Love Drunk
43 Capítulo 43
Notas iniciais
~anh- ahn?
KKKKKKKK Cara, vocês precisam me ver criando as notas... Faço cada careta.
Vocês escolheram o destino do capitulo... Claro, que com uma ajudinha básica de algumas pessoas que me ajudaram a tirar dos empates né mocinhos? KKK Me deixaram mais doida que barata u_u
Mas enfim, a opção 2 ganhou o/ Espero que gostem.
Ah uma coisa:
Me pediram segunda temporada e... Eu não sei se devo fazer, o que acham? KKK
Creio eu que seria pequena, ou não seilá. Sou meio retardada quando se trata de escrever... BUT, a pergunta somente me dirá se receberá aprovação, ainda não é uma certeza kkkk
Só isso.
Boa leitura o/
Eu estava sentada em uma cadeira e Sasuke estava deitado na cama de olhos fechados. A Pele estava mais pálida do que o normal, ele respirava calmamente. Tentei me mover para aproximar-me dele, mas não consegui... Eu estava colada a droga da cadeira?
- Quê? – falei, ou melhor, tentei já que minha voz tinha desaparecido. – Mas que merda... – comecei a tentar proferir algumas coisas feias, quando um som fez com que eu tomasse um susto.
Era uma espécie de... Pi?
- SASUKE! – minha voz saiu finalmente em um grito esganiçado, de alguma maneira eu consegui me mover e fui para o lado da cama. – ALGUÉM AJUDA! – gritei novamente olhando para a porta desesperada, enquanto o medidor de batimentos cardíacos apitava insistentemente e ia diminuindo aos poucos. – NÃO! – tentei toca-lo, mas minhas mãos apenas o atravessaram. Eu virei um... Fantasma?
- Sasuke, Sasuke... – murmurei desesperada. – NÃO MORRE! – gritei entre lágrimas, enquanto o quarto ficava silencioso.
Sentei-me na cama em um pulo, que tipo de pesadelo tinha sido aquele?
Respirei fundo, enquanto passava a mão pelo rosto para tirar todos os cabelos que estavam sobre o mesmo. Olhei para o lençol que estava me cobrindo e o levantei lentamente, agradecendo por estar com um pijama... Curto, mas um pijama.
- Mas que diabos eu to fazendo...
- Já acordou? – virei o rosto na direção da voz e rolei para fora da cama, com os olhos arregalados. – Sakura, o que foi?
- O que você tá fazendo aqui? – apontei para ele. – E ASSIM? – Corei ao ver que ele estava somente de boxer.
- Ãhn? – o moreno perguntou confuso. – Amor você... – começou a se aproximar de mim e eu pulei na cama, indo para o outro lado. – Sakura! – exclamou frustrado.
- ITACHI! – repeti o mesmo que ele fez só que mil vezes mais frustrada. – O que você tá fazendo aqui? – perguntei dando um passo para trás.
- O que eu to fazendo aqui? – o moreno revirou os olhos e se apoiou na cômoda. – Eu moro aqui.
- Então o que EU FAÇO AQUI?! – fiz uma careta quando ele passou por cima da cama, tentando se aproximar de mim, mas eu fiz o mesmo que ele... Só que para ir ao lado oposto ao dele.
There's a stranger in my bed,
There's a pounding in my head
Glitter all over the room
Pink flamingos in the pool
I smell like a minibar
DJ's passed out in the yard
Barbie's on the barbeque
There's a hickie or a bruise
Tem um estranho em minha cama
Minha cabeça está latejando
Glitter espalhado em todo o quarto
Flamingos rosa na piscina
Eu cheiro como um mini-bar
DJ desmaiado no quintal
Barbies na churrasqueira
Isso é um chupão ou um hematoma?
- O que é isso? – minha voz saiu esganiçada, quando eu vi alguns chupões no meu pescoço, através do vidro da varan... Opa, varanda?
- Eu preciso responder? – Itachi revirou os olhos. – Você tá bem? Por que está me evitando?
Não respondi. Estava concentrada tentando lembrar-me de alguma coisa... Mas que diabos tinha acontecido? A onde estava o Sasuke? A Lily? O Povo?
E porque eu estou com essa dor de cabeça maldita, chupões pelo corpo e COM O ITACHI QUASE NU NO MEU QUARTO?
- Amor... Não acha que colocaram alguma coisa na sua bebida ontem? – dei um pulo quando senti o hálito quente dele bater contra meu pescoço. Quando ele se aproximado tanto de mim?
- Cadê o Sasuke? E A Lily? – perguntei virando-me para encara-lo. – O que aconteceu... Eu...
- Sasuke? – ele praticamente rosnou. – O que você quer com meu irmão? E quem é essa Lily?
- A ruiva Itachi, a ruiva.
- Tá falando do Gaara?
- ÃHN? – Comecei a tossir compulsivamente. – Olha Itachi... Isso tá perdendo a graça.
- Perdendo a graça? Essa sua brincadeirinha de não saber quem é, é que tá perdendo a graça. – ele enlaçou minha cintura e encarou-me fixamente. – Sou Itachi Uchiha, seu amigo, namorado e esposo. Você é Sakura Uchiha, minha mulher que simplesmente detesta o Sasuke e que acha o nome Lily horrível, além de que... Nós não conhecemos ninguém com esse nome, e as únicas pessoas ruivas que conhecemos, São o Gaara, o Sasori e a Karin. Tem certeza que você tá bem?
- Mas... Sasuke é o meu noivo e...
- Sakura, tudo isso é coisa da sua cabeça. – ele acariciou meu rosto. – Não passou de um sonho, entende?
Sentei-me assustada e a primeira coisa que fiz, foi beliscar meu próprio braço para saber se era real ou não. Felizmente, a dor veio e infelizmente... Eu belisquei com muita força.
- Ai... – gemi passando a mão no rosto. Eu estava deitada numa das macas da enfermaria, minhas costas estavam doendo e eu estava com sono... Sim.
- Será que não tem como irmos para outra sala? – ouvi a voz de Sasori, por trás de uma cortina ao lado da minha “cama”.
- Sinto muito senhor, mas não temos mais lugares disponíveis. – uma mulher respondeu. – Agora fique quieto para que eu possa terminar os curativos...
- Ai. – ele praguejou. – Maldito...
- Não se mexa, por favor... – a mulher pedia.
Entre muitos resmungos dele, e reclamações da moça, eles finalmente saíram de dentro das cortinas... Isso ficou estranho.
- O que você tá fazendo aqui? – perguntei assim que o olhar dele me encontrou. Sasori estava enfaixado, e tinha o rosto meio inchado, os lábios tinham um corte e o olho esquerdo estava roxo.
- O que nós fazemos num hospital? — ele respondeu surpreso, quase que num modo automático.
- O que aconteceu? — levantei-me começando a caminhar em direção a ele. — Você apanhou! Quem fez isso com você?
- Sakura... São problemas meus. — ele disse incerto. Será que estava sendo ameaçado? — Não se preocupe, quem fez isso comigo acabou ficando pior, eu acabei com ele. — deu um sorriso de canto e logo em seguida fez uma careta de dor.
-Parece que ele acabou com você. — comentei sem acreditar.
- E o que você tá fazendo aqui? — perguntou mudando de assunto.
- Sasuke... — prendi a respiração, quando lembrei-me do sonho. — Eu tenho que sair daqui.
- Sasuke? — ele falou tentando franzir o cenho. — O que aconteceu? SAKURA!
Sai correndo da enfermaria, e passei por alguns corredores até parar por não saber a onde ir. Encostei-me em uma das paredes, tentando me lembrar do que tinha acontecido antes que eu apagasse.
- Mikoto e Fugaku haviam me dito que Sasuke estava na... UTI. — murmurei estreitando os olhos. — Agora é só ir pra lá...
Comecei a procurar a ala da UTI, mas como não sabia onde ficava optei por perguntar a uma enfermeira, que me informou, mas disse que eu somente poderia entrar lá com autorização. Bah, autorização.
Como se eu precisasse disso.
Depois de uma mini-excursão pelo hospital, finalmente encontrei o quarto onde Sasuke estava. Ele estava igual e pior do que no meu sonho, caminhei lentamente até proximo a cama sentindo um peso estranho. Havia uma bolsinha de soro ao lado da cama e uma outra de... Sangue? Haviam doado sangue para ele?
- Hei,Uchiha... — murmurei segurando sua mão. — Por que fez aquela besteira, hein? Você não devia estar ai... — pisquei tentando me livrar das lágrimas que já estavam embaçando a minha visão. — Tem noção do quanto eu me sinto culpada? V-Você é o amor da minha vida... I-Isso é meio dramático de se dizer, mas eu não me vejo mais sem você. Não tem ideia do quanto sofri essas semanas, por sentir falta dos seus beijos, dos seus abraços e das suas provocações cinicas... Eu sinto sua falta, e isso é tão ruim. Po-Porque você tá aqui... né? — ajoelhei-me e beijei sua mão. — Só não me deixa tá? E nem invente de querer ir dar uma volta no outro mundo, não mesmo. Eu preciso de você, cada pedacinho do meu coração e de mim precisam de você, então volte... — e então desabei a chorar, soluçando muito enquanto segurava a mão dele.
This time, I wonder what it feels like
To find the one in this life,
The one we all dream of, but dreams just aren't enough,
So I'll be waiting for the real thing
Desta vez, eu pergunto como deve ser
Encontrar a pessoa para esta vida
A pessoa que todos nós sonhamos, mas apenas sonhos não são suficientes
Então eu estarei esperando por algo real
Meu corpo tremia. O lençol branco estava manchado por minhas lágrimas, agradeci mentalmente por não estar de maquiagem.
- Eu... Disse que não gosto de ver você... chorar. — a voz rouca e o leve aperto em minha mão fez com que eu abrisse os olhos e levantasse o olhar e encontrasse um Sasuke... Acordado?
- Sa-Sasuke? — perguntei levantando-me lentamente, com medo de que fosse um sonho ou coisa da minha cabeça. — Não se mexe. -mandei, mas ele não me obedeceu. — Porra, você não sabe que tá internado em estado grave?
- Não... Argh...Ligo. — respondeu parando de tentar se sentar, fazendo uma careta de dor. — Por... Que estava chorando? — perguntou tentando controlar a expressão de dor. — Se eu fiz tudo o que fiz, é porque te amo. Não acha que se eu morrer, morrerei feliz?
- Cala a boca. — mandei em um tom choroso. — Você acha legal isso, né idiota? Acha que eu aguentaria isso?
Sorriu fracamente.
- Agora sei porque estão me mantendo sedado. — comentou em um tom falsamente brincalhão.
- Vou chamar alguém. — falei preocupada, tentei soltar minha mão da dele, mas ele apenas a segurou mais fortemente.
- Não... — respirou fundo e puxando-me levemente para que eu me sentasse a beirada da cama. — Eu tenho que...
- Não diz nada. — dei-lhe um selinho, bem mais demorado que o normal. — Me perdoe por ser essa pessoa destrambelhada, me perdoa por toda a dor que infligi a você... Eu não devia...
- Cala a boca. – mandou revirando os olhos. – E me beija, por que... Porque sim.
Sasuke Pov’s:
- Cala a boca. – revirei os olhos. Fiquei feliz por este ato não doer... Ok, falei igual a Bela... Argh. – E me beija... Porque sim. – eu tenho direito.
- Não. – ela respondeu fazendo uma careta. – Você não pode fazer esforços.
- Não seria um esforço... – comecei, mas ela me cortou.
- Você estava dopado, não. – mostrou a língua. – Vão alegar que estou abusando de você.
Well it ain't no surprise
That you turn me on and leave
It ain't no surprise
That you turn it around on me
I don't know why
You won't give me what I need
Bom! Isso não é uma surpresa
Que você me enrolou e foi embora
Isso não é uma surpresa
Que você voltou para mim
Eu não sei porque
Você não irá me dar o que eu preciso
- É claro, porque sou uma criança inocente, numa sala qualquer coma aproveitadora de cabelo rosa. – comecei a rir, e o medidor de batimentos cardíacos começou a fazer aquelas ondinhas, mais coisantes... Eu não sei explicar, se conformem com as explicações de um doente. – Ai... Ai... Ai... Dor... – meu peito começou a doer.
- Cala a boca. – era a terceira vez que ela dizia isso.
- De novo? – perguntei frustrado.
- De novo. – e então me deu um peteleco.
- Aí! – tentei me mexer, mas aquilo causou mais dor. – Isso é maldade.
- Não, não é. – ela passou as mãos pelo rosto, para limpar o restante das lágrimas. Pude ver que seu olhar estava mais animado e também vi as olheiras.
- Você não dormiu não? – perguntei.
- Eu... Er... – bagunçou os cabelos nervosamente. – Desmaiei... Então eu dormi. – deu um sorriso amarelo.
- Você...
- Acho que por agora já deu, não é mesmo Srta. Haruno? – um médico entrou na sala sorrindo. Sakura olhou para ele fazendo uma careta, do tipo “WTF”. – Os Sr. E a Sra. Uchiha me contaram. – explicou.
- Ah... – ela assentiu, levantando-se.
- Mas...
- Uma enfermeira já está vindo com os sedativos. – o médico avisou para ela, que assentiu mais uma vez.
- Vão me drogar de novo? – perguntei frustrado. – Eu posso ficar acordado! – protestei tentando me sentar. – Ai... Ai... Ai...
- Não faça esforços, Sr. Uchiha. – ele me avisou. – Pode piorar a sua situação, que já não está tão favorável. Tem de descansar.
- Descansar é para os fracos, eu posso dançar o tchan, enquanto pulo corda. – respondi virando o rosto.
- Drogue ele até semana que vem... – Ouvi Sakura murmurando.
- HEI! – reclamei e a enfermeira entrou na sala. Oh Shit, a agulha dela é enorme. – Que agulha enorme...
- Não se preocupe mocinho... – a enfermeira riu e eu engoli em seco.
- Não se preocupe mocinho. – Sakura deu risada e se aproximou de mim. – Descanse e não fique tão agitado, entendido? Você tem que se recuperar. – me deu um selinho e eu senti meus olhos começarem a pesar.
- Vai pra casa... Descansar... – murmurei piscando demoradamente.
- Apenas relaxe. – ela riu levemente, enquanto eu estava apagando.
- Sa... Kura... – murmurei antes de fechar os olhos.
Fim do Sasuke Pov’s.
Ele havia dormido, ou apagado... Desmaiado ou seilá o que. Ter tido essa conversa com Sasuke, me deixou tão... Mais leve.
Estou me sentindo tão leve que... Eu posso voar. Ok, vocês entenderam.
Saí do quarto, tendo a sensação de ter esquecido algumas coisas. Ah, mas quer saber?
Se eu esqueci, não é importante e se não é importante, não devo lembrar. (N/A: minha lógica kk).
1 Semana depois...
Sasuke já estava internado há uma semana, sempre sendo mantido a base de sedativos, porque pelo que o médico disse ele é muito... Impulsivo e tentou se levantar, resultado uma quase queda da cama, o que pioraria seu estado se caso o Itachi não tivesse entrado no quarto e o segurado a tempo.
Entrei em casa correndo, tropeçando, chutando e batendo o dedinho nos móveis.
- Merda. – manquei começando a pular numa perna só. Eu iria apenas tomar um banho, trocar de roupa e voltar para o hospital, mas aquela dor me impediu de continuar a tentar ser o flash.
- Senhorita Sakura eu... – Hana apareceu vindo da cozinha.
- Hana, por favor, me faça algum lanche vou comer alguma coisa antes de voltar pro hospital, para a Lily poder voltar pra casa. – pedi antes de voltar a correr escadas acima, em direção ao meu quarto... Talvez eu cochilasse depois de comer, né?
Saudades cama, saudades.
Entrei no meu quarto, mas me paralisei ao ver aquela criatura sentada numa cadeira, me encarando. Ela vestia uma regata rosa, e um shorts jeans preto. Seu sapato era um vans, da mesma cor que a blusa, a maquiagem era clara e contrastava com o gloss que ela estava usando. Os cabelos estavam soltos e no pescoço havia uma gargantilha com os dizeres “Love” (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=75846031&.locale=pt-br).
- O que você quer aqui, Karin? – perguntei rispidamente.
- Tenho que falar com você. – respondeu ela calmamente... Não de um jeito superior, e sim da mesma maneira que falava quando éramos Amigas.
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