Love Drunk
70 Segunda temporada - Capitulo 23
Notas iniciais
Leiam as notas iniciais!
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Meu estomago deu uma guinada e eu acabei trocando os Yakisobas por um sorvete de chocolate.
Ino e eu estávamos sentadas no banco se uma praça a quase três quadras de casa.
Meu olhar revezava entre o sorvete e minha barriga. Será que tomar sorvete faria bem? Era permitido?
– Já sabe como vai contar? — Ino perguntou-me curiosa. Lancei um olhar cético em sua direção.
– Achei que você estava aqui para me ajudar com isso. — Expliquei e ela ergueu os ombros em um gesto de descaso. — Ino... Eu não faço ideia de como dizer isso. — Resmunguei afastando de perto de mim o sorvete, que já estava ameaçando derreter.
Ficamos em silêncio por um tempo. Eu queria que fosse algo especial.
– Olhe, faça o seguinte. — Ino disse e eu ergui os olhos para observar sua expressão divertida. — Sasuke, estou grávida. — Disse fazendo uma falsa imitação da minha voz. Eu não falava daquele jeito, de forma alguma!
– Eu não falo desse jeito!
– Sua voz afina quando você fica nervosa.
– Não é bem assim! — O olhar vitorioso de Ino indicou que eu havia feito exatamente o que ela dissera. — Argh! — Resmunguei e me levantei. Joguei o restante do sorvete na lixeira que estava perto de uma arvore e lavei as mãos, ou pelo menos tentei, no bebedouro mais próximo. Ino ainda me observava. — De qualquer forma, isso é muito simples. — Afirmei e os olhos azuis se reviraram.
– Então faz umas plaquinhas! — Bateu palma animada e eu ergui uma sobrancelha. — Sasuke + Sakura = Baby. — Continuou batendo as mãos e eu fiz uma expressão desgostosa. — Você também não gosta de nada, viu.
– Tente ser mais criativa da próxima vez. — Avisei cruzando os braços. Continuei em pé, estava agitada demais para me sentar novamente e (isso é verídico, sim?), Ino se sentia mais propensa a pensar quando alguém a intimidava, ela encarava isso como uma espécie de desafio.
– Piranha prenha. — Resmungou a Sabaku fazendo uma careta. — Você é a grávida, por que eu é que tenho que pensar?
– Você é criativa. — Falei em um assobio e Ino estreitou os olhos. — Ande Ino, não me diga que não consegue pensar em uma coisinha dessas. — Provoquei e ela bufou em sarcasmo. — Encontre a alternativa que me faça dizer sim. — Falei na esperança de que ela se comovesse.
– Ligue pro seu marido, solte a bomba e em seguida, desligue na cara dele. — Ino deu um sorriso maldoso. — Depois, suma por nove meses e plau, neném! — Ela estava com um sorriso satisfeito nos lábios e eu me contive para não enfiar o restante do sorvete de creme que ela estava segurando em sua cara. — Tá, essa não foi uma boa ideia. — Concluiu ela e eu anui ; Ino riu de forma envergonhada.
– Jura?
– Eu estou tentando aqui!
– Percebo a sua dedicação, Yamanaka.
– Sabaku, Sakura. — Ino ralhou e eu revirei os olhos. — Me chame pelo meu sobrenome de casada.
– Não to afim. — Dei ombros e pasmem, a expressão maldosa que Ino fez não me assustou. — Nós continuamos sendo a Yamanaka e a Haruno, dupla dinâmica.
– Se tua mãe te pegasse grávida aos dezessete, você ia levar um esculacho gostoso. — Fiz uma expressão séria, mas não me contive por muito tempo, já que Ino estava fazendo gestos que representavam minha mãe me dando palmadas. — Seu pai iria ficar careca e Sasuke teria um infarto.
– Se não fosse do Sasuke, ele com certeza teria um infarto. — Brinquei e Ino riu, assentindo compulsivamente. — Mas vamos lá, Ino, pense. — Insisti e o sorriso se transformou em uma carranca.
– Está abusando da minha boa vontade, Sakura.
– Não faz mais que a sua obrigação. — Ino resmungou alguma coisa e continuou a dizer as asneiras de "sempre". Eu continuei discordando. – Tão difícil. – Suspirei e voltei a me sentar ao lado dela. – Contar não pode simplesmente ser... Contado, entende? Quero algo especial.
Ino abriu a boca para me dizer algo, porém meu celular começou a tocar. O peguei de dentro da minha bolsa e o nome de Sasuke estava indicado no visor.
– Alo? – Ele dissera antes que eu pudesse dizer qualquer coisa. – Amor?
– Oi.
– Tudo bem? – Sasuke perguntou desconfiado e eu me dei um tapa na testa por não saber disfarçar meu embaraço. – Sakura?
– Estou ótima, querido. – Respondi fingindo animação. – Minha saúde está ótima. – Expliquei e mordi meus lábios. – Eu preciso te contar uma coisa. – Olhei para Ino e ela ergueu os polegares, parecia mais ansiosa do que eu.
– Não faça suspense. – Sasuke disse-me rapidamente. – Sakura, eu estou preocupado, droga! – Ralhou quando notou o meu silêncio. – Haruno...
– Chegue em casa as oito. – Falei sem pensar e Sasuke ficou em silencio, ouvindo todas as instruções que eu nunca soube da onde haviam surgido. – Esteja preparado para uma macarronada, para me conduzir por uma música bonita, traga rosas. Lenços também, se possível. – Ri baixinho, mas Sasuke permaneceu quieto. – Eu amo você.
– Sabe que eu vou começar a pensar no pior, não é? – Ele disse pesaroso e eu reprimi a vontade de contar tudo por telefone. – E sabe o quanto isso me deixa aflito, não é?
– Está sofrendo por antecipação. – Ralhei. Ino assentiu, embora não soubesse o que ele estava me dizendo. – Chegue calmo, vamos ter uma noite romântica, certo?
– Você vai morrer? É uma doença terminal? – Perguntou-me em um tom desesperado e eu bufei; Qual parte do “Eu te conto quando chegar em casa”, ele não havia entendido. – Sakura...
– Está sofrendo por antecipação, porque é um idiota! – Me levantei e comecei a andar de um lado para o outro. Uma das minhas mãos estava em minha cintura e a outra segurava o telefone firmemente. – Relaxe Uchiha, eu não vou te deixar em paz por um bom tempo.
– Se eu tiver um infarto, a culpa é sua. – Sasuke disse seriamente, mas eu pude sentir o alivio em sua voz. – A culpa não será das estrelas, mas da Sakura. A Sakura que não me conta logo o que está acontecendo. – Acusou-me e eu revirei os olhos.
– O drama já acabou? – Ele não me respondeu e eu aceitei aquilo como um sim. – Até mais ver. – Desliguei o celular e percebi que Ino nem ao menos prestava atenção em toda a cena de novela que eu havia acabado de fazer. A maldita estava vidrada num joguinho de zumbis sem sentindo. – Ino! – Ela pausou o jogo e me encarou de forma entediada.
– Vocês deveriam ganhar um premio de “O casal mais dramático do mundo”. – Falou pausadamente, piscando os olhos de forma demorada. – E de mais chatos também, pelo amor de Deus. Você só está prenha!
– Ah, cale a boca, sua inútil. – Resmunguei e ela soltou o ar pesadamente, voltando a atenção para o jogo. — Ino... Que tipo de merda eu fiz? MEU DEUS, eu vou ser mãe! – Ino havia pausado o jogo novamente e agora, com o cenho franzido, observava meu novo drama. – Eu não sei nem se eu posso ficar tomando sol! – Me sentei ao lado dela novamente, apoiei meu rosto em minhas mãos. – Vou ser uma péssima mãe. – Choraminguei e ela envolveu seu braço por cima do meu ombro, puxando-me para um abraço sem jeito.
– Não se preocupe, Testa. – Ela disse pensativa e eu continuei com o rosto coberto. – Pra cada uma mãe ruim, existem seis tias boas. – Acrescentou de forma convencida. – E uma madrinha excelente, devo acrescentar.
– Você não tá falando sério. – Afirmei e ela me deu um puta de um cutucão na costela.
– Eu to com cara de quem tá brincando, palhaça?
X-X-X
Já eram sete e meia.
Eu estava sentada sob a minha cama e a cada segundo meu olhar vagava involuntariamente para o relógio. Tinha sido assim o dia todo. Admito que... Eu era uma péssima esposa, deveria ter feito algo muito mais caprichado (Talvez lasanha, ou uma lagosta ERGH!), do que uma simples macarronada.
Macarrão e suco de uva pra mim, porque eu tinha certeza de que álcool faria mal para o bebê.
Oh céus!
Um bebê.
Eu poderia desmaiar, sem ao menos pensar duas vezes.
Levantei-me da cama contragosto e arrastando os pés, me dirigi ao banheiro. A noite estava quente, porém, agradável. Tomei um banho e optei por não lavar o cabelo; maquiei-me tendo em mente que aquela era uma ocasião especial e intima o suficiente para que eu não precisasse fazer malabarismos com os pinceis de maquiagem, apenas um rímel e um batom rosado. Em minha cama, havia um vestido azul marinho florido com as alças em X, que ficava a um palmo acima do meu joelho. O colar que Sasuke havia me dado há quatro anos atrás estava em meu pescoço e eu optei por um par de saltos pretos, apostando na ideia de que ficaria sem usa-los por um bom tempo. Meu cabelo estava solto, ondulado, bonito. (http://www.polyvore.com/sakura_segunda_temporada_ld/set?id=156295101).
Do meu quarto, eu podia ouvir claramente o CD que eu havia colocado para tocar. Eram músicas calmas, em sua grande maioria do Ed. Sheeran.
Mordi a ponta do dedo ao constatar que eram oito e quinze. Sasuke chegaria a qualquer momento.
Por um momento, tirei os saltos e praticamente voei pelo quarto arrumando qualquer bagunça existente. Não que houvesse, mas eu estava aflita. Ino havia me dito que eu deveria estar bonita, Hinata disse-me que eu deveria estar pronta, pois aquele era um grande passo em meu casamento. Lily também em aconselhara a mesma coisa. Temari disse que eu poderia protelar o quanto fosse, mas que uma hora eu deveria contar o que estava acontecendo. Tenten (que respondeu muito tempo depois), disse-me que daria tudo para estar aqui e filmar toda a cena com uma das câmeras maravilhosas que ela possuía. Fiz ela me prometer que voaria de NY para fazer um book da minha gravidez... Ela disse que seria uma honra. Após isso, meu celular não deixou de vibrar por um momento pela quantidade de mensagens que chegavam a todo o instante em nosso grupo do whatsapp “Cafetinas Here”. Se nossos affairs descobrissem isso, estaríamos ferradas. Como a zoeira não para, o sambódromo não fica sem samba e a rainha de bateria deve continuar rebolando até o fim, Tenten havia feito a graça de mudar o nome do grupo para “Uma gravida e cinco cafetinas”. Graças a Deus, Hinata era a consciência do grupo.
Enquanto eu lia as mensagens, All of the stars tocava, em frente ao espelho, notei que meus olhos estavam enchendo-se de lagrimas e minha mão repousou sutilmente sobre a minha barriga. Eu queria que tudo fosse como a minha mente estava fantasiando.
So open your eyes and see
The way our horizons meet
And all of the lights will lead
Into the night with me
Então abra os olhos e veja
O modo que os nossos horizontes se encontram
E todas as luzes vão te guiar
Pela noite comigo
Suspirei e ri, imaginando-me como uma tola. Fechei os olhos, respirei fundo e já estava pronta para deixar meu celular em cima da penteadeira, quando o reflexo atrás de mim chamou minha atenção. Sasuke estava lá, encostado na porta do quarto. A maleta em uma das mãos, a gravata desfeita. Um sorriso brincava em seus lábios, eu sorri.
– Casei com a mulher mais linda do mundo. – Disse ele satisfeito. – A cada dia que passa, sua beleza cresce, Sra. Uchiha. – Depositei meu celular sobre a penteadeira e me virei enquanto ele caminhava lentamente em minha direção. – Por que está emocionada? – Um vinco se formou entre suas sobrancelhas e eu pisquei algumas vezes tentando me livrar das lágrimas.
– Eu só estou emocionada, pois eu tenho o marido mais lindo do mundo. – Respondi com um sorriso. Segurei a gravata dele e passei a tentar arruma-la. – Tome um banho, vou estar te esperando para jantar. – Encostei meus lábios nos dele e Sasuke rapidamente enlaçou minha cintura com um dos braços, puxando-me contra o seu corpo.
Os lábios dele moveram-se contra os meus, sua língua acariciou a minha e eu senti um aperto em minha cintura. Acariciei sua bochecha e quando fiz menção de me afastar, ele me puxou para mais um beijo. Sasuke passou a me guiar em direção à cama e eu não estava rejeitando a ideia de que ele me conduzisse. Deitou-me cuidadosamente, apertou minha coxa exposta. Eu estava tirando o blazer de Sasuke sem que nossos lábios se desgrudassem, desabotoando os botões de sua camisa sem hesitar. Sasuke procurava o zíper do meu vestido de forma impaciente.
– Hey, nós temos que jantar. – Murmurei fechando os olhos enquanto os a boca dele atacava o meu pescoço. – Sasuke, não seja afobado. – Ralhei, embora não estivesse muito convincente.
– Eu quero você. – Ele disse rouco, arrastou os lábios por minha pele e murmurou próximo ao meu ouvido. – Agora. – Mordiscou o meu lóbulo e eu senti um calafrio percorrer todo o meu corpo.
– Primeiro vamos jantar. – Falei e embora eu tentasse, minha voz havia saído falha. – Por favor. – Sasuke tentou resistir, eu resisti à ideia de impedi-lo de parar. – Estou te esperando. – Afirmei quando ele se afastou para me observar. – Vai ter rugas antes do tempo, querido. – Brinquei colocando meu dedo indicador entre as suas sobrancelhas. – Mas eu admito que você fica charmoso com essa expressão. – Com o meu dedo indicador, fiz um carinho em seus lábios vermelhos e ele sorriu.
– Você me provoca e depois banca a boa moça. – Sasuke disse em tom repreendedor. – Vou tomar banho antes que eu me arrependa de não ter te agarrado agora. – Beijou-me novamente, urgente e se afastou, enquanto se despia para ir ao banheiro. – Não me esqueci de que você tem algo para me dizer. – Comentou enquanto retirava a camisa e passava a desafivelar o cinto. – Pode me contar agora?
– Não com você desse jeito. – Comentei sem folego. Sasuke virou-se para mim, o olhar inquisidor.
– O quê?
– Amor, não é possível que nós conversemos de forma coerente, quando um de nós está de boxer. – Respondi sinceramente e ele riu. – E eu digo sério, branco é a sua cor. – Seus olhos se estreitaram levemente, o sorriso continuou presente em seus lábios.
– Você disse que preto era a minha cor. – Ele afirmou e eu assenti. – Isso hoje de manhã.
– Eu mudo de opinião rápido. – Respondi me levantando da cama e vasculhando o quarto atrás de um dos meus sapatos. – Vai ter que se acostumar com isso. – Sasuke me encarou de forma desafiadora e passou a baixar a boxer, provocando-me.
– Sabe, estou com vontade de comer pizza. – Comentei distraidamente, meu marido continuava lá, parado... Nu.
– Quando você não tem desejo de comer alguma coisa? – Perguntou divertido. Agora, ele estava procurando uma toalha no guarda roupa.
– Acho que agora é desejo mesmo. – Afirmei distraidamente. Onde é que esses sapatos haviam ido parar?
– Desejo do que? – Sasuke perguntou também distraído; ouvi o barulho de uma das gavetas batendo.
– De grávida, oras. – Respondi irritada e só então me dei conta do que havia dito.
Esqueci por um momento os sapatos dos quais eu estava procurando e me virei, dando de cara com o um Sasuke estupefato. Os lábios entreabertos, uma toalha branca na mão esquerda, uma cueca vermelha na direita.
– Grávida? – Ele murmurou pausadamente eu assenti receosa, esperando que ele surtasse. – Grávida. – Repetiu mais alto, piscando algumas vezes. – Grávida! – Um sorriso começara a crescer em seus lábios e eu aguardando a reação tão esperada. – OH MEU DEUS, VOCÊ ESTÁ GRÁVIDA! – Ele gritou e eu assenti. – Nós... OH MEU DEUS, GRÁVIDA! – Ele largou tudo e me abraçou forte, beijando meu rosto seguidamente de forma espontânea. Acariciou minha barriga lisa, beijou-me enquanto sua mão repousava sobre ela. – Nós vamos ser pais. – Os olhos de Sasuke brilhavam. Acho que eu estava chorando. – Como eu te amo, como eu te amo. – Abraçou-me novamente. Murmurou um "desculpe”, ao notar que estava apertando minha barriga.
– Eu pretendia te contar durante um jantar romântico. – Respondi rindo enquanto ele ainda acariciava minha barriga. – Sabe, não estava nos meus planos dizer que nós vamos ter um bebe enquanto você estava pelado. – Ralhei comigo mesma. Sasuke riu, da forma em que ele estava, eu tive a impressão de que ele iria rir de tudo e qualquer coisa que eu dissesse. – Devia ser...
– Esqueça o jantar romântico, eu quero você. – Sasuke disse erguendo os olhos para mim seriamente, um sorriso de canto surgindo em seus lábios. – Você me transformou em um homem mais feliz ainda. – Encostou sua boca na minha e mordeu o meu lábio inferior. – E agora, tudo o que eu mais quero é fazer amor com você e ficar aqui, deitado, com você nos meus braços. – Ele dizia tudo de forma pausada, virando-me e distribuindo beijos pelo meu pescoço, enquanto descia o zíper do meu vestido. Suas mãos massagearam os meus seios e eu fechei os olhos, sentindo sua respiração contra o meu pescoço, ficou assim por um tempo, até que decidiu tirar o meu vestido e eu o auxiliei com isso prontamente. – Digerindo que vou ser papai. – Sasuke começou a me guiar novamente para a cama, ficando por cima de mim de uma forma que seu peso não me incomodasse. – E que eu vou ter a mamãe mais bonita como minha parceira, como esposa, como mulher. – Distribuiu beijos por toda a extensão do meu pescoço e abriu o fecho do meu sutiã despreocupadamente, alisou um dos meus seios e beliscou o bico de forma demorada. Meus olhos já estavam fechados e eu já conseguia sentir sua ereção sendo pressionada contra mim; Sasuke provocava-me sem pudor algum. – Droga mulher, eu ainda não consigo entender o quanto eu te amo. – Murmurou. Sua boca agora descendo até a minha barriga e ainda com os lábios sob a minha pele, ele murmurou: – O quanto eu amo vocês.
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