Love Drunk
52 Segunda Temporada - Capitulo 5
Notas iniciais
Eu voltei a estudar e está sendo MUITO corrido, tipo, só conseguia escrever 100 palavras por dia, bugado isso né?
Duas semanas escrevendo (reescrevi esse capitulo 3 vezes), não sabia como colocar, o colégio me irritando profundamente... Mas finalmente consegui voltar aqui *-*
Obrigado pelos 21 comentários, to surtando... Sério. Eu tenho que responder os anteriores... Gente, não me odeiem por isso, eu leio TODOS mesmo, só não tenho tido tempo de responder =/
Espero que gostem, porque depois desse capitulo as coisas vão mudar rçrçrç ~lê mistério~
AH, postei uma fic chamada "How To Love", e ela é SUPER diferente de LD, mas continua na pegada da comédia romântica *-* Se der, deem uma lida e me digam o que acham -*
Boa leitura.
Quando ele descobriu os meus olhos, deixei com que meu queixo caísse lentamente deixando a boca entreaberta. Estávamos dentro de uma embarcação extremamente luxuosa que mais parecia um restaurante flutuante. As paredes e o teto eram de vidro, dando uma ampla visão do céu estrelado e do Rio – que mais tarde, descobri ser o Rio Sena -. As mesas eram redondas e sobre elas se estendiam toalhas brancas, com cadeiras com o revestimento vermelho, de aparência extremamente confortável. A iluminação era composta por um conjunto de luminárias arredondadas, que eram posicionadas de forma que deixasse o ambiente pouco iluminado, de forma romântica.
- Sei que gostaria de jantar no Jules Verne¹, mas quis fazer algo diferenciado. – Sasuke murmurou próximo ao meu ouvido, enquanto entrelaçava nossas mãos.
Não respondi, estava tão compenetrada em observar tudo que só notei que uma moça havia começado a nos guiar em direção a uma mesa, quando Sasuke apertou minha mão levemente. Ele estava conversando com ela em francês, até que ela assentiu e sorriu nos deixando sozinhos.
- Aconteceu algo? – Sasuke perguntou puxando a cadeira para que eu me sentasse. A mesa era ao lado da parede de vidro, nos dando uma visão privilegiada. – Sakura? Você tem medo de cruzeiros? – perguntou apreensivo. – Se tiver, nos podemos sair antes dele começar a se movimentar e... – desviei o olhar da janela e o encarei, ele realmente estava preocupado.
- Sasuke. – levantei-me da cadeira e o abracei fortemente. – Só estou encantada com tudo isso, você realmente não existe. – beijei a linha de seu maxilar e depois lhe dei um selinho demorado.
- É porque eu tenho a esposa perfeita para surpreender. – ele murmurou apertando as mãos em volta da minha cintura. Senti minhas bochechas esquentarem.
- Você devia ter me dito que iriamos vir a um lugar assim. – comentei tentando fazer com que ele não visse meu certo constrangimento. – Não viria assim, de um jeito tão informal e...
- Não me obrigue a dizer o quanto está maravilhosa, mulher. – ele revirou os olhos e eu dei risada. – É sério. – acrescentou.
- Ok, ok. – ergui as mãos e ele riu. Senti que havíamos começado a nos movimentar e olhei para Sasuke confusa.
- Eu disse que podíamos ir embora, antes que começássemos um cruzeiro pela cidade. – ele explicou sorrindo de canto.
- Você definitivamente pensa em tudo. – coloquei uma mecha do cabelo atrás da orelha.
- Isso me faz ser o melhor homem do mundo. – Sasuke disse convencidamente.
- Só um tanto surpreendente. – revirei os olhos e apoiei o cotovelo na mesa.
Ele deu risada mais uma vez e uma música calma, parecida com Jazz começou a tocar.
- Quando é que vou receber um elogio descente seu, hein? – perguntou de brincando, enquanto um garçom vinha nos servir o vinho tinto.
- Acredita que eu nunca jantei com alguém, antes? – falei vendo minha taça ser preenchida pelo vinho. – Não dessa forma.
- Em um barco? – ele perguntou arqueando uma sobrancelha.
- Não. – sorri para o garçom em agradecimento e peguei minha taça, bebericando um pouco do vinho. – Nunca saí para jantar com alguém, sinta-se honrado. – pisquei.
- Oh, que honra. – ele colocou uma mão sobre o peito e inclinou a cabeça levemente. – Essa música é realmente muito boa. – comentou quando me viu fechar os olhos e começar a balançar a cabeça levemente.
- Espera, escreveram essa música pra mim. – Sasuke comentou cético. – Estou viciado no amor, porque ele tem gosto de chocolate.
- E brilha como perolas. – acrescentei balançando a cabeça e observando a paisagem. – Pera, a música não tem nada haver com isso. – o encarei arqueando uma sobrancelha.
A entrada foi servida, e mais um pouco de vinho foi colocado nas taças. Era salada, com tomate, cebola (que eu deixei de canto, porque odeio cebola. Me julguem) e mais algumas coisinhas que não sei dizer quais eram. Sasuke e eu conversamos um pouco, antes de ficarmos em silencio. Como sou uma ogra da vida, terminei primeiro e fiquei tentada em observa-lo. Ele agia de forma tão delicada e mesmo assim tão máscula, que eu suspirei sem querer.
“Que tipo de reação é essa, Sakura?” – perguntei para mim mesma, enquanto balançava a cabeça lentamente e franzia o cenho. Do lado de fora, algumas pessoas caminhavam sobre uma ponte que nós iriamos passar por baixo, o que deixou o ambiente mais escuro.
Uma mão relativamente gelada repousou sobre a minha, apertando-a levemente e eu levantei direcionei meu olhar para o meu marido, que me encarava de forma intrigante.
- O que está pensando? – ele murmurou curioso.
- Eu apenas – comecei, mas fui interrompida pelo garçom que veio nos trazer o prato principal.
- Profitez de l'Aligot, seigneur et dame. Vous voulez plus de vin? – o garçom perguntou, enquanto outro retirava os pratos já vazios.
- Merci, mais pas la peine. Nous avons encore une bouteille pleine, mais peut-être plus tard, un peu de Champagne. – Sasuke respondeu e eu entendi algumas coisas. Obrigado e Champagne.
- Et vous pensez déjà à propos de dessert? – ele perguntou novamente, pegando um bloquinho de notas. Dessert? Degustar? COMER? Hum, Penset é pensar, certo?
Aprendam Francês com a Sakura aqui, sou a melhor professora que existe.
- Je pense Quiche Lorraine et deux portions de pâtisserie du jour. – Sasuke respondeu pegando a taça com a mão livre. – Merci. – agradeceu mais uma vez e eles se retiraram.
- Comer o que? – perguntei confusa. – E o que é isso? – acrescentei encarando a coisa amarelada em meu prato.
- Isso se chama Aligot, é um purê de batatas com queijo e isso em cima é filé de frango, apenas para acompanhar. Não pedi algo complexo, porque as comidas francesas são realmente diferenciadas das brasileiras. – franziu o nariz.
- Tipo? – perguntei curiosa.
- Lesmas. – fingiu um calafrio. – Mas temos essa porção de comida, além do Aligot, que pra falar a verdade é meu prato favorito, temos Frango ao vinho e uma porção de saladas e legumes com Rémoulade, que é um molho cremoso feito à base de gema de ovo, mostarda e anchovas.
- Como você sabe tanto? — perguntei impressionada.
- Quando eu tinha 13 anos, meus pais me mandaram para a casa de uma tia aqui em Paris, ela tem uma padaria, que cuida dedicadamente. — começou afagando as costas da minha mão e em seguida a soltando delicadamente. — Lembro-me que não sabia dizer um 'olá' em francês e fiz o máximo que pude para evitar a viagem, mas quem disse que consegui? — deu risada.
- E por que seus pais fizeram isso? — perguntei pegando um garfo e comecei a comer distraidamente. Ué, isso é bom.
- Porque eu estava me tornando uma pessoa mimada, assim precisava de uma lição e o castigo foi vir para a França ajudar minha tia Molly, que não tem condições luxuosas iguais aos dos meus pais, pois ela prefere a simplicidade.
- E aí? – perguntei interessada.
- Fui escravizado. – ele respondeu dando ombros e comeu um pouco. – Minha tia me forçou a aprender a falar francês, a ajuda-la na cozinha (isso não deu muito certo), a atender clientes na padaria e consequentemente, eu fui obrigado a decorar tudo o que tinha lá para poder fazer um trabalho descente. Ah, aquela velha maluca me torturou. – acrescentou estreitando os olhos e rindo logo em seguida.
- Ela te colocou na cozinha? – perguntei surpresa. – Nem me conte o caos que você fez. – bebi o resto do meu vinho.
- Que nada, eu só acabei derrubando um saco de farinha enorme em cima de mim mesmo. – balançou a mão displicentemente. – Quebrei mais de uma dúzia de ovos e deixei alguns baguetes queimarem e passei troco errado diversas vezes, dando um tremendo prejuízo. – comentou pensativamente. – Ah e claro, a velhota me deu uma vassourada na cabeça... Amor, aquilo doeu tanto. – lamentou-se, fazendo com que eu desse risada.
- Amor você queimou baguetes! Tem noção de quão maldoso isso foi? – revirei os olhos. – Isso é feito de queijo, Paris eu te amo! – exclamei comendo mais um pouco do meu Aligot e depois um pedaço do frango. – Sério, eu amo queijo!
- Achei que você me amasse. – Sasuke resmungou contrariado enquanto comia um pouco da própria comida. – Fui trocado por queijo. Pour un fromage facile!
- Não foi fácil. – recrutei e ele me encarou confuso.
- Ser trocado por queijo? – perguntou franzindo o cenho. – Eu casei com um Hamister?
- Cala a boca. – tentei me fazer de séria. – Você que está confundindo tudo.
- Diz que me ama. – ele formou um bico.
- Eu te amo. – respondi.
- E eu queria te beijar, mas tem uma garrafa de vinho e uma mesa entre nós. – ele suspirou. – Então vamos beber.
O resto do jantar foi normal, continuamos conversando, comendo e dando risada de alguma historia maluca que um de nós contava. Passamos por toda a cidade e eu finalmente pude ver a torre Eiffel, tão bonita e brilhante, tão encantadora que me vi sorrindo sem motivo aparente.
Seria o maior sorriso que eu teria dado a noite toda, se não tivesse chegado um momento tão legal.
Qual é, uma gorda deve fazer gordices.
Ai chegou a hora da sobremesa... Já disse que amo Paris? Já disse que Paris me deixou gorda? Não?
Poxa, uma torta muito boa (com bacon, hum) e um sorvete tão gostoso que me deu dó de comer... Os quatro que peguei – hehe, tenho que aproveitar -.
- Merci de participer à la croisière, j'espère que vous avez eu un agréable moment et à chaque fois que vous voulez, monsieur et madame. – a mesma moça que havia nos recepcionado, nos acompanhava até a saída do navio, barco, iate, mansão... Não, o ultimo não.
- Nous apprécions cela. – Sasuke respondeu enquanto eu enlaçava meu braço ao dele.
- Cela? Nós vamos ser presos? Você não pagou a conta? – perguntei assustada.
- Elle ne parle pas français. – Sasuke falou para a moça que nos encarava confusa. – Somente agradeci, amor, não se preocupe. – respondeu tentando conter uma risada.
- Eu preciso ir pra casa da tia Molly. – murmurei quando saímos e começamos a caminhar calmamente.
- Ela tem métodos eficientes. – ele apoiou a cabeça em meu ombro. – Gostou do passeio? – perguntou.
I remember what you wore in our first day
You came into my life and I thought
"Hey, you know, this could be something"
Eu lembro o que você usou no nosso primeiro encontro
Você entrou na minha vida
E eu pensei: "Ei, sabe, isso pode dar em alguma coisa".
- Eu amei. – sorri, mesmo que ele não pudesse ver. – Eu não sabia que existia esse tipo de coisa. – coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha e ele desvencilhou seu braço do meu, indo parar na minha frente. – Caminhar de costas faz mal. – comentei balançando a cabeça.
- Não tem problema. – Sasuke parecia animado, seus olhos brilhavam de uma forma diferente. – Tá afim de pegar um taxi? – perguntou olhando o relógio rapidamente. – Ou correr?
- Correr? – perguntei estranhando.
(PS: Os acontecimentos a seguir, só ocorrem no dia 14 de Julho, em decorrência de um evento que acontece na França... Mas para a beleza da fic, e para que eu consiga desenvolver minhas ideias irei modificar um pouquinho de nada rçrç Agora chega do momento guia turístico, e vamos voltar à fic).
- São quase onze horas e eu ouvi alguém comentando que teria um show de fogos de artificio na Torre Eiffel e...
- Vamos correndo. – falei animada, enquanto me apoiava nele e começava a tirar os saltos, os segurando nas mãos. – Quê?
- Vai descalça? – Sasuke perguntou quando tirei os sapatos e segurei em sua mão novamente.
- Achou mesmo que eu ia correr de salto? – arquei uma sobrancelha e ele pareceu refletir por um momento, antes de começarmos a correr. – Temos quanto tempo pra chegar lá? – perguntei após um tempo.
- 8 minutos. – Sasuke respondeu dando um sorriso de canto. – Ou não apreciaremos o show de perto...
- Correr por essas avenidas virou graça, né?
- Talvez. – respondeu ele me puxando para viramos em uma avenida. – Você realmente me faz cometer loucuras. – deu um sorriso de canto, quando paramos em um semáforo.
'Cause everything you do and words you say
You know that it all takes my breath away
And now I'm left with nothing
Porque tudo o que você faz e as palavras que você diz
Você sabe tudo isso me deixa sem ar
E agora eu estou sem nada
- Ou talvez nós sejamos os loucos. – sorri de volta, sentindo meu coração palpitar. – E a cidade nos inspira... – comecei, mas ele me puxou para atravessarmos a avenida correndo quando tivemos chance.
- Tudo nos inspira. – ele me interrompeu e eu tive que concordar com isso.
Será que isso continuará por muito tempo? Será que enfrentaremos a loucura juntos, como eternos adolescentes?
Argh, será que todo esse amor que eu sinto um dia vai acabar?
Eu não quero que acabe...
Passamos por uma multidão que também ia para a torre e depois de uns minutos, nós estávamos em frente a ela, no meio de uma aglomeração.
- Será que tem como ficar mais bonita? – murmurei apertando a mão de Sasuke, enquanto encarava o show de cores à minha frente. – Sasuke, por que Paris? – perguntei me virando para o moreno, que me olhava com o rosto meio inclinado.
- Porque além de ser um lugar belo, é um lugar especial pra mim. – os olhos dele brilhavam mais que o normal. – E eu queria compartilhar isso com você, porque você também é importante. – tocou meu rosto. – Eu te amo muito, sabia? – murmurou aproximando seu rosto do meu.
- Obrigado por compartilhar isso comigo. – senti seu nariz roçar ao meu. – Eu também te amo. – murmurei encostando meus lábios nos dele.
I remember every look upon your face
The way you roll your eyes, the way you taste
You make it hard for breathing
'Cause when I close my eyes and drift away
I think of you and everything's ok
I'm finally now believing
Lembro-me de cada olhar ao seu rosto
O seu jeito de revirar os olhos, o seu sabor
Você torna difícil respirar
Porque quando eu fecho os olhos eu vou longe
Penso em você e tudo fica bem
Agora finalmente eu estou acreditando
Fechei os olhos e logo a língua dele pediu passagem para iniciar um beijo calmo. Entrelacei meus dedos entre os cabelos negros, massageando sua nuca, enquanto ele pressionava as mãos em minha cintura e me puxava para si.
Os show de fogos havia começado e a explosão repentina fez com que interrompêssemos o beijo.
- Wou! – falei encarando céu que a cada explosão ficava cada vez mais colorido. – Estou parecendo uma criança, né? – olhei para o moreno, que olhava para cima tão ou mais atento do que eu.
- Oi? – me encarou perdido.
- Nada. – apoiei minha cabeça no peito dele e olhei para cima novamente. – Idiota. – sorri de canto.
Maybe it's true that I can't live without you
Talvez seja verdade que eu não posso viver sem você.
5 Dias depois...
- Eu devia mesmo ter deixado você fazer compras? – Sasuke perguntou indignado.
- Só levei uma mala. – revirei os olhos. – Precisava comprar alguma coisa pra vestir e comprar lembranças. – acrescentei como se fosse obvio.
- E duas malas, se multiplicaram e viraram sete? – disse novamente, depositando cinco malas no chão.
- Uma das que você tá carregando é de mão. – continuei arrastando as duas malas bem menores do que as que ele estava levando.
- Jura? – recrutou ironicamente. Respirei fundo e peguei uma das malas que ele carregava, juntando com as que eu já levava e passei pelo portão de desembarque, o deixando para trás. – Sakura!
- Não escuto, não sou mico, meu ouvido não é penico. – cantarolei procurando algum conhecido. Havíamos acabado de voltar de viagem, saudades Brasil, saudades. – LILY! – gritei fazendo a ruiva, que estava com fones de ouvido particularmente grandes, olhasse em minha direção e abrisse um sorriso enorme.
- SAKURA! – gritou correndo em minha direção e me abraçando. – INO! – e foi então que eu notei a porca, o Gaara, o Itachi, a Hinata e o Naruto.
- TESTUDA! – ela falou animada, praticamente pulando em cima de mim e fazendo com que eu soltasse as minhas malas, que caíram nos pés da Montez.
E depois disso fui sufocada por uma sessão maluca de abraços, que estavam atrapalhando o fluxo de pessoas, mas isso não importa no momento, estou com os meus putos.
- Encontraram a Nana? – Sasuke perguntou quando nós dirigíamos para a saída do aeroporto. Agora ele estava mais feliz, já que cada um dos meninos estavam ajudando a levar as malas inclusive as que eu carregava antes.
- Aaaaaaaah. – Hinata se pronunciou coçando a nuca e dando um sorriso amarelo. – Acredita que aquela maluca havia se prendido no banheiro e ficou dizendo que nós que havíamos feito isso? – revirou os olhos.
- Ela é louca. – Naruto complementou. – Estávamos o tempo todo na pista, eu bebi tanto que nem sabia como tinha chegado em casa, quanto mais armar um plano ou...
- Plano? – perguntei estreitando os olhos. – O que vocês fizeram, hein?
- Somos inocentes. – Gaara falou rapidamente. – Eu não sei de nada, eu estava bêbado e o Kankuro me levou a base de porradas pra debaixo do chuveiro. – acrescentou como se aquilo fosse evitar a minha desconfiança.
- Essa parte do Kankuro é verdade. – Itachi se pronunciou. – Nós havíamos ido dormir na casa dele e foi uma tragédia...
- Se vocês não tivessem... Ah, se todos, menos o Itachi que não fica de ressaca nem que beba a cachaça mais forte do mundo, não tivessem morrendo de dor de cabeça poderíamos ter fugido da sessão tortura dos Sabaku’s. – Lily estremeceu. – Porque fomos pra lá mesmo?
- Acho que foi a primeira opção. – Ino murmurou enquanto colocavam as malas no taxi. – Gaara que gritou para que fossemos pra lá, logo depois de gritar algo parecido com suruba. – olhou mortalmente para o ruivo, que se encolheu.
- Vocês estão fugindo do assunto. – coloquei as mãos na cintura. – Como armaram pra ela, hein?
- Foi fácil, sua prima é uma anta. – Naruto respondeu prontamente, fazendo com que eu desse um sorriso vitorioso.
- Eu vou colar a tua boca com super bonde, seu loiro babaca. – Hinata deu um tapa na cabeça dele. – Era pra ser surpresa.
- E como pretendia fazer isso? – Sasuke perguntou revirando os olhos. – Nós ligaram perguntando sobre o bacalhau oxigenado, tem noção do quão confuso isso foi?
Eles ficaram em silencio por um momento e depois Ino se pronunciou:
- Foi tudo culpa do Deidei, ele que armou tudo e que deu a ideia de jogarmos vinho na Nana, porque ela tinha confundido ele com uma mulher e criticou o cabelo dele. Sabe como meu irmão é sensível em relação a isso. – balançou a mão displicentemente.
- Menina eu lembro da vez em que falamos que o cabelo dele parecia o da Tifanny. – falei gesticulando como aquelas garotas frescas. – Ele quase raspou o meu cabelo! – acrescentei indignada. Eu gostava do meu cabelo.
- Ele quase raspou o próprio cabelo! – Ino revirou os olhos. – Dá pra acreditar naquele viado?
- Se o Deidara te ver falando dele desse jeito, vai enfiar sua cabeça num vaso. – assenti. – Lembra daquela...
- Depois daquela vez, ele fez isso mais três vezes. – Ino engoliu em seco. – Precisei apelar pra Mamãe.
- Não estamos fugindo do assunto? – Sasuke perguntou confuso.
- Que assunto amor? – perguntei estranhando. – Estamos falando do cabelo do Deidei, do que mais poderíamos falar?
- É Sasuke, do que mais poderíamos falar? – Ino revirou os olhos e me puxou pela mão. – Vamos fofocar amiga. – disse empolgada, enquanto me guiava para dentro do taxi.
Não estou esquecendo de nada, não é?
Mas... Por que será que eu tenho a sensação de que fui enrolada? Ah, deve ser só suspeita mesmo.
Eu sou um gênio e gênios não são enrolados... Não é?
4 anos depois...
Notas finais
Leiam How To Love, ou eu cancelo Love Drunk u_u .... Mentira, mas leiam, sério é bem legal *-*
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