Love of Cain

17 Meeting Cole


Notas iniciais
OI OI OI OI ONTEM EU NÃO ESCREVI MAS EU TENHO UMA DESCULPA DO PORQUÊ LEIAM ESSE CAPÍTULO E DEPOIS EU CONTO

Sammy não parava de sorrir enquanto íamos atrás de Crowley.

– Você quer parar com isso? – Perguntei, rindo também. – Está me fazendo mudar de ideia.

– Quer parar com o quê?

– Com isso. – Respondi.

– Com isso o quê? – Ele olhava sorrindo para mim.

– Com esse sorriso bobo, tá me deixando envergonhada. – Respondi.

– Com esse sorriso bobo? – Ele olhou para mim e sorriu. Ele tinha covinhas enormes, o que quebrava totalmente aquele aspecto enorme que ele tinha.

– Para Sam! Olha a estrada! – Senti minhas bochechas ficarem vermelhas. O empurrei levemente.

– Cuidado aí, moça forte. Você vai me machucar se ficar me empurrando. – E olhou de novo para mim.

– A. Estrada. – Fingi estar indignada.

– Ok. Ok. Você venceu. – Ele começou a ir para lado, estacionando o carro no acostamento.

– O que você está fazendo? – Perguntei. – Eu não quis dizer que era pra você parar o carro.

Ele puxou o freio de mão e olhou para mim.

– Só preciso fazer uma coisa rápida aqui. – E puxou meu rosto, beijando-me. Coloquei a mão no ombro dele. Ele sussurrou para mim: — Vamos para o banco de trás.

Recuei.

– Não. Nós temos trabalho para fazer, não esqueça. – Eu ainda queria salvar Victoria. Agora mais do que nunca.

Sam suspirou.

– Você tem razão. Ah Cecília. Por que você tem que estar certa? – Sorri.

– Lia.

– Oi? – Ele perguntou.

– É assim que minha família me chama. Lia. Cecília é muito formal.

Ele me beijou mais uma vez.

– Lia. – Sammy repetiu. – Adorei.

Foi quando ele tentou dar partida no carro. Não funcionou.

Tentou outra e mais outra vez. Nada dava certo.

– O que está acontecendo? – Perguntei

– Não sei. Fique aqui. Vou ali conferir. – E saiu do carro. Respirei fundo e comecei a mexer no porta-luvas. Estava todo bagunçado. Algumas fitas cassetes espalhadas e algumas fotos. Abri a janela e gritei para Sammy.

– Ei! Little baby! – Mostrei a foto – Você é a coisa mais fofa do universo!

Ele olhou para mim e revirou os olhos.

–Eu acho que ainda não chegamos no ponto do nosso relacionamento onde você pode ver minhas fotos de bebê.

– Ah Sammy. A gente passou esse ponto há algum tempo. – Brinquei. Sammy olhou para trás e fechou a cara.

– Oi. Vocês precisam de alguma ajuda? – Um carro estacionou atrás de nós e um homem (pelo aspecto, provavelmente um soldado) saiu dele.

– Melhor ajudar meu amigo aqui. – Brinquei – Não tenho muita confiança nele pra essas coisas.

– Vamos ver o que eu posso fazer. – Ele respondeu. Saí do carro também.

Eu entendia nada de motor ou de carro. Mas me chamou atenção uma luzinha que brilhava no canto.

– O que é isso?

– Um temporizador. – Respondeu o homem. Ele sorriu e tirou uma arma do bolso. – Muito útil para parar carros na estrada.

Congelei. Não importava quão forte eu podia ser, um tiro ainda era capaz de me neutralizar.

– Você só pode estar brincando. – Falei.

– Vamos lá vocês dois. Para o carro.

Deixamos o Impala abandonado na estrada e entramos no carro do sujeito. Ele pegou a bolsa de Sam.

Ele ia no banco de trás apontando a arma para as nossas cabeças. O silêncio era insuportável. Andamos por alguns kilômetros até ele pedir para que Sammy estacionasse o carro.

– Muito bem. – Ele disse. – Hora dos senhores dormirem.

Senti uma agulha entrando na minha pele, dopando-me. Minha força foi desaparecendo e meus olhos escurecendo.

Desmaiei.

Assim que acordei, estava amarrada em um canto no chão e ouvia o Sam e o homem conversando. Abri meus olhos e o Winchester estava amarrado em uma cadeira, sangrando.

– ...Meu pai estava no chão da sala. Todo sangrando. Eu vi seu irmão lá, Dean, Dean Winchester. – Ele parou e respirou. – Eu nunca vou perdoá-lo. E você é a isca perfeita para trazê-lo até aqui.

– Boa sorte com isso. – Respondeu Sammy – Dean não é mais o Dean. Ele é um monstro. Você deveria...

– Cole. Meu nome é Cole.

– Cole. – Sam pausou – Certo. Cole. Eu tenho que te contar uma coisa. Há monstros nesse mundo e o meu irmão se transformou em um.

– Monstros?! – Cole estava muito irritado. – Eu estive em guerras, Sam Winchester! Não venha me falar de monstros! Eu já vi muitos na minha vida!

– Não esse tipo de monstros! — Eu disse, perdendo a oportunidade de ficar calada. – Vampiros, lobisomens, fantasmas!

– Lia... – Sammy me olhou, preocupado.

– Cale a boca. – Disse Cole, olhando para mim. – Estou falando sério aqui.

– É sério. – Respondeu Sam. – Olhe na minha bolsa. Vamos, olhe. Vê as coisas que estão aí.

Cole começou a mexer na mala de Sammy e tirou uma garrafa de lá.

– Hidratado. – Comentou.

– É água benta. – Expliquei.

– Quer saber? Vamos logo com isso. – Cole pegou o celular de Sam e começou a discar algum número.

“Oi, Dean? Meu nome é Cole e eu estou aqui com o seu irmão... Sim. Talvez você nunca mais irá vê-lo...” Ele olhou para Sam e aproximou o celular dele.

– Vamos, diga alguma coisa. – Sammy apenas virou o rosto. – Sempre da maneira mais difícil.

Cole socou Sam, que gruniu.

– Dean! – Ele gritou.

“Aí está sua prova de que ele está vivo... Você? Me encontrar?...”

Desligou o celular.

– Seu irmão não parece muito preocupado com você. Apenas gostou da ideia de me matar.

– Foi o que eu tentei te explicar.- Falou Sam – Ele não é mais o Dean. Ele é um monstro.

O celular de Cole começou a tocar.

– Esperem um momento. – E saiu daquela sala que nós nos encontrávamos.

Olhei para Sam. Era hora de acabar com tudo aquilo.

– Tá. Vamos embora. – Arrebentei as cordas que me amarravam e corri para soltar Sammy.

– Eu te amo. – Ele disse.

– Eu sei. – Respondi, beijando rapidamente os lábios dele.

A porta estava se abrindo. Saímos correndo de lá.

– E agora? – Perguntei. Andávamos em uma estrada deserta. Nenhum carro passava por perto.

– Você está com o seu celular aí? – Sam me perguntou. Eu disse que sim. – Agora é a hora que pedimos ajuda para um anjo.

Sammy falou com Castiel no telefone. Deu as nossas coordenadas. Castiel estava preocupado com o fato de Dean ser um demônio agora. Queria nos ajudar a ir atrás dele.

Foi quando achamos uma casa abandonada no meio da estrada e decidimos ficar por lá até Castiel chegar.

Mal entramos no lugar e Sam me puxou para perto dele.

– Me pergunto o que iremos fazer até Castiel chegar. – Ele sussurou.

Começamos a nos beijar.

Notas finais
OKAY THATS THE THING Eu comecei um Vlog. Vai ter músicas, eu falando besteiras, eu cantando, eu falando sobre fandoms. ENFIM. Se vocês quiserem ir conferir, eu ia ficar MUITO feliz. Aceito sugestões também! Vai no meu perfil que o link do youtube está lá! Seria tipo MARAVILHOSO se vocês fossem conferir. Agora, sobre o capítulo. O que acharam?