Love Drunk

53 Segunda Temporada - Capitulo 6


Notas iniciais
Meu... Meu coração não aguenta tanta emoção, é sério!
1.007 comentários, é isso mesmo produção? Pra uma fanfic, que eu nem achei que iria passar dos 100? Sério, to me sentindo super honrada mesmo. Muito obrigada por tudo, obrigada à todos vocês... Até os leitores fantasminhas que não me dão o ar da graça u_u KKKKKK Obrigada por todas as recomendações, por todos os favoritos, por todos os reviews... Por tudo, eu não seria nada sem vocês. Love Drunk, não seria nada sem vocês então espero que estejam curtindo essa conquista junto comigo, porque essa é a NOSSA história, a nossa fic *-*
Não sei como agradecer, de verdade. Nada do que eu disser vai recompensar, nem demonstrar tudo o que eu to sentindo, porque seilá é muita coisa.
To pensando em gravar um vídeo... Acho que assim vocês iriam rir, porque eu me enrolo demais quando falo com uma câmera... Mas ai vocês decidem, querem que eu grave um vídeo ou não? LOL Vai ser uma merda, mas tá valendo KKKKKK
De qualquer forma, me respondam nos reviews e participem do grupo :3 Eu goxto de falar com vocês u-u
Boa leitura.
Quem leu isso aqui, comenta "Pudim" em alguma parte do review, só pra mim saber... E pensar que não fiquei no vácuo, sabe QQ uahsuahsua

Cocei a cabeça enquanto analisava o roteiro maldito que tinha que estudar para a “prova”. Já estava tarde, meus olhos estavam pesando e Sasuke ainda não havia chegado do trabalho. Cruzei as pernas sobre o sofá e lentamente fui me deitando... Ele havia esquecido do dia da Pizza, de novo.

- Será possível... Uma pessoa amar, apenas observando a outra por um espelho? – murmurei quase fechando os olhos. – Apenas me encontre... Por favor. – suspirei e me inclinei um pouco para colocar as folhas em cima da mesinha de centro, antes de me ajeitar novamente no sofá.

Quatro anos haviam se passado desde que eu havia me casado. Sasuke e eu havíamos comprado uma casa há dois quarteirões da casa dos meus pais (e dos dele), na verdade, a maioria de nós, vulgo cambada de doidos, morávamos perto e nos víamos com certa frequência.

Ino e Gaara haviam se casado e passado a lua de mel na Grécia... Oh que lindo. Neji e Tenten ainda namoravam, assim como Temari e Shikamaru... Itachi estava morando em um apartamento e às vezes Lily ia dormir por lá.

Mas voltando ao meu marido babaca, ele havia começado a trabalhar na empresa e cursava a faculdade no período da manhã, até ano passado (é ele já é um ser diplomado), e eu comecei a cursar Artes cênicas, porque é a única coisa que eu me dou realmente bem... Quer dizer, eu amo atuar. E como eu tinha começado um ano depois, porque não tinham mais vagas, comecei a trabalhar junto com a Mikoto e a minha mãe como estilista mirim, no ateliê delas... Ah, não contei que a Ino também cursa a faculdade comigo e trabalha no ateliê também.

Escutei a porta abrindo, mas não movi nenhum musculo já sabia quem era.

- Sakura? – a voz de Sasuke se pronunciou, enquanto ele se aproximava. – Está dormindo? – perguntou quando viu que eu não havia respondido.

- Quase... – murmurei e deu risada. – Se esqueceu de novo, não foi?

- Não, eu não esqueci. – Sasuke tocou meu rosto com a ponta dos dedos e em seguida me levantou parcialmente, para que pudesse se sentar no sofá e apoiar minha cabeça em seu colo. – Eu acabei tendo uma reunião inesperada, definitivamente a empresa está nas minhas costas e nas de Itachi... – murmurou acariciando meus cabelos. – Como você está?

- Cansada. – respondi quase dormindo. – A faculdade está puxada e os projetos no ateliê também, fora que vou ter que participar de uma peça para poder me formar... Serei delicada. – resmunguei rindo levemente.

- Você é delicada. – beijou a ponta do meu nariz e eu abri os olhos. Sasuke estava cansado, eu sabia disso. – Eu pedi as pizzas, daqui a pouco eles vão vir entregar. – comentou enquanto eu ficava de joelhos no sofá.

- Ainda bem que amanhã é quinta. – murmurei desfazendo o nó da gravata dele. – Assistir bastante filme, comer muita besteira e depois dormir até mais tarde, pra poder aproveitar o dia com você...

- Agora eu quero beju. – ele deu um sorriso e fez um bico. – Eu mereço, não é?

- Esqueceu a noite da pizza. – dei ombros e encostei meus lábios nos dele. – Acha que merece?

- Com toda a certeza. – ele me beijou e eu acabei me desequilibrando do sofá e caindo no chão. – HEY! – protestou erguendo os braços.

- Brother fui eu que caí! – reclamei encostando a cabeça no chão. – Me ajuda a levantar daqui ou será que eu vou ter mesmo que bater asas e sair voando? – MAS O QUÊ?

- Virou uma penosa agora, môr? – Sasuke estendeu a mão para mim e eu a peguei levantando em um pulo.

- Virei poxa, tipo pintinho amarelinho. – Mexi os braços como um pintinho mesmo, porque sou galaxýs (Gíria da minha autoria, créditos pfvr, ou não. Tudo nosso negada, tudo nosso). É uma gíria de merda, mas tá valendo.

- Mas você é gorda. – Sasuke falou ironicamente, fazendo com que eu lhe encarasse incredulamente.

- Vai se ferrar. – peguei uma das almofadas e joguei na cara dele.

- Você vai comigo? – ele se levantou arqueando uma sobrancelha. – Só vou se você for comigo. – cruzou os braços.

- Vai se ferrar! – mandei de novo, o empurrando no sofá e saindo correndo para a cozinha. – E se trocar, porque você cheira a papel e tinta de caneta.

- Oi? – ele deu risada. – To indo e quando eu voltar, eu já voltei.

- Cadê a lógica? – abri um dos armários e peguei um copo.

- Não existe lógica. – ele gritou do segundo andar. – Você tem o cabelo rosa e eu pareço o Edward Cullen!

- Essa foi sacanagem. – falei enquanto enchia o copo com água. – Não casei com uma fada mordedora! — acrescentei depois que bebi a água e coloquei o copo na pia. – O que os vizinhos devem pensar de nós? – perguntei enquanto me arrastava pelas escadas. Nós literalmente estávamos gritando, mas quem se importava?

Passei pelos corredores bem iluminados e parei em frente a porta do meu quarto, entrando no mesmo e me jogando em minha cama em seguida. Ouvi o barulho do chuveiro sendo ligado e logo em seguida a voz do Sasuke:

- Naruto comentou que uma vez viu a Sra. James falando que nós éramos jovens problemáticos. – ele falou – Perguntaram pra mim, se você estava grávida... – comentou como quem não quer nada.

- Que eu saiba, não. – cocei o olho. –Por que te perguntaram isso?

- Porque te viram comendo bastante esses dias. – Sasuke respondeu desinteressado. – Ou talvez porque nós estamos juntos há quatro anos e nada...

Fiquei pensativa depois disso, será que eu tinha algum tipo de problema?

- Não é a hora certa, ainda. – Sasuke desligou o chuveiro e minutos depois apareceu enrolado em uma toalha. – Quando tiver que ser, vai ser. – sorriu e eu tive que sorrir junto.

- Enquanto isso, a gente pratica. – me sentei e ele se aproximou de mim com um sorriso malicioso.

- Praticar é legal... – murmurou mordendo meu lábio inferior. – Não acha? – contornou meu lábio com a língua, antes de me beijar. Uma de suas mãos foi para a minha nuca, enquanto a outra me empurrava gentilmente contra a cama. Ele ficou por cima de mim, colocando cada perna de um lado do meu corpo.

- ah, eu acho sim... – murmurei quando ele deixou meus lábios e dirigiu os beijos ao meu pescoço. Enlacei minhas pernas ao redor da cintura dele e entrelacei meus dedos em seus cabelos úmidos. Sasuke voltou a me beijar vorazmente, nossas línguas se acariciavam e meio que dançavam, enquanto a mão (que não estava sustentando os seu peso), acariciava minha barriga por debaixo da blusa e subia em direção do meu seio esquerdo, o apertando logo em seguida.

- Acha? – ele sorriu entre o beijo e começou a tirar minha blusa. – Caralho. – praguejou indignado e mordeu meu maxilar. – Vamos deixar a pizza pra lá? – perguntou quando a campainha tocou novamente.

- Não mesmo. – resmunguei contragosto e Sasuke tentou me beijar, mas eu o empurrei sutilmente para que ele saísse de cima de mim. – É pizza. – justifiquei ao receber um olhar indignado.

- Você prefere pizza, a praticar? – a campainha tocou novamente e nós nos entreolhamos.

- Aham. – assenti e ajeitei minha blusa, antes de gritar um “Já vai”. – Depois continuamos isso, ok? – lhe dei um selinho, antes de me levantar e sair correndo escada a baixo. – AI CACETE! – bati o pé no sofá e saí mancando pra abrir a porta.

- Boa noite. – ele me encarou de uma forma estranha e eu tive que olhar para mim mesma, para ver se não havia esquecido ou colocado minha blusa errada.

- Boa. – franzi o cenho confusa.

- Acho que seu irmão pediu para que entregassem duas pizzas aqui. – ele falou dando um sorriso. Irmão? Cumé?

- Hein? – perguntei sem entender. – Eu não tenho irmão, moço. – completei enquanto ele pegava as pizzas dentro da bolsa, seilá o que é aquilo, mas ok. Caixa térmica? Talvez.

- Não tem? – ele perguntou franzindo o cenho. – Aliás, meu nome é Mike. – estendeu a mão direita.

- Sakura. – apertei sua mão. – Eu realmente não tenho irmão, Mike, então acho que você deve estar confundindo o endereço. – falei quando ele fez menção de me entregar às pizzas.

- Não, o endereço foi esse, olha. – ele enfiou a mão livre no bolso da jaqueta e puxou um papelzinho, o qual me entregou. – Viu?

- Ué. – falei lendo as informações. – É a minha casa. – concordei entregando-lhe o papel de volta. – Mas...

- Sakura, vai demorar muito? – Sasuke apareceu atrás de mim, só com uma cueca boxe preta.

- Você não tem roupa, não? – ignorei o que ele havia perguntado.

- Como se você não tivesse... Er... pague as pizzas e entre logo. – ele pareceu notar o Mike e estreitou os olhos. – E aê cara.

- Fala Sasuke. – Mike o cumprimentou.

- Vocês se conhecem?

- Toda quarta eu compro pizza lá, esqueceu? – Sasuke revirou os olhos. – Mas nunca foi você que veio entregar. – Mike assentiu.

- É, cara... – ele comentou pensativo. – Devia ter vindo antes, assim conhecia a sua irmã. – Mike olhou para as minhas pernas e Sasuke num gesto rápido me puxou para trás de si, ficando em minha frente.

- IRMÃ? – praticamente rosnou. – Sakura é minha esposa, Mike. – acrescentou seriamente. – Minha. – enfatizou.

— Sua? – Mike arqueou uma sobrancelha.

- Sakura vai buscar o dinheiro. – Sasuke me empurrou gentilmente pra longe da porta. Ele não estava nem aí por estar somente de boxe na porta de casa. – Vai, vai.

- Mas...

- Amor, pega o dinheiro. – ele sorriu e me empurrou novamente.

- Ogro. – protestei cruzando os braços e indo buscar o dinheiro em cima da estante. Eu estava sendo tratada como uma marionete, e se algum vizinho ver o Sasuke daquele jeito na porta de casa?

Aquele babaca vai ser tachado de Gay e depois vai ficar reclamando.

- Cadê a droga do dinheiro? – perguntei sem encara-lo, enquanto procurava debaixo de uma agenda. – Sasuke onde...

- Dentro da agenda. – ele me respondeu e eu bufei com os lábios, abrindo a agenda delicadamente e... Mentira, eu a sacudi mesmo porque não tenho paciência pra ser delicada.

O dinheiro caiu e eu acabei batendo a mão em mim mesma, porque tentei pega-lo no ar. Sou muito ninja, cêis sabem né?

Voltei para a porta e Sasuke não permitiu que eu entregasse o dinheiro ao Mike, que em momento algum me encarou.

- Tenham uma boa noite. – Mike falou entregando as caixas na mão de Sasuke, que as colocou em meus braços.

- Vamos ter. – Sasuke sorriu rapidamente e fechou a porta.

- O que foi isso? – perguntei arqueando uma sobrancelha e ele fez uma expressão inocente.

- Isso o quê? – meu marido deu ombros e se dirigiu ao sofá, sendo acompanhado por mim. – Eu não fiz nada. – ergueu as mãos em autodefesa. – Você que prefere comer, a praticar. – encarou minhas pernas e depois os meus olhos.

- Lógico. – coloquei as pizzas em cima da mesinha de centro e ele deu risada. – Que foi? – rosnei. Ele se levantou, e em seguida me puxou pela cintura.

- Praticar é mais legal. – rebateu.

- Por que é mais legal? – estreitei os olhos e ele mordeu o lábio inferior.

- Porque praticando, quem come sou eu. – sussurrou próximo ao meu ouvido e eu arregalei os olhos.

- COMO VOCÊ É TROUXA. – o empurrei sentindo minhas bochechas corarem. – Sasuke! – dei um tapa em seu braço, mas ele continuou dando risada.

- Depois de todo esse tempo, você ainda continua corando. – Sasuke passou a mão no braço em que eu havia batido. – E seus tapas continuam doendo, que isso mulher!

- Cala a boca. — mandei revirando os olhos.

- Só porque você quer, não é? — ironizou cruzando os braços, como eu havia feito anteriormente.

Pobre Sasuke, depois de tanto tempo ainda não aprendeu que de nós dois, eu é quem tenho as melhores respostas.

- Então continua falando. – rebati cutucando ele.

- Continuo mesmo. – Não disse que ele é idiota?

- Obrigado por me obedecer empregado, agora vai buscar os refrigerantes que eu to com fome. – me joguei no sofá e Sasuke ficou sem reação. – Anda logo, depois disso eu quero uma massagem.

- Você continua a mesma idiota de sempre. – Sasuke resmungou marchando para a cozinha.

- Eu sei. – respondi me deitando no sofá e colocando uma almofada sobre a barriga. – Amor, quando você vai me dar um pônei? – brinquei colocando a almofada por baixo da minha blusa.

- Quando cavalos voarem. – Sasuke respondeu, mas eu não disse mais nada. Acabei ficando concentrada em observar a minha barriga de almofada. – O que você tá fazendo? – perguntou curioso quando me viu dessa forma. Depositou os copos e os refrigerantes na mesinha e se ajoelhou ao meu lado, também observando a minha barriga fofa (trocadilho tosco, eu sei). – Ficou com o que eu disse na cabeça, não é? – murmurou segurando a minha mão.

- Será que um dia minha barriga vai ficar desse jeito? – perguntei curiosa.

- Vai ficar maior. – Dei risada. – E você vai comer por três. – brincou me dando um beijo na bochecha.

- Não vou não. – fiz manha e depois mordi o lábio inferior. – É, vou sim. – concordei após algum tempo e tirei a almofada de dentro da minha blusa.

Sasuke se levantou, escolheu um filme (porque era a vez dele), apagou a luz e se jogou em cima de mim no sofá.

- Seu gordo! – protestei. – Sério, não to conseguindo respirar. – dramatizei e ele resmungou algo que eu não entendi, antes de inverter as posições, me deixando deitada por cima dele.

- E eu tenho obrigação de conseguir respirar, né?

- Tá me chamando de gorda? – tentei encara-lo.

- Claro que não. – Sasuke respondeu em um tom falso. – Você só parece uma bolacha. – comentou em um murmúrio.

- É biscoito, tio. – retruquei suspirando. – Biscoito.

- É bolacha, tia. – Desnecessário discutir por isso, né? Todo mundo sabe que é biscoito. – Quantas vezes vou ter que dizer? Só frescos usam o termo biscoito.

- Vou fazer você engolir um pacote de biscoitos... Com a embalagem. – ameacei em um tom suave, pra falar a verdade, eu nem havia alterado o tom de voz desde quando nós começamos com isso.

- Você é tão delicada quanto um trasgo, sabia? – Sasuke disse com sarcasmo.

Ok, ele feriu meus sentimentos.

Me apoiei o máximo que pude e o encarei, colocando meu cabelo atrás da orelha porque ele insistia em cair sobre o meu rosto toda hora.

- Você não vai com a minha cara? – estufei as bochechas igualzinha ao Kiko.

- Só um pouquinho. – deu um sorriso de canto. – Não estufa essas bochechas, fica parecendo um biscoito. – ficou sério novamente.

- Não vou discutir isso com você. – me deitei novamente.

- Ótimo. – Sasuke concordou. – Agora tila’ casaco e coloca casaco. – murmurou e eu lhe dei um beliscão. – AI!

- Calado. – mandei e dessa vez, ele obedeceu. – Obrigado, Sebby. – provoquei com um sorrisinho maldoso.

- Ainda vou te ganhar nessa. – disse determinado.

- Ganhe de mim, se puder... Meu doce Uchiha. – Isso era pra soar como uma frase desafiadora, tipo aquelas de filmes, sabe? Mas quem disse que foi isso que ele pensou?

Cara, eu sou inocente! Vocês sabem disso.

- Sou doce é? – perguntou maliciosamente, enquanto passava a mão pelas minhas pernas.

- Sasuke, cala a boca. – mandei sentindo minhas bochechas corarem novamente. – Você é muito tarado, sabia?

- Dessa vez a culpa não foi minha. – se defendeu. – Você que começou...

- Tá, tá. – tentei me concentrar e descobrir qual era o filme. – KARATÊ KID? – protestei quando me dei conta.

- É legal. – Sasuke mexeu os ombros. – Agora não protesta e cala a boca, porque eu to certo e você tá errada. – acrescentou.

- Mas...

- Xiu. – e eu não tive escolha, a não ser ficar em silencio.

Sabe por quê?

Porque se eu retrucasse, ele iria usar a minha resposta contra mim... E isso não é legal, amigos, não é legal.

- Sasuke? – chamei após algum tempo.

- Eu?

- A gente não comeu a pizza ainda. – respondi sentindo meu estomago roncar.

X-X-X

No próximo capitulo....

Sabe o que é o destino?

Um grande filho da puta, que joga na tua cara que a felicidade não dura pra sempre e que nem tudo o que você quer esquecer, vai se esquecer de você. É, esse é o destino.

- Saky, não olhe agora, mas eu acho que aquele ruivo ali é o... – Ino começou e eu me virei para ver o que ela tanto observava.

- Sasori. – completei sem acreditar. – Mas que merda é essa? – olhei para cima procurando alguma explicação. Claro, que essa não veio.

- Vamos sair daqui. – Ino segurou meu braço e iria me puxar para longe, quando o ruivo nos viu e arregalou os olhos surpreso. – Cacete! – praguejou enquanto nós saíamos o mais rápido que podíamos do corredor que ele estava.

- SAKURA! – Sasori gritou e eu parei, mesmo que não quisesse. Ino me puxou pelo braço e me disse algo que não consegui entender, pois agora, eu estava encarando os olhos cinzentos da pessoa que antes era um dos meus melhores amigos. – Eu não acredito que você... – ele começou, mas eu o interrompi.

- O que você tá fazendo aqui? – perguntei rudemente. – Que saco, Sasori, será que você não vai me deixar em paz?

Notas finais
Continua...
Leiam as notas iniciais, sim? *-*
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