Love To Death
18 Chapter Eighteen
Notas iniciais
Enjoy ♥
Nico
De manhã, enquanto os outros dormiam, eu resolvi dar uma volta na floresta, ainda pensando na minha conversa com Afrodite. Eu queria não ser tão covarde assim. E ela disse que ia preparar uma vida amorosa terrível para mim se eu demorasse mais tempo. Poxa, uma vida amorosa terrível é uma vida amorosa com uma pessoa que não seja a Audrey!
Depois de um tempo caminhando, resolvi voltar. Os outros estavam acordados, assando marshmallows.
- De onde vocês tiraram esses marshmallows? – Pedi, confuso.
- O Percy tinha na mochila, mas esqueceu deles. – Audrey respondeu. Isso é bem a cara dele mesmo.
Me sentei ao lado deles e comecei a comer. Eu não gostava muito de marshmallows, mas dá pro gasto.
Depois que todos havíamos comido, desmontamos a barraca e começamos a caminhar. O caminho era muito, muito longo. E nós nem estávamos perto das montanhas depois de horas caminhando. Acho que já era meio-dia quando conseguimos chegar na base delas.
Colocamos uma toalha no chão e as garotas foram buscar frutas, já que nós acabamos com os marshmallows.
- Eu não consigo acreditar... – Percy murmurou.
- No quê?
- Que você e a Audrey ainda não se beijaram!
Revirei os olhos.
- Não fala nada, tá Percy? Foi a Annabeth que te beijou primeiro e não o contrário.
- E eu aposto que você quer que a Audrey te beije primeiro, então, já que você não beija ela.
- Percy, eu não quero falar sobre isso, ok?
- Falar sobre o que? – Annabeth perguntou, saindo de trás de algumas árvores junto com a Audrey.
- Vocês estavam ouvindo nossa conversa? — Me assustei.
- Não. – Audrey disse. – Mas nós não podíamos ouvir?
- Se explica agora, Nico! – Percy disse, rindo.
- Não! Os dois vão se explicar! – Annabeth ralhou.
Nos entreolhamos. O que faríamos?
- Annabeth, deixa eles. – Te amo, Audrey.
- Hm, tá. Vamos comer.
Sentaram no chão e nós começamos a comer. As frutas não eram melhores do que as daquela outra floresta, mas ainda davam para comer.
Depois do “almoço” nós guardamos a toalha e começamos a subir a montanha. Que era cheia de pedras e muito íngreme.
- Eu não aguento mais! – Audrey reclamou. – A quanto tempo estamos subindo isso aqui? E olha o meu cabelo! Vocês fazem ideia de quantas vezes que eu quase caí?
Nós rimos.
- Certo, vamos parar para descansar. – Annabeth resolveu.
Nos sentamos no chão e Audrey começou a secar o suor da testa com um paninho. Ela estava mais pálida do que o normal e parecia não aguentar mover nem mais um músculo.
- Está tudo bem, Audrey? – Percy pediu.
- Sim. – Ela disse. – Eu só preciso descansar.
Deitou no chão e fechou os olhos.
- Ela está dormindo? – Annabeth pediu.
- Não. – Audrey respondeu e nós nos assustamos.
Ficamos mais um tempo lá sentados até que Audrey levantou.
- Certo. Podemos ir?
Assentimos com a cabeça e continuamos nosso caminho. Depois de mais um tempo, chegamos a primeira caverna.
- Vamos explorar todos juntos ou vamos nos separar? – Pedi.
- Nos separar é melhor. Já que estamos em 4, tem mais chances de encontrarmos o sol. – Annabeth falou. – Quem começa aqui?
Ninguém respondeu, então Annabeth decidiu: Eu e Percy.
- Vem, Audrey! – Annabeth chamou, continuando a subir.
- Ah, pode ir, eu já vou. – Audrey disse.
Eu e Percy já estávamos entrando na caverna, mas Audrey me chamou:
- Nico! Espera um pouco.
Girei nos calcanhares e olhei para ela. Ela parecia um pouco apreensiva. Fez sinal para que eu me aproximasse.
- Posso te pedir um favor? – Indagou.
- P-pode. – Gaguejei.
- Não morra, tá? – Então ela me puxou pela gola da camiseta e me beijou. A Audrey me beijou! E o beijo dela era tão bom.
- T-tá. – Consegui responder, mas ela já estava subindo a montanha, olhando para mim e sorrindo docemente.
Entrei na caverna meio tonto. Eu não estava conseguindo processar as informações direito. Se Afrodite disse que eu teria que beijar a Audrey para não ter uma vida amorosa terrível, então eu teria uma vida amorosa terrível, pois foi ela quem me beijou. Droga! Deve ser de família essa coisa de deixar as garotas te beijarem primeiro. Se bem que...eu não sou primo de verdade do Percy, já que deuses não tem DNA. Ah, eu tenho que esquecer isso.
- Percy! Me espera! – Gritei, correndo atrás do Percy.
Audrey
Eu não podia acreditar! Eu, Audrey não sei o meu sobrenome, beijei o Nico!
- Annabeth! – Chamei. – Você não vai acreditar!
Ela riu.
- Eu vi! – Ela disse. – Você beijou o Nico.
- É! E eu nem acredito nisso! – Exclamei. – Ai, deuses!
- E foi bom?
- Se foi bom? Foi ótimo!
- Fico feliz por você ter tido coragem. – Ela disse. – Bem, vamos continuar seguindo o caminho.
Continuamos subindo a montanha, até que encontramos uma caverna.
Notas finais
Enfim, deixem reviews, meus lindos.
xoxo ♥
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