segurava sua franga avermelhada. A ruiva girou o grampo do trinco e logo ouviram um “click” antes dos portões se abrirem automaticamente.

–Vamos. –ordenou Freddie colocando uma lanterna – que estava dentro do carro – no boldo no seu jeans escuro. Andando por alguns segundos perceberam que em todos os túmulos haviam plantas mortas, sem corres, murchas e feias o que apavorava cada vez mais Cat.

Mais alguns minutos se passaram e aparentavam estar perdido no local aterrorizante que mais parecia um labirinto.

–Cansei. –despejou Cat se encostando em uma parede feito de cimento e logo avistou uma porta onde dava entrada ao pequeno quadrado de material. –Sam, Freddie olhem.

Sam e Freddie seguiram a voz da ruiva e logo a encontraram abrindo uma porta que dava entrada ao tipo de tumulo diferente. O cheiro horrível impregnava as narinas dos jovens presentes no local.

Freddie tirou sua lanterna do bolso e iluminou o local onde acharam dois túmulos feitos de vidro onde deixavam os ossos dos falecidos a amostra. Cat deu um grito ao ver a cena e fechou rapidamente os olhos tentando imaginar qualquer outra coisa que não fosse o cheiro das pessoas já mortas.

Sam abraçou Cat e as duas ficaram assim enquanto Freddie tampava o nariz e observava os ossos ate encontrar algo que o chamou a atenção.

Um livro enorme estava em volta dos braços de um esqueleto onde o individuo –morto – estava abraçado.

–Sam? –Freddie chamou iluminando a menina que estava abraçada em Cat e com olhos e nariz fechados. Sam abriu os olhos e fechou novamente por causa da claridade da lanterna em seu rosto. Freddie desviou a luz de seu rosto e a chamou novamente.

–To indo. –falou e se aproximou de Freddie que estava de frente aos ossos, Sam abriu lentamente os olhos e logo fitou o esqueleto em sua frente, mas a ânsia de vomito a brigou a fechar os olhos novamente.

–Sam e preciso saber se era aquele livro que você estava falando. –falou Freddie abraçando a loira de lado e passando as mãos em seus cabelos tranqüilizando-a.

Sam se afastou um pouco e fitou os ossos em sua frente. Um véu de noiva branco estava sobre o crânio e um vestido de ceda da mesma cor com varias camadas o deixando mais volumoso que os vestidos de casamento normal. Sam correu seus olhos ate o abdômen no esqueleto e em vez te ter buques avistou o livro que sonhou. A loira olhou novamente para Freddie e afirmou com a cabeça.

–Freddie o que faremos? –perguntou Sam com o nervosismo estampado em sua voz.

Continua...

Notas finais
Bom mandem suas criticas, reviews, pedradas qualquer coisa! Thauzinho