Love Drunk
61 Segunda Temporada - Capitulo 14
Notas iniciais
Notas:
Coelhinho da Páscoa o que trazes pra mim?
Um ovo, dois ovos, três ovos assim ♪
Uooooooou, eu nem demorei, hein, hein u-u Primeiramente desejo uma feliz páscoa e que vocês ganhem muitos chocolates por mim ♥ E Segundo, vim dizer que... Eu acho que a fic vai ter em média mais 10/12 caps e vai acabar =/ ~COMO ASSIM??~Bem, não é certeza ainda, mas eu já separei os tópicos que preciso abordar e eu não achei que são taaaaaaaaantos, como eu gostaria SUAHUS Mas não precisam se preocupar, quando eu tiver uma certeza de quantos capítulos faltam, eu aviso, como eu fiz na primeira temporada.
Espero que gostem e que curtam bastante esse feriadão, heeein! *-*
Boa Leitura.
– Ta... O que? — Ino me perguntou, nós estávamos conversando enquanto andávamos em direção à ultima aula. — Vadia sortuda. — acrescentou animada.
– Muito que me ama — comecei a rir. — Agora parece que nada aconteceu e ele fez o almoço, acredita?
– Sasuke Uchiha aprendeu a cozinhar, isso sim é um milagre divino — começou a rir também.
– Querida, isso você sempre foi — alfinetou-me — Sua mãe estava me contando sobre o festival, estamos ferradas — pude ouvi-la suspirar.
– Mikoto nos contou sobre ele, vai ser cansativo, mas é uma causa boa, não?
– Melhor ainda vai ser a After Party, já posso ouvir os tuts tuts– a loira disse animada — Ino ergueu os braços e começou a balança-los. — Solta o som DJ — começou a dançar e eu a acompanhei.
– Solta o som que é pra me ver dançando. – balancei os cabelos.
– Porque você vai ficar BA-BAN-DO! – Ino tentou imitar a coreografia. – Agora chega porque somos pessoas normais. – ajeitou os cabelos e continuou a andar como se nada tivesse acontecido.
– Depois de todo esse show a Sra. Sabaku sai desfilando como se nada tivesse acontecido – comecei a narrar – Ela se acha diva demais para se importar com uma pobre jornalista de cabelo cor de rosa.
– Senhora é a vossa senhoria. – Ino se virou para mim, incorporando a maior personagem mimada que eu já havia visto. – Não tenho tempo para dar entrevistas, tenho uma peça importante para representar.
– Me conte sobre sua peça – insisti e ela revirou os olhos.
– Não tenho nada a lhe contar, se quiser saber sobre a peça – Ino parou dramaticamente. – Compre um ingresso, agora vá para longe seus cabelos me dão nos nervos.
– Ino, se eu realmente fosse uma repórter – a encarei com os olhos cerrados. – Eu ia dar tanto na tua cara, que você ia precisar de 36 cirurgias pra reconstruir seu rosto. – ela arregalou os olhos assustada. – Mas até que foi uma boa representação, parabéns. – sorri gentilmente e depois comecei a rir.
– Psicopata – foi tudo o que ela disse antes de me acompanhar. – Agora vamos logo pra sala, já estamos quase atrasadas.
– Chegar atrasada faz parte – a loira havia começado a correr e só parou quando chegamos em frente a sala.
– Ter que sentar do lado do Akasuna faz parte. – piscou pra mim e se sentou numa das primeiras e UNICAS cadeiras. – Até depois – acenou e eu pude ver que o único lugar vago era ao lado do... Argh.
– Eu vou te estrangular – falei entredentes e ela deu um sorriso amarelo.
– Senhorita Uchiha, poderia se sentar? – a professora perguntou calmamente. – Temos que começar a aula sobre expressões faciais. – assenti e contra a minha vontade fui até o lugar que restou – sorte que é na parede- e coloquei minhas coisas em cima da mesa, não me atrevi a olhar para o lado porque o bonde estava passando.
Ok, parei com a minha fase funkeira.
–Bom dia colega – Ignora Sakura, ignora. É só mais um fantasminha não-camarada. – Vai ficar nessa até nos formarmos?
– Por que logo a sua faculdade teve que vir fazer parceria com a minha? – o olhei de forma sarcástica.
– Porque almas gêmeas tendem a ficar juntas. – Sasori piscou e virou-se para frente, me deixando sem reação. Babaca.
Peguei meu caderno e comecei a rabiscar a ultima folha, totalmente desinteressada com a aula teórica.
– Uchiha? – ouvi a professora falar e não dei muita atenção. – Uchiha?
– Sasuke será que dá pra responder a professora logo? – reclamei em voz alta. – Oh droga. – levantei o rosto e vi todos da minha turma me encarando.
– Professora, eu acho mais fácil você chama-la de Haruno – olhei para o lado e vi Sasori falando like a miss simpatia. – Ela vai responder mais rápido em vez de associar ao marido.
– Vadia ruiva – murmurei entredentes. – Me desculpe professora, eu estava distraída e...
– Eu gostaria que você interpretasse algumas cenas aqui na frente. – ela disse seriamente e eu me levantei. – Mas acho que devo passar a chance para o senhor Akasuna. – Sasori se levantou dando um sorriso petulante.
– Com todo o prazer – Sasori ficou em pé e me encarou piscando um dos olhos em seguida.
– Você me paga – murmurei só para que ele ouvisse e então chutei-lhe a canela.
Ele fez uma careta e até que disfarçou muito bem, cretino.
– Vou arrastar a cara dele no asfalto – falei irritada enquanto saíamos da sala. – Ino se eu... Me segura porque eu vou matar – estiquei as duas mãos na intenção de agarrar no pescoço de Sasori, quando este passou por nós. E ela me segurou pela cintura, fazendo um verdadeiro esforço para me segurar.
– Algum problema? — a caipora se virou pra mim com as sobrancelhas arqueadas.
– Você! – apontei pra ele – Você é o problema, seu bastardo!
– Acho que com esse problema eu não posso te ajudar. – Sasori sorriu de canto. – Acho melhor tomar uns calmantes, tá precisando. – e então deu as costas e saiu andando como se nada tivesse acontecido... De novo!
– Se controle mulher – Ino me deu um tapa no braço. – Você tem que vence-lo de outra forma.
– Qual? – perguntei frustrada. – Se eu deixar, ele vai continuar me cortando todas as vezes que puder! – a encarei e ela revirou os olhos.
– COM ATUAÇÃO, SUA TAPADA! – bateu em minha testa.
– Quanta agressividade, och. – coloquei a mão no lugar em que ela havia batido. – Vai fazer ioga criatura.
– Eu vou treinar box e sua cara vai ser o saco de porrada. – franzi o nariz e fiz uma careta.
– Delicada como uma mula – ironizei colocando as mãos na cintura. – Na cara não, na cara não! – encolhi-me quando ela fez menção de me bater novamente.
Mas ela apenas riu, me chamando de tapada mais algumas vezes.
– Vamos comer, amoeba. – ela disse me puxando pelo braço.
– Claro, mandioquinha. – assenti. – Comer é comigo mesmo – ergui o polegar em afirmativa.
– Você come até pedra cozida – debochou a Sabaku me olhando pelo canto dos olhos.
– Se colocar um pouquinho de sal....
– Cala a boca, Sakura.
.
.
.
Tenten Pov’s:
– Oh não, James – comecei a andar de um lado para o outro. – Pra essa semana? – mordi a parte de dentro da minha boca.
– Você aceitou, não foi? Não vejo motivos para adiarmos isso. – ele tinha sotaque americano, embora falasse claramente português.
– Acontece que eu pensei que teria tempo de participar de um festival, que meus amigos vão organizar. – dei uma risada sem graça.
– Tenten, nós precisamos de você o mais breve o possível – James falou – A menos que não tenha certeza se é isso o que quer e...
– Me diga quando eu devo ir – falei prontamente. Havia perdido muita coisa para desistir agora. – Amanha? – Por favor, que não seja amanhã.
– Também não é pra tanto – ele riu – Que tal semana que vem? Acho que até lá vamos conseguir organizar o apartamento em que você vai ficar durante o estágio, sua sala e tudo o mais.
– Eu vou ter uma sala? – perguntei animada. – Uma sala só pra mim?
One night and one more time
Thanks for the memories
even though they weren't so great
"He tastes like you only sweeter"
Uma noite e mais uma vez
Obrigado pelas lembranças
Mesmo que elas não tenham sido muito boas
Ele tem o seu gosto, apenas mais doce
– Que você vai poder decora-la da forma que quiser – James riu novamente – Ficou mais animada com a sala do que com o apartamento? – perguntou curioso.
– O apartamento eu vou ter que pagar – comecei a rir – Mas nunca tive uma sala só pra mim! – me joguei na minha cama quase deixando o celular escapar da minha mão.
– Estamos ansiosos para presenciarmos o seu trabalho, Tenten – James falou – Seja bem vinda à Empire.
– Muito obrigada, estou ansiosa para demonstrar todo o meu potencial – agradeci antes de respirar fundo.
James e eu continuamos conversando por mais algum tempo, até que ambos tivemos que desligar.
Tudo estava a mil maravilhas, tudo iria dar certo... Finalmente. Só poderia estar melhor se Neji estivesse comigo e...
Não, eu não tenho que pensar nisso!
O Hyuga foi egoísta o suficiente. Tenho que ser assim também, por mim!
– Aaaaah Neji seu ramelão’ – peguei um travesseiro e o coloquei sobre a minha cara. – Por que em vez de complicar a minha vida, você não me ajuda?
Parei por um momento tentando encontrar a reposta para a minha pergunta.
– Claro! Ele não facilita a minha vida porque é uma barbie mimada, que só pensa no próprio umbigo. – bufei. – Eu tenho que começar a pensar no meu próprio umbigo – resmunguei- vou ficar louca.
– Então prove que é um homem batata descente. – o Sabaku arqueou uma sobrancelha enquanto começava a tirar as blusas de frio. “Porra, eu sou um saco de batatas... SACO DE BATATAS”.
– Eu sou uma batata descente. – o loiro começou a tirar as roupas também, e os outros dois bobões começaram a fazer o mesmo. – Santa paçoca, que frio. – murmurou passando a mão nos braços numa tentativa de se esquentar.
– Eu quero chocolate quente, roupas descentes e que o aquecedor esteja no máximo quando voltarmos. – Shikamaru falou tremendo tanto quanto uma vareta em uma ventania.
– Blá, Blá, Blá. – Ino resmungou abrindo e fechando a mão como se fosse um boneco. – Vão logo. – revirou os olhos.
– Se eu ficar doente, você vai ter que cuidar de mim. – Gaara declarou indo em direção a porta dos fundos.
– Se você ficar doente, eu te mando pra um hospital. – Ino WINS!
– Meu Deus, a Ino tá passando tempo demais com o Gaara. – Temari exclamou dando risada da cara que o irmão fizera.
(...)
– Por que o meu é rosa? – Neji protestou indignado, segurando a peça com as pontas dos dedos.
– Por que eu quero que seja rosa. – a Mitsashi deu ombros e se enrolou novamente num cobertor, junto com Hinata. – Vão logo que eu to com frio, porra. – exclamou mal-humorada, não estava sentindo seus pés.
Os meninos protestaram, mas vestiram os “biquínis” e foram pra beira da piscina.
– Cara, esse é o momento em que temos que dar as mãos como gays. – Gaara falou encarando a piscina. Se pudesse arregaria.
– Eu quero arregar. – Neji respirou fundo, sentindo dor só de fazer isso. – Mas não posso.
– Mano... – Shikamaru murmurou encarando a agua. – Socorro sinhó, nós somos trabalhadores...
– Por que sinhó? Por... – Naruto começou a falar, mas sentiu uma mão o empurrando contra a agua gélida.
Comecei a rir ao me recordar de tudo o que eu e meus amigos havíamos passado juntos. Eu estaria longe por um tempo, ficaria por fora de todas as bagunças e perderia todos os tombos da Sakura, as patadas do Gaara, o mau humor da Temari em relação ao sono do Shikamaru, as criticas da Ino, as apostas do Naruto e do Sasuke, as crises de divosidade da Lily em seu romance maluco com o Itachi, a tímida – do pau oco – da Hinata e... Sentiria falta do próprio Neji.
Sem que eu percebesse as lagrimas haviam começado a rolar pelo meu rosto, substituindo riso por uma crise de choro.
– Contente-se Tenten – falava para mim mesma – É só um ano e meio, você consegue!
One night, yeah, and one more time
Thanks for the memories, thanks for the memories
"See, he tastes like you only sweeter"
Uma noite, sim, e mais uma vez
Obrigado pelas lembranças, obrigado pelas lembranças
Veja, ele tem o seu gosto, apenas mais doce
Fim do Tenten Pov’s.
– E a maluca te ligou de novo? – Itachi me perguntou franzindo o cenho de forma preocupada. – Troque o chip maninho, vai resolver seus problemas.
– Eu.Não.Tenho.Problemas. – rebati entredentes. – Por que minhas ex-namoradas malucas resolveram se juntar?
– Porque... Elas são malucas? – Gaara falou ironicamente. – Eu ainda acho que a sonsa da Bárbara tá sendo manipulada pela Kyoko, aquela sim é o cão.
– Não, ela não é sonsa – Naruto discordou mexendo em alguns guardanapos. –Ela pode...
– O que vão querer? – uma das garçonetes do restaurante foi ate a nossa mesa. – Se não estiverem prontos para pedir, volto em outra hora. – acrescentou mal humorada. – Clientes assim só me fazem perder tempo... – murmurou para si mesma, mas Itachi a ouviu.
– O cardápio, por favor. – Itachi falou a analisando, revirou os olhos assim que ela se retirou – Alguém levou um toco. – comentou fazendo com que todos rissem.
– Somos todos comprometidos, Itachi, não me olhe assim – Gaara resmungou se afastando um pouco.
– Não estou olhando pra você, estou tendo uma ideia, fagulha. – o Uchiha mais velho disse pensativo. – Vamos ser Gentlemans.
– Em outra ocasião eu não concordaria – Sasuke começou de forma cética. – Mas vou aceitar porque quero ser bem tratado.
– Como se isso fizesse diferença – Naruto riu. – Quem vai começar?
– Loirinho maligno. – Gaara riu de forma escandalosa. – Eu começo! — anunciou quando a garçonete, que agora mascava um chiclete se aproximou e antes que ela jogasse os quadros cardápios na mesa, ele segurou em sua mão, a surpreendendo. – Obrigado. – O cretino agiu de uma forma em que nunca havia agido NEM COM INO!
– O-Obrigada. – a moça respondeu e Sasuke olhou para a mesa controlando a vontade de rir. – Só fiz o meu trabalho.
– Você é muito atenciosa, Obrigado. – Itachi falou e ela o encarou com os lábios entreabertos.
– Seus olhos são muito bonitos. – Sasuke se manifestou lançando a moça seu melhor olhar 43.
– A-ah...
– Não vamos deixar a moça encabulada. – Naruto falou dando um sorriso enorme. – Quando escolhermos nossos pedidos te chamaremos ok, linda?
A garçonete parecia não conseguir responder, aqueles homens belos estavam lhe tratando com tanta delicadeza.
– Não hesitem em me chamar. – disse antes de dar um sorriso e colocar uma mecha de cabelo atrás da orelha, se afastando da mesa.
Ei você, se eu for me apresentar
Eu sou um cara legal, com um espírito corajoso e muito louco
O que você quer ouvir, o que você quer está bem aqui
– A gente vai apanhar se as garotas descobrirem – Sasuke falou começando a rir escandalosamente, tendo seus amigos como parceiros. – Gaara você é um ruivinho do capeta, viram a cara que ela fez quando ele segurou a mão dela?
– Sacumené... Eu sou o pior de todos nós. – gabou-se. – Eu manjo das mulheres, elas são assim, meio doces, meio salgadas...
– Você está descrevendo uma paçoca? – Naruto perguntou franzindo o cenho.
– Não, não estou... – o Sabaku estreitou os olhos.
– Mas isso é uma paçoca cara. Que tipo de mulher você anda conhecendo? – Itachi perguntou recebendo um olhar mortal.
– As mães de vocês não reclamam de mim.
– Respeito com a minha mãe curupira! – os três falaram ao mesmo tempo – Vamos fazer logo os pedidos, não podemos ficar nessa o dia todo.- Itachi resmungou.
Chamaram a moça novamente, fizeram mais algumas gracinhas a deixando encabulada e fizeram seus pedidos.
– Okay, parte dois. – Gaara falou e eles assentiram.
– Hey! – Sasuke a chamou e a moça veio prontamente, seu mal humor com os outros clientes era notável, menos com eles. – Você me trouxe repolho e... Eu pedi alface. – disse seriamente entregando o potinho a ele. – Pode trocar?
– Ah claro. – ela respondeu sem jeito.
– E onde estão as fatias de bolo que eu pedi pra sobremesa? – Naruto perguntou fingindo estar um tanto impaciente. – Francamente. – reclamou colocando o guardanapo na mesa de forma frustrada.
– Esse suco está amargo. – Gaara falou entregando o copo para ela. – Tenho certeza de que pode me trazer outro, não é... Jenny? – pela primeira vez leu o nome escrito em seu crachá.
– Sim senhor. – a garota olhou para Itachi e ele balançou a cabeça negativamente, indicando que estava satisfeito. – Com licença.
– O nome condiz com a lerdeza — O Uchiha falou em um tom baixo, mas garantiu que ela ouvisse.
– O que disse? – virou-se para ele, que a encarou de forma inocente.
– Eu disse que estou esperando a sobremesa. – e então ela se retirou. – Ela vai se perguntar a onde errou o dia todo. – colocou a mão sobre a boca contendo o riso.
– Qual é, ela merece. – Sasuke falou seriamente. – Olhe a forma com que ela trata os outros? Somos clientes e temos que ser tratados com educação.
– Tá certo! – Naruto concordou – Vamos chamar a policia.
– Não exagera, Naruto! – Gaara lhe deu um tapa na cabeça. – Se fosse para falar com alguém, que seja o Gerente.
– E se ele for feminista?
– Nós estaríamos ferrados. – Sasuke respondeu. – Vamos terminar isso e amanhã vamos até uma lanchonete.
– Não mesmo – os outros três responderam.
– Quero Lámen! – Naruto choramingou apoiando o queixo na mão. – Até que enfim.
– Vamos comer logo, esse lugar está me dando nos nervos. – Sasuke falou pegando sua salada sem encara-la.
– Posso fazer algo para agradar a sua estadia? – Jenny perguntou meio irritadiça.
– Traga a conta. – ele respondeu balançando a cabeça negativamente.
– Tudo bem, senhor. – a garota respondeu rispidamente.
– Fez ela buscar uma salada nova e não vai comer?
– Eu não...
– Cinco segundos pra você colocar tudo pra dentro, Sasuke. – Itachi ameaçou o irmão enquanto estralava os dedos de uma das mãos.
– Pra dentro. – o moreno engoliu em seco rapidamente se colocou a comer o restante da comida.
– Agora vamos, porque temos reunião. – Itachi chamou Jenny novamente e essa lhe entregou a conta. Cada um dos garotos pagou sua parte e sem dizerem nada, se levantaram seguindo para a saída.
– Ah, Jenny. – Gaara se virou para a moça que o encarou esperançosa. – Tem um negocinho entre os seus dentes desde a hora em que estávamos falando com você. — e então saiu começando a rir.
Ah Ah Ah Ah~ Eu sou...
Ah Ah Ah Ah~ Eu sou...
Ah Ah Ah Ah~ Eu sou um cavalheiro filho da mãe
– Que a Ino não descubra, ou vou ser capado! – anunciou o ruivo erguendo os braços.
– Todos nós vamos ser se elas descobrirem. – Naruto falou chutando uma pedra.
– Por que não viemos de carro? – Sasuke perguntou frustrado. – Já estaríamos lá.
– Porque estamos sedentários demais. – Itachi respondeu como se aquilo não estivesse lhe afetando. – Daqui a pouco vamos estar velhos e pançudos, nem as garotas vão querer saber de nós!
– Sakura vai me amar mesmo se eu for careca. – Sasuke se gabou começando a andar de costas para os outros. – O nosso amor vai além da aparência.
– Claro, eu ainda não acredito que ela aceitou mesmo casar com um babaca presunçoso. – Gaara alfinetou o outro, que fechou a cara. – Ino vai me amar mesmo se eu for gordo.
– Pode começar a ir para a academia. – a voz da loira foi ouvida. – Onde já se viu – ela passou por entre os garotos arrasando uma coisa rosa, vulgo Sakura, consigo. – A Ino vai me amar mesmo se eu for gordo – engrossou a voz para imitar o marido.
– E não, é? – ele arqueou a sobrancelha. – Então nosso casamento é só na base da aparência?
– Se você engordar por desleixo. – ela cutucou o peito dele, fazendo-o se encolher. – Vou te fazer malhar tanto, mas tanto, que vai ficar mais fino do que o meu dedo. – ergueu o dedo mindinho e o Sabaku engoliu em seco.- Agora correndo! – bateu palmas e ele no susto começou a correr.
– E você, Sasuke, existe uma coisa chamada implante. – Sakura olhou para o Uchiha. – Agora correndo! – bateu palmas, mas ele não fez o mesmo que Gaara.
– Mas eu não vou...
– Acompanhe seu amigo. – a rosada deu ombros. – Já! – e então Sasuke começou a correr, sem saber o porque, mas parando um pouco a frente junto com Gaara, que tinha uma das mãos sobre o peito.
– É assim que se faz – e então ela e Ino bateram as mãos. – Então garotos, estão voltando para a empresa? – Sakura perguntou começando a caminhar junto com eles (Naruto e Itachi, que riam de toda a situação).
– Acabamos de ter um almoço meio louco, cunhadinha.- Itachi explicou. – Mas estamos sim e vocês...?
– Íamos fazer uma visita. – Ino respondeu dando ombros. – Por que a Lily não está com vocês?
– Ela teve trabalho extra pra fazer. – Naruto respondeu. – Eâe Teme ligeirinho.
– Cala a boca, Naruto. – Sasuke lhe deu um cascudo assim que eles os alcançaram. – Ino o Gaara tá morrendo! – apontou para o ruivo que havia começado a fazer drama.
– Se morrer o vídeo game é meu. – a loira o encarou e ele logo se levantou, endireitando a postura.
– Eu nunca me senti mais vivo. – e então ele a abraçou de lado. – Seu amor por mim é tão doloroso como uma paulada.
– Awn, você sabe que sim. – e então ela o abraçou. – Mas correndo Gaara, não temos tempo!
– O-O que?
– CORRENDO! – e então começou a correr atrás do pobre ruivo, que não tinha ideia do que estava acontecendo.
– E eu achando que a Sakura era a mais problemática. – Naruto comentou rindo.
– Não é atoa que são melhores amigas. – Sasuke comentou.
– Você quer perder os dentes? – Sakura perguntou ameaçadoramente.
– Vocês compartilham beleza, amor. – ele sorriu amarelo.
– Entre você e o Itachi, ele é o mais esperto – ela revirou os olhos.
– Isso foi uma ofensa? – Sasuke perguntou indignado.
– Tenta adivinhar, tapado. – e então ela lhe deu um tapa na testa, jogou os cabelos de cima dos ombros e saiu andando like a diva atrás dos melhores amigos.
– Você mereceu – Itachi falou rindo da expressão do irmão. – Vamos Naruto, não se misture com a gentalha.
– Vamos – Naruto ergueu o queixo e olhou para o Uchiha de forma petulante.
– Calem a boca, seus idiotas. – resmungou esfregando a testa. – Sakura tem a mão pesada. – estreitou os olhos quando os outros dois voltaram a rir.
Definitivamente, ele não pagava impostos pra isso.
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