Lua De Sangue
14 Capítulo 14 - Conciliação
Notas iniciais
Será verdade.
Mais um capítulo, tomara que curtam minna.
^.^

Quando eles entram Sam tranca a porta. Ao se virar Dean já se encontra sentado na beira da cama, ele vai ao loiro se ajoelhando na frente do mesmo, mas este lhe vira o rosto. — Então é assim que vai ser Dean? — Pergunta o moreno com tom desapontado e triste.
— Estou aqui para satisfazer sua carne... Príncipe, isso e nada mais. — Responde o loiro friamente.
Sam levanta deixando sua cintura rente ao rosto de Dean. — Se é assim que quer é assim que será. Sacie minha carne então... Chupe-me. Estou sedento por uma boca úmida e quente.
O louro desamarra o pijama fazendo a fina peça cair ao chão, ficando frente a um grande membro duro prensado na cueca preta justa que o Príncipe usa, quando é libertado da peça sufocante pelas mãos do loiro o membro pulsa e, logo é abocanhado pelos avermelhados lábios carnudos um tanto desajeitadamente, mesmo sem muita experiência ele consegue fazer Sam gemer. O moreno lhe toma a cabeça com as mãos ritmando o movimento de vai-e-vem fodendo a boca do loiro que por vezes engasga-se ao sentir o membro lhe invadir a garganta.
Numa dessas Sam lhe agarra o queixo com firmeza dizendo bem rente ao rosto com um sorriso prazeroso. — Te falta libertinagem no oral, contudo esses lábios ainda assim são maravilhosos.
Dean tira o rosto da mão de Sam. — Da para terminarmos logo com isso?
— Como queira. — Devolve Sam sempre com um sorriso debochado e provocador na face.
— Eu prefiro que seja de bruços assim...
— Assim você não precisa olhar para minha cara. — Interpela Sam o loiro continuando.
— É isso que iria dizer? Não tem problema, não precisa olhar para mim se não quiser, mas eu quero de quatro e prepare-se, não vou trata-lo como uma donzela.
Dean respira fundo, ele se pergunta se com isso o Príncipe acha que vai humilha-lo, o que não seria o caso sendo ele um lobo. Às vezes prefere essa posição a ficar ereto. Ele tira a boxe, a sua bela nudez faz Sam lamber os lábios, sobe na cama se posicionando de quatro como o moreno dissera que queria, de frente pra cabeceira.
Sam observa a bela visão daquele bumbum duro bem definido realizando um gostoso vai-e-vem na sua dura ereção. Ele sobe. Acomoda-se atrás do louro, um joelho deitado na cama e o outro em pé, saliva tanto o seu pênis quanto a entrada do louro sem se demorar muito nisso. O moreno encaixa o duro membro na entrada do loiro, segura firme o quadril de Dean e, com duas fortes agressivas estocadas já se encontra inteiro dentro do mais velho.
Por mais indiferente que Dean tenta ser, é impossível consegui-lo fazer quando se tem grossos centímetros lhe invadindo as entranhas, o loiro geme alto.
Sam começa a foder-lhe com muita força e certa brutalidade, ele assegura o loiro pelos ombros estocando o rígido membro com tudo para dentro do loiro. Dean geme, geme e geme, numa mistura de dor e prazer que percorrem seu corpo por inteiro.
Quando Sam da uma investida muito forte Dean chega a soltar um grito. O moreno percebe que machucou o irmão e se arrepende de tudo o que fizera até o momento. Ele para, recosta seu corpo sobre o do irmão colando seus rostos um no outro falando muito ofegosos ainda. — Desculpe. — Dean não responde, apenas respira tão cansado quanto o outro.
Sam leva a mão ao membro de Dean que está totalmente recolhido, ele começa a bombear o membro do loiro que lhe diz. — Não precisa... Fazer isso... — Arrependido e ferido por ter sido tão bruto aponto de machucar o irmão, Sam volta a ser carinhoso falando baixinho e doce em seu ouvido. — Preciso... Dean... — Sua mão continua a bombear o membro que vai despertando ao mesmo tempo em que recomeça a foder o irmão, agora, porém, suave e devagar. Ele ouve o loiro arfar forte e gosta, morde o lóbulo de sua orelha, depois invade lhe o ouvido com sua língua.
Com toda essa luxúria lhe invadindo o corpo Dean não consegue mais resistir, o loiro começa a se entregar ao mais novo pouco a pouco. Em meio a gemidos ele fala. — Sammy... Huummm... Por favor...
— O que foi Dean... Quer que eu pare?... Eu paro...
— Vo... Você... Vai... Matar... Desse jeito... Sammy...
— Eu... Quero ver... Você morrer Dean. Morrer... De prazer... Nos meus braços.
O loiro num forte impulso se joga para frente retirando o irmão de dentro de si, fugindo das amarras de prazer que este lhe envolvia, vira-se deitando de frente para Sam olhando-o intensamente, o outro faz o mesmo sem mover-se do lugar.
Com um sinal de mãos Dean chama Sam para se aproximar, o mais novo atende, o loiro o pega pela cintura fazendo este deitar-se em cima de si, tira-lhe os cabelos do rosto segurando para trás. — Me beija. — Sam sorri, feliz e entusiasmado gruda seus lábios nos do loiro devorando-se mutuamente, se abraçam, se beijam, se reviram na cama, seus membros duros roçam-se um no outro.
Desfazem o beijo quando o ar lhes falta por demais.
Sam ainda por cima acaricia o rosto do loiro que lhe fita forte com os lindos olhos esmeraldas. Dean leva a mão ao pênis de Sam. — Isso não amolece nunca? — Indaga Dean com um malicioso sorriso de canto. Tão malicioso quanto o que Sam devolve respondendo. — Não com a visão desse belo corpo nu.
Dean faz um vai-e-vem deliciando Sam que respira ofegoso com boca entre aberta. O loiro afasta as pernas colocando o membro do irmão em sua entrada. — Não adianta fugir disso, quero você... Eu Te Amo. — Uma lágrima cai do olho de Dean.
Sam se perde nos lábios carnosos do irmão enquanto lhe penetra com suavidade e calma. Não há empecilho. Dean está relaxado, desejando receber o irmão dentro de si, o que faz a invasão ser fácil e ser muito prazerosa para ambos.
Todo dentro do mais velho, Sam inicia o vai-e-vem lentamente, uma de suas mãos passeia pelas coxas grossas de Dean, sua língua desliza por cada parte sensível do loiro extraindo gemidos voluptuosos não mais segurados, mas sim libertados cheios de intenso prazer.
Pegando o rosto do mais novo com força, Dean o olha fundo nos olhos lhe dizendo com voz forte que chega a soar como uma ordem. — Me fode.
O mais novo estava pegando leve depois de ter causado forte dor no irmão, com essas palavras um grande sorriso de regozijo lhe vem à face, ele se coloca melhor, estica uma perna, deixa a outra dobrada, se apoia nos braços iniciando um frenético movimento em seu quadril. Dean mais uma vez agarra a cintura de Sam com as duas mãos acompanhando o seu movimento de vai-e-vem, ele joga a cabeça para trás, seus gemidos se misturam com o sorriso que lhe faz no rosto demonstrando que está adorando ser fodido pelo irmão.
Sam com essa visão fica mais excitado, ouriçado. O irmão lhe quer, lhe deseja. Ele estoca rápido, forte, Dean começa a se masturbar em mesma frequência. — Isso... Goza... Goza pra mim... Dean... Goza... — Sam ergue a cintura de Dean pra cima, este se masturba e o gozo lhe vem fugaz e arrebatador. Dois três jorros de sêmen que vão do abdômen ao peito. O moreno lhe suga as gotas de sêmen próximo ao peito guardando-as na boca e dividindo com o loiro em um beijo ardente.
Sam se retira de dentro de Dean, o observam o acarinha no rosto vendo sua respiração se normalizar, dá-lhe pequenos beijos da face ao peito, do peito a face.
— Vire-se para mim. — Diz Sam mordiscando os grossos lábios de Dean.
O loiro sinaliza positivo com a cabeça, depois de mais um beijo entre eles, Dean se vira ficando de bruços na cama e já separando as pernas. O moreno lhe adentra mais uma vez, ele enterra o todo o membro para o interior do loiro que geme baixo e gostoso.
Em seguida as estocadas se aligeiram, são fortes, firmes, o entre e sai é reciprocamente prazeroso para os dois. Sam fuzila com beijos devoradores o pescoço, a orelha, a boca do loiro que vezes, o vira seu rosto para que suas bocas se encontrem.
— Isso... Sammy... Aaah...
Sam aumenta a velocidade ofegando muito enérgico, o seu corpo se prepara e o ápice lhe chega extasiante percorrendo o corpo inteiro. Dean sente o latejar do rijo membro dentro de si a cada jorro que sai lhe enchendo de sêmen do irmão. Sam solta o corpo cansado, saciado em cima do corpo de Dean.
Se muita demora Sam se deita ao lado de Dean que se vira, eles se olham unindo seus lábios para um breve beijo, o moreno o pega o rosto do loiro alisando com o polegar. — Você foi maravilhoso.
— Você também Sammy.
— Promete que nunca mais vai fugir de mim, de nós, do nosso amor.
— Não Sammy, nunca mais.
Eles cobrem-se, Dean acomoda-se confortavelmente no corpo de Sam e assim permanecem até serem tomados pelo sono depois de uma torrencial noite de amor e prazer.
Amanhece Dean acorda.
Quando olha para o lado vê Sam o fitando. — Há quanto tempo está acordado? — Diz o loiro um pouco sonolento ainda.
— Não muito, uns dez minutos talvez. — Responde Sam beijocando os lábios do loiro.
O moreno levanta, puxa o lençol enrolando- se nele deixando Dean nu na cama, o moreno o olha e sorri para ele. Em seguida ele vai à porta da suíte e chama uma das serviçais. Sam lhe fala pondo pouco mais do que a cabeça para fora da porta.
— Diga a Rainha que o Príncipe quer uma audiência às nove horas de hoje com ela.
Depois que Sam fecha a porta, Dean vai a ele agarrando pela cintura o beijando longamente.
— Quanta formalidade para falar com "sua" mãe.
— Não vou falar como filho, mas sim como Príncipe dos Vampiros. Assim ela terá que falar tudo a respeito de seu envolvimento com o Werewolf, afinal o que estará em jogo é o bem de toda a espécie dos vampiros. Entende?
— Sendo assim ela ficará em xeque?!
— Isso mesmo meu querido. Dean, de uma chance a "nossa" mãe, por favor. — Diz Sam pegando delicado no queixo do loiro, fintando lhe nos olhos.
— Está bem. Mas se ela não me convencer quero ir embora daqui Sammy. Você viria comigo?
Um pesado silêncio se faz entre os dois.
Depois de receber o recado de Sammy pela serviçal, Mary saiu da mansão vestindo um longo roupão oriental de grandes e largas mangas com uma calda de igual comprimento que se estende metros no chão. Ela chega a um lugar marcado com uma pedra embaixo de enorme velha árvore, bem próximo ao vale dos Werewolfs, ela senta, seus marejam até não poder mais conter as lágrimas que lhe caem no rosto.
— Eles cresceram John, estão lindos e fortes. Sam puxou muito a você. Ele é jovem, porém astuto, demorou um pouco para me fazer falar, mas acredito que é porque esperava que eu falasse de bom grado. Como não fiz, finalmente está me obrigando a falar. Pra ser sincera, já está mais do que na hora deles saberem quem foi você, o quanto fez por eles, o quanto os amou.
Não sei o que você pensaria a respeito da maneira como estão vivendo, eu não me importo, o que me importa é que eles se amam e, que estão juntos, vão cuidar um do outro. Isso é mais importante do que qualquer outra coisa.
Dean depois que descobriu um pouco da verdade não me aceita, ele me vê como um monstro desalmado, eu não posso culpa-lo, porém gostaria que ele me ouvisse, que me deixasse explicar por que fiz tudo o que fiz. Será que se você estivesse aqui à coisa seriam mais fáceis? Pelo menos para mim com certeza seriam, sinto tanto sua falta meu amor.
Como disse Cass, está na hora de acertar as contas com o meu passado. Mas sabe amor, eu não me arrependo de nada, eu faria tudo de novo. Porque eu não errei, eu amei... Amei muito você John Winchester.
No quarto de Sam certa tensa conversa tem continuidade. — Veja bem Dean. Eu tenho certeza que quando nossa mãe nos contar tudo, você vai entendê-la assim como eu que já a entendo mesmo sem saber de quase nada. Conheço minha mãe, sei do amor que tem por mim e sei também do imenso amor que ela tem por você. Pode acreditar meu irmão, ter que abandonar você deve ter sido muito doloroso e triste para ela. Disso eu não tenho nenhuma duvida, só que se mesmo assim você optar por ir embora daqui. Sim Dean, eu vou com você.
Eles se abraçam fortemente, um reconfortando o outro, depois vem um longo e caloroso beijo que é interrompido por batidas na porta.
— Entre. — Fala Sam depois de separarem o beijo.
Uma serviçal entra trazendo vestes finas para os dois. — Aqui está majestade.
— Obrigado. — Diz Sam pegando as vestes. A serviçal se retira deixando os dois a sós novamente.
— Para que essas roupas Sam?
— Para nós. Temos uma audiência com a Rainha dos vampiros, você não espera que nos apresentemos de qualquer maneira.
Sam veste o seu costumeiro traje vampírico, uma fina camisa preta de seda, calça social de linho, cueca, meias e sapatos de mesma cor. Para Dean um terno todo aveludado em roxo, o loiro prefere ficar sem a gravata, Sam faz sua vontade.
Quando entram no Salão Principal da Mansão, Mary espera-os sentada em seu trono com um retrato em suas mãos, eles se aproximam, ajoelham-se fazendo reverência à rainha. Quando voltam a erguer-se Sam fala. — Com Príncipe e Futuro Rei dos Vampiros venho a Vossa Majestade pedir esclarecimentos de seu envolvimento com um Werewolf, isso é de suma importância para a sobrevivência da espécie futuramente minha Rainha.
— Ora Sammy, por favor.
— Me desculpe, mas estou aqui como Príncipe diante da Rainha que me deve esclarecimentos para assegurar um futuro para nossa espécie.
— Eu sei meu filho, contudo não precisa de tanto. Não vai ser a Rainha que lhe contará o passado de sua mãe com o seu pai, mas a sua Mãe Sammy, sua e do Dean que está ao seu lado.
Parece que estão bem de novo e eu fico feliz com isso.
Sam sente a mão tremula e suada de Dean apertando a sua muito forte, o Príncipe faz o mesmo mostrando que está ali com ele ao seu lado.
Mary se levanta do trono indo e passando por eles
— Me sigam, vou lhes falar tudo a respeito de seu pai, a respeito de John Winchester.
Notas finais
Até quarta. XDD
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