Notas iniciais
OI GENTEEEEEE! HOJE VAI TER UMA FESTA, BOLO E GUARANÁ, MUITOS DOCES PRA VOCÊ-ÊÊÊÊÊS! ♫ 1 ano, pessoal! 365 dias! São muitas emoções! *--* Nem sei o que falar aqui, socorro sis! hahahhahahahhaha Não vou me alongar muito, pq tem gente que nem ta lendo isso aqui. SIM! A GENTE TA LIGADA NISSO, OK?! u.u Então gente, prometemos e cumprimos. Ele não tá tão grande quanto o anterior, mas é de coração pra vocês, so… Enjoy! Beijo grande, HeyBones.

Se alguém lhe dissesse, um ano antes, que ele reconheceria que havia trabalho demais, Henry diria que a pessoa estava louca. Mas ali estava ele, finalizando os últimos papéis de contratação do novo pessoal e analisando os livros contábeis, tão satisfeito e contente como era quando mais jovem.

— Por quê está sorrindo? — perguntou Regina da poltrona que ficava em frente a escrivaninha.

— Não posso mais sorrir?

— Claro que pode, papai. Mas são… — ela olhou para seu relógio de pulso. — 8h15 da manhã de uma segunda-feira. Ninguém em sã consciência estaria tão animado assim sem um motivo.

— Você olhou para a grama hoje?

Regina voltou novamente seu olhar para o velho senhor e fez uma careta.

— Eu deveria?

— Bem, sim. Se você reparar, verá que a até a grama que rodeia o Clube parece melhor.

A risada baixa e rouca da morena encheu o ambiente e Henry torceu o nariz.

— Você parece a sua mãe. Deveria observar as coisas melhor.

— Não dê ouvidos a ele, Regina! — disse Cora entrando apressada. — Você sabe como fico atenta aos detalhes quando quero.

— O que você está fazendo aqui, mãe? E tão cedo?

— Achei que precisava vir, porque Eva me ligou pedindo para avisar você. Sabem como ela é a respeito das novidades…. Quer estar por dentro de tudo. Apesar do quão detestável isso é às vezes, acaba sendo muito útil.

— Sabemos como é, mãe. — disse Regina com um tom contido, olhando cheia de sarcasmo para Henry, que apenas menou a cabeça. — E qual era o aviso?

Cora sentava-se no outro sofá, colando a bolsa na mesa de centro, quando notou a expressão da filha.

— Não me olhe assim, Regina. E não me dê ordens. Vou falar quando estiver pronta.

— Você está pronta agora? Porque, sabe, ao contrário do que você pensa, eu não tenho o dia todo.

— Posso saber por que você está na defensiva logo cedo? O final de semana não foi bom?

Regina levantou-se e começou a andar pelo cômodo. Contava ou não contava? Dirigindo sua atenção ao pai, ela parou atrás da poltrona de Cora e espalmou suas mãos no encosto.

— Lembram-se da reunião que eu cancelei na sexta?

Henry assentiu, colocando o dedo indicador sobre os lábios, formando uma carranca, enquanto Cora cruzava o tornozelo por detrás da perna oposta em silêncio.

Regina então, contou das visitas semanais e do que Robin disse para Henry. Ela achou que fosse chorar quando contasse essa história, mas descobriu que só sentia rancor.

O maior erro de sua história com Robin foi perceber que não funcionaria, mas insistir em querer que funcionasse. Às vezes isso acontece: você ama uma pessoa e não se importa com mais nada. Foi só quando viu que ele não mudaria, nem por ela e nem por ninguém, que conseguiu se libertar. Pena que Robin não. Se não houvesse Henry ela seria obrigada a dizer que fora um fracasso total.

— E acho que posso ter piorado tudo, porque dei um soco nele. — finalizou sem muitos detalhes.

— Você o quê?! — gritou Henry. Quando percebeu que havia cerrado as mãos em cima da mesa, concentrou-se em relaxá-las. Controlar e canalizar as próprias emoções eram habilidades que ele aprendera a transformar em arte ao longo dos anos.

— Emma. — pronunciou Cora baixinho balançando a cabeça.

— Não foi culpa dela. Eu que pedi pra aprender alguns golpes pra auto defesa. Depois daquele episódio com Robin, achei que seria útil.

— Auto defesa, Regina. — expôs Cora com ironia, virando-se na poltrona para enxergá-la. — Não estou dizendo que é culpa dela, mas você deveria ter pensado melhor antes de sair agredindo aquele idiota.

— Acha que eu não sei?

Cora se limitou a olhá-la sugestivamente.

— O que ela disse?

— Emma?

— Quem mais?! Apesar de tudo ela ainda é policial, não é?

— Sim. Bem, ela disse que teria feito pior e que acha que não foi tão sério assim. Foi um alerta pra ele, mãe. Pai?

— Vocês já estão com a ordem de restrição?

— Já.

— Bom. Não seja mais boazinha com ele, Regina. Mesmo pensando no Henry. Ele terá que entender que Robin não pode fazer parte da vida dele.

— Mas como eu direi isso?

— Não diga. — afirmou Cora. — Regina, ele vai sentir falta dele, e quando isso acontecer, conte uma memória ou algo do tipo. E deixe-o saber que Robin não está ali por sua culpa. Dê um pouco de crédito ao Henry. Ele é inteligente e percebe as coisas. Pare de protege-lo, porque um dia ele vai crescer e saber a verdade. Você não pode esconder quem o pai dele de fato é pro resto da vida.

— É. Tenho ouvido muito isso ultimamente.

— Comece a colocar em prática, então. E aquele imprestável não merece sequer um pensamento seu, portanto pare de se preocupar.

— Sim, mãe. — respondeu, tentando demonstrar seu agradecimento com um sorriso.

— Tenho certeza que Emma cuidará das questões de segurança pertinentes ao assunto.

— Estamos preocupadas com a Marian, mas Emma dará um jeito pra casa dela ser vigiada. E falando em vigilância, instalamos câmeras e um alarme mais potente. Isso tem nos ajudado a dormir mais tranquilas.

— Muito bom, filha.

— Acho que deveríamos pensar nisso também, não acha Henry? Colocar câmeras pelo menos do lado de fora. Isso faria os moleques da rua pararem de apertar a campainha. E eu teria algo pra contar na próxima vez que ver Eva e as outras garotas.

— Garotas… — disse Regina baixinho com a voz cheia de deboche, deixando de lado aquele assunto por um instante. Cora revirou os olhos e voltou-se para sua posição normal, já que seu pescoço estava doendo.

— Regina, por favor, pegue um chá ou qualquer coisa que tenha na cozinha pra mim e depois sente-se onde eu possa enxergá-la sem perder, literalmente, a cabeça.

Regina deu uma risadinha e saiu do escritório.

Henry olhou da porta por onde ela tinha passado para Cora. Como sempre, ela estava impassível. Aquela conversa frívola dela sempre fora boa para amenizar e distrair algumas coisas. Mas por um momento, quando seus olhares se encontraram, ele percebeu como ela estava aterrorizada.

Ela sustentou o olhar dele, sem emitir som algum. Eles não falariam, mas estava explícita a preocupação deles diante ao que Regina contara. Robin era perigoso quando queria ser, e eles sabiam disso.

— Me ajude a pensar num plano. — sussurrou ele.

— O que você acha que podemos fazer?

— Eu não sei! Por isso estou te pedindo ajuda. — ele levantou e encostou-se na escrivaninha. — No momento, estou pensando em matar aquele canalha eu mesmo.

— Não nos fará bem algum causar um problema na tentativa de resolver outro. Pense nisso. E controle-se. Já chega Regina fazendo as coisas sem analisar antes.

— Cora… O que você…

Neste instante Regina entrou com uma bandeja e Henry ficou mudo. Como haviam chegado aquela situação?

— O que você veio nos contar mesmo?

— Oh, sim. O Clube foi citado nos cinco principais jornais de Chicago. Isso não é ótimo?

— Com certeza é.

— E vai haver uma apresentação este final de semana? Eva me perguntou, mas não soube responder já que ninguém me conta nada.

— Neste final de semana não. — disse Regina rapidamente, ignorando a vitimização de Cora e fazendo Henry a olhar de soslaio. — Temos aquele almoço marcado, lembram?

Cora encostou ruidosamente a xícara de chá no pires, e seus lábios estreitaram-se numa linha fina, demonstrando sua insatisfação com o compromisso.

— Eu já desmarquei e remarquei tantas vezes que é compreensível que vocês tenham se esquecido. — reconheceu Regina encostando-se no móvel ao lado do pai.

— Achei que você já tinha desistido desse almoço.... Aliás, almoço pra quê?

— Acho que não temos nos reunido com frequência suficiente, mãe.

— Essa foi a pior desculpa que você já deu na vida… Diga novamente o horário para eu poder programar as coisas.

— Oh, não se preocupe! Emma e eu estamos cuidando de tudo.

Ela soltou um muxoxo inconformada.

— Não seja tão dura com a menina, Cora.

— Certo. — concedeu vencida após alguns minutos de falsa revolta. — Devemos levar alguma coisa?

— Na verdade vai ser aqui no Clube.

— Por quê? — perguntou indignada.

— Mudança de ares. E porque o Henry gosta de ficar aqui.

— Nós não ficamos aqui o suficiente?

— Um pouco mais não vai nos matar — respondeu Henry com uma advertência clara para Cora. — Já são nove horas? Como o tempo voa. Você não precisa se encontrar com o comitê beneficente?

— Achei que você havia perdido sua cortesia, Henry. Mas vejo que não. — disse com um tom sarcástico e mordaz, sem sair do lugar.

Regina pegou a papelada que precisava e saiu do escritório sem olhar para os pais. Ela tinha consciência de que a mãe ficaria ali até que sua teimosia tivesse passado e estivesse cansada de encarar Henry. Apesar de tudo, sabia que havia respeito e um certo companheirismo naquele relacionamento, e isso parecia funcionar pra eles.

Pensando na reação que teriam quando descobrissem o que diria no almoço, ela seguiu para as baias voltando vez ou outra seu olhar para a grama em que pisava. Tinha que concordar com o pai que ela parecia mais verde e brilhante.

—------------------------------------------------------------------------

Apesar do Clube ser bastante movimentado aos domingos, a casa da fazenda ficava em volta de um jardim que a deixava quase isolada, o que restringia o barulho e lhe deixava mais particular. Por insistência do pequeno Henry, o almoço foi servido na maior varanda, ao ar livre.

Sentada do lado direito da mãe, que estava em uma das cabeceiras, Regina pode notar o calor dos raios do sol na grama e o ar perfumado pela lavanda que enfeita o centro da mesa. A luz dourada que cercava o ambiente fazia tudo parecer mais elegante do que realmente era e ela gostou disso.

A ocasião não pediu grandes gastos, mas sim uma criteriosa seleção nos detalhes servidos. Para a entrada havia pães temperados e uma boa salada. O prato principal envolvia macarrão ao molho branco e uma carne assada, acompanhados de vinho tinto para os adultos e suco de uva para Henry, para que assim ele não se sentisse excluído.

Antes de saírem de casa, Emma e Regina discutiram sobre o momento em que contariam seus planos futuros e decidiram-se por depois da sobremesa, que seriam um flan de baunilha com calda de caramelo.

Henry e Cora estavam dispostos nas pontas, enquanto nas laterais estava sentada Emma, do lado esquerdo do senhor Henry, e Alexa do lado direito, e Ariel ao lado esquerdo Cora. A conversa foi agradável, embora estivesse evidente a pergunta silenciosa que todos faziam: “Por que diabos estamos aqui?”.

O silêncio, até então ocasional entre eles, foi acentuado ao final da refeição, quando todos bebiam vinho e olhavam curiosos por cima de suas taças.

Regina inclinou-se em direção a Henry, sentado entre ela e Emma, quando ele a cutucou no braço com os dedinhos ansiosos.

— Mamãe, o que tá acontecendo? — sussurrou pra que ninguém ouvisse. — Por que estão olhando engraçado pra gente?

— Vamos falar do casamento, filho. Por isso estão todos assim. — cochichou Regina tão baixinho quanto ele.

— E o casamento é uma coisa ruim? Por isso estamos quietos?

— Não, meu amor. — respondeu com um risinho, dando um beijo na cabeça do pequeno para encerrar o assunto.

Ariel, que observava tudo atentamente para tentar ler os lábios da amiga, cansou-se do esforço em vão e resolveu ser direta. O vinho que havia tomado não era suficiente para a falta de interesse em uma conversação que a mãe dela insistia em manter. Para sua sorte, o que é que fosse dito poderia ser aguentado após experimentar o delicioso doce que era colocado a sua frente.

— Regina, o que vocês queriam nos contar? — perguntou Ariel após a primeira colherada e quebrando o silêncio restabelecido.

— Não era um almoço em família? — indagou Cora com seu humor ácido enquanto apontava para Ariel e Alexa. — Porque elas estão aqui?

— Mãe! — repreendeu Regina alto enquanto rolava os olhos. Seria inútil tentar consertar a grosseria dela e por isso ela não o fez. Ariel e Alexa não se incomodaram em absoluto, já que sabiam como ela era, apesar de ser a primeira vez que se encontravam pessoalmente.

O aniversário de Henry não contava, pois não tinham sido formalmente apresentados ou trocado mais do que duas palavras. Não que houvessem melhorado a articulação entre elas, longe disso. Mas, aos olhos de Alexa, Cora era tudo, menos a pessoa torpe que um dia imaginou após conversar com Emma.

— Nós temos um comunicado a fazer.

— Não acredito que você engravidou minha princesa antes do casamento, Swan! — brincou Henry, descontraindo o clima pesado após o comentário de Cora.

— Pai! Meu Deus! — Emma e Regina ficaram vermelhas até a raiz dos cabelos, e Regina pensou que se houvesse um buraco ali perto, entraria e não sairia mais.

— Mamãe, a senhora também vai contar dos bebês mágicos? — questionou o pequeno, inocentemente.

“Era tudo o que me faltava”, pensou Emma, enquanto o senhor Henry ria audivelmente.

— Como é? — Os olhos de Cora arregalam-se tanto que parecia que iriam soltar das órbitas e ela engasgou-se com o vinho que tomava.

Imediatamente Ariel se aproximou dela, solícita.

— A senhora está bem?

Emma e Regina deram sinal para que Henry ficasse calado. Com uma carinha sapeca e um “ops”, ele foi obrigado a voltar sua atenção para o flan.

— Estou. — respondeu com uma careta de desagrado, que fez Ariel recuar na hora.

Limpando a garganta e preferindo não justificar-se, Regina decidiu que não poderiam desistir agora. Percebendo o embaraço da morena, Emma encostou sua mão sutilmente na dela e lhe deu um sorriso de encorajamento.

— Como eu estava dizendo… Emma e eu vamos no casar.

Ariel não poderia dizer que estava surpresa com a notícia, porque não estava. Assim como os outros, incluindo até mesmo Cora. Era questão de tempo até que elas tomassem tal decisão. Sua mente começou a trabalhar rápido, feliz com as inúmeras possibilidades de criação que teria. Regina e Emma querendo ou não, teriam sua ajuda no planejamento da cerimônia. Seria um arraso!

Logo o significado de casamento e festa se consolidou entre eles e a comoção e felicitações preencheram o tempo que seguiu.

— Parabéns! Parabéns! — gritou Alexa com sincera felicidade. Ela saiu de seu lugar e contornou a cadeira do senhor Henry para abraçar Emma e depois fez o mesmo com Regina e o pequeno Henry, que sorria bastante animado.

Regina, após abraçar Ariel, foi abraçar o pai que lhe cochichou ao ouvido:

— Dessa vez você está fazendo a coisa certa.

Ela acenou freneticamente com os olhos marejados e afastou-se, parando de frente para a mãe. A menção silenciosa de Robin não a atormentou tanto quanto as ideias cruéis que sua mente criou sobre qual seria a reação dela.

Cora a olhou durante um longo instante. Depois, com uma voz terrivelmente serena, disse:

— Talvez vocês não acreditem, mas não encaro esta notícia com aborrecimento. Você já me deixou claro mais de uma vez que tem controlado bem a sua vida e sou capaz de reconhecer os méritos de Emma nisso. E posso ver que Henry está feliz e você também. Isso é o que importa, Regina.

Cora estendeu os braços, num pedido mudo de permissão para abraçar a filha. Emma só percebeu que estava prendendo a respiração, quando segurou um gritinho ao ver elas se abraçando. Aquele dia realmente merecia ser comemorado.

Quando elas se separaram, Regina viu Emma parando ao seu lado. A loira tinha uma expressão convencida e ergueu a mão para que Cora a apertasse. Havia sido um longo caminho até ali, mas elas não podiam reclamar muito.

Tudo estava bem.

Cora segurou com firmeza a mão da loira e ficou olhando-a fixamente, sem fala. Finalmente, pronunciando cada uma das palavras com cuidado, disse:

— Sobre esses bebês, eles serão de laboratório?

Regina bufou diante ao atrevimento da mãe e Emma soltou a mão rindo nervosamente. Foi Henry que veio no socorro delas, fazendo o clima amenizar-se novamente.

— Não vovó, eles serão feitos na casa de bebês mágicos.

O senhor Henry deu um olhar de zombaria para esposa, chegando perto dela e sussurrando:

— Foi você quem perguntou.

Cora não retrucou pra ele, mas lhe deu um olhar atravessado. Ela disse uma concordância qualquer para o garoto e afastou-se. Henry se prontificou a mostrar o aras para Alexa e Ariel, e o garoto lhe seguiu entusiasmado por poder mostrar os cavalos.

Emma e Regina os acompanharam de mãos dadas, mas com um passo mais lento, deixando-os ir na frente para trocarem confidências. A felicidade que as rodeava era evidente e pela primeira vez Cora percebeu o quão apaixonadas elas estavam.

Observando-as dobrar a pequena curva que separava a casa do resto do clube, ela teve que reconhecer que, apesar de ter sido estranho no começo, agora era tão comum quanto o resto de suas atividades.

Ninguém pareceu se lembrar dela durante o resto da tarde, mas ela não se importou. Em realidade, necessitava de tempo para assimilar tudo o que estava acontecendo e o que precisava ser feito para alterar o furacão que estava por vir.

Notas finais
Um ano. Ainda não acredito.... Parece tão pouco tempo, mas parece muito também. Sis, como eu vou te ajudar se eu também não sei o que dizer?! Não é fácil falar de MCC, porque tudo relacionada a ela nos deixa emocionadas. Como eu já disse pra muita gente aqui, não tem um dia que eu e a HeyBones não pensemos ou falemos dela. Tem dia que a gente nem se cumprimenta e já sai dizendo o que vai acontecer em seguida hahaha Essa é uma das melhores coisas que me aconteceram na vida. Obrigada por me incluir nessa, HeyBones ♥ Maçã Com Canela é um pedaço importantíssimo da nossa vida e nós ficamos muito, muito felizes, honradas, surtadas e extremamente agradecidas por ter vocês aqui dividindo isso com a gente ♥ Eu já chorei de madrugada com o 'parabéns' gigante da Luana e com os comentários de vocês e tô chorando de novo agora.... Queria poder abraçar cada um. Bem, sintam-se abraçados e beijados e rodopiados e surdos pelos nossos gritos hahaha Obrigada por estarem aqui vivendo isso com a gente! xoxo, Cath