Love To Death
17 Chapter Seventeen
Notas iniciais
Aliás, para ler minha nova fic, cliquem no link do lado:
Enjoy ♥
Audrey
No outro dia, acordei muito feliz. Só não sei o porquê.
Tirei a jaqueta de Nico e a coloquei no banco. Só eu e Annabeth ainda estávamos acordadas.
- Audrey, você acha que sabe para onde devemos ir? – Ela perguntou.
Pensei um pouco. Eu sabia exatamente. E sabia também que estávamos muito perto de Detroit.
- Sim, eu sei. – Respondi. – Temos que virar a direita ali, seguir reto, virar a direita, a esquerda, esquerda, reto, direita, esquerda e pronto.
- E eu ainda me pergunto: como?
Balancei a cabeça em negação, como se dissesse: “Não sei”.
- Bem, vamos apenas esperar eles acordarem e então partiremos, ok?
- Ok. – Concordei.
Depois de alguns minutos, os garotos acordaram e nós seguimos viagem para Detroit. Chegamos lá pouco depois do meio dia.
- Eu nem acredito! – Percy disse. – Nós finalmente chegamos em Detroit!
- E com dias de sobra! – Concordei.
- Precisamos comemorar. – Nico sugeriu.
- Vamos para aquela lanchonete ali, então? – Pedi.
- Vamos. Nós ainda temos o dinheiro de Afrodite. – Annabeth falou.
Entramos na lanchonete e comemos até não poder mais. Eu comi um cheeseburger duplo, tomei um refrigerante grande e sorvete de chocolate.
- Ok, esse sol fica guardado em uma caverna. – Annabeth começou. – Cavernas ficam em montanhas, geralmente.
Apontou para as montanhas azuladas de Detroit, que pareciam nem estar na cidade, de tão longe que estavam.
- Você acha que essas montanhas realmente estão em Detroit? – Percy pediu. – Não parecem estar.
- Se não estiverem, então não há cavernas em Detroit. – Annabeth concluiu. Difícil de descordar. Annabeth nunca está errada.
- Certo, então vai dar só mais um dia para chegarmos lá. – Deduzi. – Não vai?
- É provável. – Annabeth tomou um gole do seu suco.
- Ok, vamos terminar de comer e ir logo para lá. – Nico disse.
Terminamos de comer, esperamos o Percy terminar também (lerdeza em pessoa) e seguimos em direção as montanhas. Já era noite e nós nem tínhamos chegado perto delas.
- Gente, esta tarde. – Eu disse. – Vocês não acham que devíamos, sei lá, acampar aqui?
- Sim, devíamos. É perigoso subir montanhas a noite. – Annabeth disse. – Percy, arme a barraca.
- Mas vocês não vão me ajudar? — Fez beicinho e Annabeth revirou os olhos.
- Tá. Percy e Nico, armem a barraca.
Eles emburraram, mas foram arrumar a barraca enquanto eu fui caminhar com Annabeth.
- Annabeth... – Chamei, meio apreensiva.
- Hã?
- Como você fez para o Percy te beijar? – Pedi e Annabeth riu, balançou a cabeça e olhou para baixo.
- Na verdade, eu beijei ele. – Ela disse, parecendo lembrar da cena. – Mas por que a pergunta?
- É que eu...- Ela me interrompeu.
- Nem fale. Eu sei porque. Você quer que o Nico te beije, né?
- É. – Assenti, corando. – Você acha que eu devo beijar ele? E não o contrário?
- Se você tiver coragem, sim. Se não, espere que ele te beije.
- Não tenho coragem. – Admiti.
Ela sorriu.
- Você que sabe. – Disse.
Sentamos a beira de um riacho e conversamos sobre mais coisas banais ou sem sentido. Em certo ponto da conversa, decidimos que era melhor voltar.
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Chegamos lá e encontramos os garotos fazendo uma fogueira. De um jeito super errado.
- O que vocês estão fazendo? – Annabeth perguntou, horrorizada.
- Uma fogueira? – Percy indagou.
- Não, isso não é uma fogueira. Está tudo errado! – Annabeth exclamou.
- Eu falei! – Nico disse.
- Fica quieto! – Percy resmungou.
Annabeth fez a fogueira acender e nós sentamos ao redor dela para nos aquecer. Aquela noite estava quase tão fria quanto a outra.
Depois de um tempo conversando e nos esquentando, resolvemos ir dormir. Se queríamos chegar cedo naquela caverna, teríamos que acordar cedo. Nos ajeitamos do jeito que deu na barraca e caímos no sono. Sonhei que estava em uma caverna, as paredes eram negras, cheias de limo verde e viscoso. Nela, uma garota de cabelos loiros, lisos e que pareciam ter sido compridos antes, mas estavam cortados até a altura dos ombros e de um jeito muito, muito ruim. O que não diminuía a beleza da garota. Os olhos cor-de-mel dela eram cheios de ódio e raiva, eram contornados por um delineador negro borrado e as bochechas rosadas estavam marcadas por trilhas de lágrimas. A testa da garota estava franzida, as sobrancelhas unidas, as mãos sujas e o vestido cor-de-rosa estava sujo e rasgado. Ela segurava um batom nas mãos. Puxou a tampa dele e ele cresceu em uma espada de bronze celestial. Ela se levantou do chão e golpeou a parede com força. Gesticulou algumas palavras sem som, bateu os pés com força no chão e balançou a cabeça, olhando para baixo. Se ela estava tentando convocar alguém ou fazer alguma macumba, tentava sem sucesso. Mas eu nem sei ao certo se era isso. Enfim, pude ouvir alguma palavra vindo boca dela:
- Deveria estar aqui! Tinha que ser aqui! – Ela ajoelhou-se no chão e passou a mão no rosto. – Senhor, não é esta caverna.
Ela fez uma cara de dor, mas eu fiquei sem saber o porquê.
- Tudo bem, senhor. Continuarei procurando. – Levantou-se do chão e saiu do meu campo de visão. Tudo ficou preto e eu acordei.
Notas finais
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kkkkk, como eu sou insistente.
XoXo ♥
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