Love Drunk
62 Segunda Temporada - Capitulo 15
Notas iniciais
NYAH ODEIA MINHAS NOTAS, ARMARIA! u-u pode isso nãm!
(...) Aturar essas dorgas aqui por tanto tempo, aaaaaaaaain AMO VOCÊS ♥ AMO TU's ~MASOQ?~
Queria dedicar esse capitulo à Tamires, que está fazendo aniversário hoje! Uhu, parabéns pra você, nesta data querida, me mande bolinhos, brigadeiros e coxinhas ♪ To muito agitada hoje, é.
Sem mais delongas, espero que gostem!
Boa leitura, see ya! ♥
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Praticamente mostrei quem é a baddest female e larguei o Uchiha mais velho, junto com o Uchiha mirim parte 2 e o Uzumaki que era influenciado por esses dois... Talvez não.
– Eu... Ar... — e então Gaara se jogou no chão da recepção. — Carmen, pode me pegar água gelada? — perguntou vendo a expressão da recepcionista.
– longa história — falei balançando a cabeça negativamente. — Do you really love me? — cantarolei apoiando-me no balcão. — A onde estão aqueles idiotas?
– Devem ter achado um buraco no chão e foram até o Japão, achando que... — Ino, que também havia se sentado no chão, escorando as costas no balcão. — Falando neles — suspirou fechando os olhos.
– Quem foi pro Japão? — Naruto perguntou curioso. — Pede pra me mandarem Lamém — juntou as mãos abaixo do queixo e seus olhos brilharam.
– Só não engorda de ruim — Itachi falou — Ele, a Sakura, a...
– FILHOS DA BARQUINHA! — As portas do elevador foram abertas e a ruiva saiu revoltada. — Nem ao menos me esperaram pra comer!
– Você disse que nós podíamos ir — Sasuke deu ombros e colocou as mãos no bolso da calça.
– Vocês, por algum acaso... — Lily ia fazendo pausas, enquanto falava em um tom estranhamente baixo. — SAO IDIOTAS?
– Por quê? — Itachi perguntou sem entender — Anda comendo pedra com fubá?
– EU NAO COMI NADA! — Ergueu os braços indignada. — E você nem me esperou... — choramingou — E nem fale que eu mandei vocês irem na frente, não sabem que mulheres são do contra? — replicou quando Sasuke abriu a boca para retrucar.
– Sua água. – Carmen apareceu entregando o copo para o Sabaku que estava derretendo, ainda no chão. – Está acontecendo algo?
– Não se preocupe, nada aconteceu – dei um sorriso amarelo. — só uma...
– Confraternização familiar — Sasuke aproximou-se de mim, colocando a mão em minha cintura. — O que você esta fazendo ainda ai?
– Estou recobrando as forças — respondeu o ruivo dando ombros.
– levanta logo daí! — Ino disse encarando as próprias unhas.
– E se eu não quiser? — olhou-a desafiadoramente.
– Ai nós vamos te usar como carpete vermelho — e em um instante ele estava em pé, passando a mão na calça. — Goxto assim. — deu um sorriso satisfeito.
E então nós rimos da expressão emburrada do ruivo, que havia cruzado os braços e formado um bico enorme.
– awn Po, fica tristinho não — falei apertando uma de suas bochechas — cavalo! — retruquei quando ele bateu em minha mão.
– me chama de Teletubbies de novo e comece a rezar pro seu cabelo nascer bom de novo — Gaara fez seu melhor olhar psicopata.
– Maldito — estreitei os olhos e me encolhi atrás de Sasuke. — Pega ele Sasuke, pega!
– E correr o risco de ficar careca? — meu adorável, ridículo, imbecil, marido disse me olhando por cima do ombro.
– Então EU posso ficar careca? — dei um tapa em suas costas.
– Não faz assim que eu gamo — afinou a voz. — Pra você existe peru... CACETE SAKURA, deixa isso pra mais tarde. — acrescentou num tom irritado quando eu lhe dei outro tapa.
– Imbecil — praguejei sentindo meu rosto esquentar, enquanto meus amigos desatavam a rir.
– Sakura selvagem — Gaara -maldito Gaara — disse rindo tanto que teve de por as m?os sobre a barriga.
– Fica.Na.Tua.Hellboy — e então, repentinamente sua postura endireitou e ele me olhou como se pudesse jogar gasolina em mim e me incendiar com um fosforo.
– Só vejo bullying contra ruivos nesse filme — Lily, que ate então estava discutindo com Itachi se intrometeu.
– Querida, a únicas pessoas que não sofrem bullying são a Hinata e o Itachi — Ino respondeu como se fosse obvio. — O Itachi por falta de tempo e a Hinata por...
– Porque minha Hinatinha é perfeita.- Naruto falou orgulhoso de si mesmo.
– Porque o tapado do Naruto sofre pelos dois — a ex Yamanaka discordou, fazendo com que ele suspirasse resignado.
– Não fala assim dele — fui abraçar o Uzumaki — O macarrão é gente boa. — protestei e Sasuke me olhou friamente.
– Não sei vocês, mas eu vou pra minha sala — Itachi falou indo para o elevador. — Que mulé?
– Você vai comigo! — Lily falou o puxando pelo braço.
– Ouch mulher, já almocei — ele franziu o cenho. — Nem vem — apertou o botão para que o elevador descesse.
– Vai me deixar sozinha? — perguntou ele assentiu. — Mesmo?
– Mesmo. — respondeu convicto.
– Shit! — Praguejou o soltando e indo para a saída — Alguém ai vai comer? — perguntou esperançosa.
– Não Lily, bom almoço — respondemos juntos e ela revirou os olhos.
– Devem ter comido alface, só pode — resmungou alto o suficiente para que nós ouvíssemos antes de sair.
– É assim que se manda! — Itachi comemorou entrando no elevador.
– Itachi baka, me espera — Naruto gritou quando as portas estavam quase se fechando. — Vão ficar ai?
– não — respondemos — Itachi segura essa merda — Sasuke falou quando o irmão soltou as portas.
– Tá de tpm, é? – O Uchiha revirou os olhos e segurou as portas até que nós estivéssemos dentro do elevador. – Obrigado, de nada.
Sasuke não o respondeu e eu o olhei curiosa. Ele estava encostado em uma das paredes do elevador, com os braços cruzados e o cenho franzido, encarando algum ponto que não pude identificar. Naruto foi o primeiro a sair, sendo acompanhado por Itachi, em seguida Ino, Gaara e por fim, eu e Sasuke, que continuava com a expressão séria.
– Se não for extremamente importante, não me passe ligações até que eu diga que pode. – falou para a secretária que apenas teve tempo de assentir, antes que ele fosse para a sua sala me deixando pra trás.
– Qual que é a sua? – felizmente, ele havia deixado a porta encostada então eu obviamente entrei e a fechei. Cruzei os braços e o vi pegar um dos papeis em sua mesa e começar a lê-lo, sem dar atenção ao que eu havia dito.
Ele após me encarar por um breve momento, voltou sua atenção para o papel em suas mãos, sem pronunciar qualquer palavra.
– Ah, você quer se fazer de durão? — perguntei me aproximando da mesa e me apoiando na mesma. — Sasuke, será que dá pra parar de ser infantil? — perguntei começando a me irritar com todo aquele silencio.
– Será que dá pra me devolver? — perguntou quando eu tirei a folha de suas mãos.
– Estava começando a achar que havia me casado com um mudo — falei — O que deu em você?
– Nada, Sakura — respondeu rispidamente. — Só tenho trabalho pra fazer e por acaso, esta me atrapalhando.
– Pois vou continuar te atrapalhando até saber a verdade. — o encarei e ele retribuiu o olhar. — Não me faça...
– Só estou pensando — respondeu irritado e eu franzi o cenho. — Que mal nos vimos hoje e você, nem ao menos me deu um abraço. — resmungou baixo, fazendo com que eu arregalasse os olhos em surpresa.
– É isso? — murmurei e ele assentiu. Okay, esse momentos são definidos com uma única frase:
“ Peso na consciência".
Dei a volta na mesa e o abracei, meio sem jeito porque ele estava sentado, mas mesmo assim foi um abraço. Sasuke girou a cadeira e eu me sentei em seu colo, sem que nos soltássemos.
– Me desculpa — falei fechando os olhos enquanto sua mão acariciava minhas costas. — Não sabia que se sentia assim.
– Nem eu — disse com sinceridade — Ver você abraçando o Dobe, foi o que me fez ficar assim.
– Ciúmes? — perguntei sem entender — Você ja me viu o abraçando muitas vezes, Sasuke.
– Claro que não — ele riu — A falta de afeto. — esclareceu.
– Você é um idiota — olhei para ele, que agora tinha um sorriso de canto. — Mas é meu idiota — acrescentei antes de beija-lo.
Sasuke sorriu entre o beijo e eu, sem querer, de verdade mesmo, comecei a rir escandalosamente.
– Desculpa – coloquei a mão sobre a boca tentando abafar o riso. – É que isso é tão fofo, não parece com a gente.
– Idiota – ele abaixou os joelhos para que eu caísse, mas eu o puxei e... PLAU, nós dois caímos no chão, com a cadeira por cima. – Eu devia esperar por isso? – perguntou tirando a cadeira de cima de si.
– Sempre, meu caro Watson. – falei o empurrando para o lado. – Sasuke, eu já disse que você tem que começar um regime? Tu tá virando um elefante azul, meu filho.
– Se eu tiver minha Elefante-fêmea cor de rosa, vou ficar bem. – respondeu sem se importar.
– Primeiro é Elefanta. – estreitei os olhos. – E segundo... TÁ ME CHAMANDO DE GORDA?
– Não coloque palavras na minha boca. – Sasuke se levantou e estendeu a mão para mim para que eu pudesse fazer o mesmo. – Quando você vai tomar vergonha e começar a exercer seu posto como executiva? – colocou as mãos em minha cintura e encostou seu nariz no meu.
– Não é como se eu fosse necessária aqui. – fiz uma careta. – No máximo, eu iria dar opinião sobre quem contratar. – fiz um biquinho e ele beijou a ponta do meu nariz. – Nada de loiras e nem de morenas peitudas. – e então ele riu.
– Vai tirar toda a graça do trabalho. – formou um bico.
– Eu vou tirar outra coisa, se você não retirar o que disse. – ameacei.
– Posso contratar ruivas?
– Eu vou dar na tua cara.
– Te amo também. – ele sorriu amarelo e me deu um selinho. – Mas agora eu tenho que trabalhar, esses papeis estão me dando nos nervos. – mordeu meu lábio e me beijou mais uma vez, apertando-me contra seu corpo. – Você viu o meu chinelo? – perguntou e eu o encarei sem entender. – E aquele meu all star azul?
– Por que tá me perguntando isso? – franzi o cenho. – Você ia vir pro trabalho com ALL STAR?
– Er... Claro que não. – desviou o olhar. – Só queria saber onde estavam... – fez cara de inocente.
– Quando chegar em casa você procura. – dei um peteleco em sua testa. – Agora ao trabalho Uchiha, tenho que ficar rica. – gargalhei e ele me encarou com desdém. – Te amo. – mandei um beijo e ele continuou do mesmo jeito.
– Você ama meu dinheiro.
– Também. – pisquei e então ele riu, levantando a cadeira e se sentando. – Quer uma massagem? – perguntei colocando a mão em seus ombros.
– Se eu aceitasse, acabaria fazendo coisas que me impediriam de trabalhar. – respondeu ele sem se mover.
– Mais respeito porque eu não sou suas nega. — tentei me manter séria, mas foi meio impossível.
– Tu é mais que uma nega. — disse pegando o documento novamente.- É a chefe da trupe.
– Cala a boca sua mal amada. — rebati saindo de trás dele. — Agora eu vou indo. — beijei sua bochecha e ele virou o rosto transformando isso em um selinho.
– Vai pra casa como? — perguntou.
– De ônibus. — dei ombros. — Você me deu carona de manhã e Ino pegou uma com o Gaara, então...
– Pega as chaves — ele enfiou a mão no paletó e tirou as chaves da sua BMW preta, a baby dele, por acaso e as jogou pra mim. — Volto de taxi. — respondeu antes que eu dissesse algo.
– Por que eu não posso vir te buscar? – coloquei as mãos na cintura. – Vai dizer que tem vergonha de mim?
– Eu posso pegar uma carona com o Gaara. – Sasuke respondeu.
– O Gaara não usa minissaia, nem decote, nem shorts curtos o suficiente para que...
– Me busque as sete e meia. – deu um sorriso de canto.
– Vamos jantar fora. – sorri – Você paga.
– Cadê a mulher que gosta de dividir a conta?
Fiz uma pausa dramática e depois minha melhor expressão de inocente.
– Oh tio, ela sumiu. – Eu aposto que era uma criança muito fofa, please.
– Vaza daqui. – ele riu e eu acenei com os dedinhos. – Não se esquece do decote. – praticamente gritou.
– Vai se foder! – saí da sala rindo e a secretaria me olhou pelo canto dos olhos. – Ele tá melhor. – dei um sorriso amarelo.
– Tenha uma boa tarde, senhora Uchiha. – ela sorriu e eu retribui, indo atrás da porca.
Caminhei até o corredor que me levaria até as outras salas, mas parei quando vi a lacraia, vulgo Kyoko, naquele vestido de alças vermelho.
– Você acha que tá onde mesmo? – perguntei cruzando os braços e ela me encarou de forma entediada.
– Ao contrário de você, estou elegante. – senti vontade de vomitar ao sentir seu perfume. – Onde já se viu, vir até uma empresa renomada de jeans? Não tem classe alguma, Haruno.
– Uchiha pra você. – forcei um sorriso. – Ah claro, a rainha do senso de moda que está dizendo. – ironizei tentando controlar o riso. – A esquina fica pra lá. – fiz voz de fresca e apontei com os dois indicadores para a esquerda.
– O bar de chifrudas fica logo em frente. – MALDITA. – Ops, eu acho que você não estava sabendo disso. – colocou a mão sobre a boca.
– Não se preocupe, eu já sabia. – fingi cordialidade. – Meu marido me conta tudo.
– Te contou do beijo com a Barbara? – ela estava surpresa.
– Claro que sim, amiga. – Eu sou o poder. – E depois disso nós fizemos sexo, ops quer dizer, amor. – coloquei a mão sobre a boca como ela havia dito. – Não devia ter revelado a minha intimidade pra você, eu nem vou com a sua cara. – comecei a rir da careta que ela fez.
– Você está mentindo. – falou estreitando os olhos. – Bárbara vai gostar de saber disso.
– Olha tu não devia tar cuidando do teu casamento, melhor, do seu golpe do baú? – comecei a me irritar. – E se essa sua amiga, quiser ficar feliz com alguma coisa, manda ela vir me visitar. Estou ansiosa pra conhece-la. – pisquei e ela ergueu o nariz. – Cuidado pra não engolir o veneno. – joguei os cabelos e saí sem olhar para trás.
Quem é a rainha da cocada preta? Quem é a baddest female?
Quem é que samba, quando não tem musica?
Claro que sou eu, pelo menos quando não estou caindo, tropeçando ou fazendo alguma coisa que me deixa constrangida.
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Narradora Pov’s:
Algumas horas mais tarde...
A loira fechou os olhos enquanto ouvia a música que tocava no rádio. Sua expressões eram sérias, pesadas, nervosas.
– Então ela sabe? – pronunciou-se abrindo os olhos e encarando a morena a sua frente – Kyoko você só faz merda. – praguejou.
– Em momento algum eu disse que você tinha que agarra-lo! – Kyoko falou irritada. – Sasuke tinha que perder a confiança dela e o que acontece? O idiota vai correndo contar o que aconteceu.
– Você devia ter me contado que ele estava casado. – Bárbara disse rispidamente. — E muito bem casado por sinal.
– Insista mais um pouco. – falou a outra revirando os olhos. – Achei que você o teria nas mãos...
– Acontece que ele é fiel. – resmungou a loira. – Não é como se fosse largar tudo por mim.
– Então está desistindo de tê-lo pra si?
– Você o roubou de mim e Sakura o roubou de nós duas. – Bárbara riu sarcasticamente. – Não vou me meter nisso. – declarou – Por que não segue a sua vida?
– Por que eu tenho orgulho. – Kyoko respondeu. – Sasuke me humilhou...
– vingança não vai resolver nada. – falou fechando os olhos novamente. – Vai acabar com a sua vida, mas a deles ira continuar como se você não existisse.
– Não é bem assim – começou, mas foi interrompida.
– A vingança deles contra você é o desprezo. Será que é difícil de entender?
Kyoko ficou em silencio. Talvez Bárbara estivesse certa... Talvez.
O desprezo é a forma mais subtil de vingança.
Baltasar Gracián y Morales
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