Love of Cain

9 Goodbye, Sammy.


Notas iniciais
Natal!!! Yay!! Amanhã não conseguirei postar um novo capítulo por motivos de: família, ceia, comida, presentes, comida e etc. Mas Deixei esse capítulo de presente para vocês. hehe Get ready.

Ao chegar no bunker, Sam colocou o corpo de Dean em cima da cama.

Eu esperei sentada na mesa de jantar. Sammy chegou com uma garrafa de Whisky.

– Servida? – Aceitei. Não conseguia aceitar que tudo isso estava acontecendo.

– Gadreel está morto. –Contei a ele. – Mas Castiel conseguiu quebrar a Tábua dos Anjos. Seja lá o que isso for. Metraton está preso.

Sam me encarou.

– Você me perguntou como eu sabia de certas coisas. Bem, surpresa. – Eu disse, virando todo o meu copo e enchendo mais de bebida. – Desde que fomos para o quartel-general de Castiel, estou conseguindo ouvir os pensamentos dos anjos. Consigo sincronizar meu cérebro com o rádio angelical deles. Eles não param de falar, Sam. Isso é horrível.

Ele não tinha palavras para me responder. Apenas exclamou: “ O quê?!”

– Mas isso é um problema para depois. Dean. Como podemos salvá-lo?

Nós dois esvaziavamos nossos copos rápido demais. Assim que ele terminou de virar o whisky, levantou-se.

– Com a pessoa que o colocou nessa história. Eu vou invocar Crowley.

Sam saiu para a mesma sala que Dean estivera preso horas antes. Continuei sentada até ouvir alguém falar alguma coisa. Vinha do quarto de Dean.

Ao me aproximar, percebi que era a voz de Crowley.

– Ouça-me, Dean Winchester. O que você está sentindo agora, não é a morte. É a vida. Um novo tipo de vida. Abra os seus olhos, Dean. Veja o que eu vejo. Sinta o que eu sinto. E vamos uivar à Lua.

Encostei na parede. Meu corpo doia de medo. Eu tinha que entrar naquele quarto. Respirei fundo.

Quando apareci na porta, Crowley e Dean me encararam.

Dean estava sentado na cama mas os olhos dele...

Os olhos dele estavam negros.

Pisquei e eles desapareceram.

– Sam! – Gritei –Sam!

Nos encontramos no meio do corredor. Meu coração estava superacelerado. As palavras mal saíam da minha boca.

– Olhos negros. Crowley. Dean. – Consegui dizer. Ele pareceu entender e foi correndo para o quarto do irmão, agora, vazio.

– O que aconteceu?

Contei para ele as exatas palavras de Crowley. Ele bateu forte na parede.

Não olhou para mim. Apenas entrou no quarto dele e trancou.

Voltei para o meu whiskey. Não bebi nada. Apenas observei a garrafa em cima da mesa.

Eu tinha uma decisão a fazer.

Sammy iria atrás do irmão.

E eu iria atrás da minha irmã. Como Dean tinha dito para mim.

Eu ainda continuava inútil. Mas, pelo menos, já sabia das coisas que eu poderia encontrar no caminho. Já era um grande passo.

Depois de muito tempo, me levantei.

Peguei a garrafa de whiskey e andei até o quarto de Sam.

Bati a porta.

– Pode entrar. – Entrei. Sam estava sentado na cama, cercado de vários livros. Empurrei alguns e me sentei.

– Você esqueceu isso. – Falei, levantando a garrafa.

– Obrigado. – Ele virou o rosto – Será útil daqui em diante.

Ficamos em silêncio por alguns momentos. Eu observava Sam folhear um livro antigo.

– E agora? – Eu disse, por fim.

Ele levantou os olhos e me encarou.

– Eu vou achar o meu irmão.

– Então, isso é um adeus. – Olhei para o teto, suspirando. – Vou atrás de Victoria amanhã.

– Não vai me ajudar a procurar Dean?

– Você quer que eu ajude? – Rebati. Ele não respondeu. – Eu não sei como serão as coisas daqui para frente, Sam. Mas eu preciso achar a minha irmã. Eu preciso entender o que está acontecendo comigo. E você precisa ajudar o Dean.

– Você vai atrás de monstros que eu passei minha vida inteira aprendendo a lutar. Sozinha.

– Eu acho que todos nós estamos sujeitos à algumas loucuras, uma vez ou outra. –Dei um gole na garrafa – Quem sabe os nossos caminhos não se cruzam novamente?

– Eu queria que você achasse a sua irmã e voltasse a seguir sua vida. – Ele disse, colocando o livro de lado – Quais são as chances disso acontecer?

– As mesmas de você desistir de ser caçador e entrar em uma faculdade.

– Eu já tentei fazer isso uma vez, na verdade.

– E qual foi o resultado? – Perguntei, apontando os livros sobre a cama. Todos sobre demônios.

Ele se aproximou de mim.

– Me dê um gole disso. – Ele pegou a garrafa da minha mão. – O quanto você já bebeu?

– O suficiente. – Respondi.

– Suficiente para quê?

Peguei a garrafa da mão dele e a coloquei no chão.

– O suficiente para conseguir ignorar o que acabou de acontecer com Dean. – Comecei a me aproximar de Sam. – E de querer dar um adeus decente para você.

O puxei para perto e o beijei.

– Eu não estou com cabeça para isso. – Ele virou o rosto. Continuei beijando o pescoço dele.

– Tudo bem. – Falei baixo, perto do ouvido de Sammy. – É só você parar de pensar por alguns minutos.

Mordi a ponta da orelha dele, delicadamente. Ele não reagiu. Fui me aproximando, até sentar no colo dele. Puxei as duas mãos de Sam e as repousei em cima das minhas coxas. Estar usando shorts ajudava em tudo.

Encostei minha testa na dele e nos encaramos. Eu sentia o cheiro de álcool misturado com hortelã do hálito dele. A respiração de Sammy estava ficando pesada.

Encostei meus lábios nos dele suavemente, levando minha mão para cima do pênis dele. Desabotoei um botão.

Ele ainda não se mexia.

Senti meu coração batendo rápido. Será que ele realmente não queria?

Baixei o zíper.

Chupei o lábio inferior dele.

Comecei a puxar a blusa dele para cima, vagarosamente. Sentia que Sam fazia um grande esforço para não se mexer. Talvez ele estivesse com medo de me assustar. Ou que eu mudasse de ideia.

A blusa dele chegou na altura dos braços e ele os levantou para me ajudar a retirá-la. Contemplei o tronco nu dele. Possuía a mesma tatuagem de Dean, um pentagrama na altura do peito. Contornei o desenho com os meus dedos. Ele me observava, reagindo a cada toque meu.

Desci minhas mãos, passeando pela barriga dele. Senti a pressão das mãos de Sam na minha coxa aumentarem. Ele as delizou, empurrando meus shorts para cima. Esbocei um sorriso.

– I don’t want you sad... – Comecei a cantarolar para ele. Tirei a minha blusa, ficando apenas de sutiã. – ...And blue...

As mãos de Sam começaram a subir pelas minhas costas. Senti todo o meu corpo de arrepiar.

– I just wanna... – Ele soltou meu sutiã. Senti o tecido escorregar do meu corpo e cair no chão. Sorri. — ...make love to you...

Como a cama ainda estava cheia de livros, ele me pegou no colo e começou a andar comigo.- Nós nos beijávamos e eu enroscava meus dedos no cabelo dele.

Levantei o pescoço para Sammy enroscar os lábios nele e no meu colo. Meu corpo se arrepiava inteiro.

Ele me colocou no sofá da sala principal e eu observei ele retirando a calça.

Era uma família realmente bem-dotada.

Ele começou a se deitar sobre mim. O pênis dele já estava ereto mas eu ainda estava de shorts. Com certeza dificuldade, comecei a desabotoá-lo. Sammy beijava os meus seios, chupando-os. Foi quando soltei o primeiro gemido. Isso só o incentivou. Consegui desabotoar meus shorts e comecei a descê-lo com minhas pernas. Ouvi quando caiu no chão.

Assim que o fiz, Sam segurou minhas mãos para cima da minha cabeça e passava a mão pelo meu corpo nu. Minhas pernas brigavam e se entrelaçavam com a dele. Empurrei meu quadril para cima, em busca do pênis dele mas ele recuou com um sorriso.

– Por favor, Sam. – Senti saudade de Dean, que ia direto ao ponto.

Mas por um outro lado, aquilo era tão bom.

Alcancei a cabeça dele e comecei a beijá-lo.

Foi quando ele penetrou.

Nossos quadris iam para frente e para trás, soltei um grito, Sam me acompanhou.

Ele soltou minhas mãos e eu o apertei perto de mim.

As mãos dele puxavam minha cabeça.

Eu sentia que estava chegando a hora. Ele acelerava. Acelerava.

Acelerava.

Foi quando gozou.

Minhas mãos o apertaram forte quando senti o orgasmo atravessando meu corpo. Um atrás do outro. Nossas bocas voltaram a se encontrar.

Ele saiu de mim e se jogou no chão ao lado do sofá, respirando fundo. Pulei para cima dele.

Beijei sua boca e fui descendo pelo corpo nu de Sam, até chegar ao membro.

Eu o lambi e ouvi ele gemer.

Havia um cheiro forte de sexo no ar, o que me deixava muito excitada. Eu não queria parar.

Chupei o pênis dele, o colocando praticamente inteiro na minha boca. Sam segurou meu cabelo. Ele colocou o ventre para cima.

Senti o gosto do gozo dele.

Sammy me puxou de volta para cima dele. Nos beijamos novamente, usando o resto de energia que ainda tínhamos.

Dormimos ali mesmo, abraçados.

Notas finais
FELIZ NATAL! Dia 25 eu posto o próximo! É agora que as coisas começam a esquentar - oh, deus das frases clichês, por quê?