Love RB

11 Fim de um ciclo


Notas iniciais
(Este texto já está ao abrigo do novo acordo ortográfico para minha infelicidade)
Olá minha gente, eu sei que alguns me querem matar, mas se o fizerem ficam sem final da história, por isso esperem mais um bocadinho!
Como vão vocês? Eu não vou dar desculpas para a minha demora, porque cada vez que leio as desculpas dos outros não ligo nenhuma a isso, só ao facto de eles se terem atrasado, LOL por isso não importa, atrasei-me, azar!
Tá aqui mais comprido para compensar, e a ver se em breve breve eu postarei os últimos está mesmo quase a acabar a história.
Muito obrigada a quem tem lido até aqui, fico realmente contente!
Vemo-nos lá em baixo! Disfrutem

O ser humano tem tendência para não reparar nos pontos-chave da sua vida, e Rachel e Quinn não eram diferente do estereótipo. Aquela noite, em que ambas se entregaram e prometeram tentar fazer daquele casamento uma coisa real, marcou o encerro de um ciclo e o começo de outro absolutamente novo. Passaram quatro dias desde essa noite e ambas estavam a jantar no restaurante, era uma segunda-feira e Rachel não tinha peça essa noite.

- Precisamos de conversar uma coisa séria. – disse a morena enquanto mudava para um semblante mais sério.

- Então? – respondeu Quinn interessada e curiosa.

- Falei com o Michael (Mayer).

- Sim… — disse a loira enquanto esperava que Rachel desenvolvesse o tema.

- Disse-lhe que queria sair da peça. – a morena disse aquela frase num só folego.

- Rach… — Quinn não sabia o que dizer e esperou que ela continuasse.

- Eu sei que é uma decisão grande e importante, mas não foi precipitada. – ela baixou a cabeça e fixou os olhos no seu prato enquanto brincava com o garfo. Quinn sentiu que teria de dizer alguma coisa que a apoiasse naquele momento, mas não foi isso que fez.

- Posso perguntar porquê? Quero dizer, como é que tens tanta certeza? – ao contrário do que Rachel pensava, o tom da sua mulher era tranquilo.

- Lembras-te do que eu te disse da outra vez? Eu não quero mesmo, eu estou cansada.

- Mas era o teu sonho, o que é que mudou?

- Uma injeção de realidade?! Bom, talvez não seja bem isso. Eu só não me sinto feliz a fazer aquilo, e se eu continuar, eu vou, provavelmente, perder toda a esperança que tinha na Broadway. – fez uma pausa, respirou fundo e concluiu.- Acho que já perdi.

- Tem calma, tens de pensar… — mas foi interrompida pelo olhar fixo de Rachel sobre ela e um furacão de ideias que lhe saiam pela boca.

- Eu sempre sonhei com a Broadway, é verdade, mas hoje não sonho mais, hoje sonho quase todos os dias em não ter de ir para o teatro à noite. Aquilo não tem magia para mim, aquelas pessoas não gostam de mim e eu não gosto delas, ninguém entende a minha essência, ninguém sequer faz um esforço para entender. Estou cansada, e honestamente estou cheia de medo, porque eu neste momento não tenho um sonho, mas podes ter a certeza que eu sei que se tiver, ele não é fazer o que estou a fazer agora. – Rachel parou e respirou fundo. Quinn pousou a sua mão por cima da mão da morena e esboçou um sorriso tranquilizador.

- Respira. Não há nenhum problema Rachel. Tu vais ficar bem, não há nada que te vá impedir de ser feliz, eu não deixo. – e o sorriso agora era orgulhoso. – Não importa o que tu faças, tu não estás sozinha, e no que depender de mim, nunca mais vais estar. – e levou a mão da morena aos lábios, depositando assim um beijo terno.

- Às vezes eu penso se fiz algum mal a alguém. Porque é que as pessoas todas me afastam? Ninguém no seu perfeito juízo gosta de mim, e eu até percebo que seja irritante que fale de mais e que tenha a mania de achar que sou melhor que os outros, mas eu não matei ninguém, não violei ninguém, não assaltei ninguém, e convenhamos que até as pessoas que fazem essas coisas têm mais amigos que eu.

- Ui, vou romper o momento com o que vou dizer mas tenho de dizer… — sorriu Quinn. – Isso é tudo para me ouvires dizer que são exatamente essas características tuas que eu mais gosto? – Rachel olhou para Quinn e sorriu com carinho.

- De onde é que tu saíste?! Bah mas voltando ao assunto inicial, a minha última noite é no Domingo. Eu prometi fazer esta semana.

- Tens mesmo a certeza que é isso que queres?

- Tenho, só estou um bocadinho nervosa com o facto de não ter nada para fazer… — mas o olhar que Rachel ofereceu a Quinn não foi de preocupação, e sim de quem estava a tentar conseguir alguma coisa.

- És tão tonta. Não precisas de olhar assim para mim, isto é tudo teu, se tu queres fazer alguma coisa no restaurante, tu fazes e pronto.

- Achas que o Mass me ensinava a fazer os pratos do menu?

- Tenho a certeza que sim, mas porquê o Mass? – disse a loira devagarinho.

- Porque ele é o cozinheiro? – a expressão de Rachel era de quem não estava a entender a pergunta.

- Mas não posso ser eu? Continuas a achar que ele é melhor cozinheiro do que eu?

- Claro que não. Não é nada disso, é lógico que podes ser tu, mas tu tens o estúdio… — disse a morena rapidamente.

- E então? Eu sou a dona, lembras-te? Eu não preciso de fazer nada de especial, só preciso de mandar fazerem. – gargalhou Quinn.

- E no restaurante? Também podemos mandar fazer?

- Claro. – disse a loira, agora ela, sem entender.

- Não é preciso sequer cá virmos?

- Não, se avisarmos não, mas porquê?

- Sabes é que… — a morena voltou a depositar o olhar fixamente no da loira.

- Não faças isso.

- O quê?

- Não olhes assim para mim enquanto nós estivermos em público. – sorriu Quinn. Mas Rachel esboçou um sorriso maroto e voltou a olhar para ela daquela maneira. – Desenvolve. – disse Quinn com alguma dificuldade.

- Ainda há um sonho que me resta, vá, não é um sonho de vida, mas é um sonho por concretizar, acho que sim, acho que lhe posso chamar de “sonho”.

- Vais dizer? – voltou a sorrir a loira.

- Eu gostava de ir, um dia quem sabe, de férias para um sítio específico… — e voltou a calar-se.

- Que seria?

- Seria no inverno, que tem mais encanto. E é um cliché mas eu nunca fui e gostava.

- Que seria?

- Vais gozar comigo.

- Vá Rach, diz lá…

- Veneza. – disse a morena enquanto tapava a cara com o guardanapo. – eu sei que é simples, que eu posso ir quando quiser, mas eu não sei eu nunca… — destapou a cara e o sorriso morreu nos seus lábios. — … eu não quero viajar sozinha.

- Quando é que vamos? Segunda? Terça? – disse Quinn sem dar demasiada importância à afirmação de Rachel. A loira levou o garfo à boca e como quem estava a falar de ir ao cinema completou. – Amanhã passo na agência, quanto tempo vamos?

A forçada distração de Quinn fê-la saber do enorme sorriso que Rachel tinha na cara, pois ela conheci-a a e adivinhava bem as suas expressões, mas ao mesmo tempo fê-la não reparar nos olhos aguados da morena. Quando Quinn levantou o olhar com um sorriso amoroso, o sorriso desapareceu quando ela percebeu que a mulher estava com um olhar frágil e emotivo. Não lhe deu tempo a dizer nada pois Rachel levantou-se do seu lugar e dirigiu-se à loira. Passou uma perna por cima do colo de Quinn e sentou-se, a loira ainda estava expectante, mas a morena não pretendia provocá-la, senão abraçá-la com muita força. E foi o que fez.

Faltavam cerca de dois dias para que Rachel e Quinn embarcassem rumo à europa, mas antes disso, a loira tinha assuntos pendentes.

- Já chegou? – perguntou Quinn a Massimo.

- Já! Está na salinha privada.

- A Rach?

- Esteve cá depois de almoço, mas acho que subiu.

- Está em casa?

- Não sei se ela voltou ao apartamento dela, mas acho que ainda deve estar lá por cima.

- Bom, então já sabes, se ela passar por aqui, dizes que eu não estou e não a deixas entrar na sala por nada. Eu vim de metro, o jipe ficou no estúdio.

- Ok, mexe-te que o Sr. está à tua espera.

Quinn entrou na sala privada de refeições e cumprimentou o seu convidado.

- Olá Trevon, prazer em vê-lo, peço muitas desculpas pelo meu atraso.

- Como está Quinn? Não tem mal.

- Bem, e o Trevon? Desde que fechou isto que nunca mais o vi por estas bandas.

- Oh, pois foi. Mas tive de me mudar para a terra da minha mulher, a minha sogra morreu e deixou-nos uma quinta para tratar.

- Ah, os meus sentimentos. – disse a loira com simpatia.

- Do quê? Ao menos deixou-nos qualquer coisa para compensar os anos que aturei. – ambos riram, sabendo que Trevon só disse aquilo como cliché. – Então Quinn conte-me lá…

- Pois bem, eu contactei-o porque estou interessada em comprar a sua clinica.

Trevon é um dentista reformado que tinha aberta uma clinica dentária no prédio ao lado do restaurante, mas como ele explicou teve de se mudar e teve de a fechar pois não tinha ninguém de confiança para a gerir.

- A sério? Eu achei que seria difícil de eu vender a clinica, afinal é um prédio inteiro de três andares.

- Sim, eu estou mesmo interessada, e é exatamente pelo facto de ter três andares que eu estou ainda mais interessada.

- Não me diga que vai abrir uma discoteca daquelas enormes modernas que agora se usam…

- Não, não. O que eu vou fazer eu preferia manter em segredo por enquanto. Então vende-me a clinica?

- Sim, claro que sim.

- Então vamos lá falar de preços e de datas, porque eu quero isso o mais rápido possível.

A conversa entre os dois decorreu da melhor maneira possível, Quinn tinha deixado o senhor completamente à vontade e ele tinha tentado ao máximo facilitar o processo.

— Então vimo-nos daqui a duas semanas quando a Quinn voltar de Veneza. Terei tudo pronto só para assinarmos e depois pode ficar logo com as chaves e fazer o que quiser do lugar.

- Ótimo Trevon, fico muito contente que tenhamos chegado a acordo.

Rachel entrou no restaurante pela porta da cozinha, como era costume, e Massimo sentiu-se um bocadinho nervoso, mas disfarçou.

- A Quinn ainda não chegou? É que já estou atrasada para o ensaio. Ela não me atende o telemóvel.

- Já, mas está numa reunião com um vendedor. – mentiu Massimo. Ele sabia que a qualquer momento a loira podia sair da sala com Trevon e a morena perceber que eles estavam a esconder alguma coisa.

- Ah, não me disseste nada, nem o carro dela está lá fora. – disse Rachel confusa.

- Sim, ela veio de metro, veio só mesmo porque o vendedor precisava que ela assinasse não sei o quê. Ela deve estar mesmo a acabar.

Bem dito, bem feito. Quinn saiu com Trevon da salinha e ficou nervosa quando viu Rachel, mas ao olhar para Massimo percebeu que a situação estava controlada.

- Bom, então muito obrigada Trevon. – e estendeu a mão ao senhor para que ele percebesse que ela tinha de se retirar.

- Até à próxima Quinn. Boa tarde. – disse Trevon a Rachel e Massimo que responderam educadamente. Após o homem sair, Quinn esboçou um sorriso e dirigiu-se à morena para pousar os seus lábios nos dela delicadamente.

- Estava à tua espera, mas tenho de ir para o teatro.

- Oferecia-me para te levar, mas deixei o jipe no estúdio.

- Eu sei, o Mass disse, mas eu só queria mesmo isto… — e voltou a beijar a loira com um sorriso. — … e vou apanhar um táxi, tu vais hoje à noite ou vais ficar no estúdio?

- Isso é pergunta que se faça?

- Como ainda vais voltar para lá, podias estar ocupada.

- Não, eu nunca estou ocupada para ti.

- Já fiz as malas todas. Já fizeste as tuas?

- Não meu amor, mas vou fazer amanhã, não te preocupes.

- Então vejo-te mais logo?

- Claro, e se já fizeste as malas voltas comigo, não é? – Quinn esboçou um sorriso maroto.

- Depende.

- Do quê? – disse a loira calmamente.

- Do meu humor.

- Mass já viste algum casamento em que os cônjuges vivam separados? – disse Quinn ignorando a morena. Mass soltou uma sonora gargalhada à qual Rachel sorriu.

- Eu não sei do que é que tu te queixas, quer dizer, tens uma sala para mim, um espaço no roupeiro, um lavatório a mais na casa de banho do quarto, entre outras coisas mas nunca me convidaste para morar contigo. – disse Rachel fingindo estar ofendida.

- Como é que é? Eu achei que estava implícito, quer dizer, Rachel tu sabes que eu… — a atrapalhação de Quinn fez a morena e o cozinheiro gargalhar.

- Não sejas tonta. Vá, vou-me embora.

- Espera, assim não. Tudo o que eu mais quero é que venhas viver comigo, tu própria disseste que eu tenho tudo preparado para que vivas comigo.

- Já sei Fabray, mas agora tenho mesmo de me ir embora. Logo à noite passamos no meu apartamento para ir buscar as primeiras coisas. – Rachel depositou outro beijo em Quinn e saiu dizendo adeus a Mass.

- Ela estava a falar a sério? – perguntou a loira ao cozinheiro.

- Claro que estava. Mas conta lá, e a conversa com o Trevon? É possível?

- Oh yeah baby. Mal eu volte de Veneza, a clinica é minha.

- Boa. Estou ansioso. Nunca pensei que tivesses uma ideia tão boa e forte.

1 mês depois

- A que horas é que ela chega? Estou nervosa. – disse Rachel enquanto apertava a mão de Quinn com mais força.

- Nervosa porquê? É só a minha mãe. – Quinn respondeu com um sorriso simpático.

- Precisamente, é a tua mãe. É normal que eu esteja nervosa. Não ficaste nervosa quando os meus pais vieram visitar-nos?

- Não me lembro. – a loira continuou com o mesmo sorriso.

- Quinn, foi há duas semanas! – respondeu Rachel com a sobrancelha franzida. Ambas estavam paradas dentro do aeroporto em frente à porta de saída dos passageiros à espera de Judy. Tinha passado um mês desde o dia em que Rachel se tinha mudado para o apartamento de Quinn, ambas tinham ido de férias para Veneza e quando Massimo as viu chegar dessa viagem, teve a certeza absoluta de que a morena nunca mais poderia negar o seu amor crescente pela loira. Rachel tinha falado ao telefone com Judy um par de vezes desde esse dia, e numa dessas vezes fez questão de a convidar para ir passar uns dias a Nova Iorque com elas.

- Sim, eu sei que foi há duas semanas, mas… — Quinn interrompeu o que ia a dizer quando avistou Judy. – Olha, lá está ela. – A loira esboçou um sorriso gigante e caminhou, sem largar a mão de Rachel até Judy. Quando chegaram perto da mulher, Rachel tinha um sorriso brilhante no rosto e foi então que Quinn largou a mão da morena para poder abraçar a sua mãe. Judy notava-se contente com aquela situação e quando terminou o abraço com a filha, nem deixou Quinn apresentar Rachel, pois abriu os braços em sinal de que queria um abraço também da diva. E assim foi, enquanto Judy e Rachel se abraçaram a loira intensificou o sorriso e disse: — Pronto, suponho que não sejam precisas apresentações.

- Claro que não. A Rachel fala mais comigo do que tu. Se não fosse por ela eu nem sequer tinha sido convidada, verdade? – disse Judy em tom brincalhão.

- Mãe, até parece que precisas de convite para me visitar. – respondeu Quinn com um sorriso meigo.

- Eu sei. Então vamos? – acrescentou a loira mais velha com rapidez. – Preciso de me sentar e comer qualquer coisa de jeito.

- Claro, o Mass já deve estar a preparar um manjar dos deuses para si. – disse Rachel.

- O Mass é o tal senhor do restaurante, não é? O cozinheiro.

- O Mass é mais meu pai que meu cozinheiro mãe.

- Bom, ótimo então vamos lá conhecer a vida da minha filha em Nova Iorque, que a ultima vez que cá vim tu tinhas acabado de te mudar.

As três mulheres dirigiram-se ao parque de estacionamento onde Quinn tinha deixado o jipe, e de lá saíram do aeroporto em direção à casa de Quinn.

Após terem instalado Judy no quarto de hóspedes de Quinn, dirigiram-se todas ao restaurante, onde foram recebidas com um grande sorriso de Massimo que ficou encantado com a beleza de Judy. A mulher por seu lado também se encantou com o charme do cozinheiro e nenhuma das duas reações passou despercebida a Rachel.

- Acho que a tua mãe já não vai querer sair de Nova Iorque. – disse a morena a Quinn enquanto as duas se sentavam à mesa.

- Porquê?

- Não viste? Nem a tua mãe quer ir embora de Nova Iorque, nem o Mass quer que ela vá. – gargalhou a morena.

- Hã? – Quinn sorriu mas não estava a perceber bem o que Rachel queria dizer.

- Quinn, por favor! Tu não viste? Aquilo foi intenso.

- Oh, que disparate, não acredito nisso. – Respondeu a loira enquanto pegava na mão da morena e depositava um beijo na mesma.

- Vamos ver então. – sorriu Rachel em tom provocativo.

Judy voltou da casa de banho e sentou-se à mesa com elas. Passado algum tempo e já servidas por Massimo, as três mulheres almoçaram felizes e entre gargalhadas.

Após terminar de jantar, Quinn pediu licença e deixou Rachel com Judy a conversar enquanto se dirigiu à cozinha.

- Mass, já lá foste?

- Já, já. Já estão a acabar de pintar o último piso, aquilo está a ficar bonito Quinn. Foi tão rápido.

- Pois, é normal, era só retirar o que lá estava e remodelar as paredes, a clinica já tinha sido renovada há poucos anos pelo Trevon. Estou ansiosa para começar a decorar a coisa.

- Olha, eu não me canso de te dizer que foi uma ideia genial, basta veres a personalidade da Rachel para perceberes o quanto a ideia encaixa com ela.

- Achas que ela vai gostar?

- Claro. Ela vai adorar.

- Sabes o que ela acha?

- Hã? – disse o cozinheiro confuso.

- Ela acha que tu adoraste a minha mãe. – disse Quinn com um sorriso maroto.

- Pronto, tu mudas de conversas como de cuecas.

- Adoraste? – e o sorriso permanecia.

- Com todo o respeito bambina, a tua mãe é a Signora mais bonita que eu vi desde há muitos anos. – disse Mass simpático.

- Cuidado, ela pode partir o teu coração. – riu Quinn.

- Não devias estar antes preocupada com ela?

- Não. Eu confio mais em ti que nela, mas não digas a ninguém. – Quinn correu até Mass e espetou-lhe um sonoro beijo na bochecha. Depois disso saiu com um sorriso em direção às duas mulheres. Mass ficou na cozinha com um sorriso terno.

Notas finais
Espero que tenham gostado, fico eternamente grata a quem comente e me diga se ainda quer que eu continue mesmo depois deste Hiato, tão grande quanto o do Glee!
Ahhhh e comentem, sim?
LOL
Beijoooo*
Twitter: R_Che