Love Faberry
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Entraram na casa e tinha tanta gente que podiam jurar que a universidade inteira e mais outras pessoas que nunca viram na vida estavam lá, avistaram o pessoal o foram cumprimentá-los.
– Oi pessoal! – cumprimentou Char, responderam em uníssono, alguns já estavam bêbados outros se pegando e outros só conversando mesmo. Tocava uma música eletrônica e Santana e Brittany foram dançar Charlie foi à procura de bebida.
– Rach, quer beber algo? – perguntou à morena começando a caminhar.
– Sim, eu vou com você – Charlie assentiu e caminharam em direção ao que achavam ser a cozinha, o balcão da cozinha estava cheio de bebidas de todos os tipos, Charlie pegou dois copos colocou tequila pra ela.
– O que você vai querer? – perguntou para Rachel.
– O mesmo que você – a serviu. Beberam algumas doses e voltaram pra sala, onde os amigos estavam.
Jake e Kitty estavam e um canto se beijando, o mesmo acontecia com Mike e Tina, Kurt, Blaine e Mercedes conversavam animadamente, Finn tinha Marley sentada em seu colo, Puck e Sam falavam com umas garotas e Artie era o DJ.
Rachel e eu conversávamos e bebíamos, ela já estava um pouco alta. Começou a tocar Neon Lights.
– Dançaria comigo Srta. Berry? – pergunto brincando com ela segurando em sua mão.
– É claro Srta. Fabray – disse e eu a guiei até a pista de dança.
Começamos a dançar, Rachel colocou seus braços envolta do meu pescoço e eu segurei em sua cintura ela dançava bem, estava bem solta por conta da bebida, apesar da música ser animada nós dançávamos mais devagar, tudo ia bem até Rachel começar a acompanhar a batida mais rápida da música dançando mais sensualmente de costas pra mim se pressionando contra meu corpo, fiquei meio parada quando ela começou a dançar assim, até que ela pegou minhas mãos e levou até sua cintura me fazendo acompanhar o ritmo da música junto com ela, essa garota é uma perdição ainda mais dançando assim, Rachel balançava o quadril junto a música consequentemente me fazendo ir junto, levou suas mão ao meu pescoço fazendo com que eu abaixasse a cabeça e ficasse com meus lábios e nariz próximos ao seu pescoço, não resisti ao cheiro inebriante que ela tinha, parecia que havia uma fortíssima essência em sua pele que me chamava, apliquei um leve beijo em seu pescoço, ela apertou mais minha nuca para que eu continuasse e meu mundo parou, não acredito que ela estava realmente fazendo aquilo, estar tão próxima dela assim fazia com que eu me arrepiasse e como se uma corrente elétrica estivesse passando por todo meu corpo. Continuei dando leves beijos, sugadas e mordidinhas em seu pescoço e ela continuava dançando, a música provavelmente já havia mudado mais não faço à mínima ideia do que acontecia ao meu redor, o problema é que estava ficando quente, quente demais.
– Rach? – chamei em seu ouvido.
– Hmm? – murmurou.
– Vamos pegar algo pra beber, to com sede – falei, mas na verdade estava com muito calor.
– Vamos também estou e com calor. – disse virando-se de frente pra mim e me abraçando. Oh Meu Deus! Seu corpo parecia estar pegando fogo assim como o meu.
Olhei ao redor e os olhos de Puck estavam sobre mim e o de Santana também, bom eles eram os que mais me preocupavam, olhei mais a frente e tinha uma Kate com cara de poucos amigos olhando para Rachel e eu. Fomos até a cozinha.
– Toma Rach – entreguei um copo de água a ela.
– Char isso é água – disse fazendo bico.
– Eu sei, a senhorita já bebeu demais por hoje – falei apertando seu nariz. Ela arqueou a sobrancelha desafiadoramente.
– E quem vai me impedir de beber senhorita Fabray? – perguntou teimosa.
– Eu senhorita Berry – constatei.
Ela continuou com a sobrancelha arqueada e passou por mim em direção ao balcão, passei a sua frente retirei as garrafas e coloquei do outro lado e a prendi entre o balcão e o meu corpo.
– Fabray eu estou com sede – disse ela levemente irritada.
– A água está aqui para isso, matar a sede – disse risonha.
– Fabray deixa eu passar – pediu me empurrando, mas eu segurei na borda do balcão, que entrasse na cozinha naquele momento diria que estávamos no maior amasso, eu tinha Rachel pressionada contra o balcão minhas mãos estavam lado a lado em sua cintura e suas mãos estavam apoiadas em meus ombros.
– Não, só se você beber a água, sem nenhuma bebida a mais por hoje. – falei e ela acenou. Soltei e esperei algum movimento de sua parte, mas ela só ficou com os braços cruzados e com um bico.
– Vem vamos sair um pouco dessa barulheira – falei puxando-a levemente para o quintal.
Eu conversava com Rachel sobre várias coisas, era bom conversar com ela, nós quase não tínhamos tempo.
– Você é realmente apaixonada por musicais – adicionei lembrando quando estive e seu quarto para o tal trabalho de literatura, enquanto caminhávamos para um banquinho afastado no quintal dos fundos da casa de Puck, não havia quase ninguém ali.
– Sim, eu amo musicais e é por isso que quero muito fazer teatro e música na faculdade – respondeu-me sorridente. Seu sorriso é lindo, acabei soltando sem perceber.
– Seu sorriso é lindo! – ela corou baixou a cabeça.
– Obrigada. – respondeu-me ainda olhando o chão.
– Ei, não precisa ficar com vergonha, vai dizer que ninguém nunca te elogiou antes? – perguntei, levantando seu queixo com meu dedo.
– Não como você – respondeu.
– Como assim, não como eu? – perguntei levemente confusa.
– Você é diferente, e... eu quero dizer, o jeito que você fala – disse ainda corada. Eu a olhava e com uma intensidade que nem eu sabia por quê. Rachel é linda, mas a sua imagem a luz do luar é a perfeição em pessoa, ok, eu devo estar bêbada pra estar pensando essas coisas.
– Você é linda Rachel, nem sei como ainda está solteira, eu só falo o que é a verdade – afirmei a ela que sorriu em minha direção e suas bochechas pareciam um tomate, sorri a observando.
– Obrigada Char. Na verdade eu só estou sozinha porque não achei a pessoa certa... ainda – confessou.
– Entendi – confirmei.
– Posso lhe fazer uma pergunta? – falou.
– Sim, apesar de já ter feito – brinquei e riu e bateu seu ombro contra o meu.
– Porque você fica com várias pessoas? – perguntou meio sem graça.
– Eu acho que a resposta é a mesma que a sua, mesmo eu negando isso até a morte quando a Alex me pergunta, só não achei alguém no qual me interessasse ao ponto de chegar a pensar em algo sério com a pessoa. – respondi sincera.
– Entendi. Essa pessoa vai aparecer para nós duas. – disse sorrindo e eu assenti.
– Ou já apareceu e não percebemos – sussurrei. Ela olhava pra mim e a claridade da lua batia contra seus olhos os fazendo brilhar mais que o normal, meu coração acelerou e como que em automático levei minha mão ao seu rosto e acariciei sua bochecha seus olhos se fecharam, eu não sei explicar o que sentia era só... diferente e intenso, não como estar próxima as outras garotas, nada com Rachel era como as outras garotas. Levei minha mão ao seu cabelo colocando uma mecha atrás de sua orelha, estávamos próximas, ela abriu os olhos e assim de tão perto seus olhos eram ainda mais hipnotizantes, nos aproximávamos sem perceber, seus olhos se fecharam novamente e eu toquei seus lábios com os meus, quando eu ia aprofundar o beijo ela se afastou e algum idiota pulou na piscina nos assustando e fazendo espirrar um pouco água na gente.
– Idiota.. vamos entrar, está frio – pediu ela.
– Não – ela me olhou confusa – o que houve? Porque se afastou? – perguntei suavemente.
– Eu.. Não sei – sussurrou levantando com os olhos brilhando com algumas lágrimas, eu não entendi nada, a segui.
– Ei não fica assim. O que houve? – perguntei abraçando-a por trás.
– Não é nada, eu só... Isso tudo parece arriscado demais pro meu coração, eu não sei o que temos, mas droga... Eu gosto de você Charlie – confessou, meu coração disparou e uma felicidade súbita me tomou. Respirei e me concentrei.
– Ei, eu não quero te machucar, também não sei o que temos ainda, mas eu também gosto de você e gosto muito, acredite Rach você me faz querer ser diferente, me faz sentir diferente, não é como as outras garotas, você é especial, só não fuja. – falei suspirando, ela me olhava admirada, respirei e continuei. – vamos fazer o seguinte se precisa de algo eu te ajudo e seu eu precisar você me ajuda, mas não se afasta, você é como se fosse meu chão. – sussurrei a última parte, ela realmente era meu chão, não tinha referencias a única era ela, ela me segurava, meus pais não estavam nem aí pra mim, provavelmente eu estaria no fundo do poço, mas Rachel me segurava sempre.
– Char, eu... Nem sei o que dizer – falou.
– Não diz nada só, fica comigo, não se afasta – disse suave. Levantei seu queixo com meu dedo indicador fazendo nossos olhares se encontrarem sorri para ela e ela retribuiu com seu lindo sorriso 1000 watts, fui me aproximando hesitante, acariciei seu rosto, segurei-o entre minhas mãos e a beijei lentamente primeiro sentindo seus lábios nos meus, passei lentamente minha língua por seu lábio inferior fazendo-a abrir levemente sua boca, aprofundei o beijo e o choque entre nossas línguas foi sentido em nosso corpo, beijei-a tentando passar tudo aquilo que eu estava sentindo, a intensidade entre nós era sempre grande, ficamos nos beijando por mais algum tempo.
Ela estava arrepiada e ofegante assim que nos separamos do beijo, ela estava com frio, então resolvi entrar.
– Vamos entrar você está com frio – chamei com um sorriso, ela sorriu e acenou, demos mais um beijo e fomos.
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