Love And Hate

14 Now The Truth Don\'t Change Much Thing


Notas iniciais
Sabe, eu fiquei pensando... De que adianta eu não postar, eu não escrever? Isso não ameniza, não resolve nada. Mas não é porque minha vida não sai como quero, que vocês precisam ficar esperando pela fic. E já que terão que esperar mais para ler quando as aulas começarem, não é justo já ficaram aguardando. Aproveitem
:)

POV Sophia

Logo que cheguei ao Grill, Alaric já estava lá.

- Achei que não viria.

Olho em meu relógio.

- Ora, não seja dramático! Estou dois minutos atrasada! — me sento ao seu lado. Ele me olha – Quê foi?

- É um pouco estranho ter um encontro com uma vampira – ele diz baixinho.

- Tenho que admitir, você não é meu primeiro caçador. – sorrio meio convencida. – Mas é mais bonit...

- Boa noite. – alguém me interrompe.

- Damon?! – o vejo sentando do outro lado de Alaric.

- O que faz aqui? — Pergunta Ric.

- Não deixaria meu amigo sozinho com uma vampira. – Me olha – Vai que ela tenta arrancar seu coração.

- Ou posso morder seu pescoço, Ric. – Olho diretamente para Damon.

- Tá bom, chega vocês dois. – Olha para Damon – Tem algo importante pra me dizer?

- Não posso beber com meu melhor amigo?

- Hoje? – Pergunta Ric, apontando para mim.

Ao mesmo tempo que eu, Damon pede ao barmen:

- Bourbon. – Nos olhamos sérios.

- Você veio até aqui para beber o que você tem em casa? – Pergunto a ele.

- Em casa não tenho a companhia do senhor Saltzman. – nossas bebidas chegam, junto com a cerveja e Ric.

- Não por isso – bebo num sorvo só e me levanto. – Ele é todo seu, Damon.

- Sophia, espera. – fala Ric. Logo ele está em pé ao meu lado – Tenha uma boa noite, Damon.

- Não, Ric, deixa. Perdi a vontade – Olho para Damon.

- É, Ric, deixa. Assim você termina a noite vivo.

- Não lhe garanto o mesmo, Salvatore. — saio dali e volto para a mansão.

POV Alaric

- Deixa eu adivinhar: vocês tiveram um caso. – Falo quando ela sai.

- Mais do que isso. – Damon se debruça no balcão, abaixa a cabeça e brinca com o copo, o movendo em círculos. – A conheci quando era humano. Antes de conhecer a Katherine.

- Você a transformou?

- Não. A última vez que a vi foi uns segundos antes de morrer. Sophia e eu tivemos uma história curta que eu achei que tinha superado. – Olha para mim. – Mas ela apareceu de novo. Eu pensava que estava morta.

- Ainda gosta dela? – pergunto sério.

- Não sei. Eu gosto da Elena. Mas ela me deixou balançado.

- Você fica balançado a cada rabo de saia que cruza a esquina, Damon. – Ele me olha atravessado – Pelo menos agora faz sentido você ter vindo até aqui, logo agora. – Rio. – Você tem ciúmes.

- Por que todo mundo insiste em dizer isso? – ele arqueia as sobrancelhas.

- Porque é verdade, meu amigo. – dou um gole na minha cerveja. – Mas não se preocupe. Ficarei longe dela. Só faça com ela fique longe de mim.

- Mas falando sério, Ric. Cuidado com a Sophia. Ela tentou arrancar meu coração hoje mais cedo.

- E pelo que entendi, você mordeu ela.

- Agi por impulso.

- Esse é o Damon que eu conheço. Sempre agindo por impulso e fazendo merda. – pago pela cerveja e me dirijo a porta.

- Como assim, fazendo merda? Que diferença faz uma mordida, ela nem sentiu dor – ele aparece ao meu lado.

- Não se faça de idiota. Ela gosta de você.

- Como sabe? – põe as mãos nos bolso.

- Se não gostasse, você estaria sem um coração agora e ela ainda estaria lá sentada comigo, sem se importar com sua presença. – Olho para ele que fica parado enquanto continuo caminhando.

POV Damon

É claro que a Sophia não gostava mais de mim.

Ela me deixou balançado, Elena estava com meu irmão. Eu podia tentar de novo com a Sophia. Ela podia não gostar de mim, como antes – assim com eu não gostava dela como antes -, mas não negaria uma noite comigo. Que mulher seria louca de negar uma noite comigo?

Alaric não poderia ter razão, ele nem sequer conhecia a Sophia. Bem, talvez nem eu mais a conhecesse. Mas ela ia ficar na minha casa. Minha casa, minhas regras.

E ao chegar, sem sina de Stefan nem de Elena. Somente Sophia sentada no sofá, com a lareira acesa.

- Pra que você não fique me enchendo o saco, comprei uma garrafa de whisky – ela me atira a garrafa com força, mas a pego no ar.

- Humm Parece ser bom.

- E eu tenho cara de que compra whisky ruim?

- Obrigado.

- Você me agradeceu? – ela levanta me olhando com a boca aberta como se estivesse mesmo pasma.

- Sempre fui muito educado com você – caminho até ela. – Mas por que a gente não deixa de lado nossas rusgas e vai lá pra cima? Eu... Você... Esse whisky.

- Porque eu não sou essas vadias que você acha por aí, morde o pescoço e depois manda pastar.

- Desculpa, Sophia, se eu mordi seu pescoço – abro os braços com ela em minha frente, como se me rendesse – Só tava tentando fazer as pazes.

- Fazer as pazes? Por ter me deixado plantada te esperando enquanto dormia com a Senhorita Pierce? – dá dois passos em minha direção.

- O que você queria que eu fizesse? Você tava em alguma cidade da Europa, eu não tinha como achar você – eu grito.

- Europa? Quando que eu fui pra Europa, Damon? – ele grita também.

- Nós transamos, você foi pra casa, mais tarde seu pai apareceu e me disse que tinha te mandado pra uma cidade europeia pra casar com um... – Sophia balançava a cabeça e ria, como quem não acredita no que ouve – Você nunca saiu de Mystic Falls, não é?!

- Ele me trancou no meu quarto, pra que eu tomasse jeito e te esquecesse. – Percebo um ponta de melancolia em sua expressão. – Eu nunca iria embora sem você, Damon. – seus olhos se comprimem para que não chore.

POV Sophia

Damon vem até mim, larga a garrafa e segura meu rosto com as mãos.

- Eu não fazia ideia, Sophia.

- Esperei você a cada dia que se passou. Você prometeu que nos veríamos de novo. – Falo seca, engolindo a pequena vontade de chorar.

- Me desculpa, mas eu não sabia.

- Se você tivesse ao menos ido até minha casa... – ele tenta falar mas eu o interrompo – E eu sei que você não foi, porque não teve um dia em que não fiquei na janela te esperando. – Seguro seus pulsos. – Estava com a Katherine, não estava?

- Sim. Mas ela me hipnotizou. Acha mesmo que eu esqueceria assim tão fácil de você?

- Quando te vi naquela farmácia com ela, te odiei com todas minhas forças.

- De onde você saiu quando eu estava morrendo?

- Vi você correndo em direção a floresta, gritando pela vadia. Tive certeza que faria alguma besteira. Nem todo o ódio que eu sentia foi capaz de me impedir de te salvar. Mas eu cheguei tarde.

— Você morreu por minha causa – ele acaricia meu rosto com o dedão da mão esquerda, eu abaixo suas mãos.

- Eu me transformei porque não achava justo que meu pai ficasse vivo. Depois, desliguei a humanidade pra conseguir acabar com a culpa, com a saudade, com a dor de ter te perdido pra sempre. – Sorrio, nem sei porquê. – Mas você tá vivo. – Passo lentamente minha mão em seu rosto, que se aproxima do meu. – Vivo – Nossas bocas estão quase se encostando, mas...

- Ownn! Isso foi tão fofo!

Olho para o lado e vejo justo quem não queria ver.

- Katherine!

Notas finais
Pov's do Alaric talvez sejam mais decorrentes.
Esse era meu último capítulo pronto aqui no pc, então provavelmente no domingo ou sábado à noite eu continue.
Comentem, obrigada por estarem favoritando e comentando.
Beijos.