Love RB
7 " O que é meu é teu"
Notas iniciais
Tenho uma frequência na segunda feira e queria despachar já isto de modo a que ninguém ficasse com a ansiedade que eu fico quando leio autores que nos deixam nas melhores partes. O próximo deve vir só no fim da próxima semana, é impossível fazer tudo ao mesmo tempo. Pelo menos este já vos deixa uma ideia do ponto de situação das coisas.
MUITO OBRIGADA por todos os reviews, a sério que fico muito contente! Aliás, mal tenha um tempinho vou responder a todos individualmente. Não deixem de comentar este também, aliás, ESTE PRINCIPALEMENTE, que é o inicio de alguma coisa realmente especial.
Não nos encontramos lá em baixo, por isso despeço-me já!
Beijinho a todos, e até para a semana!
O restaurante no interior é ainda mais bonito que no exterior. Rachel faz uma nota mental para elogiar o bom gosto na decoração a AS. Ela nota que além dessa característica, é também um espaço muito bem frequentado. Não estava cheio, mas estava muito mais do que metade cheio. À entrada encontrou um senhor muito bem vestido que tinha um sorriso simpático na cara, ele era ainda jovem. O senhor era quem apontava as reservas e as mesas. Rachel cumprimentou-o e de repente lembrou-se que não sabia como se identificar. No entanto não foi preciso.
- Sra. Rachel Berry? – disse o Sr. Simpático.
- Sim. – respondeu Rachel com a mesma simpatia.
- Queira acompanhar-me por favor? – ele fê-la passar à sua frente e subtilmente indicou-lhe o caminho para uma sala privada. Ao entrar nessa sala Rachel notou que aquela devia ser uma sala onde existiam jantares importantes, a sua decoração era ainda mais bonita que a do resto do restaurante. Estava a mesa posta e ao fundo da sala Rachel notou uma cascata de canto com água a cair e iluminada.
- Esteja à vontade. Se precisar de alguma coisa entretanto, o meu nome é John. – o homem disse e saiu deixando Rachel sozinha.
A morena caminhou lentamente até à cascata e reparou que dentro de água existiam alguns peixes de cores fortes.
Quinn nunca se sentira mais nervosa em toda a sua vida, estava encostada à ombreira da porta e a observar Rachel que tinha a sua atenção presa nos peixes. A loira deu um passo e entrou no espaço sem fazer barulho. Caminhou em direcção à morena mas os seus saltos delataram-na. Rachel ouviu o ruído e virou-se.
Se todas as coisas que aconteceram e que Rachel foi descobrindo com o passado do tempo, como o nome do restaurante e as surpresas que AS lhe fazia, a surpreenderam, aquela tinha sido a maior surpresa de todas. Há cinco anos que não olhava para aqueles olhos verdes, que ela tinha de admitir que estavam mais bonitos do que ela se lembrava, aquela que um dia tinha sido a mulher mais bonita que Rachel conhecera, hoje, a morena estava sem sombra de dúvida surpreendida pelo upgrade. Quinn tentou ao máximo esconder os nervos, mas só teve sucesso quando juntou as suas próprias mãos por trás das costas.
- Quinn? – Rachel conseguiu, passados alguns minutos, formular o nome da loira. A mulher sorriu e abanou a cabeça em concordância.
- Olá. – disse Quinn timidamente.
- O que é que… — Rachel atrapalha-se. – O que… o que é que tu estás aqui a fazer? – aquela pergunta fez o coração de Quinn encolher.
- Eu sou a dona do restaurante. – diz Quinn sem saber como responder.
- Oh, eu estou… espera. Eu … — Rachel não consegue dizer nada e olha para Quinn em interrogação. A loira sorri e ajuda-a.
- Eu sempre te disse que era uma mulher. – ao terminar esta frase a ficha de Rachel cai e Quinn notou-o no olhar da morena. A loira queria tirar os olhos dela para evitar visualizar a expressão de desilusão em Rachel.
- Eu falei com a tua mãe. Ela disse-me que tu tinhas um estúdio de fotografia… — e foi então que a morena juntou as peças.
- Tenho as duas coisas. Tu nunca poderias adivinhar estando convencida de que eu era um homem. – a loira em momento nenhum retirara o sorriso doce do rosto.
- Como é que tu..?
- O meu pai morreu e deixou-me uma herança realmente grande. Eu abri o estúdio há um ano na 5th avenida e o restaurante aqui há seis meses.
- Oh… — a morena não sabia o que responder. No entanto, Quinn puxou uma das cadeiras da mesa e convidou-a num gesto a sentar-se. Rachel assim o fez. Massimo, que estava na entrada da porta ao notar o silêncio que se estava a tornar constrangedor entrou na sala bem-disposto.
- Finalmente!!! – disse ele com um enorme sorriso e com sotaque italiano. – Eu já começava a achar que a inspiração para tudo isto era um fantasma! O meu nome é Massimo, o chefe ao seu dispor. – disse ele enquanto estendia a mão a Rachel. A morena soltou uma gargalhada bem sonora e retribuiu o gesto.
- Muito gosto. – disse ela divertida. Quinn acalmou nesse momento.
- Eu tenho preparado para si, um prato dos deuses! Nunca mais vai querer comer outra coisa!
- Tenho a certeza que sim, aliás, o taxista que me trouxe elogiou muito a comida do restaurante.
- Vês bambina? Em seis meses fizeste uma casa. – disse Massimo com um sorriso no rosto a Quinn que estava com o olhar perdido em Rachel.
- Fizemos. – respondeu Quinn com um sorriso doce a Massimo. Mass percebeu que aquele era um sorriso de agradecimento por ele ter salvo o momento.
- Sabe Rachel…
- Sabes. – disse a morena interrompendo-o com um sorriso.
- Sabes Rachel, eu odeio musicais, — Rachel surpreendeu-se mas continuou a ouvir – mas a Quinn um dia fechou o restaurante e levou-nos a todos os que trabalhamos aqui a ver o teu. Deve ter sido o único que eu gostei na minha vida. Parabéns! – Rachel esboçou o maior sorriso que conseguiu e agradeceu.
- Obrigada. É sempre muito bem vindo. – e olhou para a loira em sinal de agradecimento. Quinn retribuiu-lhe o sorriso.
- Bom, mas eu vou deixar-vos que o comer não se faz sozinho. Até já. – disse ele divertido deixando-as sozinhas.
O silêncio voltou a instalar-se e ambas olhavam discretamente uma para a outra em sinal de desconforto, Rachel decidiu então quebrá-lo.
- Mas o teu estúdio não era em Los Angeles?
- Não, em Los Angeles eu só tirei o curso, vivi lá três anos. Mas como é que sabes? Aliás, a minha mãe? Como assim a minha mãe?
- Pois, isso… então eu liguei para a tua mãe à tua procura, era o único telefone que a Mercedes tinha teu, eu explico, eu estive com o Kurt há cerca de um mês atrás e ele contou-me – Rachel respirou fundo e Quinn sentiu o estômago comprimir. – ele contou-me uma coisa que aconteceu em Las Vegas e da qual eu não tinha conhecimento. – a morena ia continuar mas Quinn interrompeu-a subtilmente.
- Contou-te que somos casadas. – disse a loira num só fôlego. Rachel olhou para ela em choque e confusão.
- Tu sabias disso? – disse a morena séria.
- Eu soube depois de tu teres vindo para Nova Iorque, eu não me lembro de nada dessa noite. A Santana contou-me.
- Mas… — Rachel começava a mudar de expressão para uma expressão mais séria. Fez um gesto com a mão para que Quinn prosseguisse e a loira assim o fez.
- Eu não tive coragem de te procurar.
- Eu tinha o direito de saber! – disse a morena chateada mas com o mesmo tom de voz do inicio da conversa.
- Eu sei.
- Preferiste ignorar o facto de estares casada comigo e continuares a tua vida?
- Muito pelo contrário. A minha falta de coragem não foi com medo de que tu ficasses chateada, a minha falta de coragem deveu-se ao meu estilo de vida. Eu decidi assumir a mim mesma nessa altura a realidade das coisas, foi quando eu deixei de ter medo de gostar de ti. Eu assumi que sempre estive errada na maneira como tentei chamar a tua atenção, no fundo eu queria desviar a minha mas não conseguia. Aceitei que estava perdidamente apaixonada por ti e não tive coragem. Eu não tinha nada para te oferecer, eu era uma pessoa mal resolvida que não tinha metas na vida. Eu não podia oferecer-te qualquer tipo de estabilidade, e Rachel, hoje eu tenho essa estabilidade, hoje eu consigo oferecer-te o mundo. Ainda que tu não o queiras, pelo menos toda a minha falta de coragem serviu para eu alcançar tudo o que tu vês, e foi graças a tu seres o meu objectivo que eu consegui. – Rachel ouviu atentamente as palavras de Quinn, não havia maneira de questionar a sua sinceridade, a loira estava a despir-se de segredos em frente a ela e ela não teve como argumentar. Simplesmente sorriu com simpatia.
- Parabéns pelo restaurante, está muito bem conseguido. Aliás, honestamente o conceito, o facto de ser Vegan, é o ponto mais forte das suas características.
- Tudo isto é teu Rachel, tudo o que é meu é teu. – foi Quinn quem adoptou uma postura séria naquele momento. Rachel tremeu ao ouvir aquelas palavras e quando ia contestá-las entrou Massimo com as entradas.
- Ora muito bem! Vamos lá ao manjar dos deuses. – disse Mass com diversão. – Está tudo bem? Precisam de mais alguma coisa?
- Eu também ouvi muito falar de si. – Rachel disse com um sorriso, ela queria que Massimo soubesse que ela sabia que ele era realmente importante para Quinn. Se lhe perguntassem de onde veio aquela afirmação, ela não sabia responder o porquê, mas fez questão a dizer.
- De mim? Ainda se vocês falassem de gajos bons… mas eu sou um velho.
- Velhos são os trapos. Voltas a dizer isso e despeço-te! – disse Quinn na brincadeira.
- E depois quem é que discutia receitas contigo? Aliás, depois tu só comias coisas condimentadas, pesto em vez de óregãos, por exemplo. – disse ele enquanto piscava o olho à loira que gargalhou. Rachel notou que aquela conversa era familiar e foi então que se deu verdadeiramente conta que era Quinn quem falava com ela todos os dias, que era a Quinn que ela confessava a sua vida e que era Quinn quem nunca, como AS, tinha deixado passar um dia sem a fazer sorrir. Ela sentiu naquele momento o famoso arrepio na espinha e as borboletas na barriga de que tanto se falava, com a pequena diferença de que aquilo para ela parecia mais uma manada de elefantes que borboletas propriamente ditas. A gargalhada que Quinn soltou fez Rachel estremecer, ela não se lembrava de alguma vez ter visto uma reacção tão espontânea da loira, quando eram adolescentes ela era sempre muito contida, e quando foram a Las Vegas ela supõe que de contida ela não tivesse nada mas esse era um episódio do qual Rachel não se lembrava.
- Tu não sabes o que é bom. Pesto fazia mais sentido naquele prato, mas pronto, depois discutimos isso.
- É melhor, é melhor. Com licença então. – disse ele enquanto saia, Rachel sorriu.
- Disseste que o Kurt te contou, eu admito que fiquei curiosa no outro dia. Eu vi o Kurt e o Karovsky juntos, é possível? – disse Quinn enquanto franzia a testa em sinal de estranheza.
- Sim, absolutamente. Essa é uma história curiosa. Mas onde os viste?
- No teatro. Eles estavam à porta dos bastidores e eu vi-os. Supus logo que eles tivessem à tua espera.
- E eles viram-te?
- Eu fugi, acho que eles não me viram. – Quinn baixou a cabeça envergonhada e Rachel corou.
- Eles encontraram-se em Paris e estão juntos desde então.
- Oh, que coincidência.
- Pois. – disse a morena sem saber o que responder. O jantar foi decorrendo entre conversas curtas, de vez enquanto notava-se o constrangimento em momentos de silêncio, mas no geral não estava a correr muito mal. Estavam já a terminar o prato principal quando Rachel decidiu querer saber tudo o que podia acerca da loira. – Eu nunca imaginei que tu gostasses de fotografia. Porque é que seguiste essa área?
- Porque eu acredito que cada pessoa vê o mundo de uma maneira diferente, e acredito que a fotografia é uma maneira de eu exprimir a minha visão do mundo. Não sei se me faço entender.
- Sim, isso na teoria é bonito. Eu vi as fotografias no facebook, são todas tuas?
- Sim, são só uma amostra amadora. As principais eu tenho em álbuns.
- Que tipo de trabalhos fazes no teu estúdio?
- Faço sessões para revistas, faço books de modelos, faço fotografias promocionais, ou seja, publicitárias. Fotografo produtos para campanhas de marketing. Faço quase de tudo um pouco nessa área.
- Interessante. – disse Rachel com um sorriso simples. E outra vez o silencio se ia apoderar do local, não fosse Quinn a salvadora do momento.
- Mas à bocado disseste que as minhas razões eram teorias. Na realidade são prática também. Posso provar se quiseres.
- Como?
- Anda comigo. – Quinn levantou-se e Rachel ficou se reacção. – Não vamos muito longe, só aqui à cascata. – a loira caminhou até à cascata e Rachel acompanhou-a. Ambas ficaram de frente para ela e Quinn disse para Rachel esperar um minuto. A loira dirigiu-se rapidamente à gaveta de um móvel que existia à entrada da sala e tirou de lá uma máquina fotográfica. Voltou para perto de Rachel e continuou – Então, o que é que tu vês nesta cascata?
- Como assim? É uma cascata. É muito bonita, mas eu consigo vê-la toda.
- Sim Rach, mas quando tu olhas para ela para onde é que o teu olhar se direcciona primeiro. – a morena sentiu-se estranha ao ouvir aquele apelido, mas ignorou.
- Não sei, os peixes talvez.
- Por exemplo… — Quinn aproximou a máquina do seu rosto e fotografou a cascata. Aquele gesto fez a diva reparar que no dedo anular da mão esquerda de Quinn habitava uma simples aliança de ouro branca, o que fez a morena desviar o olhar como se de fogo se tratasse. Ao terminar de tirar a fotografia a loira mostrou-a a Rachel. A morena ficou impressionada com o que viu, embora ainda com um friozinho no estômago, não porque fosse bonito, mas sim porque nunca esperou que a única coisa que aparecesse na fotografia fosse uma barra de água a cair. – Percebes? Isto é para mim a essência desta cascata. A queda da água. – disse Quinn com um sorriso enquanto Rachel o devolvia com um acenar de cabeça. – Agora tu. – a loira deu a máquina a Rachel e a morena ficou sem saber como reagir. – É muito fácil, basta carregares durante três segundos neste botão. – Quinn ensinou Rachel a mexer no zoom e a carregar no botão de disparo. A morena levou, agora ela, a máquina ao rosto e ao fim de alguns segundos disparou. Quando terminou a fotografia devolveu a máquina a Quinn para que ela lhe mostrasse como tinha ficado, e Quinn ao ver a fotografia sorriu. Mostrou a Rachel e a morena ficou agradavelmente surpreendida com a qualidade da fotografia que tirara. Na foto aparecia somente o peixe azul escuro. Naquela cascata existiam onze peixes. Um vermelho, um roxo, um amarelo, um azul escuro, um preto, um dourado, um branco, um cor de laranja, um cor de rosa, um cinzento com reflexos prateados e um castanho.
- Ficou bem. – disse a morena com um sorriso no rosto.
- Fotografaste o Puck. – respondeu Quinn com humor.
- Hã? O peixe chama-se Puck? – Rachel sentiu-se estranha ao saber aquela informação.
- Todos têm nomes do Glee Club original. São onze. Eu achei que era interessante ter uma referência aqueles tempos no restaurante, e achei que dar nomes aos peixes fazia sentido. Bom, admito que eram doze, mas o Mr. Shue morreu. – disse Quinn com o mesmo humor. Rachel gargalhou com aquela afirmação.
- Então conta-me quem é quem? – disse a morena divertida. – Quem é o castanho?
- O Artie. – Rachel riu-se. – O cinza com reflexos prateados é o Mike, o cor de rosa é a Britt, o laranja é a Mercedes, o branco é o Kurt … — Quinn foi interrompida por uma gargalhada de Rachel. — … o dourado és tu, o preto é o Finn, o azul escuro como já te disse é o Puck, o amarelo sou eu, o roxo é a Tina e o vermelho é a Santana.
- Perfeita escolha de cores. Bom, talvez ache um bocado exagerado o Finn ser o preto. Mas de resto parece-me perfeito. Acho que a analogia vermelho mais inferno mais Satanás é perfeita! – Quinn sorriu e Rachel riu-se divertida. A loira tinha ficado desiludida com o que Rachel dissera de Finn. Quinn escolheu a cor preta porque foi a ultima que sobrou, Finn foi o ultimo a ser escolhido e ela honestamente não queria dar-lhe uma cor bonita.
- E o roxo? É a cara da Tina.
- Absolutamente. Aliás, pensando bem todos têm sentido, o castanho para o Artie, ele tem aquela maturidade e criatividade, o Mike com tons cinza e brilhantes é o que o faz brilhar na dança, o rosa é a cara da Brittany e da sua inocência, o laranja para a Mercedes, que é uma cor forte e com personalidade, o branco do Kurt para servir de base para que ele possa colori-lo, é perfeito, o azul escuro do Puck para marcar a sua imponência e rebeldia, o amarelo para ti por ser uma das cores dominantes, o roxo como estavas a dizer é perfeito para a Tina, faz-me lembrar o seu estilo. O vermelho é a cara da Santana. Só mesmo o Finn é que não faz sentido. O preto é uma cor forte, uma cor com características pesadas, e o Finn não estaria à altura para o representar. Adorei a ideia de qualquer maneira.
- Fico contente. – disse Quinn com um sorriso.
- Ah, e o meu, obviamente que o dourado é analogia perfeita com as estrelas! – Rachel fez um gesto convencido com as mãos e Quinn riu-se.
- Bom, e após este momento Puckleberry é melhor que voltemos à mesa antes que o Mass se chateie ao pensar que não vais provar a sobremesa dele.
- Estou ansiosa por isso. Até agora estava tudo magnífico. Fizeste um trabalho excelente aqui. – Rachel esboçou um sorriso ao proferir essas palavras. Ambas voltaram a sentar-se à mesa e começaram a falar do Glee Club e a recordar momentos passados. Quinn estava mais feliz agora que tinha percebido que Rachel ao criticar a cor de Finn não foi pura embirrância e sim uma espécie de crítica ao rapaz.
Passadas duas horas a conversa fluiu naturalmente e ambas estavam mais ou menos confortáveis, no final do jantar Massimo juntou-se a elas e trocaram historias e peripécias. Mas a noite já estava a chegar ao seu fim e Rachel decidiu que tinha de ir embora. Quinn fez questão de se oferecer para levar a morena a casa, mas a diva recusou dizendo que apanhava um táxi, no entanto, Massimo ajudou a convencê-la e ambas saíram pela porta da cozinha, onde estava estacionado o BMW X6 de Quinn, aproveitando assim para Rachel conhecer a cozinha do restaurante.
A loira dirigiu até à casa da diva.
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