Love And Hate

53 Welcome Back, Humanity.


Notas iniciais
Olá!
Bem, eu deveria estar postando amanhã, mas sexta será um dia corrido e terei de dormir cedo, já que terei aula no sábado de manhã....
Terminou o suspense. Agora leiam e me digam que acharam choroso ou se eu sou dramática demais rsrsrs
Boa Leitura.

POV SOPHIA

Saí de casa minutos depois de Klaus. Acho que Rebekah foi mais cedo, já que não a vi pelo resto do dia, mas ao chegar também não a vi pela festa.

Ah, os anos vinte! Tá, eu preferia a década de 50, talvez, mas os anos 20 foram bons.

Lá estava eu, em meu amarelo e não muito comportado vestido, com meu cabelo preso em um charmoso coque, com minhas joias e meu salto nem tão alto assim — http://www.polyvore.com/love_hate/set?id=96607606&lid=2681262

Olhei por todos os lados e vi Caroline na companhia de Matt, Bonnie com uma cara que eu não conhecia e Elena de braço dado com Stefan. Ao contrário do disse a Barbie Mikaelson, Damon não estava com Elena. Ele sequer estava lá.

A música estava ótima, até ficar lenta. E lá estava eu, sem par.

– Está sozinha?

Eu não era a única sem par aquela noite, para minha surpresa.

– O que faz aqui, Anastásia? – perguntei fria.

– Por favor, não me chame assim...

– Tanto faz... – revirei os olhos. – Por que não vai dançar com Klaus?

– Sua amiga já está fazendo isso – respondeu ela.

Caroline não parecia muito alegre nos braços de Klaus. Talvez por não fazer muito tempo que perdera Tyler por... Minha culpa.

Elena e Stefan dançavam juntos, como apaixonados. Stefan estava perfeito em seu terno escuro e Elena... Bom, tanto faz. Conversavam, sorriam. Até Damon aparecer do nada. Tive o impulso de caminhar até ele, mas uma mão segurou meu pulso.

– Pode me odiar por isso também, mas é melhor não. Sei do que aconteceu, e a raiva dele ainda não passou. – disse minha mãe.

– Como sabe?

– Porque ele me disse. – me olhou calma. Como ela conseguia? – Apenas escute.

E o fiz. Fiquei de longe, os escutando...

– Precisamos conversar – disse Damon em tom muito sério, sinalizando para saírem do local tumultuado.

Quando enfim pude voltar a ouvir a conversa, ela parecia já estar pela metade.

– Se Alaric estiver doente, precisamos de uma cura – disse Elena, cujo segundo nome deveria ser obviedade.

– Já tentamos remédios, magia... – Argumentou Damon

– Por que não o hipnotizamos sem verbena? – disse Stefan.

Me senti aliviada por saber que Ric estava vivo, mas fiquei preocupada ao saber que seu lado negro ainda o controlava.

– Pra quê? Fingir ser o Alaric? O cara que conhecemos se foi. – Disse Damon. – Estamos falando do ódio dele por vampiros e amigos de vampiros. Então um dos alvos dele, não sei, talvez seja... você? — tenho certeza de que ele olhou para Elena.

– Acha que ele pegaria Elena? – Perguntou Stefan.

– Espera. O que está sugerindo que façamos? – Questionou Elena.

– Sugiro que o tiremos do sofrimento – Disse Damon com a voz grave.

– O quê? – Disse Elena, inacreditado nas palavras de Damon. — Nem pensar.

– É o que ele escolheria – disse Damon e um nó se formou na minha garganta.

– Você enlouqueceu? – Me pareceu ser a voz de Jeremy, não tenho certeza. – Eu não vou deixar que façam isso – disse ele e logo ouvi seus passos se afastando, assim como ouvi o salto de sua irmã batendo no chão.

– Vai ficar parada enquanto planejam a morte do seu amigo? – disse minha mãe.

– Damon jamais faria isso.

– Ele quer ajudar Alaric e infelizmente essa é a única saída.

Me virei para ela.

– Quando isso acabar, vamos conversar – ela sorriu fraco e logo tratei de seguir Elena.

Depois de um breve discursinho de Elena ao seu irmão sobre o Ric “ficar bem”, uma terceira voz me deixou inquieta.

– Elena...

– Esther? – disse a sonsa, se virando para a bruxa.

– Se quiser ajudar Alaric, sugiro que venha comigo – disse Esther.

– Jeremy, entre e chame Damon e Stefan, agora. – disse Elena.

– Não desejo feri-la – disse Esther após Jeremy se afastar. – Mas querendo ou não, você virá. – O que posso dizer? Os Mikaelson têm o gênio forte.

Elena a seguiu e quando tentei fazer o mesmo, fui impedida, como se desse de cara com uma parede invisível. Olhei para baixo e vi que a escola estava dentro de um círculo de sal.

– Bruxa do Inferno! – resmunguei comigo mesma e logo vi Damon e Stefan tentando também ultrapassar a linha.

– Sal... Agente de ligação para uma magia – observou Stefan.

– Estamos presos aqui – Disse Damon.

Tomei confiança e me aproximei.

– Até onde sei vocês têm uma bruxa. Se ela for no mínimo competente, consegue desfazer isso aqui.

– O que diabos faz aqui? – perguntou Damon vindo em minha direção, olhando possesso de raiva em meus olhos.

– Me divertindo que não é, afinal, nada consegue ser divertido em Mystic Falls.

– Eu vou chamar a Bonnie – disse Stefan me olhando com desprezo.

– Não. Eu vou – disse Damon ainda me olhando.

Por um momento eu achei que ele quebraria meu pescoço.

Segui ele pelo corredor da escola até encontrarmos Bonnie aos beijos com o tal cara de antes.

– Desculpe estragar seus 7 minutos no Paraíso – disse Damon ligando a luz, fazendo Bonnie se afastar do cara. – Temos um problema – disse a chamando com o dedo. – Vai ficar me seguindo? — me perguntou engrossando a voz.

– Só quero sair desse lugar o mais rápido possível. – respondi direta.

– Pra que? Ajudar Esther a matar Elena?

– Ajudar a salvar o Alaric, o cara que costumava ser nosso amigo, lembra? – Me aproximei de seu rosto. — Eu ouvi Esther dizer que se Elena quisesse ajudar Ric deveria segui-la. E disse ainda não machucaria a sua duplicata Damon.

Vi seus lábios formarem uma linha reta e seu rosto ficar sem expressão. Não esperava por minhas palavras.

Saí de perto dele á procura de Niklaus. O encontrei parado em frente à barreira de sal.

– Pelo visto já sabe da novidade – falei. – Sua mamãe está de volta.

– Achei que você não viria ao baile.

– Devia mesmo ter ficado em casa – falei olhando para o sal no chão.

Ao encontrar os demais, em uma sala reservada longe da festa, recebi todos os olhares. Me julgaram mais ainda por estar atrás de Niklaus. Apenas lhes olhei com falsa felicidade e sorri de canto.

Bonnie ficou conjurando algumas palavras em latim enquanto todos a olhavam, esperando por resultados.

– Por que a demora? – Klaus quebrou o silencio. – Todo feitiço de ligação tem sua abertura.

– Todos estão atravessando a barreira e indo embora – disse Matt entrando afoito na sala.

– Se Matt e eu podemos sair, podemos salvar Elena – disse o Gilbert.

– Suicídio, Jeremy – falou Stefan.

Vi Klaus olhar para o acompanhante de Bonnie e sorrir de canto, logo parando em frente a ele, que era humano, apertando seu pescoço.

– Suicídio seria me desapontar – Disse Klaus, olhando para Bonnie. – Agora faça sua mágica, bruxa, ou começarei a matar todos aqueles que você ama.

– Deixe-o ir! – disse Bonnie.

– Não até nos tirar daqui! – falei indo parar atrás dela. – Agora faça.

Matt e Jeremy deram dois passos em minha direção, mas pararam ao me ver mostrar os dentes de vampiro.

– Não seja idiota, Klaus. Bonnie não liga pra nós – disse Stefan, tentando ser mais inteligente que um Original. – Só está ajudando a salvar Caroline e Matt. Se matar aqueles que ela ama... Ela nos mandará para o Inferno.

– Não dê ouvidos a eles, Klaus – falei. – Com o tempo aprenderam a mentir tão bem quanto eu.

– Eu aconselho que cale sua boca antes que eu precise fazer isso – Disse Damon.

– Me poupe, Salvatore.- falei.

Klaus soltou o pescoço do humano e então me afastei de Bonnie, saindo da sala.

Voltando ao salão dei de cara com minha mãe e Caroline sentadas, uma de cada lado da quadra.

– Como ousa vir a minha festa? – disse Caroline vindo até mim.

– Achei que fosse a festa da Rebekah. – respondi com mais sarcasmo do que queria. – Caroline, me desculpa.

– Desculpar você? Sophia, você matou o meu namorado. Eu amava o Tyler.

– Você não entende, eu...

– Não, e eu não quero entender. – disse me dando as costas.

– Só quero que saiba... Que realmente sinto muito. E que dessa vez... Só quero ajudar o Alaric.

– Descobrimos onde estão. – Disse Stefan aparecendo. – Matt e Jeremy estão a caminho do velho cemitério.

– Você os deixou ir? – disse Caroline se virando novamente. – Eles serão mortos!

– Não temos escolha melhor.

– Somo inúteis presos aqui – falei.

– Você é inútil de qualquer forma. — disse Caroline, cruzando os braços ao me olhar.

Stefan revirou os olhos e deu passos nervosos perto de nós.

– Ei... Ela ficará bem – lhe disse Caroline. – Elena sempre consegue superar essas coisas.

– Elena sempre consegue provocar essas coisas – a corrigi irritada, passando por eles.

Fui para a rua onde fiquei encarando a maldita barreira de sal. Logo Klaus apareceu ao meu lado.

– Iremos embora amanhã, sabe disso não é?

– Sei. E daí?

– Se tiver que fazer algo, faça agora. – me olhou, com as mãos atrás do corpo.

– Só quero deixar essa cidade o quanto antes, Klaus. Não tenho mais nada nem ninguém por aqui.

– Que bom que sabe disso – Disse Damon aparecendo também. – Quero você a milhas de distancia de Mystic Falls.

– Não se preocupe, Damon. Você vai superar – falei sarcástica, me afastando de Klaus, querendo me aproximar de Damon. – E no final, até sentirá minha falta.

– Vai pro Inferno – sussurrou de encontro a mim.

– Já estou nele, querido.

– Está feito – apareceu Bonnie sendo seguida por Stefan. – Esther parou de ceder, o feitiço foi quebrado.

Assim que virei meu rosto, já não vi mais Niklaus ali. Assim como Damon e Stefan. Pensei um pouco pra onde deveria ir.

– Vá atrás dele – disse minha aparecendo ao meu lado.

– Por que está me ajudando? – a olhei.

– Eu sou sua mãe, Sophia. E nem o fato de me odiar vai alterar meu amor por você.

– Eu não te odeio – falei.

Em uma velocidade não tão rápida assim, me direcionei ao antigo cemitério.

Parei em frente ao túmulo de Antônia Johnson. Ou eu deveria chama-la de Antônia Engerhoff? Mikaelson?

Não importa. Sempre seria o túmulo da minha irmã.

– Eu falhei com você. Me ajude a não falhar com nossa mãe. Com Damon e Caroline. Comigo mesma. Só peço que... Que olhe por mim de onde estiver, Antônia. E me perdoe.

Eu poderia parecer uma louca falando com uma lápide tomada por ervas daninhas e flores silvestres, mas de alguma forma, eu sabia que ela me ouviria e ajudaria.

Fiquei um bom tempo caminhado em passos lentos rumo onde estavam os demais. Quando Alaric me viu se aproximando, sorriu.

– Achei que não viria.

Abaixei a cabeça e respirei fundo, sabendo que todos em volta me olhavam.

– Eu também – respondi lhe olhando novamente.

Todos estavam em pares: ou namorados, ou amigos. Mas Damon estava sozinho. E eu também. Porque naquele momento perdíamos nosso melhor amigo. Eu não sabia bem o motivo, mas tinha certeza que se tratava da morte de Alaric. E isso doía no meu peito.

Ric olhou para cada um de nós ali presentes e nada disse. Apenas sorriu. Pensar que nunca mais ouviria seus sermões e conselhos, que nunca mais poderia dar em cima dele, nem beber com ele, me fez sentir um arrepio horrível no corpo. Damon percebeu isso e me olhou, mas dessa vez sem ódio.

Depois que todos foram embora, Damon e eu não saímos do lugar. Meredith Fell ficou mais um pouco e deu ao Ric um sedativo, dizendo que isso o faria partir sem dor.

– Bom, eu ofereci quebrar o pescoço – disse Damon, tentando pareceu neutro – e tirá-lo do sofrimento, mas... Ele não quis aceitar – disse levando a mão atrás do corpo e pegando o uísque que Meredith lhe dera antes.

– Você parece surpreso – disse ela.

– Um cara acostumado a morrer não deveria querer prolongar a última morte – deu um gole no uísque

– Foi legal da sua parte dar uma opção a ele, de qualquer forma – disse ela, dando de ombros.

– Aparentemente minhas escolhas têm sido duvidosas ultimamente – disse me olhando descaradamente.

– Sei que me odeia. – falei. – Mas pelo Ric, tá! Uma noite de trégua e depois você terá o resto da eternidade para me odiar. Mas hoje, só hoje. Faça pelo Ric.

– Ela tem razão, Damon. Pelo Ric.

– Não podemos deixa-lo sozinho – falei.

– É o que ele quer – respondeu Damon.

– Acha mesmo que é isso que ele quer? – disse Meredith, indo embora, com lágrimas nos olhos.

Damon caminhou lentamente para dentro do local e parou na porta.

– Você não vem? – me olhou sobre os ombros.

– Daqui a pouco – respondi.

Deixei que Damon e Alaric conversassem um pouco a sós. Quando entrei Ric me olhou sonolento e então me sentei ao seu lado.

– Quando vão parar de me deixar entre vocês? — disse se referindo aos nossos lugares no Grill. Ou não.

– Não existe mais nós dois, Ric – falei.

– Ah, sem essa – sua voz estava lenta. – Vocês se amam.

– Você não sabe de um terço das coisas que aconteceram nos últimos dias – disse Damon, dando a mim a garrafa de uísque.

– E não vai querer saber — falei com um visível arrependimento na voz. – Desculpa por ter te matado – falei olhando para ele. – E por ter te mordido e tentado te levar pra cama. – Ele riu. – Mas quero que saiba, que eu não menti pra você. Não pense que não vou sofrer por sua morte, não pense que não fui sua amiga de verdade, porque eu fui – falei olhando em seus olhos. – bebi um grande gole do uísque.

– Eu sei que foi. Queria que tivéssemos tido mais tempo.

– Pois é...

– Então esse é o nosso último uísque? – falou Damon. – Nós três juntos, bebendo... Nunca mais?

– Nunca mais... — respondeu Ric. – Mas sempre terão um ao outro.

– Não venha dar uma de santo casamenteiro em pleno leito de morte, Ric! – falei, devolvendo ao Damon a garrafa.

Alaric puxou minha mão e me olhou nos olhos, já bem fraco.

– Meus últimos pedidos. Não ousem quebrar as promessas feio a um homem à beira da morte – Damon e eu rimos leve. — Toma conta desse idiota pra mim? – me perguntou.

Meus olhos embaçaram mais e não pude evitar derramar a primeira lágrima. Damon apoiou a cabeça na parede, olhando pra cima, rindo descrente.

– Claro que sim – respondi sorrindo, e fazendo Damon me olhar bruscamente.

– E você, seu imbecil – olhou para Damon. – Tome conta dela. Cuide dela e não a perca de novo. Acho que agora ela é sua única amiga e companheira de Grill.

Damon deu mais um gole no uísque e balançou a cabeça, confirmando o pedido de Ric.

Damon deu a ele o uísque, que o bebeu parecendo saboreá-lo.

– Você não pode morrer – falei. – Você ainda me deve um encontro, lembra? – ele riu.

– Desculpe, andei com a agenda lotada ultimamente – disse brincando.

Fiquei um tempo quieta tentando acreditar que aquilo era real.

– Eu tenho que ir – falei me virando para Ric, o abraçando, sem nem saber direito o porquê. – Adeus professor Saltzman.

– Adeus Sophia. – me afastei para olhá-lo de novo. – Não se esqueça do que me prometeu .

– Tudo bem... – falei me levantando e saindo praticamente correndo do local.

Eu precisava chorar. E não faria isso na frente deles.

Apoiei-me em uma lápide desconhecida ali perto e deixei que as lágrimas corressem abundantes em meu rosto.

A dor que eu sentia não era só pela morte de Alaric, mas pela morte da minha irmã, pela traição do meu pai, era toda dor que ficou guardada dentro de mim enquanto eu estava desligada. Eu estava sentindo tudo que deveria ter sentido no passado, e tudo de uma única e sufocante vez. E aquelas lágrimas nada mais eram do que a forma física da minha... Humanidade.

A morte de um amigo tão querido e importante foi a gota d’água. Foi o necessário para eu ligar a humanidade novamente.

– Nunca pensei que fosse te ver chorar assim – disse Damon, e só então percebi sua presença.

– Ele já...

Olhei nos olhos de Damon e vi uma lágrima escorrer e isso me impediu de continuar a frase.

– Foi tudo culpa minha, Damon.

– Que bom que você sabe que isso foi culpa sua. Você mordeu o Ric o que fez com que ele ligasse o outro lado – disse irritado. – Então sim, é culpa sua – disse saindo dali com passadas largas e firmes.

Não era o que eu queria ouvir, mas era o que eu merecia ouvir. Eu não podia esperar que Damon me visse chorando e fosse me abraçar, por mais que fosse o que eu quisesse. E vê-lo me deixar ali, me fez chorar mais ainda. Fez doer mais ainda.

E a partir de agora, eu teria de aprender a lidar com a dor de ter o ódio dele. E com qualquer outra dor ou sentimento.

Notas finais
Anastásia - http://www.polyvore.com/love_hate/set?id=96708443&lid=2681262
Sophia - http://www.polyvore.com/love_hate/set?id=96607606&lid=2681262

Primeiro quero dizer que este e o capítulo anterior foram feitos em cima do ep 20 da 3ª temporada. E assim será até o final de agora e diante. Pretendo escrever mais uns seis capítulos, no máximo oito. Estamos mesmo na reta final.
Então quero que comentem, ok? Você ai que antes me deixava comentários e agora não faz mais isso: ou deixa comentário hoje, ou terá uma linda intimação no próximo capítulo
Beijooos

Jess Di Angelo, cadê a recomendação prometida eu uma aula em português nossa? Cadê? Gigiulia, Nataliasilveira, Marivamp, Bru Mikaelson, Gleek, suas lindas... Aceito recomendações, ok?