Love And Hate
31 One Night Of Truce
Notas iniciais
Bem, nada melhor para esquentar essa tarde fria - pelo menos aqui em Porto Alegre tá terrivelmente frio - um hot de Damon e Sophia.
Espero que gostem, me esforcei.
POV Sophia
Eu estava realmente prestes a transar com Damon.
Ele me puxou contra seu corpo, e acabei gemendo involuntariamente. Damon passava a boca em meu pescoço, enquanto suas mãos apertavam minha barriga. Virei-me para ele e arranquei seu smoking. Puxei-o pelo colete e voltei a beija-lo com fervor. Ele me vira de novo e faz menção a rasgar meu vestido.
- Hey, esse vestido foi caro! – Ele me ignora e rasga a parte de trás da minha roupa.
- Eu te dou outro! – Sussurra em meu ouvido.
Ele se abaixa levando consigo meu vestido, partido em dois. Viro-me para ele estando apenas com uma calcinha preta de renda, enquanto Damon volta a subir para minha boca, me encostando à parede, no corredor de nossos quartos.
Abraço sua cintura com as pernas e ele nos leva até seu quarto usufruindo de sua super velocidade.
Sento-me na beira da cama, tiro rapidamente sua calça e olho para cima mordendo o lábio inferior. Damon me empurra na cama e vem por cima de mim, parando ao encostar seus lábios aos meus.
- Tem noção do quanto me provoca ao morder o lábio? – ele sussurra com a boca próxima a minha.
- Quando faço isso te olhando é porque, na verdade, quero que você morda meus lábios. – Olho em seus olhos.
Damon me beija com vigor e eu rasgo com força sua camisa, logo a tirando por completo de seu corpo. Ele desce com a boca por meu maxilar, indo para meu pescoço, descendo para a região do colo.
- Tem alguém muito vestida por aqui – Sorri malicioso, se ajoelhando sobre a cama, estando eu entre suas pernas.
Sinto minha pele arrepiar, junto com a sua, no momento em que ele tira minha calcinha. Passo a mão por seus sedosos cabelos e o puxo para cima novamente. Uno nossos lábios para um beijo explorador. Aproveito cada canto de sua boca, assim como ele faz com a minha. Nossas línguas dançam uma dança que bem sabiam o ritmo. Nossos corações se descompassam. Entrelaço meus dedos em seu cabelo e encosto minha intimidade em seu membro, que começa a crescer.
Com um pouco de pressa ele desce com a boca para meus seios. Damon faz uma trilha de beijos ao redor dos meus mamilos, me causando um leve gemido. Ele desce com a boca por minha barriga, dando lambidas e mordidas leves.
Damon tem total visão sobre meu corpo. Faz o caminho de volta com a boca novamente, me deixando louca embaixo dele, ao mesmo tempo em que passa a mão pela lateral do meu corpo.
Ele contempla atentamente meus seios, com os mamilos já rígidos. Leva seus lábios até meu seio esquerdo, sugando-o, mordiscando-o carinhosamente enquanto aperta e massageia meu outro seio com a mão. Ele encaixa sua cintura entre minhas pernas, e suga com mais força meu seio. Procuro sua mão livre e entrelaço nossos dedos.
- Damon – me remexo excitada em baixo de seu corpo.
Sinto que ele quer me levar ao orgasmo apenas assim, com a boca.
Ele trocou um seio pelo outro e continuou com a tortura, enquanto meu sexo latejava por ele. Agarrei forte seu cabelo e puxei-o para cima, para que me beijasse novamente.
- Ainda não terminei – morde meu lábio.
Damon desce por minha barriga com a boca e volta a usar a “maldita” língua em mim. Senti um arrepio interno e externo quando ela tocou em minha intimidade. Ele estava mesmo fazendo isso? Oh, céus! Damon estimulava meu clitóris com sua língua quente, enquanto suas mãos subiam para meus seios.
- Ahh – Ergui o dorso do meu corpo, puxando o lençol da cama.
Ele desceu com as mãos para minhas coxas e as apertou firmemente. Eu rebolava em sua língua; eu já nem sabia mais o que fazia.
Eu não aguentava mais aquilo. Estava explodindo por dentro. Como ele conseguia?
É claro que eu podia fazê-lo parar de me torturar, mas quem disse que eu queria?
Eu cerrava os dentes, trancando gemidos. Eu tinha o costume de às vezes nem gozar, mas a noite prometia.
Meu corpo endureceu-se todo, um longo arrepio me tomou, minha mente ficou em branco, puxei o lençol novamente e apenas deixei que me aliviasse enquanto Damon ainda mantinha sua boca em minha intimidade.
- Ahhh — Gemi não muito alto, com os olhos cerrados.
Damon volta até minha boca, com um sorriso vitorioso nos lábios.
- Desgraçado! – Falei sorrindo, com o peito arfante. – Você jogou baixo. – Meus braços relaxam, abertos sobre a cama.
- Eu sei – ele sussurra.
- Só que eu sei ser mais baixa que você – Sugo o lóbulo de sua orelha. – Esqueça minha imagem de santa inexperiente na cama, Damon – sussurro de volta.
Damon me lança um olhar desconfiado quando o deito na cama e começo a descer por seu peitoral, lambendo sua barriga definida. Já mencionei o quanto Damon é gostoso?
Tiro sua box preta e me impressiono com o tamanho de seu membro e com o quão excitado está o Salvatore. Eu deveria estar envergonhada pelo que estava prestes a fazer, mas eu precisava devolver a ele a mesma sensação que acabara de me causar.
POV Damon
Eu não conhecia aquela expressão na cara de Sophia. Não conhecia aquele fogo em seus olhos.
Sophia passou a língua na extensão do meu membro, acabando comigo, de cara me arrancando um gemido. A coisa piorou, quer dizer, melhorou quando ela começou a trabalhar com a boca. Sophia sugava meu membro assim como fiz com ela; estava dando o troco. Ela colocava quase todo na boca e tirava de volta, passava a língua pela cabeça dele e às vezes dava leves mordiscadas.
Eu revirava os olhos de prazer, acariciando seus cabelos. Eu gemia involuntariamente, ela aumentava e diminuía o ritmo, o que me causava um enorme alvoroço interno.
Era a primeira vez que alguém me causava tal sensação. Muitas vezes aquela situação já havia ocorrido, mas com Sophia era diferente. Ela sabia me provocar e eu ansiava por tê-la em minha cama desde a primeira noite.
Seus olhos não desgrudavam dos meus.
- Sophi... Ahhh! – levo a mão à testa, apertando os olhos de tanto prazer.
Me apoio com os cotovelos na cama para olhá-la. Ela parecia rir com os olhos. Rir do meu “sofrimento”.
Eu sabia me conter nessas horas, mas eu não tinha controle algum sobre meu corpo. Eu só sabia que precisava estar dentro dela, e rápido.
- Para! – Eu não queria gozar em sua boca.
- Está quase? – pergunta com um olhar incrivelmente sexy.
- Sim – suspiro.
Sophia sorri maliciosamente e volta a fazer o que estava fazendo, porém com a mão. Um sobe e desce rápido e logo em seguida lento, que acaba comigo mais uma vez. Tiro meu olhar do seu, fico a encarar o teto e jogo minha cabeça para trás enquanto uma forte onda de prazer invade meu corpo, eu estremeço e então, chego ao ápice, me arrepiando completamente.
- Aahh – gemo enquanto tento retomar o ar.
- Eu falei que sei ser tão baixa quanto você – ela engatinha sobre meu corpo, até que seu rosto apareça em cima do meu.
- Que bom. Que ótimo – tiro seu cabelo que cai sobre meu rosto e a puxo para um beijo urgente, quente.
POV Sophia
Eu estava tão gloriosa após ter concedido um orgasmo a Damon que não conseguia parar de sorrir em meio ao beijo.
Confesso que sexo oral não era muito a minha praia, mas, nossa! Valeu a pena! E muito. Ver Damon revirando os olhos, cerrando os punhos, os dentes e apertando os olhos por minha causa... Nossa, isso fez meu ego crescer umas três vezes mais.
Ele me puxou bruscamente pela cintura, me deitou na cama e tentou me penetrar no mesmo momento. Por mais que eu quisesse isso tanto quanto ele, eu desviei de seu membro. Fiz isso seguidas vezes, até ele me olhar irritado e falar:
- Podemos fazer do jeito mais difícil.
Senti como se estivesse prestes a transar com Christian Grey.
- Por favor, do jeito mais difícil – Respondo provocante.
Damon rapidamente levanta da cama, comigo presa a seu corpo. Ele me prensa na parede e puxa minhas pernas à altura de sua cintura. Quando tento reagir, Damon invade meu corpo, sem pedir permissão, com força, me fazendo gemer de dor, inicialmente.
- Deixei você irritado, foi? – Aperto sua nuca.
- Bela hora para sarcasmos, não? – ele diz, estocando com força, com um olhar de “eu que mando aqui, querida”.
Rio alto e ele beija minha boca com avidez. Agarro seu cabelo e correspondo à urgência do beijo, gemendo em meio a ele.
Damon segura minha cintura com uma mão, enquanto com a outra se apoia na parede. Desço minha mão até sua bunda e a aperto forte. Ele sorri em meio ao quente beijo. Afasto nossas bocas para buscar ar, e já nos vejo na cama novamente. Damon fica sobre mim, e movemos nossos quadris ao mesmo compasso, de uma forma rápida, mas muito prazerosa.
Ele geme, fechando os olhos. Passo minhas unhas por suas costas, ele aperta meus seios mais uma vez. Nunca me senti dessa forma com outro homem na cama. Eu estava nas nuvens, minha cabeça não servia para nada, estava em branco. Tudo que eu conseguia ver eram seus olhos me encarado e dizendo que aquela mente também estava em branco. Eu me perdia naquela imensidão azul enquanto movia automaticamente minha cintura com a dele.
Damon respirava tão alterado quanto eu, nossos beijos era cortados por inusitadas faltas de ar e por gemidos prazerosos. A pouca luz que havia ali, me permitia ver sua expressão divina ao estar se aproximando do orgasmo.
E por falar em orgasmo, nós dois sabíamos que ele estava chegando. Damon e eu não diminuímos o ritmo nem por um segundo. Ele prendia minhas mãos acima de minha cabeça e chupava a região do meu pescoço.
- Ahh – Gememos ao mesmo tempo. Ele no meu ouvido e eu no dele.
Damon voltou a cabeça para mim e me beijou apaixonadamente, como extremo carinho.
- Eu quero mais – sussurrei.
- Mais? – pergunta, sorrindo safado.
- Muito mais – digo enquanto respiro alterada.
POV Damon
Sophia me empurra na cama ao seu lado e logo senta em cima de mim. Lentamente sobe e desce em cima do meu membro, que latejava, apertado, em sua intimidade. Se ela queria mais, imagine eu.
Ela passava as mãos por meu peitoral, enquanto eu apertava sua cintura. Sophia fechou os olhos e puxou minhas mãos até seus seios, conduzindo-me a aperta-los mais uma vez.
Enquanto eu tinha seus perfeitos seios em minhas mãos, ela cavalgava devagar sobre mim, me deixando louco, completamente louco. Minhas pernas estavam trêmulas, fracas. Sophia parecia estar fora de área, assim como eu estava ficando. Ela desce até minha boca, e nossos corpos suados, ficam grudados. Me beija de uma forma sexy, dando mordidas em meus lábios.
Deixo que apenas ela trabalhe, deixo que use meu corpo da forma que quiser. Ela sabia o que fazer, como fazer.
Desceu com a boca até meu pescoço e perguntou sussurrando:
- Posso?
- Deve. – sussurro de volta.
Ela não hesita e morde meu pescoço, sugando lentamente meu sangue, enquanto acaricio seus cabelos. Isso incrivelmente aumenta o prazer em mim. Ela lambe onde mordeu, e volta até minha boca, para um beijo com gosto sangue. Passo minha mão por suas costas e ela se arrepia novamente. Aperto sua bunda e, junto comigo, ela sorri pervertidamente.
Ela continua devagar sobre mim, aquilo estava me matando.
- Sophia, por favor...
- O que? – pergunta convencida.
- Não aguento mais. – eu suplico.
- Eu sei – ela beija minha boca com pressa e torna as coisas mais rápidas.
Movemos nossos quadris no mesmo ritmo. Meu coração se acelera de uma forma que até acho que vai parar de bater.
Me sento na cama, abraçando-a, grudando seu corpo ao meu. Sophia geme algumas vezes seguidas, com uma divina expressão de prazer. Ela ‘cavalga’ com mais força em cima do meu colo, enquanto trabalho com a língua em seu pescoço. Sinto sua intimidade apertar meu membro mais forte ainda, e acabo gemendo junto. Tentamos segurar mais um pouco o orgasmo, mas ele chega para nós dois ao mesmo tempo, novamente. Gememos ao meio do beijo, e continuamos nos beijar. Passo a mão por suas costas mais uma vez, a acariciando. Ela me empurra na cama e sinto o leve peso de seu corpo sobre o meu, nossos corações a bater descompassadamente, mas juntos.
Passo a mão em seu rosto e deposito um beijo em seus lábios.
- Devíamos ter feito isso mais cedo – ela diz.
- Eu bem que tentei — sorrio de canto e ela me beija outra vez.
- Não quero sair de cima de você – faz um beicinho irresistível.
- Não saia – respondo e ela apoia a cabeça em meu peito.
- Se eu acordar em cima de você, sei bem como vamos começar o dia. – Sai de cima de mim, e deita ao meu lado.
- Eu adoraria acordar estando dentro de você.
- Tarado! – me olha sorrindo.
- Safada! – Ela bate em meu rosto.
- Bate mais. Eu gosto – digo com a voz baixa e ela dá outro tapa, mas eu meu peito..
Puxo um lençol e nos cubro, e passo meu braço envolta de seus ombros.
- Você não presta. – Ela diz divertida.
- Idem.
- Embora eu deteste admitir, isso foi incrível... – se aconchega mais ainda. – E foi com você. – passa a mão em meu peito. Seguro sua mão e ela me olha sorrindo. — Isso vai se repetir, não é?
- Quando você quiser – tentei fazer com que isso não soasse sexy, mas não consegui.
Ao compasso que nossas respirações diminuíam, minhas pálpebras começavam a pesar, meus olhos ficavam embaçados, até que peguei no sono, embriagado pelo perfume de seus cabelos.
Notas finais
Beijooooos
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