Love And Hate
5 When I Look At You
Notas iniciais
Então dá lá uma olhadinha pq vale a pena http://letras.mus.br/miley-cyrus/1540465/traducao.html
Enfim, eu esperava demorar mais para postar este capítulo, mas decidi fazer isso agora antes que eu mude tudo de novo.
Bom proveito.
POV Sophia
Depois das coisas que meu pai me disse, eu não consegui dormir. Estava agoniada, precisava ver o Damon e não conseguiria esperar dois dias. Peguei o vestido de Maria que havia ficado em meu quarto, sai escondida no meio da madrugada, peguei um dos cavalos do estábulo e fui até a casa dos Salvatore. Chegando lá, encontrei uma das empregadas deles e pedi a ela que chamasse Damon para mim.
– O que faz aqui a essa hora? – Diz ele quando me vê. Seu cabelo estava bagunçado, assim como suas roupas que caiam do corpo. Estava com a cara amassada. – Se meu pai te vê aqui, Sophia, ele...
– Ele conta ao meu pai? – Abraço o pescoço dele – Quero mais é que meu pai descubra tudo, Damon. Eu precisava ver você.
Damon me abraça pela cintura e atravessa a porta me beijando.
– O que aconteceu?
– Você. Você aconteceu. Não consigo te tirar da cabeça desde o baile. Cada dia que passa sinto que preciso mais e mais de você. – Olhando em seus olhos posso sentir que ele está feliz. – Me apaixonei por você, Damon.
– Me apaixonei por você quando dançamos juntos.
Sua voz nunca soou tão doce, tão agradável aos meus ouvidos. Ele gostava mesmo de mim, tanto quanto eu gostava dele.
Eu o abracei e pude sentir seu cheiro, que já não saia de mim, das minhas memórias.
– Preciso de você agora, Damon – sussurro em seu ouvido.
Se antes de tudo que meu pai havia me dito eu já queria ter Damon em meus braços, imagine agora...
– Tem certeza?
– Como nunca tive!
Damon olha em meus olhos, sorri e me puxa pela mão até uma cabana nos by Text-Enhance\">fundos de sua casa. Eu sabia que não seria em sua cama, mas não me importava com o local.
Ele abriu as portas cuidando para não fazer barulho e logo entramos. Ele acendeu a lareira que ali havia para clarear o lugar.
– Sophia, as condições não são as melhores...
– Só preciso de você, Damon. O resto... É o resto. – Sorrio passando a mão em seu peito, subindo ao pescoço e o beijando nos lábios.
Damon carinhosamente passa as mãos por minha cintura e me vira de costas para ele. Beija meu pescoço e meus ombros, me arrancando arrepios. Eu estava prestes a me tornar mulher.
POV Damon
Eu esperava que ela estivesse trêmula, com medo. No entanto, parecia mais decidida e confiante que eu.
Mas com o toque dos meus lábios em sua pele, Sophia ficou arrepiada. Lentamente desfiz a amarração de seu vestido na parte de trás e ela fez com que a roupa deslizasse por seu corpo. Contra a luz da lareira eu via o formato de sua silhueta.
Sophia tinha uma cintura fina e nada desproporcional ao quadril e as coxas não muito grandes, não muito pequenas. Era mais baixa que eu. Seus longos cabelos passavam da cintura. Tinha um perfume inebriante. Quando se virou de frente para mim pude ver seus seios. Rijos, medianos e perfeitos. Ela me puxou pelo pescoço e me beijou novamente. Senti suas leves mãos subindo minha camisa.
Apertei-a contra mim.
– Você é linda, Sophia. – Digo em seu ouvido.
Nos levo até a cama que há ali – confesso que Sophia não é a primeira mulher que levo àquele lugar, mas era a mais especial – e a deito na cama, deitando-me por cima.
POV Sophia
Sentia-me confortável, protegida. Estava muito nervosa, mas confiava minha vida à Damon.
Seu corpo era quente, seu contato me fazia estremecer.
Damon começou a distribuir beijos pelo meu corpo, o que me fez cócegas. Comecei a rir e a me mexer na cama e Damon me beijou, também rindo.
– Pare! – digo a ele sorrindo.
– Quer mesmo que eu pare?
– Não...
Damon volta a me beijar e suas mãos acariciam meus seios. Sinto meu sexo latejando como nunca. Percebo um certo volume em sua calça. Aquilo estava começando a me deixar maluca.
Damon ajoelhasse na cama e faço o mesmo. Seus olhos nunca estiveram tão brilhantes. O deito na cama e tiro o resto de sua roupa. Sou completamente inexperiente. Deixo tudo a cargo dele. Deixo que Damon una seu corpo ao meu, com um movimento cuidadoso e mesmo assim dolorido.
Gemo fraco e faço uma cara de dor e ele beija meus lábios, como se pedisse desculpas. Novamente por cima de mim, ele dita calmo o ritmo. Me deixo ser guiada por ele, que beija meu pescoço, descendo ao meu peito.
De fato, tudo que eu sabia sobre amor eu havia lido em livros. Tudo que eu sabia sexo resumia-se em nada.
Mas eu podia ver que estava fazendo certo, estava seguindo meus extintos.
Me sentia completa ao ter Damon dentro de mim. Me sentia vazia quando ele – por pouco tempo – desfazia a união de nossos corpos. Damon gemia, e era eu quem lhe causava essa sensação. Me sentia vitoriosa a cada vez que eu ouvia um rouco gemido sair de dentro dele.
Nossas respirações ficaram ofegantes quando ele apressou as coisas. Eu prendia meus dedos em seus cabelos, apertava sua nuca, mordia meu lábio, afundada num prazer, até então, desconhecido. O beijava como se não houvesse amanhã. Quando estava com ele, sempre tinha a sensação de que não haveria um amanhã para nós dois.
– Eu não posso perder você, Damon. – Digo a ele olhando em seus olhos.
– Não vai. Não vai. – Ele repete e me beija com carinho.
Demora mais pra mim do que para ele, mas chegamos ao nosso clímax. É incrível. Ele deita na cama, me puxando e fazendo que eu fique sobre seu corpo. Nos abraçamos e ele acaricia minha cabeça. Beijo seu peito e o olho nos olhos. Estão brilhando. Se parecem com o céu. Azuis, infinitos e viciantes. Tenho vontade de dizer algo, mas sinto que não é necessário.
Abraçada em seu corpo quente, sentindo seu coração bater tão descompassado quanto o meu, eu acabo por adormecer.
Sonho com as rosas do meu jardim. Vejo manchas de sangue sobre as rosas brancas. As rosas vermelhas estão despedaçadas ao chão. Damon aparece em relances, com a roupa suja de sangue, pessoas mortas aos seus pés e uma mulher atrás dele, que me olha com desprezo. Não consigo ver quem é a mulher. Tento ao máximo me aproximar de Damon, mas ele se torna cada vez mais distante, e não move um músculo para me ajudar.
POV Damon
Acordo com Sophia dando um pulo na cama, ao meu lado.
– O que foi? – Pergunto.
– Nada. – Ela olha para frente, assustada. – Nada.
– Teve um pesadelo? – Sento na cama e a encosto em meu peito.
– Sim, foi muito estranho. Mas não quero falar disso. Não agora – Ela entrelaça nossos dedos.
– Dormiu bem?
Ela me olha sorrindo.
– O que acha? – Sorri alegre.
– Não falta muito pro nascer do sol. Não deveria voltar pra casa?
– Não quero deixar seus braços – ela me abraça apertado.
– Nos veremos mais tarde. Mas antes, quero lhe dar uma coisa.
POV Sophia
Damon rapidamente se veste e corre até sua casa. Não demora muito e eu o vejo entrar novamente.
Ele senta em minha frente e me entrega uma caixinha preta, de veludo. Eu a abro e vejo um colar
– É lindo.
– Embora seja simples, achei a sua cara. Pensei em você na hora que vi o colar.
– É o melhor presente que já ganhei. Obrigada.
Não era uma joia rara, caríssima e de grande estima social. Mas nada disso me importava. Para mim, aquele colar valia mais que qualquer um dos diamantes que eu tinha em casa. Era a joia mais valiosa que eu tinha, pois foi Damon quem me deu.
Ele tira o colar da caixinha, a põe em meu pescoço e beija minhas costas como na noite passada.
– Você me surpreendeu ontem, Sophia. – diz ele – Na verdade, a cada dia que passa você surpreende mais.
– Surpreendo a mim mesma. E é você que faz isso comigo, senhor Salvatore.
Me viro e o beijo com urgência. Torno a sentir aquela estranha sensação de que não haverá um amanhã.
– Eu tenho que ir. Não quero, mas tenho que ir.
– Eu sei. – Damon passa as costas dos dedos em meu rosto.
Nua, levanto da cama e caminho pelo quarto a procura de meu vestido. Eu deveria estar com envergonhada por estar sem roupa na frente de um homem, mas me sentia muito a vontade assim. Damon senta na cama e me olha. Estou de costas para ele, mas sinto que sorri com o canto da boca. Fica irresistível quando faz isso.
A única coisa que estou vestindo é a ‘joia’ que me deu.
Cato meu vestido no chão, o visto e vejo Damon fazer biquinho.
– Nos veremos em breve, não? – Sento em seu colo.
– Com certeza. – Ele me vira de costas para si e amarra meu vestido. – Com certeza – repete pausadamente.
Não foi nada fácil montar no cavalo e não poder passar o resto do dia com Damon. O resto da manhã já me faria feliz, na verdade.
Quando cheguei em casa, ninguém ainda havia acordado.
– Graças a Deus! – sussurrei ao abrir a porta dos fundos.
Tirei os sapatos, ergui o vestido e subi lenta e cuidadosamente as escadas até meu quarto. Atirei-me na cama e adormeci, ainda muito cansada.
“O amor é como as rosas,
Cada pétala uma ilusão, cada espinho uma realidade.”
– Shakespeare.
Notas finais
Gente, não fiz esse capítulo tão hot por estarmos no século 19, por ser também a primeira vez de Sophia.
E sobre a citação de Shakespeare ali no final?! O que acham que isso quer dizer? Pelo amor de Deus, c-o-m-e-n-t-e-m!!!
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