Love To Death
20 Chapter Twenty
Notas iniciais
Eu gostei muito de escrever essa fic e a próxima temporada vai vir em breve, mas acho que vou deixar a minha outra (a Ain't it fun?) em hiatus.
Enfim, leiam essa fic aqui:
Ela é muito boa e é de uma leitora que sempre comenta aqui, a AnneM. Tem o Nico, também.
Nico
– Ah, como isso é lindo... – Espere! Eu conheço essa voz.
De repente, uma cortina de fumaça rosa e purpurinada surgiu, bem ao meu lado. E dela, saiu Afrodite.
- Afrodite? – Eu perguntei.
- Sim, eu mesma, em carne, osso, beleza e purpurina! – Ela disse. – Eu tenho uma coisinha para você.
Arqueei uma sobrancelha. Quando Afrodite diz isso, quase nunca é uma coisa boa.
- O quê?
- Ah, querido...não fique tão receoso...você vai gostar. – Cantarolou. – Só um minutinho.
Então, ela estendeu a mão no ar e uma bolsa surgiu. Ela começou a procurar algo lá dentro e depois de um tempo, tirou um vidrinho com um líquido meio rosado e meio prateado. Ela sorriu, olhando para o líquido.
- Tome, dê isso a ela. – Me entregou o líquido e ficou em pé, esperando.
Ok, então! – Pensei. – Não sei o que vai acontecer, mas...vou tentar.
Derramei o líquido na boca dela e ela, imediatamente, deu um suspiro e abriu os olhos.
- O que... – Ela começou e olhou para mim e para Afrodite.
- Vá, Audrey. Você precisa lutar. – Afrodite disse e desapareceu.
Audrey olhou para mim, já com a sua adaga nas mãos.
- Olha, Nico...eu não sei direito o que aconteceu...- Ela hesitou. – Mas, obrigada.
Me abraçou e correu para dentro da caverna.
[N/Autora: Leiam essa fic: http://fanfiction.com.br/historia/395570/Sun_And_Shadows/]
Audrey
Depois de eu ter abraçado o Nico, corri para a caverna. E a coisa tava feia lá, eu hein!
Annabeth e Percy estavam “meio” que conseguindo se virar, mas haviam muitos, muitos monstros. E Sophie estava lá atrás, tentando descobrir como abrir o sol.
- Vocês precisam de ajudar, aí? – Perguntei.
- Não, vai lá. – Annabeth disse, apontando para Sophie. – Nós estamos conseguindo matar a maioria dos monstros. Nico está vindo?
Apontei para o Nico, entrando na caverna.
- Nico, ajude eles aqui! – Eu gritei e corri para perto de Sophie.
Assim que a alcancei, ela olhou para mim com desdém.
- Ainda está viva? – Ela perguntou, largando o sol no chão.
- Sim, não está vendo? Além de feia é cega?
Pela expressão dela, eu pisei no seu ponto fraco.
- Eu não sou feia! – Ela gritou e tentou me atacar com a espada.
Impedi o golpe com a lâmina da minha adaga. Desferi um golpe no seu braço, que causou um corte. Ela, com raiva, tentou acertar a minha cabeça com o cabo da espada, mas eu chutei o peito dela (nem sei como), ela se desequilibrou e caiu sentada. Logo, se levantou, ainda cambaleando.
- Eu pensei que aquela flecha envenenada havia te matado! – Praguejou.
- Mas a sua mãe, queridinha, me curou! – Rebati.
Ela fez uma cara de “Não acredito” e desferiu um golpe contra mim. Tentei bloquear o golpe, mas foi tarde demais. Eu estava com um ferimento na perna. Tentei não me importar muito e logo a ataquei de novo. Aquela luta não estava levando a lugar algum, eu tinha que fazer alguma coisa. Então, eu dei um grito. Mas não foi um grito qualquer, foi um piado de águia.
- O-o que foi isso? – Sophie perguntou.
Então, uma águia enorme entrou para dentro da caverna e agarrou Sophie pelos cabelos. E eu nem sabia que podia fazer isso.
- Ai! Saí de mim! Tira isso do meu cabelo! – Sophie começou a gritar, a espernear e a chorar enquanto a águia a arrastava pela caverna. Agarrei o sol e corri para junto dos meus amigos.
- Você está bem? – Nico perguntou.
- ótima! – Eu respondi. – Eu peguei o Sol.
- Ufa! – Percy disse. – Vamos sair daqui!
Todos concordamos.
- Mas, Percy...será que você não pode fazer uma coisa antes? – Pedi.
- O quê? – Indagou.
- Sabe...seu pai é deus dos terremotos. E eu não me importaria se essa caverna desmoronasse com a Sophie dentro.
- Ah, entendi. – Percy falou. Um milagre ele ter entendido.
Ele fechou os olhos e depois de um tempo disse:
- Corre! – Corremos para fora da caverna, que começou a ruir. E antes de ela ter desmoronado por completo, a águia saiu voando de lá e parou ao nosso lado. Ela era grande o suficiente para que nós todos subíssemos em cima dela.
- Como vamos voltar para o acampamento? – Percy perguntou.
Eu e a Annabeth nos entreolhamos.
- Que tal de águia? – Perguntei, já subindo nas costas dela.
O outros subiram também e eu ouvi a águia dizer:
- Para onde vai ser, chefinha?
Recuei.
- Eu posso falar com você?
- Mas é claro! – Ela respondeu, como se fosse óbvio. – Seu pai é Zeus.
- Ah, ok... – Hesitei. – Para o acampamento meio-sangue, por favor.
A águia assentiu e começou a voar. Foi muito divertido, apesar de que Percy e Nico quase tiveram um treco, de tanto medo.
- Isso é muito legal! – Annabeth disse.
- Porque você não é filha de Poseidon! – Percy reclamou.
- Nem de Hades! – Nico completou.
- Ai, parem de reclamar! Isso é muito divertido. – Eu disse.
- Que bom que está gostando chefinha. – A águia falou. – Mas agora está ficando tarde, já é noite. Que tal se eu parar um pouco?
- Ok! – Assenti. – Pessoal, a águia vai parar um pouco, ok?
Eles assentiram e a águia pousou. Eu nem percebi, mas estava muito cansada. Caí no sono assim que deitei a cabeça nas costas dela.
Notas finais
Espero que sim. Ok, então, mais uma vez...leiam essa fic: http://fanfiction.com.br/historia/395570/Sun_And_Shadows/
xoxo ♥
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