Notas iniciais
demorei um pouquinho mais está ai, eu nao sabia como continuar e tambem nao sabia qual dos dois finais eu iria usar. Desculpem-me. Mas espero que gostem (: e pela primeira vez EU REVISEI O CAPITULO KKKKKKKK

5 meses depois...

POV Draco

Era impossivel andar pelas ruas da Londres bruxa, todos que passavam por mim me cassoavam, me chingavam e me humilhavam, afinal, todo mundo sabia que eu fui um comensal da morte e agora que o Lorde havia caido, ninguém mais tinha medo.

Eu deveria estar pedindo para morrer por andar pelos corredores do ministério da Magia, o lugar onde a concentração de pessoas que me odiavam era bem maior, afinal, Kingsley Shackelbolt, era o novo minístro da magia. A paz reinava pelo mundo mágico, todos os bruxos nascidos trouxas andavam com um sorriso no rosto, para eles ser trouxa não era mais uma vergonha. Hogwarts estava quase pronta novamente, o estrago feito no castelo foi grande e mesmo com vários dos grandes bruxos trabalhando duro para colocar tudo do jeito que era antes estava demorando.

Passei por um aglomerado de pessoas, pude ouvir resmungarem comensal enquanto passava. Eles tinham raiva que alguns dos comensais não haviam sido presos. Como eu. Para eles todos que tinham a marca, não importando o motivo de se tornarem um, deveriam ir para Azkaban, eu acabei não indo, nem minha mãe. Minha mãe nunca foi de fato uma comensal da morte, ela não tinha a marca em seu braço, mas jurou lealdade a ele, por medo, por amor ao marido que agora estava preso e amor a mim. E como eu me livrei? Minha mãe é claro, eu preferiria estar em Azkaban agora... Mas minha mãe provou diante a todos no tribural bruxo, que eu havia me tornado um comensal não por vontade própria e sim porque eu havia sido obrigado e por meio da maldição Imperius, não era de fato uma mentira, mas também não era a verdade. Todos os comensais que conseguiram provar que só se juntaram ao Lorde das Trevas por meio da maldição Imperius não foram presos, e isso levantava odio na população, porque todos acreditavam que era mentira. Era quase impossivel achar algum ex-comensal andando pelas ruas da Londres Bruxa, todos tinham vergonha de sair, tinham medo também. E mais uma vez eu preferia estar em Azkaban agora.

Hermione? Depois que nós aparatamos para ter nossa ultima “conversa” nunca mais voltou. O ministério a declarou como desaparecida, mas ninguém de fato estava procurando, todos sabiam que ela não está perdida, que ela apenas não quer ser achada. Eu não tinha a mínima ideia de onde ela estava, mas também não havia ido procurar. Eu tinha vergonha de encontrá-la depois do que eu fiz. Eu tinha certeza que ela estava por perto, que ela sabia de tudo o que estava acontecendo por aqui.

E meu filho? Quantos meses ela deve estar agora? Será que o bebê já nasceu? Não, se ele tivesse nascido eu acho que saberia, não saberia? Eu sinto falta dela. Nunca fiquei tanto tempo assim longe dela, sem contato nenhum, sem noticia nenhuma.

Continuava andando, mas já não sabia onde meus pés estavam me levando e nem prestava muita atenção em quem passava por mim, até sentir um soco no meu rosto e perceber que estava no chão.

- Harry! – ouvi o Weasley gritar.

- A culpa é dele Rony! A culpa é dele que ela está desaparecida! Por causa desse covarde que não soube cumprir uma responsabilidade e que simplesmente saiu andando! Covarde! – o Potter gritou e chutou minha barriga, eu nem me mexi, nem me defendi. Ele estava certo, eu estava precisando disso há muito tempo já.

- Harry para! Para de bater nele! Harry! – o Weasley continuava a gritar. Porque ele estava me defendendo?

O Potter parou de me bater e saiu andando, talvez tenha ficado bravo por o seu melhor amigo ter me defendido. Estava esperando o Weasley sair andando, mas isso não aconteceu, e de repente ele esticou o braço em minha direção.

Eu olhei para ele confuso, o que? Ele estava se oferecendo para me ajudar?

- Vamos lá Malfoy, toda essa sua humilhação não foi o suficiente para te por no lugar? – ele me perguntou.

- Eu não preciso da sua ajuda Weasley. – eu resmunguei e tentei me levantar, cai novamente, minhas costelas doiam.

Ele revirou os olhos e soltou uma risada.

- O que foi Weasley?

- Não sei o que a Hermione viu em você, seu arrogantezinho filinho de papai. – ele falou e eu aceitei a ajuda dele.

- Cala boca Weasley.

- Vamos Malfoy, preciso te mostrar uma coisa.

- Eu não quero ver nada do que você tenha a me mostrar Weasley. – ele revirou os olhos novamente.

Parei de reclamar, já que se ele não estivesse me segurando eu continuaria deitado no chão do ministério da magia, ele me segurava de um lado fazendo com que eu não caisse. Por onde passavamos olhares surpresos eram jogados em direção a gente.

Ele me levou até uma das lareiras e aparatamos. Não sabia onde estava, mais a minha frente havia uma casa estranha, que eu tinha certeza que ela só estava erguida por causa de magia. Aparentava ter vários andares e ela torta, bem torta.

- É aqui a sua casa? – eu perguntei com repulsa. E ele revirou os olhos novamente, provavelmente de saco cheio. Não tinha culpa, eu cresci odiando ele.

- Se você continuar com essa sua crianciçe Malfoy eu vou te deixar jogado ai.

- O que você tem pra me mostrar?

- Você vai ver lá dentro.

- Weasley, não sei se você sabe, mas eu não jogo nesse time... Então é melhor você nem tentar nada ok?

- Cala a boca Malfoy.

Eu ri. O que fez doer mais meu peito. O Potter ia me pagar depois.

- Sua familia não vai gostar muito de me ver.

- Não tem ninguém em casa.

Nós entramos e por Merlin que cheiro era aquele? Tentei não demonstrar o que eu sentia, mas o Weasley percebeu.

- Malfoy, pelo amor de Merlin! Eu prefiro morar nessa casa com cheiro de mofo do que morar em uma mansão onde tantas pessoas morreram.

Eu olhei feio para ele, que apenas riu. Onde estava o Weasley que eu havia conhecido há sete anos? Aquele Weasley medroso que tinha medo de falar o que pensava? Que não era nada sozinho e só andava nas barras das vestes do Potter e da Hermione? A guerra fez bem para alguém pelo menos...

Ele continou andando até que chegou ao ultimo andar e Merlin do céu! Que subida! Se eu já estava com dificuldades para respirar por causa dos vários chutes em minha costela, agora respirar era uma tarefa impossivel. Ele estava normal, como se aquela escadaria não signficasse a morte. Entramos em um quarto, imaginei sendo o dele. Ele me ofereceu uma bebida de cor estranha, ia reclamar, mas achei melhor não. Virei o copo de uma vez.

- Que gosto horrivel é esse?

- É remédio para dor, gosto bom que não vai ter não é mesmo?

- E por que você tem remédio para dor na cabeçeira da sua cama? — eu perguntei. Quem tinha aquilo? Quem acordava e ia tomar aquela coisa horrivel? A não ser que o Weasley faça atividades extracurriculares com outros homens...

- Porque eu sinto dores oras! — ele falou e eu olhei desconfiado, com cara de quem tinha certeza de que era mentira e só estava esperando a verdade.

- Então você e o Potter se divertem muito a noite quando ele vem passar as férias aui? — eu perguntei sarcasticamente e o Weasley ficou masi vermelho ainda.

- Cala a sua boca Malfoy! Meu Merlin! Como só sai merda dessa sua boca de fuinha!

Eu ri. Comecei a olhar em volta, era tudo muito diferente de tudo o que eu já tinha visto. Achei uma foto que me irritou completamente, fui direto até a foto.

Era ele e a Hermione, a minha Hermione. Eles estavam abraçados, provavelemente essa foto fora tirada antes do começo do sexto ano, ela sorria. Nessa época ela ainda gostava dele, uma onda de ciúmes percorreu meu corpo e de repente eu não queria ouvir mais nada.

- A sua foto com ela é mais bonita. – ele disse. Nem havia reparado que ele estava do meu lado.

- Como você sabe? Quer dizer... Você já viu? – eu perguntei e por um momento fiquei constrangido em saber que outras pessoas haviam visto aquela foto, porque quando Theo viu... Bom... Ele tirou com a minha cara loucamente.

- Hermione carregava a foto com ela naquela bolsinha, e um dia eu a encontrei olhando... E se você quer saber, quase não te reconheci, você estava sorrindo e parecia ser uma pessoa mesmo... Estava diferente... — ele disse e sorriu para mim. Estranho, muito estranho.

- Weasley, eu já falei. Não jogo nesse time, agora, por favor, quer me mostrar o que você tem ou vai ficar ai?

Ele revirou os olhos e ESSE WEASLEY NÃO SABIA FAZER OUTRA COISA? Ele foi em direção a cama e pegou uma caixa debaixo dela.

- O que tem ai?

- Está com medo Malfoy, não vou fazer nada que você queira – ele disse e piscou para mim.

- Ai credo que nojo! – eu gritei e ele riu.

- Eu estou procurando ela.

Meu coração parou por um segundo, era sobre ela que ele queria me falar. Porque Ronald Weasley resolveu confiar alguma coisa a mim que estava relacionada à Hermione? Onde estava o Potter? Era com ele o trio de ouro.

- E bem, a ultima vez que eu a vi – ele me fuzilou com os olhos jogando a culpa desse fato em mim – ela estava de quatro meses de gestação. Sendo assim, ela está pra completar nove, ou já completou. E eu sei que você é um pouco falho como pai, mas nove meses significa que...

- Pare de ser ridiculo! Eu sei o que significa! — ele revirou os olhos novamente e eu bufei.

- Eu andei monitorando os hospitais, tanto os bruxos como os trouxas, porque como eu conheço a Hermione, ela deve estar preocupada com a criança – ele me fuzilou com os olhos novamente – e deveria estar frequentando algum hospital. Eu marquei toda uma área ao redor de todos os hospitais com feitiço para saber se a sinal de alguém aparatando por perto e...

- Espera, você pensou tudo isso sozinho? Sem a ajuda de ninguém? – ele era o Weasley! O burro! Como que ele pensou tudo isso?

- Sim. – ele disse dando de ombro. Esse muleque era humilde até na alma. Eu estava boquiaberto. – Posso continuar?

- Pode. – eu disse me sentando na cama, mas logo me levantei quando uma onda de poeira levantou dos edredons quando me sentei. Mais que lugar era esse?

- Hermione é inteligente, então logo percebeu que eu a estava procurando... – eu sorri só de pensar nela. – ela não esta frequentando apenas um hospital, mas tem um que eu tenho quase certeza que é o que ela vai escolher para dar a luz...

- E como você sabe disso?

- Pois ela passou pelo mesmo mais de uma vez, e suas visitas por lá são mais demoradas, e se eu estiver certo... – o Weasley foi interrompido por um irritante barulho de sirene.

- Mais que merda é essa? – perguntei enquanto tampava meus ouvidos.

- Hermione aparatou dentro dos limites que eu marquei... Estranho, ela nunca aparata tão perto assim – ele falava olhando para um espelho, o que ele estava olhando ali? Eu só via ele e o meu reflexo... Esse ruivo está louco.

- O que você está vendo?

- É um espelho enfeitiçado, eu vejo os hospitais, mais todos os outros veem apenas um espelho, ninguém sabe que eu estou fazendo isso.

- E porque você está me contando?

- Porque você é um babaca, porque você é o pai da criança, porque Hermione te ama, porque você ama Hermione e CARALHO MALFOY APARATE LOGO ATRÁS DELA EU ACHO QUE SEU FILHO VAI NASCER! – ele gritou e de repente eu pude enchergar o hospital através do espelho.

Olhei o lugar e o nome, e aparatei perto do hospital, não ligava se alguém havia me visto. Era agora ou nunca.

- Mais que lugar é esse? – eu sussurrei para mim mesmo. Ok era um hospital, mas era um hospital trouxa e eu não sabia o que fazer.

- Com licença senhor, você não pode passar por ai sem ser identificado... Veio visitar alguém? – uma moça que estava sentada atrás de um balcão falou comigo.

- É... Bem... Eu acho... Bebe Hermione filho vai ter meu. – eu disse todo atrapalhado e nervoso. Parecia que a ideia de ser pai estava sendo finalmente processada. A mulher me olhava confusa também, até eu não entendi o que tinha acabado de falar. Eu estava suando.

- Você deve ser pai de primeira viagem né? – ela me perguntou com a maior paciência do mundo e um sorriso no rosto. Porque ela sorria? Ela nem me conhecia!

- Acho que sim.

- Então ta, qual o nome da sua mulher?

- Mulher?

- É... Qual o nome da mãe do seu filho?

- Hermione Granger.

- Qual é o seu nome?

- Draco Malfoy.

- Está bem Draco, eu vou procurar que quarto ela vai ficar ou se já entrou em trabalho de parto. Só um instante. – Draco? Ela nem me conhece e me chama de Draco? Não sei porque mas ela me lembrava Pansy, não só por causa da aparencia... mas o jeito de vaida de Pansy estava presente em todos os aspectos naquela mulher. Ela dava em cima de mim mesmo sabendo que eu estava aqui para conhecer meu filho e ver Hermione! E quantos anos ela tinha? Deveria no mínimo ter uns trinta! Não conseguia falar nada, apenas acenti com a cabeça.

Ela olhava para uma tela de um negócio que eu nunca havia visto na vida? E o que era aquilo que ela tanto apertava com os dedos? E que velocidade! Estava ficando tonto, o mundo trouxa era totalmente diferente e vir sozinho para cá não era uma coisa muito segura.

- Encontrei, ela acabou de ter a criança, já deve estar no quarto. É numero 407, é só pegar o elevador e ir em direção ao quarto andar.

- Desculpe-me, mas pegar o que?

- O elevador. – ela disse mais uma vez e apontou para uma porta com uma placa em cima escrita elevador.

- Ah. – eu respondi simplesmente.

Caminhei nervosamente e suava em direção ao elevador e quando cheguei não sabia o que fazer, as portas estavam fechadas e eu fiquei parado lá na frente.

- Não vai apertar o botão? – um homem de aparencia adulta que vestia traje a rigor me perguntou.

- Como? – eu perguntei, não havia entendido.

- O botão. – ele disse mais uma vez e apontou o tal do botão.

- A claro. – eu disse como se tivesse entendido o que era aquilo. Apertei o botão como se fosse uma coisa obvia e sorri amarelo para o homem.

Não demorou muito e as portas abriram, eu e o homem entramos.

- Vejo que está nervoso, vai ser pai?

- Sim.

- Meus parabens, eu também vou ser pai. Mas eu sou bem mais velho que você. – ele completou baixinho, mas eu escutei.

- Parabens para você também.

Eu estava tremendo, estava dentro de um quadrado totalmente fechado, sem janelas com um homem estranho.

- Para que andar você vai?

- Para o quarto.

Eu respondi e o homem apertou o botão com o número quatro. Mais que diabos era esse treco? Eu ouvi um barulinho e de repente uma luz se acendeu no canto do elevador. Estava contando. 1,2,3 e quando chegou no quatro, as portas se abriram.

- Boa sorte. – o homem disse e soriu.

- Obrigada. – eu respondi e sai do elevador. Certo, agora é só achar o quarto numero 407 não é?

Andava pelo corredor olhando os numeros das portas até que uma mulher com roupas parecidas com a da Madame Ponfrey passou por mim, com um bebê enrolado nos braços. E não sei o que foi, se foi intuição, não sei, mais eu sabia, simplesmente sabia, que aquela mulher tinha o meu filho em seus braços.

- Senhora. – quando percebi já havia chamado e estava indo em direção a ela.

- Sim? – ela se virou para mim.

Eu pude ver o bebê, estava dormindo e sorria, tinha pequenos tufos loiros na cabeça. Era meu filho, era um menino. Eu sorri.

- É meu filho. – eu disse sorrindo para a mulher, como se fosse a coisa mais obvia do mundo e qualquer um pudesse ver isso. Ela sorriu.

- Então eu imagino que você gostaria de segura-lo e leva-lo até a mãe não é mesmo?

- Eu posso? – perguntei com medo. Estava com medo de segurar aquela criança, estava com medo de segurar meu proprio filho.

E se eu fosse um pessimo pai? E se eu não soubesse dar concelhos a ele quando ele crescesse? E se Hermione não permitisse que eu ficasse com ele? E se ela não me aceitasse de volta?

- Claro, não precisa ter medo. – ela disse e me entregou o recém nascido.

Eu nunca havia segurado um bebe na minha vida. E cara, que sensação era aquela? Eu estava segurando meu filho. Fruto do meu amor com Hermione. EU ESTAVA SEGURANDO UM FILHO MEU.

- O quarto é por ali. – a mulher disse e me levou até a porta.

POV Hermione

Eu já estava cansada de ser seguida pelo Rony, nunca imaginei que ele fosse capaz de elaborar uma coisa tão precisa assim. Toda vez que eu chegava perto de um hospital eu ouvia estralos e outras coisas com definições mágicas.

Foram os cinco meses mais dificeis de toda a minha vida. Minha barriga estava enorme, gigantesca e eu sabia que a qualquer momento eu teria o meu bebê, teria meu menino. Chamaria Scorpius, não sei o quanto daquele sonho que eu tive com Draco fora real, mais mesmo assim eu achei que deveria ser esse o nome do nosso filho. Nosso. Era uma palavra distante agora, que parecia não fazer sentido, nós não tivemos nada de nosso nesses ultimos cinco meses, eu sumi, sumi do mundo mágico e do mundo trouxa. Não queria ser encontrada, mas ao mesmo tempo queria que Draco de repente aparecesse na minha frente.

Minha gestação fora muito tranquila, como de nenhuma outra mulher sem conhecimento de magia poderia ser, tomava poções que me livravam das cólicas e das dores. Não tive nenhum imprevisto a não ser a ausência de um pai, claro. E hoje, caminhava em direção ao hospital que eu havia escolhido para dar a luz como se eu estivesse indo fazer mais uma das rotineiras visitas e não para dar a luz. Era estranho, mas ao mesmo tempo eu me sentia tão bem com isso, com a ideia de estar gravida, de ter um menininho dentro de mim.

(...)

Acordei em um quarto de hospital, olhei para minha barriga, não tinha mais aquele imenso volume. Tinha um bercinho vazio em meu lado, sabia que a qualquer momento a enfermeira chegaria com o meu bebê. E Merlin sabia o quanto eu queria alguém do meu lado agora segurando a minha mão. Ouvi baterem na porta.

- Pode entrar. – eu disse receosa, sabia que seria meu filho entrando. Eu seria uma boa mãe? Conseguiria criar um filho sozinha com 17 anos?

- Trouxe uma coisa para você. – ela disse e abriu mais a porta dando espaço para outra pessoa entrar.

Eu abri a boca, queria gritar, falar qualquer coisa, mais nada saia nenhum ruido sequer. Pude sentir as lágrimas escorrendo dos meus olhos e percorrendo minhas bochechas, já chorava descontroladamente. De alegria.

- Vou deixar vocês a sós. – a enfermeira disse e foi ele quem respondeu. Eu continuava no mesmo estado. Chorando e sorrindo.

- Obrigada senhora. – ele respondeu e sorriu.

Como aquela voz conseguia sair tão perfeita? Sem nenhuma falha? Tão doce? E a aquele sorriso? Deveria ser proibido alguém sorrir daquele jeito. Ele deveria ir para Azkaban por ter um sorriso daquele.

Ele estava lá, parado, sorrindo, com nosso filho nos braços, como em todos os meus sonhos. Mas esse era ainda melhor, esse era real.

Notas finais
eai? o que acharam? Mereço reviews? Gostaram dessa amizade nova kkkkk relaxem, que entre os dois nao vai sair amizade nenhuma. Foi apenas um momento de necessidade e desespero kkkkkkk Mas eu ri escrevendo os dois. kkkkkkkk Enfim. Como voces querem que acabe? ACEITO TODAS AS SUGESTOES hah
obrigada e daqui a pouco vem mais