Notas iniciais
ei desculpa, eu sei que demorou mais está ai. Desculpa mesmo gente, é a escola :/
espero que gostem.

- QUEM FOI? QUAL DE VOCÊS ME DESARMOU QUANDO EU IA ATACAR O POTTER? – minha tinha gritava enlouquecida.

- Acalme-se Bella. – Rodolphus tentava acalmar a mulher louca dele.

- ACALMAR? SNAPE! CADE VOCÊ? FOI VOCÊ NÃO?

- Belatriz quieta! Snape nem participou da missão! Ele ficou aqui na mansão o tempo todo! – Voldemort falou. – Mas muito me interessa quem foi que fez isso! E porque minha varinha não funcionou contra o garoto quando nos enfrentamos! LUCIO! – ele gritou.

- Sim Milorde. – meu pai recentemente tinha uma cara de louco, ele estava sendo o mais pressionado pelo Lorde e isso estava levando ele a loucura.

- Porque sua varinha não funcionou?

- Não sei Milorde.

- Verdade Lucio, você nunca sabe de nada não é mesmo?

- Desculpe-me Milorde.

Eu olhava atentamente a conversa, sentindo nojo do meu pai por ser tão covarde, daqui a pouco o nome da minha família seria marcado como um bando de covardes. Porque eu estava longe de ser uma pessoa corajosa.

- DRACO MALFOY FOI VOCÊ NÃO FOI? Você foi atrás de sua namoradinha, foi protege-la! Crúcio! – Bellatriz gritou.

- Protego! ­­- Minha mãe defendeu o feitiço antes de me atingir. – Como você ousa atacar meu filho na minha casa? Está louca?

- Narcisa, sinto-lhe informar mais sua irmã já passou da loucura! E não há como ter sido o Draco, ele não foi para a missão também! Draco passou o tempo todo no quarto de Narcisa! – Snape falou.

Ele estava mentindo? Será que ele sabia que eu havia ido ou realmente achava que eu estava no quarto de minha mãe?

- Verdade Narcisa? Draco estava com você? – minha tia perguntou

- S-sim. Ele ficou o tempo todo comigo. Você está louca Bella.

- Parem de me chamar de louca! Eu quero saber que comensal que me desarmou!

- Você irá saber Bella, te garanto. Agora que nosso plano para capturar Harry Potter não deu certo, podemos ir embora e formar um novo. Bella, Rodolphus, Lucio, Greyback, Macnair, os Carrow e Dolohov venham comigo. – o lorde falou.

- Sim milorde.

- E eu milorde? – Snape perguntou.

- Fique ai, você já me foi muito útil hoje a noite, sua informação estava correta. Descanse que amanha você terá sua oportunidade.

- Sim milorde.

Todos os comensais aparataram para não sei onde, porque eu nunca havia sido chamado para o grupinho de reuniões do Lorde – graças a Merlin – e agora estavam apenas eu minha mãe e Snape em casa. Eu queria estar com o Lorde agora...

- Onde você estava? – minha mãe perguntou.

- Eu tive que mentir para o lorde Draco! Onde você estava? – Snape perguntou.

- Eu fui eu segui Bellatriz, eu a desarmei.

- Por quê? Você poderia ser morto e poderia ser descoberto e depois morto! Qual era a vantagem meu filho?

- Não era por causa da Granger era? Draco você precisa esquecê-la! Ela é sua inimiga agora e enquanto você continuar a se importar você irá se prejudicar! O lorde irá descobrir e quando ele descobrir, o que faremos? Ele não é burro, talvez até já saiba que foi você... – Snape falou

- Eu a encontrei.

- Como? Todos estavam sobre o efeito da poção polissuco, não tinha como reconhecê-la...

- Eu já disse, eu segui Bellatriz, não sabia que todos estariam em forma de Harry Potter, eu a segui porque fiquei com medo do que ela fosse capaz de fazer caso encontrasse Hermione... Bellatriz escolheu seguir Kingsley por algum motivo e o “Potter” que ele levava era Hermione.

- Como você ficou sabendo que era ela?

- Porque eu conheço a voz da Hermione oras! – eu gritei. – Sei como ela pronuncia seus feitiços e como ela tem medo de Bellatriz.

- Você é patético garoto, você está correndo um risco enorme! Narcisa de um jeito e tire o ultimo feitiço da varinha de Draco. – Snape saiu andando.

- Venha Draco, vamos para o seu quarto.

Minha mãe foi andando na minha frente em silencio, ela estava brava comigo, eu a conheço muito bem para saber disso.

- Vai mãe, pode me dar bronca. – eu disse assim que nos sentamos em minha cama.

- Draco, você tem noção do quão perigoso foi o que você fez?

- Sim mãe.

- E você fez mesmo assim, por quê?

- Você não conhece o amor mãe? Ele nos faz fazer coisas inexplicáveis.

- Eu conheço Draco. É por causa do amor que minha casa está cheia de comensais da morte, porque eu amo seu pai. E preciso ficar ao lado dele agora. Não foi porque Lucio foi em uma missão que eu vou atrás dele para protege-lo, eu confio nele, confio que ele ficará bem. A Granger sabe se virar sozinha, eu sei disso e tenho certeza que você também sabe.

- Eu sei e é isso que mais me preocupa, o fato dela conseguir se cuidar tão bem, Hermione ela quer proteger todos antes dela.

- Você acha que os amigos dela não protegeram ela? Ela não esta com aquele lá que gosta dela também?

- Nem me fale desse dai! Eu tenho tido pesadelos com ela desde a ultima vez que a vi, pesadelos que parecem reais, eu sonho com ela morrendo, com ela sendo capturada por comensais, eu sonho com ela sendo torturada aqui em casa e com ela ficando com ele...

- Draco, eu sempre achei que você seria incapaz de amar, de mostrar o que você realmente sente ai dentro – ela colocou a mão sobre meu peito – e quando você me contou pela primeira vez sobre ela, eu vi que estava errada, que você amava e sabia exatamente o que era o amor. Mas isso fez aumentar minha preocupação, porque você havia se apaixonado por uma sangue-ruim. Sabe por que eu me preocupei? Por que sabia que um dia você teria que deixá-la, você sabe muito bem o porquê, olha nossa casa! Está cheia de comensais! Draco sinto muito por ter que te dizer isso, mas ela nunca mais será sua, você nunca mais a terá do seu lado...

- NÃO! Mãe, a minha vida inteira, eu nunca tive a chance de poder falar o que eu queria, falar o que era importante para mim, mas mesmo assim eu vivia bem com isso, eu não me importava, mas eu vou falar agora. A partir do momento que eu passei a ter sentimentos por ela, eu me odiei por isso, odiei esse sentimento, porque me importar significou que eu estava perdendo o controle para uma coisa que eu não conhecia, e eu não podia falar para ela o que eu sentia. Porque eu estava acostumado a falar o que foi me ensinado e mãe, não me ensinaram a amar uma sangue-ruim...

- Sim, não te ensinamos isso porque não queríamos que isso acontecesse. Queríamos você com uma bruxa, com uma menina da Sonserina. Não era para isso acontecer, não foi só você que perdeu o controle, nós também perdemos. Eu deixei isso acontecer, eu permiti. Mas foi um erro, isso está te destruindo, ama-la está te destruindo.

- Chega de falar que isso está me destruindo! Você não é a única! Que ódio! Ok, pode estar me destruindo, mais idai? Eu a amo e nada vai mudar isso.

- Vai! Amor é uma coisa louca, e quando se é sentido em excesso é destrutivo e é isso que está acontecendo. Você devia ter ignorado isso, esquecido. Guarde minhas palavras Draco, se você não a esquecer eu irei fazer você esquecer.

- Você não seria capaz da fazer isso...

- Como você mesmo disse, o amor nos faz fazer coisas inexplicáveis, e essa é uma das coisas que eu seria capaz de fazer porque eu te amo.

- Saia daqui! – eu gritei. Eu estava tomado pelo ódio. Meu coração palpitava loucamente sobre o meu peito, parecia que antes o que era sangue que corria pelas minhas veias agora era ódio. – Saia já daqui! – eu gritei novamente.

- Pense bem no que eu disse Draco, ou você a esquece ou eu o faço esquecer.

- VÁ EMBORA!

Ela saiu. Eu me joguei no chão e apoiei minha cabeça nos meus joelhos e gritei, não me importava que pudesse ter gente que estaria escutando, não me importava com nada no momento, eu estava com ódio. Com muito ódio.

Realmente minha mãe seria capaz de me fazer esquecer tudo o que eu sentia por Hermione? Apagar tudo o que nós passamos juntos? Ela estaria apagando a minha felicidade de mim, estaria apagando a melhor parte da minha vida. Eu seria capaz de alguma outra vez olhar para Hermione e não sentir nada? Eu seria capaz de olhar aqueles olhos cor de caramelo e não me sentir seguro? Eu seria capaz de olhar aquelas madeixas castanhas e não ter o impulso de colocar uma mecha atrás da orelha dela? E aquele sorriso? Eu seria capaz de vê-la sorrir e não sorrir junto? Era destruidor pensar que minha mãe poderia ter a coragem de fazer isso com o próprio filho.

Vai ver é isso que realmente significa o nome Malfoy: o poder vem antes de qualquer coisa, antes mesmo da própria família. Meu pai e minha mãe se mereciam, realmente eles eram perfeitos um para o outro. Eu estava perdido em um mundo cheio de trevas tendo que largar a pessoa que eu realmente era, a pessoa que eu me tornei porque para o mundo, um Malfoy não podia se importar, um Malfoy não podia sentir compaixão.

Eu era um covarde, meu maior medo era amar, mais isso agora é passado, eu não tenho mais medo do amor. Porque agora eu sinto, realmente sinto o que é o amor. Sinto tão profundamente e com isso, me sinto livre. E ninguém, nem mesmo minha mãe, será capaz de me livrar da minha nova liberdade.

POV Hermione

Dormi no quarto da Gina, mas nós não conversamos, ainda estava brava com ela. A orelha de Jorge já estava sendo curada, essa era a grande vantagem de ser bruxo. Todos estavam tomando café da manhã em uma mesa improvisada do lado de fora da casa. Estavam todos animados para o casamento, a família Weasley era a minha segunda família, e até eu, consegui me divertir um pouco.

- Olha só, eu trouxe um dos bolinhos que vai ter no casamento para vocês experimentarem. – A Molly vinha trazendo uma bandeja com uma porção de bolinhos cor de rosa. – Vamos peguem, está delicioso.

Todo mundo pegou um, eu dei uma mordida no meu e logo depois de engolir eu senti meu estomago embrulhar.

Parecia que meu estomago ia sair do meu corpo, coloquei a mão na minha barriga para tentar parar a dor mais não funcionou. A cara que eu devia estar fazendo não deveria ser muito boa, por que Molly logo perguntou se eu estava bem.

- Acho que não, tem alguma coisa nesse bolinho que eu devo ser alergi... – eu parei de falar quando percebi que iria vomitar. Levantei correndo e fui em direção ao banheiro. Só deu tempo de me agachar a privada. Eu vomitei.

- Você está bem? – Fleur me perguntou com a aquele sotaque francês dela.

- Eu acho que não vou poder comer a sobremesa do seu casamento. – eu disse assim que limpei minha boca. – O que tinha naquele bolinho? Eu devo ser alérgica a algum ingrediente...

- É... Deve ser isso... – ela falou, mas na voz dela eu pude perceber que ela não acreditava muito no que estava dizendo. O que? Na frança as pessoas não tinham alergia a esse bolinho? Meninas não podiam vomitar?

Voltei para a mesa deixando-a para trás, ultimamente as pessoas vem me estressando muito mais rápido.

- Você está bem Mi? – Harry perguntou.

- Estou sim, devo ser alérgica a alguma coisa. O que tem nesse bolinho Molly?

- Nada de diferente... Talvez seja o tempero da França que a Fleur me indicou...

- Talvez seja, mas eu já estou melhor. – eu acrescentei quando vi que vários olhares pousavam sobre mim.

(...)

Faltava pouco tempo para os convidados começarem a chegar, já estava tudo pronto, magia podia ser notada em todo lugar.

- Hermione você está linda. – Harry me elogiou.

- Obrigada Harry, você também está muito bonito.

- Mi como você sabia que o Malfoy estava lá ontem?

- Um comensal havia desarmado outro comensal. Quem mais faria isso? Além do mais, eu conheço a voz dele... Mas Harry, você está bem? Não parece estar em clima de festa...

- E tem como estar? Estamos em guerra Hermione. Dumbledore está morto, Voldemort está no poder e só há um jeito de matá-lo, que estamos longe de conseguir terminar.

- Harry, quando o casamento acabar, nós vamos ir atrás das Horcruxes está bem? Iremos destruir todas e assim, tudo isso vai acabar e seremos felizes. – eu não sabia da onde havia surgido tanta confiança em uma frase só, não sabia que eu ainda era uma pessoa confiante.

- Você ainda tem esperanças de no final você e o...

- Eu não estava me referindo a ele. – eu falei antes de deixá-lo e terminar.

Não estava mesmo, eu acho. Eu realmente queria ser feliz, queria poder sair pelo mundo bruxo sem correr o risco de ser capturada por ser nascida trouxa. É a liberdade que eu procuro, não quero ter que fugir ou morar numa casa com milhares de feitiço de proteção. Draco? Eu ainda o amo, mas nosso amor foi o suficiente para ficarmos juntos, nenhum amor é. Não sei se nós ficaremos juntos novamente, mesmo isso sendo o que eu mais desejo, meu coração pede por ele ao meu lado, meu corpo também, mas meu cérebro parece que já desistiu, uma parte de mim não quer mais o sofrimento que ele traz, mesmo que a minha felicidade só venha dele. Eu acho que já me conformei, por mais que Draco e Hermione tendam a ficar juntos, Granger e Malfoy nunca ficarão.

- Você não respondeu a minha pergunta.

- Eu não tenho mais esperanças Harry.

- Eu sinto muito Hermione... – ele falou mais seus olhos estavam em um velho sentado em uma mesa distante. Os convidados já haviam chegado enquanto conversávamos.

Eu sabia que ele não sentia muito. Era igual a Gina, internamente me odiava por ter escolhido o Malfoy e não o Rony, eles me odiavam por ter destruído o trio de ouro.

- Hermione, você sabe quem é aquele senhor?

- Sim, é Elifas Doge ele deu uma entrevista para Rita Skeeter para o livro dela... – ele já tinha saído de perto de mim e ido até ele. – Grosso.

Virei-me para ver como estava a festa e a maioria dos convidados estava dançando. Sem querer esbarrei com um homem.

- Me desculpe senhorita. – ele falou e depois ficou espantado ao me reconhecer.

- Vitor! Eu não sabia que você havia sido convidado.

- Herrmione você esta linda! E nossa, quanto tempo!

- Faz três anos já.

- Você querr dançarr? – o sotaque búlgaro tendo presença em todas as palavras que havia “r”.

- Eu adoraria. – respondi sorrindo.

Logo que começamos a dançar eu senti meu estomago se revirando novamente, mas porque? Eu não havia comido aqueles malditos bolinhos! Tentei ignorar a dor e não fazer cara feia na frente de Krum.

- Eu sinto muito Herrmione, eu fiquei sabendo sobrre seus pais... É uma pena.

- É uma pena mesmo, mais eu estou bem.

- Eu fiquei sabendo que você estava namorrando, é verrdade?

- Sim, é verdade. – eu disse e meu estomago revirou-se novamente.

- Eu não entendo Herrmione, seu namorrado erra a pessoa que você mais odiava em Hogwarrts, como aconteceu?

- Desculpe-me Krum, mais eu não me sinto confortável em falar sobre isso, você deve saber o porquê que a gente terminou não?

- Sim, ele erra um seguidorr de você-sabe-quem... Desculpe-me novamente.

- Tudo bem.

Então a musica acabou e começou a cerimônia. Era totalmente diferente de um casamento trouxa. Eu aproveitei essa oportunidade e sai de perto de Krum e fui ao banheiro mais próximo. Meu rosto estava meio pálido e novamente meu estomago revirou eu me agachei e vomitei novamente. Isso estava muito estranho.

Escutei uma gritaria vinda de fora e sai correndo para ver o que era, havia comensais lá. Mas como? Um par de braços me agarrou e percebi que era Rony.

- O que aconteceu?

- Não temos tempo, agente tem que sair daqui. Vamos.

Agente saiu em direção ao Harry e quando nós três nos tocamos agente aparatou. A principio não tinha um lugar especifico para ir, mas depois acabamos indo para a Londres Trouxa.

- Onde nós estamos? – Rony perguntou

- Em Londres. Rua Tottenham Court, vem agente precisa se trocar. Eu trouxe roupas para vocês.

- Onde?

- Na minha bolsa.

- Não tem como caber roupas ai dentro. – Rony falou

- Feitiço indetectável de extensão. Agora virem ali rápido.

Entramos em um beco e eles logo se trocaram depois fomos até uma cafeteria que estava vazia.

- Como os comensais entraram?

- Você não ouviu? – Harry perguntou

- Eu fui ao banheiro na hora, só ouvi a gritaria.

- O ministério caiu, o ministro está morto. Voldemort literalmente esta no controle agora.

A mulher da cafeteria veio nos perguntar o que queríamos e eu e Harry pedimos Cappuccino e Rony como não conhecia nada do mundo trouxa pediu também.

Dois homens entraram e foram direto para o balcão.

- Abaixem-se! – Harry gritou e logo em seguida feitiços dispararam sobre a gente.

- Estupefaça! – eu gritei e um comensal caiu.

- Petrificus Totalus!­­ — o outro comensal caiu no chão feito pedra.

- Como eles nos acharam aqui? – Harry perguntou

- Será que você ainda está com o rastreador Harry? – Rony perguntou

- Ele não pode estar já tem 17 anos. É a regra.

- Então como você explica dois comensais da morte entrar na mesma cafeteria trouxa que nós?

- Eu não sei Ronald.

- Mas você não é a sabe tudo?

- E você é um babaca.

- Deixa, vamos ver quem são eles. – Harry chamou, era obvio que ele queria evitar outra briga entre eu e Ronald.

- Este aqui eu sei quem é ele estava na torre de astronomia quando... – Harry olhou para mim -... Dumbledore foi morto, é Dolohov.

- E esse aqui é Thor Rowle, tem cartazes dele em toda parte...

- E agora? Para onde vamos? – eu perguntei.

- A antiga casa da Ordem.

Notas finais
eai o que acharam? bom? ruim? nao importa, comentem mesmo assim ok? o proximo vem esse feriado ainda prometo. AAAh ia esquecendo, MUITO OBRIGADA A ROLI CRUZ que deixou uma recomendação na minha fic, serio amei (: fiquei sorrindo que nem boba por causa do que voce escreveu...
Alguem quer segui o exemplo dela e me mandar uma recomendação? Me faria extremamente feliz juro. ok, eu posso nao merecer por ter demorado mais se alguem me mandar uma recomendação vem dois capitulos nesse feriado (:
beijos e obrigada