Love RB

8 Romeo & Julietta


Notas iniciais
Boas minha gente! Tive um terrível acidente, morri, ressuscitei, voltei a morrer! Ok, pronto, não foi bem assim, foi mais a época de frequências da universidade, e estudar jornalismo é mais complicado do que eu estava à espera, por isso a coisa este difícil de tempo. Peço desculpa pela demora, não vou prometer nada para a semana, porque os meus exames só acabam dia 23, por isso Desfrutem deste que foi o melhor que se arranjou!

A noite estava realmente fria e Quinn teve de ligar o ar condicionado do jipe. Nenhumas palavras, além das direcções de para onde se dirigiam, foram trocadas mas o silêncio não era constrangedor. Quinn perdeu-se em pensamentos e imaginações. Ter a morena ao lado dela no carro fazia-a sentir-se bem, e impossível era deixar de imaginar como seria se aquele casamento um dia se tornasse real. Poder sentir Rachel ao seu lado, fosse de que maneira fosse, deixava-a feliz e orgulhosa. Parou o carro à porta do apartamento da morena e saiu para lhe abrir a porta do carro, no entanto, deixo-o ligado para não se fazer de convidada nem deixar Rachel na posição desconfortável de ter de a convidar para subir. A morena agradeceu mentalmente esse gesto e agradeceu verbalmente a educação de Quinn ao abrir-lhe a porta e até mesmo ter tido o incómodo de a levar a casa.

– Obrigada por me teres trazido. Não era preciso, eu podia ter apanhado um táxi. – disse Rachel com um sorriso cansado.

– Não me custa nada. E eu gostava mesmo era de ser eu a agradecer o facto de não teres ido embora quando soubeste que era eu. Obrigada por teres jantado comigo. – Rachel não respondeu, apenas sorriu. A morena baixou a cabeça durante alguns segundos e quando a levantou, sem qualquer palavra fez um sinal de que ia subir, embora continuasse com um sorriso cansado. – Sim, claro. Boa noite para ti Rachel.

– Boa noite Quinn. – a morena virou costas e começou a subir os degraus da escada de entrada quando ouviu Quinn chamá-la. Ao virar-se a loira tinha a mão estendida na sua direcção com o punho fechado, sinal de que tinha algo dentro da mão que lhe queria dar. Rachel aceitou o que Quinn lhe dera e ficou surpresa quando viu uma chave. – O que é isto?

– A chave da caixinha. – disse Quinn com um sorriso triste.

– Ah. Obrigada. – Rachel tentou desesperadamente parecer confortável mas aquela situação, pelo contrário, deixava-a desconfortável. Ela pensou que estava a ser demasiado dura e desceu os degraus que tinha subido e depositou um simpático beijo na bochecha esquerda de Quinn. Disse novamente “boa noite” e entrou no prédio.

Quinn estava psicologicamente destruída. Não tinha conseguido mover-se do sítio onde a morena a deixou e as lágrimas frias caiam-lhe pelo rosto. Não é como se ela tivesse qualquer tipo de esperanças antes deste jantar, mas agora faltava-lhe tudo, não só a incógnita que a acompanhou durante 5 anos, mas também a ideia de que já nem como AS ela podia conversar com Rachel da mesma maneira que tinha feito até então. Passados alguns minutos entrou no jipe e saiu dali o mais rápido que pôde. Rachel, por seu lado, acompanhou todo esse processo pela janela.

Após Quinn ter ido embora, a morena pegou na caixinha que tinha recebido de AS e sentou-se no sofá de casa com a caixa no colo. Ficou alguns minutos com o olhar fixo nela até que a decidiu abrir. A confusão instalou-se na cabeça de Rachel quando ela viu uma enorme quantidade de bilhetes para a sua peça. Aliás, ou ela muito se enganava ou à primeira vista estavam ali todos os dias em que ela participou da peça até à actualidade. Ela não percebeu inicialmente o que aquilo queria dizer, até que a realidade a atingiu e ela se deu conta de que Quinn tinha ido ver a peça todas aquelas vezes. Os olhos de Rachel, sem que ela mandasse e percebesse porquê, inundaram-se de água e só depois de ela os limpar é que pôde distinguir uma caixinha pequenina por baixo dos bilhetes. Abriu a caixinha e deparou-se com um anel igual ao que Quinn usava naquele dia, era uma aliança em ouro branco, era talvez a aliança mais bonita que ela tinha visto. No interior do anel estava gravada a data das nacionais e Rachel percebeu que essa foi a mesma data em que supostamente ela se tinha casado com Quinn. A morena tentou conter toda a curiosidade de experimentá-lo, mas logo percebeu que ninguém estava a ver, ela estava em casa sozinha, e podia fazê-lo se quisesse. Experimentou a aliança e novamente contra a sua vontade as lágrimas voltaram a fazer presença nos seus olhos. Era realmente uma aliança bonita, e além de lhe ficar esteticamente muito bem na mão, ela percebeu que aquela aliança afinal de contas era dela. Num impulso que não soube identificar de onde veio, levou a mão ao coração e a sua cabeça ficou confusa. Várias coisas lhe passavam pela mente, a ideia de Quinn realmente estar apaixonada por ela, a ideia de Quinn ter feito tudo aquilo por ela, o nome do restaurante, os bilhetes, a aliança, o facto de ela não ter esperado por o suposto segundo encontro para lhe dar a chave da caixinha, a falta que AS lhe fazia naquele momento, mas embora todos os pensamentos se atropelassem, um deles era o líder e não a iria deixar dormir naquela noite. O pensamento principal que não a deixava ser racional era a cena acontecida à porta de sua casa, e toda a dor e amor contidos em Quinn antes de se ir embora.

Quinn chegou a casa e deitou-se no sofá a olhar para lado nenhum. Não era só Rachel que tinha a mente inundada de pensamentos, também Quinn estava cheia deles. Aliás, a loira inicialmente, quando ainda se encontrava na frente da casa de Rachel, achou que o seu mundo tinha acabado naquele momento, mas ao conduzir para casa, e Quinn adorava conduzir exactamente por isso, fazia-a pensar e ser um bocadinho mais racional, ela percebeu que nem tudo tinha sido mau, e se ela quisesse olhar realisticamente para aquela noite, no fundo não houve nada de mau. Primeiro, Rachel tinha aparecido, segundo, Rachel não tinha fugido, terceiro, Rachel tinha gostado do jantar, quarto, não tinha sido constrangedor ao ponto de ambas quererem ir embora, quinto, Rachel deixou-a levá-la a casa e isso era um sinal de que confiava nela, ainda que não fosse nada de especial, sexto, Rachel tinha-se despedido dela com um beijo na cara, e sétimo, o mais importante de todos, Rachel não lhe tinha pedido o divórcio. Uma onda de felicidade de repente invadiu Quinn quando a loira se lembrou desse sétimo ponto. Rachel Berry continuava a ser sua mulher, e ainda que não fosse por muito tempo, pelo menos a morena não destruiu todas as bases de Quinn no primeiro encontro. Mas lá está, aí estava a questão, era na opinião de Quinn, e segundo a atitude de Rachel nessa noite, o primeiro e o último encontro.

Na manhã seguinte Rachel acordou relativamente bem disposta, mas a dor de cabeça e de garganta que sentiu ao sair da cama, juntamente com os arrepios de frio, acusavam uma enorme gripe que estava para chegar. A morena salta todas as suas rotinas e prefere no entanto prevenir-se e chamar o médico. Passada cerca de meia hora o médico vai lá a casa e consulta-a. Exactamente como Rachel previa o médico diz-lhe que tem de se cuidar, pois tem todos os sintomas de um inicio de gripe, e tendo em conta o ritmo de vida da morena, e a necessidade que esta tem da utilização da sua voz, obrigam-na a repousar e não sair de casa. O médico vai embora após lhe receitar os medicamentos necessários, medicamentos esses que Rachel não precisa de ir comprar pois tem recargas em casa. Após o médico sair, Rachel enrola-se numa manta quentinha e senta-se no sofá com o computador ao colo. Conecta-se no facebook e o seu coração dispara sem que ela mande quando vê AS online. Não tem coragem de meter conversa com ela, no entanto, decide arranjar maneira de a informar que naquela noite não vai ao teatro publicando para todos verem no seu mural uma mensagem.

“Pessoas, pessoas, pessoas. Alguém aqui está a pensar que este frio de Nova Iorque vai congelar o vosso nariz? Eu estou! Bom… mas quero prevenir o congelamento das minhas cordas vocais, por isso… nada de cantorias por hoje.”

Rachel abriu a janela de chat de AS só para poder ler o histórico, mas quando o fez notou que o chat indicava que Quinn estava a escrever. Novamente o coração de Rachel disparou e a morena esperou ansiosamente por o que vinha dali.

AS – Olá! Eu sei que não é da minha conta, nem sequer te quero incomodar, mas estás bem? Estás doente?

Rachel sorriu ao ver a preocupação naquela frase. Ela não queria admitir, mas afinal Quinn demonstrava por ela aquele amor épico que a morena tanto desejou desde criança. Além disso, aquela frase abria portas a que Rachel pudesse começar a conversar com Quinn.

RB – Olá! Sim, mas já chamei o médico e ele já veio cá a casa. É só um inicio de gripe, mas como eu preciso de utilizar muito a minha voz, preciso de pará-la antes de que ela venha com força. Por isso hoje não vou ao teatro, a ver se consigo descansar. Tenho algumas dores de cabeça e de garganta, e alguns arrepios de frio.

Após ter carregado no “enter” percebeu que tinha escrito demasiado. Ela não queria que Quinn percebesse a sua ansiedade, e ao responder-lhe tão rapidamente e uma resposta tão longa, a loira iria perceber que ela também tinha intenção de falar com consigo, ou até mesmo que estava à espera que a loira metesse conversa. Embora fosse verdade, Rachel preferia não transparecer isso. Já Quinn por seu lado, esboçou um sorriso do tamanho do outro mundo quando viu que Rachel lhe respondeu, mas ele morreu ao perceber que a morena estava mesmo a ficar doente. A preocupação tomou conta de Quinn e ela resolveu não guardá-la para si.

AS – Que chatice! Precisas de alguma coisa? Se eu te puder ajudar basta ligares-me, sim?

RB – Obrigada, mas já tive muitas gripes na minha vida. :)

AS – Desculpa, não queria que me mal interpretasses. Foi com boa intenção.

RB – Não, não! Tu é que me mal interpretaste. Está tudo bem.

Rachel ficou estranhamente aflita com a ideia de que Quinn pudesse achar que a morena a estava a cortar. Mas ao dar-se conta do seu estado, abanou a cabeça e relaxou.

AS – Ok. :)

Quinn não sabia o que mais dizer, e Rachel não quis que a conversa morresse ali e decidiu continuar.

RB – Obrigada na mesma pela preocupação. Sabes? Eu acho que isto foi da mudança de temperatura. Este tempo não se decide e eu é que pago.

AS – Estava muito frio na rua ontem à noite, pode ter ajudado também. Peço desculpa por isso.

RB – Não sei se desculpo não teres mandado estar calor! :P

AS – A típica conversa do “tempo” quando não se sabe o que dizer! :P

RB – Ok, agora ganhaste com essa! LOL

AS – Obrigada! :)

RB – Eu gostei do Mass! Ele é muito boa onda.

AS – E ele gostou de ti. O Mass é especial.

RB – Sim, tem ar disso.

AS — :)

RB – Já mudavas essas siglas, afinal já não tem nada de secreto!

QF – Melhor?

RB – Sim, muito mais caracterizador da tua pessoa.

QF – LOL Rachel tu não existes! Bom, ao menos já não me vais chamar de homem. ;)

RB – Verdade, estiveste bem a esconder-me esse facto. Sim, porque escusas de dizer que me disseste, todas as vezes que disseste foi em contexto de brincadeira, por isso… bom… tu sabes.

QF – Não estás a fazer sentido…

RB – Deixa lá… não interessa.

QF – Peço desculpa por teres acreditado profundamente que eu era um homem.

RB – LOL sim.

QF – Eu odeio esta ideia, mas eu tenho de sair. Tenho de ir ao estúdio, hoje tenho uma reunião marcada. Eu espero que tu melhores, e não hesites se precisares de alguma coisa. Sim?

RB – Sim, claro. Obrigada. Eu vou dormir a sesta, estou a precisar.

QF – Então, até logo? Se te encontrar por aqui.

RB – Sim, eu logo devo vir cá. :) Bom trabalho.

QF – Obrigada. :)

QF está desligado.

Rachel fez uma nota mental de que tinha de treinar aquelas despedidas. Afinal AS fazia-lhe falta na noite anterior, mas ela esperava que não lha fizesse essa mesma noite.

Quinn foi para a sua reunião e Rachel foi dormir a sesta. Passadas algumas horas a morena acorda e percebe que já está a anoitecer, e que está pior do que antes de dormir. A cabeça dói-lhe menos, mas os arrepios de frio e a dor de garganta estão mais intensos. Rachel leva a mão à testa e percebe que está quente, mas que não chega para ter febre. Vai à cozinha, come uma peça de fruta e volta para o sofá. Liga novamente o computador com a esperança de que Quinn esteja online, e esboça um sorriso ao perceber que está.

RB – Essa reunião?

Tinha perdido a vergonha de ser ela a falar primeiro, mas ao ver que Quinn não respondeu no mesmo instante, começou a ganhá-la novamente. Passados cerca de 20 minutos, Quinn responde.

QF – Desculpa Rach, estava a tomar um duche rápido. A reunião foi boa, tenho um cliente novo. :) E tu? Estás melhor?

RB – Um cliente novo é bom! Parabéns!

QF – Obrigada, mas não é nada demais. :) Mas não me respondeste.

RB – Nem por isso. Pelo contrário, acho que estou até mesmo pior.

QF – A sério??? Precisas de alguma coisa? Tens os medicamentos? Já foste à farmácia?

RB – Ei! Calma… ainda não estou a morrer. LOL ainda, vá, não quer dizer que não morra! LOL

QF – Não tens piada. Não precisas mesmo de nada?

RB – Não, obrigada. Não é como se tu me conseguisses curar com um estalar de dedos. Se conseguires preciso, LOL!

QF – Menos mal que não perdes a boa disposição. :)

RB – Espero que isto me passe. Pelo menos nos próximos 3 ou 4 dias.

QF – Eu também espero. Estou preocupada.

RB – Já percebi, inclusive mais do que eu! :P

QF – Posso? Deixas? :P

RB – Podes, claro! Mas não te preocupes, eu vou ficar bem.

QF — Posso perguntar uma coisa sem que tu aches que é demasiada confiança da minha parte?

RB – Claro.

QF – Se não melhorares eu posso visitar-te?

RB – Podes visitar-me quando quiseres Quinn. :) Mas eu espero melhorar ainda assim! LOL

QF – A sério? Sim, claro que vais melhorar.

RB – Claro que sim. :)

QF – Obrigada. :)

RB – Obrigada eu pela preocupação.

QF – Existe uma coisa que eu gostava de falar contigo.

RB – Diz…

QF – Não sei se tenho coragem.

RB – Porquê? Não me parece que me vás conseguir surpreender mais do que já fizeste.

QF – Peço desculpa por isso?

RB – Claro que não. Não peças desculpa por coisas que fizeste de bem. Nunca peças.

QF – É verdade, já abriste a caixinha?

RB – Já, mas não era essa “a coisa” que querias falar comigo, pois não?

QF – Não.

RB – Ok, antes de irmos “à coisa”, em relação à caixinha, se tu algum dia fores à falência eu vou-me sentir culpada. Ninguém compra todos os bilhetes de uma peça.

QF – Eu fui a cada um deles.

RB – Mesmo?

QF – Cada um!

RB – Parabéns, conseguiste um fenómeno! Deixaste-me sem saber o que dizer. Obrigada?

QF – Obrigada eu. Afinal eu é que fui feliz todos esses dias. :)

RB – Quinn, quando é que tu te tornaste esta pessoa?

QF – Honestamente?

RB – Não! Não me contes, não quero saber!

QF – Ok :S

RB – Não é por mal, é mesmo porque tenho uma reputação a manter e já sei que vou voltar a ficar sem palavras se me responderes. Agradeço que não o faças! :P

QF – LOL tu lá sabes!

RB – Mas agora podemos ir directamente “à coisa”?

QF – Directamente?

RB – Directamente!

QF – Porque é que não me pediste o divórcio?

Quinn engoliu em seco ao mesmo tempo que Rachel. Nenhuma das duas sabia como reagir no segundo a seguir aquela pergunta.

RB – Não sei.

QF – Achas que algum dia vai existir a oportunidade de vivermos este casamento de verdade?

Desta vez ambas deixaram de respirar.

RB – Não sei.

QF – Sabes alguma coisa? :P

Aquela foi a maneira mais inteligente que Quinn arranjou para quebrar o gelo, mas Rachel não estava com a mesma intenção.

RB – Sei que todas as conversas que tive com “o” AS da minha parte foram sinceras, e eu realmente apaixonei-me por aquela figura.

Quinn sentiu o coração apertar e ficar pequenino de dor.

QF – Peço de verdade desculpa pela desilusão.

RB – Não peças, porque não foi uma desilusão, foi mais uma surpresa.

QF – As surpresas podem ser boas ou más.

RB – Não sei, acho que má não foi. :)

QF – Desculpa ser tão directa a fazer estas perguntas.

RB – Não te preocupes.

QF – Sentes-te bem?

RB – Porque é que perguntas isso?

QF – Porque eu se estivesse doente e alguém fosse assim tão chato como eu estou a ser contigo, provavelmente já me tinha cansado.

RB – Isso é a maneira mais inteligente que tu arranjaste de que eu te responda que não estás a ser chata? :P

QF – Talvez?! :P

RB – Eu gosto de falar contigo.

QF – Posso ir ver-te? Nem que seja assim só 10 minutos, posso?

RB – Podes claro, mas 10 minutos não vai dar tempo para jantar o jantar que tu vais trazer! LOL

QF- Ahahaha, dá-me uma hora e eu levo-te o melhor prato que já comeste até hoje! Pode ser?

RB – Vais cozinhar? Olha que eu gostava de morrer de gripe, era bem mais agradável. :P

QF – Não sei se gostavas depois de provares! :P

RB — :O Eu estava à espera que tu viesses com aquelas frases bonitas do “eu era incapaz de te matar”, ou “o que era de mim se tu morresses?!” Estou desiludida!

QF – Não és tu que gostas de romances épicos? Então, se morreres com o jantar eu morro contigo, à la Romeo & Julietta. :P

RB – Bem visto! Mexe-te que tenho fome!

QF – LOL até já!



Notas finais
Eu gosto destas duas criaturas! Elas divertem-me quando encarno nelas para escrever os diálogos! São pessoas com alguma piada! LOL
Bom, agradeço feedback (aka) Reviews, caso contrário acontece mais um mês de ausência! xD
Beijinhos e obrigada a todos por lerem!