Love Drunk
60 Segunda Temporada - Capitulo 13
Notas iniciais
(...) CARA, MAIS DE MIL E CEM REVIEWS ♥33333333333 MUITO OBRIGADA MESMO, DE VERDADE E... CARA, VELHO, NOSSA 30 RECOMENDAÇÕES, TRINTAAAAAAAAAAAAAA meu coração não guenta minha gente, num guenta tanta emoção *-*
Eu sempre tenho que agradecer por tudo o que vocês me dizem nas reviews, e porque vocês sempre continuam interagindo comigo mesmo eu não tendo tempo de responder. OBRIGADA MESMO DE TODO O MEU CORAÇÃO, sério, vocês são os melhores leitores do mundo ♥ Não tenho realmente como agradecer, se não fazer o meu melhor nos capítulos ~poisé~ çç
O capitulo ficou mais 'light' tirando um hentai meio fail que eu coloquei, deve ter ficado meio broxante, pq eu não tava com pique e não pude continuar direito porque tinha um monte de gente em casa (Como escrever um hentai com sua irmã no mesmo quarto que você e com o seu computador de frente pra porta? hmm Pesquisar), mas eu até acho que o capitulo ficou bem fofo, porque é inteiramente SasuSaku, mas claro que não posso deixar minha comédia de lado, pq eu amo/sou *-*
Esse treco aqui deve ter ficado enooooooooorme, mas seilá, eu gosto de falar com voces ♥
Dedico esse capitulo a linda da Kilze Joynelly , pela recomendação maravilhosa, obrigada mesmo! *---*
Sem mais delongas... (SEM MAIS ENROLAÇÃO, NÉ TAISHO) USAHASUHS
Boa leitura. ♥
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(A musica que eu escutei enquanto escrevia o cap é essa AQUI, se quiserem ler escutando, tem uma parte da letra no capitulo, mas enfim ♥)
Eu havia dormido toda torta e pra variar aquilo havia me dado dor nas costas. Me sentei lentamente, bocejando e esticando as minhas pernas no colchão. Fazia tempo que não dormia tão mal.
Bati a mão no despertador e o mesmo acabou por cair no chão, mas não me importei muito apenas arrastei os meus pés até o banheiro do quarto sentindo falta da presença de Sasuke. A porta ainda estava fechada, da mesma forma que eu havia deixado ontem. Assim que entrei no banheiro, tive que me segurar na pia ao sentir minha cabeça doer e finalmente, os primeiros sinais de ressaca darem as caras.
Maquiagem borrada, cabelo um estrago, sinais de uma ótima noite – ou não-. Me despi e entrei no box, perdendo a noção do tempo em que fiquei apenas parede debaixo d’agua esperando que minhas frustrações descessem pelo ralo, junto com a bagunça que estava na minha cabeça. Até que eu não aguentei e me sentei no próprio chão do banheiro começando a chorar, no começo eram apenas lagrimas e soluços baixos, para depois se transformar em uma crise onde meu corpo todo estremecia e enquanto aquela típica dificuldade para respirar (causada pelo choro excessivo) aparecia. Depois de uns 5 minutos desse jeito, me levantei e fechei o chuveiro, enrolando-me na toalha. Escovei os dentes, tirei o restante da maquiagem (aqueles borrados pretos que sempre ficam), e fui para o meu quarto.
Coloquei um short e uma regata, havia decidido não ir para a faculdade hoje, e então não havia mais o que inventar para evitar Sasuke.
– Vai um comprimido? – ele perguntou quando eu apareci na porta da cozinha. Estava somente de boxers, tinha olheiras o cabelo estava bagunçado e em cima do balcão estava uma garrafa de uísque – que eu jurava estar fechada ainda – pela metade.
– Você não misturou isso, não é? – perguntei vendo a cartela de comprimidos em sua mão esquerda e um copo preto de vidro que não me deixava ver o que havia dentro.
– Quem sabe. – ele respondeu colocando um dos comprimidos na boca e bebendo o conteúdo do copo em seguida. – Vai querer? – esticou a cartela e eu assenti. Sasuke, em vez de me entregar tirou um comprimido e me entregou o copo que ele tinha em suas mãos, felizmente, era água.
– Obrigada. – agradeci depositando o copo na mesa. O clima estava estranho demais, seco.
Me dirigi até o armário e peguei um copo, engolindo em seco quando passei ao lado de Sasuke para poder chegar até a geladeira e pegar a jarra de suco.
– Nós precisamos conversar e ficar adiando isso não vai dar em anda. – ele falou baixo.
– Não vai trabalhar? – perguntei enchendo meu copo com o suco de laranja e depois recolocando a jarra na geladeira.
– Não vai para a faculdade?
Ficamos um tempo em silencio e como se houvesse sido combinado respondemos juntos:
– Não.
E mais uma vez...
Arrumamos a mesa do café juntos e nós sentamos um de frente para o outro, totalmente sem jeito. Comíamos em silencio, talvez as únicas vezes em que nos falamos foi quando eu pedi para que ele me passasse a manteiga, e mesmo assim ele a me entregou sem me encarar- Eu a recebi da mesma forma que ele- .
– Vamos acabar logo com isso. – disse ele exasperado. – Eu não aguento mais, somos casados, marido e mulher, não somos namorados de colegial. – completou frustrado.
– Eu sei. – foi tudo o que respondi pegando uma faca e um pão.
– Então por que estamos agindo desse jeito?
– Não sei.
– Só sabe dizer isso? – Sasuke perguntou rispidamente.
– Quer que eu responda mais o que? – rebati ainda sem encara-lo.
– Qualquer coisa. – murmurou – Só fale olhando para os meus olhos, por favor...
Finalmente olhei para os seus olhos e me perdi, como se não existisse mais nada. Era apenas um olhar, estávamos apenas nos encarando então por que... Por que eu estava sentindo meu coração palpitar e meu estomago se remexer como se existissem milhões de borboletas dentro dele?
– Eu senti a sua falta. — falei sem pensar.
– Eu senti muito mais a sua. — ele disse da mesma forma que eu. – Eu nem ao menos sabia que ela estaria lá, deve ter sido armação da Kyoko...
– Kyoko?
– Ela estava lá, por acaso se esqueceu disso?? – ele deu um sorrisinho sarcástico, mas sem muito animo.
– Você quer contar enquanto eu ainda quero te ouvir, ou prefere que eu volte a te ignorar? – arqueei uma sobrancelha, morrendo de vontade de rir da expressão alarmada que ele fez.
– Não, isso nunca. – ele negou balançando a cabeça de um lado para o outro rapidamente.
– Então é melhor começar a falar.
E então, quando ele começou a explicar tudo tive a certeza de que era eu, quem tinha a cara de idiota agora.
– Surpresa? – perguntei quando ele acabou. – Surpresa vai ter ela quando receber uma caixa com uma bomba. – acrescentei fazendo um olhar psicopata, que o fez rir.
– Bin Laden com o cabelo rosa. – Sasuke disse rindo, parecia que um peso havia sido tirado de suas costas.
– Você pratica muito bulém com o meu cabelo, sabia moço? – arqueei uma sobrancelha, me controlando. – Talvez quem deva receber a bomba seja você...
– Me desculpe senhoria. – ele curvou a cabeça.
– De joelhos, escravo. – ergui o queixo e depois me assustei quando ele realmente se levantou e iria ajoelhar ao meu lado. – Hei seu maluco, eu estou brincando! – falei tentando impedir que ele fizesse isso, mas não teve muito efeito.
– E eu estou falando sério. – ele disse me encarando. – Me desculpa por te fazer sofrer, mesmo que tenham sido por algumas horas... Não tive a real intenção e por te fazer sofrer, o meu ‘eu’ sofria junto. – pegou em minha mão. – Você é a mulher que eu escolhi, (apesar de termos sidos forçados a casar no começo) e eu te amo, tanto que essas palavras parecem chulas pra explicar o quanto.
– Ama mesmo?
– Não acredita em mim? – Qualé Sakura, ele estava de joelhos por você e você ai, fazendo manha?
– Só pra confirmar. – dei um risinho.
– Amo.
– Também te amo. – e então me levantei, para me ajoelhar e ficar da altura que ele estava. – Você me ama mais que pão de queijo?
– Muito mais. – o abracei e ele retribuiu o abraço fortemente. – Você me ama mais que milk shake?
– Não acredita em mim? – perguntei encostando meu queixo em seu pescoço.
– Só pra confirmar...
– Amo mais que queijo.
– Vamos virar um casal de idosos e gordos. – ele brincou e nós dois rimos mais uma vez, antes que rolasse aquele lance de se entreolhar e aproximar os nossos lábios. – E agora vem a melhor parte da reconciliação, certo?
– Não. – discordei. – A melhor parte é abraço, o beijo pode ser a segunda melhor parte.
– Como quiser senhorita. – disse ele todo galanteador. – Agora eu posso beijar a noiva?
– Você pode beijar a noiva. – dei mais uma risadinha antes que ele me desse um selinho demorado, seguido por mais um, que depois se transformou em um beijo singelo. – Com certeza essa é a segunda melhor parte. – afirmei mantendo os olhos fechados.
– Acho que vou ter que te fazer mudar de ideia. – mordeu meu lábio inferior o puxando. – Mas vamos sair desse chão, porque to velho demais pra ficar de joelhos por muito tempo.
– Seu idoso. – brinquei e ele me puxou pela mão. – HEI!
– Vamos resolver isso como adultos. – falou me pegando no colo. – Lá em cima.
– Lá em cima? – franzi o cenho. – A gente vai jogar pedra, papel e tesoura? – estávamos saindo da cozinha.
– Talvez eu jogue uma pedra em você, amor. – Sasuke deu um sorriso e eu o encarei séria. – Você tá falando sério?
– O que você acha?
– Que sim?
– Não, né imbecil. – lhe dei um pedala e ele virou bruscamente, começando a correr ate o quarto, empurrando a porta com o pé e a fechando em seguida. – A cama é macia, hein? — perguntei quando ele me jogou na mesma, fazendo com que eu risse.
– Sério? – perguntou-me colocando cada perna de um lado do meu corpo e apoiando o peso do corpo com as mãos enquanto aproximava seu rosto do meu. – Acho que nunca percebi isso. – encostou sua testa na minha e me encarou.
We were as one babe
For a moment in time
And it seemed everlasting
That you would always be mine
Nós fomos como um
Por um momento no tempo
E parecia eterno
Que você seria sempre minha
– Você tem que aproveitar. – falei colocando a mão em sua cintura.
– Tem alguém aqui com muita roupa. – ele falou pensativo brincando com o cós do meu short e em seguida começando a levantar minha regata. – Ai nossa, quanta roupa. – jogou-a em algum canto. Distribuiu beijos pelas minhas bochechas, meu nariz e por fim me beijou sem delicadeza alguma, enquanto sua mão direita abria o fecho frontal do meu sutiã. – Tá determinado que você pra sempre vai usar sutiãs assim. – ele disse dando um sorrisinho satisfeito.
– Só porque você quer? – arqueei uma sobrancelha e mordi seu lábio quando ele se inclinou para me beijar.
– Eu gosto disso. – Sasuke fez uma expressão maliciosa quando inverti as posições. – Ah, eu gosto. – murmurou fechando os olhos quando eu encostei meus seios em seu tórax, suas mãos foram até o meu quadril me segurando firmemente.
Mordisquei sua orelha e arranhei sua costela lentamente, sentindo um frio no estomago quando ele fez o mesmo com a minha coxa. Isso sempre acontece, como se sempre fosse a primeira vez.
– Eu ainda sinto um frio na barriga, mesmo depois de tanto tempo. – murmurei em seu ouvido. — Não é como se já tivéssemos feito isso várias vezes...
Sasuke deu um sorriso de canto, desabotoando o meu short, mas sem conseguir fazer muita coisa depois disso. Fomos nos sentando, algum tempo depois eu já não estava mais com a peça que cobria minha calcinha e estávamos apenas separados por nossas peças mais intimas.
– Eu tenho certeza que eu te quero. – Sasuke falou logo após que nos separamos de mais um beijo.
You'll always be a part of me
I'm part of you indefinitely
Girl don't you know you can't escape me
Ooh darling 'cause you'll always be my baby
And we'll linger on
Time can't erase a feeling this strong
No way you're ever gonna shake me
Oh darling 'cause you'll always be my baby
Você sempre será uma parte de mim
Sou uma parte indefinida de você
Garota você não sabe que você não pode escapar de mim
Ooh querida, porque você sempre será meu amor
E nós vamos resistir
Tempo não pode apagar um sentimento tão forte
Não tem como, você nunca irá se livrar de mim
Ooh querida, porque você sempre será meu amor
Peças intimas tiradas, nossos corpos se uniam numa junção de desejo, de amor, paixão e... De carência. Nós não estávamos tendo tanto tempo para a vida de casal, por mais que estivéssemos juntos sempre... Estávamos nos afastando sem querer?
– Nós estamos nos afastando? – perguntei o abraçando de lado e deitando minha cabeça em seu peito.
– Não, não estamos. – ele me apertou contra o seu corpo. – Só estamos muito ocupados ultimamente...
– Será que... Quando formos pais isso vai continuar? – perguntei fechando os olhos e ele começou a acariciar meus cabelos.
– Por que pergunta isso?
– Porque...
– Por que? – incentivou-me.
– Eu to grávida. – soltei e ele se sentou repentinamente me olhando assustado.
– O QUE? – reprimi o riso. – Vo-Você...
– Brincadeira amor. – comecei a rir e ele ainda me olhava assustado. – Sasuke seu idiota, eu to zoando com a sua cara.
– COMO ASSIM? – gritou – Como você brinca com os meus sentimentos, mulher? – colocou a mão sobre o peito e começou a fingir que estava sem folego. – Eu quase tive um infarto, quase tive um ADP, uma crise de asma, quase quebrei um pé...
– Quase quebrou um pé? – franzi o cenho.
– Pra dramatizar a gente inventa de tudo. – ele deu ombros. – Mas mulher... – colocou a mão sobre a minha barriga e eu arqueei a sobrancelha e fiz uma careta. – Brinca comigo desse jeito mais não.
Eu ia responder, quando ouvi uma porta batendo. Nós nos entreolhamos confusos e começamos a procurar algo para nos vestirmos.
– Sakura? Sasuke? – a voz da Mikoto foi ouvida. – Vocês estão ai?
– O que a sua mãe tá fazendo aqui? – perguntei correndo até o guarda roupa e vestindo o vestido mais fácil de se vestir (Sabe a lógica? Eu comi).
– E eu lá vou saber? – respondeu da mesma forma que eu. – Nem sei como ela sabe que estamos aqui.
– Idiota. – passei a mão pelos meus cabelos e saí do quarto, correndo para encontra-la quase subindo as escadas. – Oi Mikoto! – falei abrindo um sorriso e descendo para abraça-la. – Deixa eu ficar aqui mais um pouquinho, porque amo o seu perfume. – resmunguei a abraçando mais forte.
– Você é retardada menina. – ela riu, mas mesmo assim continuou me abraçando. – meu filho também está? – perguntou animada e eu assenti. – Sasuke filho, apareça tenho uma noticia maravilhosa! – falou animada quando me soltou, pegando em minha mão e me puxando para um dos sofás.
– O que aconteceu? – perguntei me sentando e colocando uma almofada em meu colo. – Você está hiperativa, molier. – dei risada quando ela começou a andar de um lado para o outro.
– É uma coisa sensacional! –colocou as mãos o rosto. – ANDA LOGO FILHO! – gritou e Sasuke apareceu, escorando-se no corrimão da escada.
– Como a senhora sabia que eu, melhor, que nós estaríamos em casa? – cruzou os braços e estreitou os olhos.
– Eu não recebo um abraço e um ‘Olá mamãe’? – Mikoto perguntou ironicamente, enquanto abria os braços. – Oi, eu estou esperando – acrescentou fazendo um “dãarr”.
Sasuke sorriu e desceu as escadas rapidamente arrebatando a mãe com um abraço apertado.
– Agora me responda. – falou quando a soltou.
– Vai se sentar ao lado da sua mulher, vai vai – a morena o empurrou para o mesmo sofá que eu estava e ficou em pé em frente a nós. – Acontece que eu...
– Você não vai ter outro filho, vai? – meu marido a interrompeu e nós o encaramos sem acreditar.
– Se não vai falar nada produtivo cala a boca filhote de rato. – reclamou Mikoto indignada.
– Mas...
– Cala a boca filhote de rato! – falamos eu e ela ao mesmo tempo.
– Você é minha mãe!
– E se eu te adotei? – Mikoto fez uma expressão pensativa e colocou o dedo indicador próximo aos lábios. – É brincadeira querido. – sacudiu as mãos num gesto de descaso. – Acontece é que eu finalmente, depois de tanto tempo, consegui convencer o seu pai a realizar um evento beneficente em nome das empresas Uchiha, não somente como um colaborador. – ela deu pulinhos. – Nós é que vamos ser os responsáveis, as outras empresas serão apenas colaboradores. – juntou as mãos emocionada.
– Nós participamos de eventos beneficentes. – Sasuke respondeu pensativo.
– Só que nunca organizamos um! – ela revirou os olhos. – O que acha Sakura?
– Acho uma ótima ideia. – respondi animada. – O que pensou em fazer? – perguntei já notando que ela era quem iria organizar tudo.
– Uma feira, com jogos, como um parque de diversões. – os olhos dela brilharam. – Também queria colocar oficinas, com orientações vocacionais, uma área para peças infantis... Aaaaaah, eu estou tão animada. – mordeu o lábio inferior e eu tive que rir. – E isso tem um lado bom. – olhou para Sasuke que ainda parecia estar processando a ideia. – Vocês, executivos, vão poder se distrair sem pensar em trabalho por um dia inteirinho. – disse como se tentasse convence-lo.
– Sasuke, por favor – peguei em sua mão. – Vai ser algo divertido e eu tenho certeza que todos nós podemos ajudar de alguma forma.
– Ainda bem que você pensa desse jeito, Sakura-chan. – desviei o olhar do moreno e a encarei inquisitiva. – Porque vocês iriam ter que ajudar do mesmo jeito. – deu ombros e eu balancei a cabeça negativamente.
– Já que não temos escolha... – Sasuke deu ombros. – Tudo pra te ver feliz, mamãe. – sorriu e depois disso, ela nos esmagou em um abraço triplo sufocante.
– Como eu amo vocês. – disse animada. – Eu quero fazer o evento pra próxima semana...
– É algo trabalhoso. – falamos eu e Sasuke ao mesmo tempo.
– Por isso que eu decidi adiar a minha ideia fantástica pro mês que vem. – ela suspirou. – Fugaku não me deixou fazer pra essa semana, alegando que eu iria sobrecarregar todos da empresa e da família com isso. – balançou a cabeça negativamente. – Como se eu fosse fazer isso, aquele velho chato. Até parece que se esqueceu que fui eu e a sua mãe, Amaya, que organizamos o seu casamento junto com as nossas amigas, foi a coisa mais relax que eu fiz na vida. – disse ela como se o pequeno arrebatamento que a Tia Kushina fez nos meninos antes do casamento fosse uma coisa relax...
Caso você não se lembre, vamos a um pequeno (GRANDE) flash back:
– Pense nas coisas boas, Sasuke. – Gaara resmungou levantando-se.
Igreja... Casamento... Lua de mel... Sakura nua... Viagem... Sakura... Minha... Sexo... Cansaço... Sexo sem preocupações... Comida...
– Você está fazendo caretas. – Shikamaru reclamou.
– E daquelas bem pervas. – Naruto me deu um tapa na cabeça.
– Estou pensando nas coisas boas. – respondi meio alienado. – Coisas boas da vida... – dei uma risadinha.
– Pelo amor de Deus, nos poupe dos detalhes. – Neji falou erguendo os braços.
– Guarde essa informação pra você, Sasuke! – Sai se pronunciou, fingindo um calafrio.
– Eu não ia...
– Chega de detalhes. – Minato falou exasperado. – Jovens, jovens...
– Não fale como se fôssemos velhos. – Kushina deu um tapa no braço dele. – AGORA ANDEM LOGO! Ou vou jogar vocês na piscina.
– Como se pudesse... – Naruto resmungou e ela deu uma risada maldosa.
5 Minutos depois...
– Esfreguem atrás das orelhas! – Kushina mandou batendo o cabo da vassoura no chão.
Ela literalmente havia chutado todos pra dentro da piscina, depois jogou os shampoos e os sabonetes.
– Isso é uma humilhação... – resmunguei. – AÍ! – gritei quando fui atingido na cabeça, com o cabo da vassoura.
– Não reclama! – ela falou ameaçadoramente. – Depois vocês vão tomar outro banho, descente!
– Então porque nós jogou AQUI?! – Gaara gritou indignado.
– Porque vocês duvidaram de mim. – retrucou ela. – E ninguém duvida de Kushina Uzumaki!
– Mamãe deve estar de TPM... – Naruto murmurou para Neji, antes que fosse atingido por uma sandália. O impacto foi tão forte, que ele afundou.
– AI MEU DEUS, KUSHINA VOCÊ MATOU NOSSO FILHO! – Minato gritou, mas não se moveu.
A ruiva se inclinou um pouco, ainda se apoiando na vassoura e depois falou:
– Tá vendo aquelas bolhas? – apontou. – Ele tá bem, só meio desnorteado.
– E se ele estiver desmaiado? – retrucou estreitando os olhos.
– Aí ele teria boiado. – deu ombros. – Continuem, andem, andem!
– A piscina vai ficar cheia de sabão! – Itachi reclamou esfregando os cabelos. Estávamos de roupa, ok?
– Não, não vai. – Inuyasha, o cara de cabelos prateados, meu primo por “adoção”, já que ele é namorado da Kagome avisou passando por nós com um prato de salgadinhos. – De acordo com os pais de vocês, hoje é dia de limpeza na piscina. E essa coisa cruel e ruiva, sabe disso. – apontou para Kushina.
– Você quer se juntar a eles, Inuyasha? – ela começou a se aproximar dele, tenho certeza que o teria nocauteado, se meu padrinho não o houvesse a segurado. – ME SOLTA MINATO! – e então passou a se debater.
– SE CONTROLA MULHER! – ele não sabia se dava risada, ou se segurava com mais força. O resultado de tudo isso, foi um belo de um tombo dos dois na piscina. Pobre do Naruto, quase foi afogado de vez com isso.
– Eu vou te... – ela ia reclamar, mas ele a beijou.
– Me tirem daqui! – choraminguei tentando sair da piscina, mas acabei escorregando e voltando para dentro da agua. – Não quero servir de castiçal numa piscina cheia de marmanjos! Nãaaaaaaaaaaaaao... – gritei dramaticamente, quando os garotos me puxaram, e começaram a me afogar.
Já lembraram? Eu dou risada toda vez em que o Sasuke comenta sobre isso.
– Bem... – Mikoto pareceu pensar. – Isso foi um pequenino caso a parte. – piscou.
– Ela quase me esfolou mulher! – Sasuke protestou querendo ficar sério, mas começou a rir.
– Acontece que a tia é o poder, entende? – falei como se fosse obvio. – Ela bota ordem até no tio Minato. – me surpreendi ao notar isso.
– Ela tem que me ajudar nisso. – Mikoto falou assentindo. – Vai botar ordem em vocês quando eu não estiver perto.
– Como se nós não obedecêssemos com você longe, mãe. – Sasuke comentou distraidamente e recebeu um olhar feio da mulher. – A senhora é um amor de pessoa, sabia?
– Cala a boca cara de queijo. – rebateu ela e Sasuke fez uma careta, mas ficou quieto.
– Fica pianinho ai, querido. – debochei e ele me encarou feio. – Nem adianta fazer essa cara, seu boi da cara preta.
– O que?
– Não interessa. – dei ombros.
– Mulheres... Por que tão loucas?
– Ah, ve se cala a boca! – nós duas falamos juntas. Eu lhe dei um tapa na cabeça e sua mãe chutou-lhe a canela.
– TA BOM, EU CALEI, CALEI! – ergueu os braços, se levantou e saiu marchando em direção a cozinha.
– Lava a louça. – gritei e depois pude ouvir o barulho dos pratos, copos e colheres sendo jogados na pia. – Se quebrar alguma coisa aí eu vou terminar de quebrar o resto na tua cara. – ameacei e ele, dessa vez, começou a bater as panelas, mas não antes de correr e trancar a porta da cozinha.
– É assim que se manda. – Mikoto ergueu a mão pra mim e eu bati na dela, numa espécie de High five. — Goxto assim. — falei e nós duas rimos mais uma vez. Pobre Sasuke... Pobre nada, benhê, quem manda aqui somos nós e fim.
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