Love Drunk
44 Capítulo 44
Notas iniciais
Estou feliz *u* A páscoa tá chegando, é isso mesmo produção? *-* Chocolate... Chocolate... Ok, parei.
Meu teclado tá ficando bugado, to muito chateada com isso u_u Mas to me acostumando com ele ferrado como pode isso? 'nana
Preciso dizer que pirei ao ver que completei uma centena de favoritos? Preciso mesmo?
E tipo, ao ver que tenho 192 leitores? E que recebi uma décima quinta recomendação? *--* ~lê chora de emoção~
Ah e que a fic passou dos 700 comentários? ....AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA ~surta um pouquinho de nada, sabe...~
Miku Uchiha, o capitulo é dedicado à você sua linda, muito obrigada mesmo pela recomendação *-*
Boa Leitura.
Ah é hoje (estou alterando as notas Q), 28/03 é aniversário da nossa querida rosada O/ PARABÉNS PRA ELA! kkk
(Não, eu não esqueci de nada, nem de nenhuma parte do capitulo. É tudo altamente planejado -v-).
– Conversar? – murmurei desconfiadamente. Isso é suspeito, MUITO suspeito. – O que você quer, hein?
– Eu já respondi. — ela bufou impacientemente. – Dá pra você me escutar? É importante.
– E desde quando você fala algo importante? – rebati, lembrando-me de quando ela beijou o Sasuke.
– Caralho Sakura, você vai me ouvir ou não? – levantou-se colocando as mãos na cintura. – É sobre a sua vida, sobre o Sasuke. Sobre o famoso clube dos Ruivos, sobre o passado merda! Eu prometi a mim mesma que nunca tocaria nesse assunto de novo, mas olha eu aqui, disposta mudar tudo o que eu tinha prometido.
– Não quebre promessas por mim, Karin. — falei tirando meus sapatos e indo em direção ao guarda-roupa, ficando de costas para ela. – Eu não quebraria as minhas pela Karin de agora.
Ela sorriu calmamente.
– Apenas me escute. – pediu. – Depois vou embora, se quiser nem vai se lembrar de que estive aqui.
Parei por um momento. Ela não estaria implorando tanto, se não fosse importante, certo?
– Não sei por que vou fazer isso. – murmurei virando-me para encara-la. – Mas pode falar Karin. – anunciei suspirando.
– É melhor você se sentar. – ela falou fazendo o mesmo.
Flash Back:
Should I? Could I?
Have said the wrong things right a thousand times
If I could just rewind, I see it in my mind
If I could turn back time, you'd still be mine
You cried, I died
I should've shut my mouth, things headed south
As the words slipped off my tongue, they sounded dumb
Eu deveria? Eu poderia?
Ter falado as coisas erradas certas mil vezes
Se eu pudesse rebobinar eu veria em minha mente
Se eu pudesse voltar no tempo, você ainda seria minha
Você chorou, eu morri
Eu deveria ter fechado minha boca, as coisas pioraram
Como se as palavras escorregassem pela minha língua, soaram estúpidas
Sai, Karin, Sasori, Temari, Gaara e Sakura estavam sentados no chão do seu famoso “esconderijo”. A rosada tinha as pernas em cima do colo do Sabaku, enquanto se recostava em Sai.
– Mano, eu acho que vamos repetir o ano, só acho. – Temari comentou dando risada, enquanto abria uma latinha de refrigerante.
– Não somos os mais baderneiros, por favor. – Karin mostrou a língua pra ela em um ato infantil. – Somos apenas pessoas felizes...
– Que vão pegar a cola dos melhores amigos, espertões. – Gaara completou empurrando Sasori levemente com o cotovelo.
– E quem disse que eu sei de alguma coisa? – o ruivo perguntou fingindo-se de inocente.
– Fala sério ruivo, você tem memória fotográfica. – Sai disse debochadamente.
– Poderia trabalhar para a CIA, ou o FBI. – Sakura acrescentou apontando para ele. — Temari joga as... AI CARAMBA! – gritou sentando-se rapidamente, quando foi atingida por um saco de batatinhas.
– Você disse pra jogar. – a Sabaku se defendeu tentando controlar uma risada. – Não foi Karin?
– Foi. – a ruiva fez o mesmo que ela. – Tem que parar de pedir as coisas dessa maneira, Saky. Sabe que todo mundo aqui leva as coisas ao pé da letra.
– Jura? – ela foi irônica.
– É. – Sasori confirmou. – Se eu disser : “Alguém me joga a lata de... “ – e então foi atingindo por uma lata “voadora”. – Ta vendo... – murmurou abaixando o rosto e ponto a mão sobre a testa.
– Nós temos que passar com um psicanalista, somos muito agressivos. – Sai falou seriamente. Todos nós ficamos sérios e o encaramos. – Brincadeira gente.
– Ah, eu me esqueci de dizer. – Temari falou estralando os dedos. – Comecei a fazer Box, com uma tal de... Tenten, ela é legal pra caramba.
– Não sei quem é. — respondi coçando a nuca.
– A que anda com a Ino. – ela tentou mais uma vez. Ino... – A loira, que cê disse ser bacana e etc.
– A Ino. – exclamei animada. – Ela é muito legal, man. Então essa Tenten deve ser legal também.
– Não é porque ela anda com uma pessoa legal, que é legal. – Sasori falou revirando os olhos.
– Você é chato pra caramba, olhos de peixe. – Gaara alfinetou. – Mas andamos com você, não é?
Pausa.
– Naquele dia, nós estávamos bastante animados, não era? – ela deu um sorriso triste. – E foi exatamente nesse dia, em que você...
– Comecei a namorar o Sai. – completei. – Lembro-me que anunciamos em uma lanchonete, dois dias depois e que todos pareceram extremamente felizes.
– E todos estavam de fato. – ela concordou. – Pelo menos, a maioria.
– Como assim? – franzi o cenho. – Você não estava feliz...
– Eu estava, de verdade. – me contradisse. – Mas uma pessoa não.
– Quem? – perguntei estranhando. Não era a Karin?
– Sasori.
Continuação
I should've drove all night,
I would've run all the lights
I was misunderstood
I stumbled like my words,
Did the best I could
Damn! Misunderstood.
Eu deveria ter dirigido a noite toda
Eu teria ultrapassado todos os sinais
Eu fui incompreendido
Eu tropecei como minhas palavras
Fiz o melhor que eu pude
Droga! Incompreendido
– COMO VOCÊ PODE?! – Sasori chutou uma cadeira para longe. – VOCÊ SABIA QUE EU GOSTO DA SAKURA, SAI!
– NÃO, EU NÃO SABIA. – Sai gritou. – E VOCÊ QUER QUE EU FAÇA O QUÊ?
– Termine com ela. – o Akasuna respondeu em um grunhido.
– Ele não pode. – Karin se pronunciou, só havia os três ali. – Sakura NUNCA aceitaria isso!
– MAS ELES NÃO SE GOSTAM. – Sasori rebateu. – Ela NÃO gosta de você e você NÃO gosta dela.
– Você acha que ela vai aceitar um término assim? Do Nada? – Sai falou trincando o maxilar. – Sasori pense um pouco, ela sabe que não sentimos nada um pelo outro, mas havíamos prometido tentar. Sakura nunca vai permitir isso.
– A menos que... – havia planejado e tudo havia dado exatamente conforme seu plano. De fato, era manipulador.
– Quê? – Karin e Sai perguntaram estranhando.
– Que vocês encenem que ela será traída. – respondeu respirando fundo. – Vocês se gostam...
– Como amigos. – os dois rebateram. – Eu nunca faria isso com a Sakura. – Karin completou.
– Mas você gosta do Sai. – ele falou.
– O-Oras... – ela gaguejou corando. – Não.
– Tanto faz. – o ruivo encarou o “amigo”. – Sai... Por favor.
– Pare de ser tão egoísta, tem noção do que ela vai passar? Tem noção de que se Karin fizer isso, vai perder a amizade dela para sempre?
– Com o tempo ela perdoa. – Sasori falou quase que implorando, falsamente, claro. – Por favor, eu preciso da ajuda de vocês... Eu a amo e se eu disser isso para ela, vai apenas dizer que somos amigos e que não pode ter nada comigo, mas... Se ela sofrer uma decepção amorosa, eu estarei lá... Para consola-la.
Pararam por um tempo. Mesmo que se ferrassem, iriam ajudar um amigo... Certo?
Pausa Again.
Eu não soube o que dizer... Então foi uma armação? Sai nunca... Karin nunca...
– E-Eu...
– É. – Karin suspirou. — Foi tudo parte de um plano, um plano onde eu e Sai nos prejudicamos por conta de uma suposta “amizade”. Sasori nos usou como peões, assim como agora, Sakura. Você se lembra, de que me viu beijando o Sasuke, certo?
– Sim... – murmurei prestando atenção.
– Eu meio que me... Ofereci para fazer isso. – Karin falou seriamente. – Kyoko queria acabar com o relacionamento de vocês, e eu dei um jeito de me meter nisso, para caso as coisas fossem longe de mais, como foram. Sasori apareceu, com mais uma das artimanhas dele e devo admitir, que Kyoko modelou de uma maneira incrível o plano dele. Sakura, Sasuke provavelmente já sabe de tudo isso, Sai fez questão de abrir a boca depois de ter recolhido muita informação e sabe o estado em que o Akasuna está?
Foi tudo resultado de uma bela de uma surra, que o seu noivo deu nele. – deu uma pausa. – Ele nunca precisou da sua casa como apoio, nunca veio com o pai para cá, Sasori sempre fingiu para ideais próprios.
Abaixei o olhar. Ele tinha mentido e usado às pessoas que gostavam de mim, por simplesmente me amar?
Karin nunca tinha sido uma vadia?
Sai nunca tinha sido um traidor?
Eu ainda sou a Sakura?
De novo o/
– Então a gente marcou de se reunir lá na sala, vou fazer um comunicado importante. – Sasori falou se apoiando nos armários.
– Importante? – Sakura perguntou arqueando uma sobrancelha. – E do que se trata?
– Surpresa manola. – piscou. – Vai indo, que vou chamar os outros, fechou?
– Grudou e grampeou. – ela piscou de volta. – Só não me deixem sozinha lá, Ok?
– Já vou com o resto do povo. – Sasori sorriu, antes dela assentir e passar a ir em direção a sala.
Enquanto caminhava calmamente, a Haruno passou a enumerar o que devia fazer.
Hoje havia marcado de ir a uma loja de jogos com Sai.
Sai... Até que o relacionamento deles estava indo bem, poderia dizer que já faltava um pouco para dizer que estava começando a se apaixonar pelo moreno. Ele era legal, simpático, tinha os mesmos gostos que ela e compartilhava dos mesmos amigos. Fora que também era um retardado de marca maior, que não ficava atrás de si.
Deu risada e abriu a porta da sala, dando de cara com uma cena que desmoronou seu sorriso.
– O quê?
Karin e Sai se separaram, ambos de olhos arregalados. Estavam se sentindo péssimos por isso, mas tinham de atuar.
– Opa. – a ruiva falou forçando um sorriso cínico. Tinha nojo de si mesma.
– Eu confiei em vocês. – Sakura praticamente cuspiu as palavras, sentindo-se traída. – E-Eu..
– E você, acha que realmente pode fazer o que? É apenas mais uma idiota, que acreditou de mais em uma amizade que não iria durar por muito tempo. Sinceramente, você é patética Sakura. – A ruiva sentia vontade de chorar. Não acreditava que estava fazendo isso.
–Ei juro, juro que nada disso é o que você está pensando. – Sai falava colocando as mãos em frente ao corpo. Estava se controlando para não gritar que tudo não passava de uma armação, ela era sua amiga.
– Você realmente era a minha melhor amiga. – falou Sakura num misto de rancor e ódio.
– Olha o que a amiguinha fez, né? – Karin falou dando uma risada sarcástica.
– Sabe o que você é?
– O que?
– Uma vadia, que se aproveita dos outros. Vocês dois se merecem. – declarou antes de sair da sala e bater a porta.
Karin arfou, sentindo os olhos lacrimejarem. Caiu de joelhos, arrependendo-se de tudo o que havia feito e dito.
– E-Eu não acredito... – murmurou.
Do or die, you'll never make me
Because the world will never take my heart
Go and try, you'll never break me
We want it all, we wanna play this part
Fazer ou morrer, você nunca me tornará
Porque o mundo nunca pegará meu coração
Vá e tente, você nunca me romperá
Queremos isso tudo, queremos interpretar esse papel
Fim dos mini-flash backs o/
– Você passou o tempo todo aqui, Karin. – minha voz saiu magoada. – Por que nunca me contou?
– Me desculpa. – ela já estava com a voz entrecortada. – Eu prometi a mim mesma que ficaria ao seu lado e para isso tive de virar uma espécie de arqui-rival sua. Sakura, se tudo isso o que aconteceu com o Sasuke, não tivesse acontecido, você acreditaria em alguma palavra minha?
Can you hear me?
Are you near me?
Can we pretend to leave?
And then we'll meet again
When both our cars collide
Você consegue me ouvir?
Você está perto de mim?
Nós podemos fingir ir embora?
E então nos encontraremos de novo
Quando nossos carros colidirem
Era verdade.
– Eu pensaria que você estava tentando me envenenar contra o Sasori... – murmurei encarando-a. – De fato, não adiantaria muita coisa...
– Me perdoa. – e então a ruiva fez algo que eu nunca pensei que faria, ajoelhou-se. – Eu não devia ter feito nada do que eu fiz, eu... Sou uma idiota, Sakura eu não...
Ajoelhei-me, ficando de frente a ela.
– Para. – pedi. – Você me irritou muito durante esses meses Karin, eu saí no tapa com você duas vezes, quebrei o seu nariz e tive vontade de te mandar pra Marte muito mais vezes do que posso contar. Meu relacionamento foi pro brégio por sua culpa, e agora isso. Você vem me dizer que tudo não passou de uma farsa. Acha que isso tem perdão?
~SAMBA DA PRIY TAISHO, SAMBINHA NO RITMO DO TROLL~
*
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*
*
*
Sasuke Pov’s:
Eu havia acabado de acordar... Mentira, estava acordando ainda.
Pisquei algumas vezes lentamente, tentando focar alguma coisa, notei que o quarto estava meio escuro, já era de noite? Madrugada?
– Apenas durma numa cama e não numa almofada super dotada. – resmunguei ao ver Sakura praticando uma espécie de contorcionismo, enquanto dormia numa poltrona.
– Ãhn? – ela se mexeu, abrindo lentamente os olhos. – Me disseram que você ia dormir até o meio dia. – comentou passando a mão pelos cabelos.
– Por que não foi pra casa? – murmurei encarando o teto, a cor branca já estava me irritando.
– Porque eu não vou te deixar sozinho aqui. – ela respondeu. – Mesmo que essa poltrona esteja me dando uma bela de uma dor nas costas. – deu risada enquanto se levantava.
Sentei-me lentamente, e ela me encarou.
– Será que eu posso ir até a janela, senhorita enfermeira? – perguntei revirando os olhos.
– Não vejo mal nisso. – ela se aproximou, ajudando-me a levantar. – Se você não percebeu, te cedam toda vez em que você tenta fazer movimentos bruscos de mais. – comentou.
– Então se eu me comportar...
– Apenas receberá analgésicos e poderá ficar acordado. – piscou e me deu um selinho. – E se bobear, em menos de uma semana poderá sair daqui, legal né?
– Irei me comportar. – murmurei dando um sorriso de canto. Observei o céu, estava negro com muitas estrelas. – Obrigado.
Quando você olha para mim, eu quero te proteger
Olhe para mim pelo menos uma vez, só você, eu só amo você
– Pelo quê? – a rosada perguntou.
– Por estar comigo. – direcionei meu olhar para ela e vi que ela estava me encarando. – Eu te amo.
– Eu também. – Sakura sorriu. – É impossível não me amar... Brincadeira, brincadeira. Você sabe que eu te amo, né? Tipo, daqui até... Até... Depois eu te mostro a distancia, não dá pra descrever nesse mínimo espaço. – completou frustrada. – Eu também tenho que te agradecer. – murmurou corando levemente. Sakura, corando?
– Pelo quê? –franzi o cenho.
– Você me protegeu. – respondeu timidamente. – De diversas maneiras, eu não estaria viva se não fosse por você. Você me dá um amor tão bom... Sabe daqueles que não precisam ser melosos de mais para que eu saiba que é verdadeiro? Então é bem nesse ritmo. Acho que se nós fossemos uma cor, seriamos o azul. Porque o azul é legal e... Reconfortante. Ain cara... Comecei a me enrolar... Mas enfim, eu te amo muito e te devo tantas coisas, te devo tantas risadas, tantos momentos bons... Eu devo meu eu à você. – e então me abraçou fortemente... Muito forte.
– Sakura... Eu te amo mesmo. – murmurei mordendo meu lábio inferior. – Mas... Você quer que eu saia daqui o mais rápido o possível, não é?
– Desculpe. – Sakura deu risada, enquanto me soltava. – Devem ser umas quatro da manhã... – murmurou pensativa.
– Acho melhor me deitar. – falei tendo uma ideia. Peguei na mão dela, antes que ela falasse alguma coisa e comecei a ir em direção ao meu leito... De preguiça, de descanso... Ah tanto faz, to sendo obrigado a ficar nessa joça.
– O que tá fazendo? – ela perguntou estranhando.
– Não vou deixar você dormir naquela almofada super dotada. – resmunguei. – Sinta-se a vontade na minha nobre cama.
– Você acha que eu vou deitar aí, enquanto você fica naquilo? – Sakura me deu um peteleco. – Pode esquecer...
– Ai. – murmurei. – Vamos dividir esse cubículo, mulher. – respondi frustrado.
– E você acha que dá homem? – rebateu ela indicando a cama.
– Damos um jeito. – assenti e ela revirou os olhos.
Eu não consigo parar um amor bom, amor bom, amor bom
Por favor não me deixe
Eu não consigo parar um amor bom, amor bom, amor bom
Não consigo esconder o que sinto, amor bom
Fim do Sasuke Pov’s.
– E não é que deu certo? – perguntei acariciando os cabelos do Sasuke, que estava deitado sobre o meu peito. De alguma maneira, nós dois conseguimos deitar na cama do hospital. Se algum médico me pegar aqui... Era uma vez uma Sakura.
– Agora cala a boca e dorme. – ele resmungou de olhos fechados. Puto, cretino, mau caráter.
– Hn. – fechei os olhos tentando dormir.
– Sakura?
– Quê?
– Nada não, só pra lembrar o seu nome. – ele respondeu dando risada.
– Cala a boca seu babaca. – reclamei.
– Irritante.
– Imbecil.
– Idiota.
– Cala a boca mano, vai dormir.
Ele ficou quieto alguns segundos e murmurou:
– Te amo.
– Te amo também.
Fofo esse menino, não?
Duas semanas depois...
Depois de três semanas, ao todo, Sasuke já estava em casa recuperado. Samba negada, samba.
Bem, agora estávamos na casa da Ino, mas isso não muda o fato dele ter voltado né?
– Temos que falar com a Yoko. – murmurei passando a mão nos cabelos.
– Quem? – Naruto perguntou enquanto comia Lámen.
– Não fala com a boca cheia. – Hinata puxou a orelha dele. – Yoko é a mulher que vai organizar os vestidos do casamento da Sakura-Chan e do Sasuke-kun.
– Minha mãe comentou alguma coisa sobre a decoração. – Itachi comentou franzindo o cenho como se tentasse se lembrar de alguma coisa.
– AAAAAAAAAAA semana que vem temos aula. – choramingou Gaara afundando o rosto em uma almofada.
– E eu que já to estudando? – Lily perguntou frustrada, enquanto jogava Jokenpo com o Neji. – Papel ganha de pedra. – gabou-se.
– Vou jogar uma pedra em você e você me diz se o papel vai te defender. – ele rebateu estreitando os olhos. – HEY, vocês vão se casar e... A festa de despedida?
– A de solteiro? – nós perguntamos juntos (eu e Sasuke).
– Não, a de Páscoa. – Temari rebateu. – Qual é, nunca pensaram na despedida de vocês?
– Eu não estava acreditando nem que ia me casar, quanto mais pensando na despedida. – Sasuke respondeu assentindo.
– Concordo com ele. – declarei.
– ENTÃO NÓS A PREPARAREMOS! – Ino falou erguendo as mãos animada, numa delas havia um alicate. – Tenten não se mexa. – mandou.
– Não arranque meus bifes. – a morena protestou.
– Isso vai ser problemático... – Shikamaru murmurou.
– Você acha? – Naruto perguntou de novo com a boca cheia. – Parei... Parei... – completou desesperado, quando Hinata puxou-lhe a orelha de novo.
– Pare de falar de boca cheia, Naruto-kun. – a morena reclamou, fazendo com que todos nós déssemos risada.
Notas finais
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