Louca Obsessão
30 Métodos
Notas iniciais
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30. Métodos
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Seus passos eram minuciosos e decididos. O enorme corpo de Sesshoumaru se movia com maestria pelos corredores da conhecida delegacia. Em seu rosto, carregava uma carranca fechada e suas mãos apertavam fortemente a pasta parda que segurava. Sua presença intimidante não era ignorada pelos funcionários e seu porte altivo despertava a curiosidade de quem passava por ali.
Em seu bolso, sentiu seu celular vibrar. Capturou o aparelho com a mão livre e constatou de que o aviso não passava de uma mensagem. Uma mensagem enviada por sua humana, avisando-o de que iria mais uma vez até a loja de vestidos para fazer a ultima prova antes do casamento de seu meio-irmão Inuyasha. Rin anunciava também de que não iria sozinha, mas nem mesmo a revelação foi capaz de acalmar os ânimos do youkai. Kagome a acompanharia e depois se encontraria com o restante de suas madrinhas, que também estariam por perto. Conteve o rosnado por saber que sua Rin não estava em seus domínios, resolveria os seus assuntos o mais rápido possível e voltaria para ela o quanto antes.
Seguiu pelo conhecido corredor e só se deteve quando alcançou uma das portas fechadas, a placa de acrílico colada á madeira mostrava claramente quem era o ocupante do recinto. Kouga Ookami era o nome em destaque na maciça porta de madeira. Sua pressa e sua arrogância o impediu de manter o lado educado, e Sesshoumaru invadiu a sala antes mesmo que possuísse a chance de bater os punhos contra a porta anunciando sua chegada. Ele não tinha tempo para enrolações, precisava ser o mais breve possível e suas intenções indo até aquele lugar eram voltadas inteiramente para o gordo envelope que tinha em mãos.
Os olhos azuis de Kouga se elevaram, desviando a atenção da tela de seu computador a fim de descobrir quem era o atrevido que nem mesmo se dera o trabalho de anunciar sua chegada antes de invadir sua sala. Os mesmos olhos que encaravam a figura de Sesshoumaru por cima do computador se estreitaram levemente por o ver ali, parado, diante de sua porta, em seu ambiente de trabalho. Não sabia por qual maldita razão Sesshoumaru Taishou havia invadido sua sala, mas seja lá o que viera fazer ali presumia que era sério.
— Sesshoumaru? – Indagou, com as sobrancelhas arqueadas de confusão.
O viu se aproximar mais de sua mesa e Kouga girou sua cadeira giratória, mudando o ângulo para poder fita-lo melhor. O youkai, com seu porte majestoso, se acomodou na cadeira bem a frente do lobo de farda, despejando o envelope pardo em sua direção quase que ao mesmo tempo.
— O que é isso? – sem tirar o semblante confuso da face, Kouga o questionou.
— Olhe que entenderá! – ordenou o youkai.
Seus belos orbes claros se estreitaram pela sua atrevida ordem. Nem mesmo diante de uma autoridade o mais velho dos Taishou abaixava sua crista. Kouga ora encarava o envelope, ora as feições de Sesshoumaru. Desconfiado o bastante para acabar com tudo aquilo de uma vez por todas e procurar entender o que o fez vir até o seu local de trabalho. Ignorando a forma como havia sido tratado, o lobo de farda apanhou o envelope entre os dedos e o abriu com agilidade, despejando seu conteúdo por completo em cima de sua mesa. O que encontrou o deixou ainda mais confuso. Tudo o que Sesshoumaru havia lhe trazido eram recortes de jornais sobre casos de assassinatos mal resolvidos e fotos de vitimas, todas sendo mulheres. Entre aquele emaranhado de fotos, algumas lhe despertaram a atenção.
— Espere um pouco... – Kouga coçou o queixo ao mesmo tempo em que avaliava algumas fotografias reveladas. – Esta não é a sua garota? – girou a foto entre os dedos mostrando a fotografia da asquerosa sala de Suikotsu, onde estava repleta de fotos de sua Rin. – Rin, não é? Esse é o nome dela?
— Isto não lhe é familiar? – Sesshoumaru estreitou levemente o olhar em busca de qualquer reconhecimento que se passava pela face do outro.
— Que merda toda é essa? – Kouga continuou vasculhando os papéis entretido o suficiente para fazer Sesshoumaru se tornar esquecido dentro de sua sala.
Mantendo-se em silencio, Sesshoumaru o deixou analisar atentamente todas as provas que obtivera contra Suikotsu. Até mesmo as copias das gravações que conseguira se encontravam presentes em meio a tantas informações. O delegado Ookami se mantinha atento, não deixando passar quaisquer detalhes de seus olhos. Até que se detivera em outro emaranhado de folhas, as mesmas folhas que Totousai lhe dera com todas as informações sobre as garotas que recentemente haviam sido brutalmente assassinadas.
— Eu peguei o caso dessas garotas! – Kouga balançou os papéis ao alto. – Me diga Sesshoumaru, porque têm todas essas informações? O caso é restrito! Onde conseguiu tudo isso?
— Descobrir sobre como obtive isto é o menos importante no momento Ookami, acredite!
— Subornou algum de meus homens? – o delegado tentou adivinhar. – Me diga quem foi que irei pessoalmente resolver esse problema e coloca-lo em seu bendito lugar.
— A pessoa que procura é alguém conhecido por nós! – ignorando sua provocação, o youkai foi direto ao ponto. – Tudo isto possui uma maldita ligação, e como sabe bem, a suposição de que o assassino busca em suas vitimas algum tipo de semelhança, é verdadeira!
Kouga semicerrou os olhos. Inclinou-se sobre a mesa, apoiando o antebraço nela. Sesshoumaru havia conseguido! Conseguira prender totalmente a atenção de Ookami Kouga.
— Aonde quer chegar com tudo isso? O que você sabe Sesshoumaru?
— Suikotsu Shichinintai! Este é o nome do maldito verme que procura, e este Sesshoumaru está aqui para lhe provar que diz a verdade!
Seus punhos se comprimiram ao lado do corpo, seu maxilar se contraiu e sua veia do pescoço era facilmente destacada sob a pele. Seu sangue de youkai parecia correr com rapidez na medida em que se aprofundava sobre o assunto e a fúria em seus orbes era palpável.
— Suikotsu... Shichinintai...— Kouga parecia estar gravando aquele nome em sua cabeça conforme o repetia por diversas vezes. – O que sabe sobre este homem?
Sim, aquela era a reação que havia esperado por parte de Kouga. O lobo de farda estava entretido em sua conversa que nem piscava os bonitos olhos.
— Por mais que este Sesshoumaru se sinta enojado em dizer, este maldito verme foi um ex-namorado de Rin! – torceu os lábios em sinal de desgosto. – É apenas um rato doente que a persegue e busca atormentá-la envolvendo as pessoas mais próximas de si. O que aconteceu no salão de Jakotsu foi causado por Suikotsu!
— Tem ideia do que está fazendo acusando esse cara e do tamanho da proporção que isso pode chegar? Como pode ter tanta certeza, Sesshoumaru?
— Duvida da minha palavra Ookami?— rosnou seu nome com escarnio na voz.
Aquele lobo fardado estava realmente batendo de frente consigo?
— Não foi o que quis dizer! – defendeu-se. – Em relação ao desastre com Jakotsu, você não possui prova alguma! – Kouga lhe refrescou a memória.
— Mas presumo que você tenha as digitais do autuante do crime. – o mais velho dos Taishou semicerrou os olhos, pegando-o de surpresa.
Bingo! Sesshoumaru estava correto! Se o que dizia era realmente verdade, poderia facilmente descobrir quem fizera aquilo com Jakotsu se colocasse as mãos neste maldito sujeito e se mandasse suas digitais para serem analisadas e comparadas com as que conseguiram nas investigações.
— Esta foto conseguimos em sua casa, na capital onde Rin residia antes de mudar-se pra cá. – Segurou a foto que tirou com seu celular enquanto a mostrava. – Suikotsu a vigiava como uma águia, vinte e quatro horas por dia. – rosnou, conforme lhe contava. – Suas antigas vitimas também tiveram o mesmo fim, foram vigiadas e mortas por este maldito rato! Isto é tudo o que encontramos em sua casa!
Empurrou a foto de volta para a mesa e ela bateu contra o antebraço de Kouga que ainda estava rígido sobre ela. O delegado ainda parecia processar todo o tipo de informação possível. Seu semblante estava fechado e seus olhos ainda captavam as provas que se espalhavam sobre sua mesa.
— Sabe que precisamos investigar mais a fundo, não sabe?
É claro que sabia! Sesshoumaru quase rosnou em sua direção. Que tipo de idiota Kouga era?
— Sinta-se grato, delegado Ookami. O que tem aí é meio caminho andado.
Kouga torceu nariz pela evidente ironia na voz do youkai. Entretanto, ele continuava coberto de razão. Agora ele havia um suspeito onde poderia iniciar suas investigações ao seu respeito.
— Deixe todas essas informações comigo, irei analisar mais a fundo e darei inicio as investigações Sesshoumaru! – Kouga ajuntou todos os papéis e os guardou novamente dentro do envelope pardo.
— Há mais alguém intrometido nesta historia. – revelou. Kouga parou o que fazia para voltar os olhos em sua direção. – Um cumplice, que não fazemos a menor ideia de quem seja.
Ele meneou a cabeça, absorvendo toda a informação. Umedeceu a boca com a ponta da língua antes de voltar a falar:
— Se o pegarmos, eu o farei abrir a boca! Tenho os meus métodos!— vangloriou-se o delegado. – Se o que diz é verdade, eu irei até o inferno para colocar esse cara na cadeia. Você tem a minha palavra Sesshoumaru! Mas eu quero que traga Rin até a delegacia para que possa dar o seu depoimento, você pode fazer isso?
Sesshoumaru inclinou-se sobre o encosto da cadeira e pareceu pensar. Meneou a cabeça em concordância. Convencer sua Rin de ir até a delegacia depor contra Suikotsu seria um trabalho difícil, mas ele não se daria por vencido. Ele também possuía seus métodos e utilizaria todos eles para conseguir colocar Suikotsu Shichinintai atrás das grades.
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Alisou seu vestido sobre o corpo uma, duas, três vezes. Girou o pescoço para todas as direções como se aquilo fosse ajuda-la a analisa-lo por todos os diferentes ângulos. Havia um gigantesco vinco sobre a sua testa e ela tentava compreender o que havia feito de errado durante os últimos dias que se seguiram. Céus, ela estava com um tremendo problema ali! Como pode ter sido capaz de deixar aquilo acontecer? Claro, sua querida avó com seus maravilhosos dotes culinários foi a culpada de tudo aquilo!
Suspirou desesperada. Diferente da ultima vez, o vestido que alugara para a cerimonia não deslizara pelo seu corpo com facilidade. Puxou o tecido do vestido para cima tentando sem muito sucesso acomodá-lo em seus quadris de forma mais confortável. Entretanto, tudo ali parecia sufoca-la. Seus seios estavam espremidos o que dificultava o movimento de seus braços, até mesmo sua calcinha marcava sob o tecido. Mas que infernos, nem mesmo o zíper estava subindo! O sentimento de culpa a arrebatou por não ter sido capaz de se controlar na casa de sua avó e ter comido tudo o que há tempos não comia. Também, como pudera? Era a comida de sua avó que estava se referindo, claro que nunca conseguiria se controlar! E o resultado estava bem ali, diante do enorme espelho do provador. Só existia uma razão para aquilo: Havia engordado!
A constatação a fez encolher os ombros e deixar os braços caírem ao lado do corpo em sinal de rendição.
— Ficou ótimo! – escutou a voz de Kagome do outro lado do provador, instigando sua curiosidade.
Girou nos calcanhares e puxou o tecido do provador que a escondia, colocando apenas a sua cabeça para fora. Uma pontada de inveja a dominou quando encontrou uma Sango e uma Ayame esbanjando o perfeito caimento de seus vestidos alugados.
— Não vai pegar seu vestido também Kagome? – Sango a questionou ao mesmo tempo em que girava de um lado para o outro, olhando todo o perfeito trabalho e cuidado que tiveram com sua peça escolhida.
— Não, a noiva tem alguns privilégios! Só o pegarei um dia antes da festa. – vangloriou-se a futura Senhora Taishou.
— Ah, que inveja! – Sango fingiu falso desprezo, torcendo os lábios em sinal de brincadeira.
— Ruiva, seu lobo mau vai uivar a noite inteira quando te ver mulher! – Jakotsu a provocou e as bochechas de Ayame pareceram esquentar com a suas insinuações. – Vai pegar fogo!
— Sem trocadilhos Jakotsu! – Ayame o deteve antes que dissesse mais alguma coisa que a envergonhasse.
Viu-a quando olhou de relance para as funcionárias da loja que as acompanhavam e seu constrangimento só pareceu aumentar ainda mais por pensar que haviam escutado tudo o que seu sincero amigo despejava ao alto. Segurou a lateral de seu vestido e as puxou para cima, impedindo-o que se arrastasse no chão enquanto voltava para dentro de seu provador. Envergonhada o suficiente para desejar se enfiar lá dentro e nunca mais sair. Jakotsu a seguiu com o olhar, divertindo-se com toda a sua inocência e falta de senso de humor. E foi naquele momento em que seus maquilados olhos a encontraram. Droga! Fora descoberta!
Rin sentiu-se completamente desconfortável toda vez em que Jakotsu a encarava. Kagome sempre trocava olhares cumplices em sua direção, e ela podia captar sua mensagem muda sempre que a olhava. Infernos, ela precisava contar a ele! Precisava abrir o jogo e dizer que o que acontecera fora culpa sua! Mas e a coragem para colocar as cartas na mesa? Rin tinha medo de como seria a reação do amigo quando descobrisse que conhecia a pessoa que destruíra seu salão e que a culpada disto ter acontecido era apenas dela!
— Ei! – ele a chamou, o que a fez quase se esconder novamente. – E quanto a você? Já terminou de vestir seu vestido?
Engoliu em seco à medida que Jakotsu se aproximava de si com passos suaves e lentos.
— Algum problema, Rin? – ele estranhou seu silencio.
Sim! Um enorme problema! Um gigantesco! Porem sua garganta trancou e ela não conseguiu contar a ele o que acontecia.
— O quê é? Pare de me olhar com essa cara de quem esconde um segredo dos bons, me conte logo! – seu amigo exigiu.
— E-Eu acho... – umedeceu a boca com a ponta da língua antes de continuar. – Que o vestido está apertado!
Jakotsu estreitou levemente seus orbes, olhando de uma forma estranha como se uma segunda cabeça crescesse em seu pescoço.
— Talvez tenham ajustado demais. – esclareceu ele.
Oh, como queria colocar fé naquela suposição que no pensamento de que havia engordado alguns quilos a mais. Talvez! Talvez a costureira ajustara seu vestido mais do que deveria! Sentiu-se mais aliviada por pensar por esse lado.
— Espera, eu vou te ajudar! – Jakotsu empurrou-a de volta para dentro, invadindo seu espaço. Viu-o primeiro analisar o caimento do vestido em seu corpo e não demorou a assisti-lo esfregando uma mão junto a outra, como se estivesse preparando-se para o que viria a seguir. – Calma, eu tenho os meus métodos querida. Você vai entrar nesse vestido! Coloque as mãos na parede e encolha essa barriga Rin, vamos lá!
— Assim? — fez exatamente o que ele pediu e para facilitar também procurou prender a respiração.
Sentiu-o puxando o tecido do vestido o máximo que conseguiu e quase até chorou de felicidade quando o zíper deslizou alguns centímetros para cima. Prendeu seu olhar no rosto do amigo e se manteve daquele jeito, mordeu o lábio inferior com força. Sua língua coçava para despejar sobre ele tudo o que sabia. Jakotsu pescou a forma estranha que ela o olhava e não conteve sua curiosidade:
— O que foi? Tem alguma coisa na minha cara? – passou as mãos pelo rosto procurando vestígio de algo errado. – A maquiagem borrou?
— N-Não! A maquiagem está perfeita! – se prontificou em dizer observando o semblante de Jaky se suavizar aos poucos.
— Então o que está incomodando você? – suas mãos voltaram a parar em seu corpo, ajudando-a com o vestido. – Tente se manter mais reta, desse jeito! – ele auxiliou-a, a deixando na posição que desejava.
— E-Eu... Tem algo que está me matando por não contar a você, mas eu estou travada... N-Não consigo falar Jaky!
Jakotsu semicerrou os orbes diante de seu tremular e de sua voz vacilante. Seja lá o que Rin tinha a lhe dizer, era algo sério!
— Basta apenas me dizer Rin. Eu não mordo meu bem, você sabe disso! – riu. – Isso é tudo o que consegue encolher da sua barriga? Vamos lá, você consegue mais que isso!
Sentiu os pulmões arderem quando Jakotsu fez menção de puxar mais alguns centímetros do zíper lateral.
— É-É da sua reação... Que me impede de dizer...
— Okay, agora eu estou curioso! Desembucha, começou a falar agora termine.
Era isso o que temia acontecer. Ótimo Rin, agora você instigou a curiosidade de Jakotsu.
— É complicado... – enrolou por mais algum tempo. – Você vai me odiar por isso, para o resto da sua vida!
— Besteira, eu nunca odiaria você. De onde tirou isso? – colocou uma das mãos no peito, dramatizando de maneira exagerada. – Eu te adoro mulher, por mais que você tenha roubado Sesshoumaru de mim e dado uma chave de coxas naquele homem. Eu não tenho ressentimentos disso!
Involuntariamente, seus lábios se curvaram em um sorriso e ela se sentiu menos tensa. Observou quando Jakotsu apoiou uma das pernas na parede ao seu lado, atravessando-a bem atrás de si como se procurasse apoio para ajuda-lo no momento em que voltasse a puxar o maldito zíper emperrado.
— Tá subindo, aguenta aí! – Jakotsu continuou determinado a fazê-la entrar naquela peça.
— Não sei se continuaria meu amigo despois do que vou te dizer... – respirou fundo, tomando toda a coragem que precisava no momento. Ele impulsionou a perna depositando toda a força que tinha nela e puxava o zíper conforme o tecido sedia a sua força até então desconhecida. – M-Me perdoe. Eu não queria envolve-lo nessa confusão, a culpa foi minha pelo seu salão ter sido completamente destruído Jaky!
— Como a culpa pode ter sido sua? Andou cheirando o quê? Seu youkai delícia? – ele desdenhou rindo ironicamente, não dando a mínima para o que contava. Achando-a louca por dizer aquilo. – Claro que cheirou aquele homem, por isso que se viciou. Quem em sã consciência não cheiraria aqueles músculos grossos e firmes?
Puxou mais um pouco do zíper e ela se sentiu incomodada, presa naquele emaranhado de tecidos. Fechou os olhos e disse de uma única vez tudo o que estava há tempos entalado em sua garganta:
— E-Eu sei quem acabou com o salão! E-Eu conheço a pessoa!
Pronto, estava feito! Despejou em um folego só. Jakotsu estancou no mesmo lugar, sobressaltando-se em seguida com a intensidade de suas palavras. E inconscientemente, puxou o zíper lateral com tanta força e surpresa que ele se fechou por completo, sufocando-a dentro do tecido. A pressão que envolveu seu miúdo corpo foi tão grande que ela não precisava mais prender a respiração. O vestido já estava fazendo este trabalho!
— Como é que é? – balançou as mãos ao alto ainda processando tudo o que ouvia.
— Céus, Jakotsu...— Sufocou um grito. – E-Eu não estou respirando...
Empurrou as mãos de Jakotsu para o lado e aliviou a pressão do vestido, voltando a abrir o zíper lateral. Puxou o oxigênio com força, agradecendo os céus por respirar de novo.
— O-O que você acabou de dizer Rin?
Ignorou seus protestos e focou-se na conversa que estavam tendo. Os orbes alarmados de Jakotsu denunciavam a tormenta que se passava com ele.
— E-Eu ia te contar... – puxou o oxigênio mais uma vez. – É complicado... E-Eu preciso de tempo para poder explicar tudo com calma a vocês.
Sem desviar o olhar de seu rosto, Rin viu o amigo assentir em concordância, ainda com a confusão nítida em seu semblante.
— Q-Quem foi que destruiu o meu salão?
A pergunta soou enraivecida. Os músculos de Jakotsu tremiam e ele estava levado pela raiva. Pela primeira vez, Rin o viu perder completamente a compostura e ser motivado pelo seu ódio sem tamanho.
— A-Acalme-se, por favor. – passou as pequeninas mãos pelos seus braços. – Ele não é merecedor de nenhum tipo de sentimento. É um homem infeliz que sente prazer de atingir as pessoas que eu amo.
A confusão se tornou ainda mais nítida nas ações de Jakotsu. Seu cenho franziu levemente e seu ódio foi amenizando a medida que Rin se abria para si, com todo o coração.
— Kagome me prometeu que não seria ela a lhe contar. Eu não podia deixar você no escuro e esconder uma coisa dessas, você tem o direito de saber Jaky. Você está tão envolvido nisso tudo quanto qualquer outra pessoa. Eu sinto muito, eu não queria que as coisas fossem assim.
Sua voz embargou e um tremendo nó entalou em sua garganta sufocando-a mais que o maldito vestido de festa. Ela viu quando os olhos do amigo se amoleceram por vê-la tão frágil e quebrada.
— Quem foi que a fez sofrer tanto? Me conte quem fez isso querida, e eu juro que corto o pau do desgraçado e prometo não usá-lo para o meu bel-prazer. – ameaçou.
Rin gargalhou jogando a cabeça para trás. Céus, Jakotsu era impossível! Apesar de que tinha suspeitas de que ele fazia aquilo apenas para vê-la sem as benditas lagrimas e com um sorriso novo nos lábios.
— Meu ex-namorado! – confessou, assim que a crise de risos passara. – Suikotsu fez minha vida um inferno depois que terminei com ele...
— Então esse é o nome do bastardo? – repuxou os lábios em sinal de desgosto.
Rin assentiu, afirmando.
— Você não foi o único amigo que se ferrou nessa historia toda... – agarrou a barra do vestido com força se lembrando do estado que Hakudoushi ficara depois do acidente. – Eu me sinto tão... Tão imponente vendo tudo acontecer e tão culpada por envolvê-los... – seus olhos voltaram a lacrimejar.
— Para!— Jakotsu alterou seu tom de voz, repreendendo-a. – Eu não sei quem é esse infeliz, mas não quero ver você choramingando pelos cantos. Coloque na sua cabeça que o que aconteceu com o meu salão não foi e não é culpa sua!
A pequena encolheu-se ainda mais, rodeando o próprio corpo com os braços.
— Se foi realmente ele... Ótimo, então que pague na justiça pelo o que fez! – rosnou. – Ele é só um doente de merda, que se eu tiver o prazer de encontra-lo na rua, eu o arranho todinho com as minhas unhas.
Mostrou as unhas como se fossem garras e soltou um grunhido rouco imitando um som de um felino enraivecido. Rin abriu um sorriso e fungou afastando as lagrimas. Receosa, indagou:
— Você está bravo?
— Claro que eu estou! – vociferou ele. – Mas não é de você! E sim desse cara! – Suas mãos voltaram para a lateral de seu corpo e ele passou a brincar com o zíper puxando-o devagar pelo seu corpo. – Kouga sabe disso? Precisa dizer a ele, facilitaria nas investigações e eu me sentiria muito satisfeito de ver esse cara assistir o sol nascer quadrado.
— Eu sei! – Soltou um suspiro ao alto. – Suikotsu tem que pagar pelos seus crimes!
Abaixou o olhar e viu as mãos de Jakotsu iniciarem seu trabalho, prontas para voltar a fazê-la entrar naquele vestido. Torceu o nariz quando o tecido a apertou mais uma vez.
— Jaky, isso não está adiantando!
— Mas eu nem comecei...— ele protestou. – Eu estava quase conseguindo fazer você entrar nesse vestido!
— E ia conseguir me matar no processo. – rebateu a pequena. – Eu esqueci até como se respira.
— Bobagem, é só questão de costume. – Jaky deu de ombros.
— Acho melhor desistirmos, porque esta na cara que a costureira errou as medidas. – disse com convicção. – Pelo menos é o que eu estou tentando me convencer.— devaneou no final.
E era realmente o que esperava ter acontecido. Apesar de que Rin não queria admitir para ela e nem ninguém que o culpado de toda aquela situação era a sua alteração de peso. Mas Jakotsu não precisava saber disso não é mesmo?
— Bendita infeliz, nem pra fazer seu trabalho direito ela serve. – Jaky bufou, assoprando para o alto fazendo seu cabelo se mover. – Ela precisa fazer novos ajustes em você Rin, espere aqui.
Determinado, viu seu amigo puxar as cortinas do provador e sair decidido a fazer a costureira a arrumar a burrada que fizera. Um estranho burburinho a envolveu. Havia dito! Contou a ele! E ela não sabia onde conseguira arranjar tanta coragem.
Fez o que ele pediu e esperou com os braços cruzados frente ao corpo, ao mesmo tempo em que seus olhos desciam por toda a sua imagem refletida no espelho. Soltou um choramingo para o alto e se concentrou em outra coisa a não ser na peça que mal se fechava entorno de si. Em questão de segundos Jakotsu voltou para dentro do provador com a costureira em seu encalço. Tivera que novamente tirar suas medidas, sempre com os atentos olhos de seu amigo sobre o trabalho da mulher que vez ou outra marcava as mudanças que faria com algumas agulhas afundadas na peça que usava.
— Não temos muito tempo, o casamento é daqui a alguns dias. – a frase deixou os lábios de seu amigo como uma forma de repreenda para a mulher que apenas fazia seu trabalho.
Ela o tranquilizou dizendo para não se preocupar, que o vestido ficaria pronto no tempo certo. E por mais que Jakotsu houvesse pegado algum tipo de bronca da baixinha costureira, ele fingiu em acreditar em sua palavra. Apenas fingiu.
Assim que seus ajustes foram feitos, os dois deixaram o provador para que se sentisse mais a vontade para se vestir. Trocou o vestido pelas suas roupas normais e Rin nunca se sentiu tão confortável dentro delas como naquele momento. Abandonou o apertado provador e a primeira coisa que fizera fora deixar o bendito emaranhado de tecidos que segurava nas mãos da costureira que iria refazer todo seu trabalho. Diferente de si, Sango e Ayame voltaram para casa com seus vestidos em mãos. E ela tivera que deixar o seu para ser feito um novo ajuste.
Já dentro do carro, Kagome lhe dera uma carona na volta prometendo deixa-la na casa de Izayoi. Enquanto Sango, Ayame e Jakotsu partiam juntos em outro veiculo. Incomodada pelo silencio, ela decidiu trocar algumas palavras com a motorista:
— Eu contei pra ele! – confessou.
Kagome a olhou de soslaio, voltando novamente a atenção paras as ruas.
— Eu percebi que demoraram bastante dentro do provador, imaginei mesmo que estivesse contando para ele. Jakotsu saiu atrás da costureira cuspindo fogo! – relembrou a futura Taishou com divertimento na voz.
— Eu não contei tudo, apenas o mais importante. E ele reagiu totalmente o contrário do que pensei que reagiria.
— Não achei que fosse contar tão rápido. – Kagome trocou a marcha conforme o motor protestava diante do aumento da velocidade.
— Nem eu...— murmurou baixo. – Nem eu...
Afundou-se no banco fitando as casas se moverem com rapidez pelo vidro. Foi deixada por Kagome no portão. A morena negou dizendo que não entraria e que voltaria para sua casa. Agradeceu pela carona e Kagome só arrancou com o carro quando a viu fechar o portão, completamente segura. Estranhou o silencio do lugar e só se dera conta de que se encontrava sozinha quando abriu a porta e não se deparara com a alegria de Izayoi e tampouco com os resmungos de Inuyasha. Talvez sua doce vizinha tenha aproveitado o retorno de seu marido para sair junto a ele, já que na grande maioria Inu no Taishou nunca se encontrava presente e devido as suas viagens a trabalho. E Inuyasha deveria estar resolvendo algum tipo de assunto voltado a empresa junto com seu youkai.
Subiu as escadas com ânsia em se livrar das tortuosas sandálias que moíam seus dedos e depositavam todo o peso de seu corpo neles. Rin também ansiava por um bom banho e desejava se jogar sobre a cama o quanto antes. No entanto, assim que entrou nos aposentos que dividia com Sesshoumaru, seus planos foram terrivelmente ignorados. Os lençóis macios pareciam convidativos demais...
Tirou as sandálias dos pés e jogou-se sobre a cama se deixando afundar em meio aos perfumados lençóis. O cheiro de Sesshoumaru estava impregnado por eles, o que a levou facilmente de encontro a ele em seus pensamentos. Deixou um sorriso bobo escapar por seus lábios ao pensar em seu amado youkai. Remexeu-se sobre a cama abraçando o travesseiro e afundou o nariz contra ele inalando fortemente. Seu youkai possuía um cheiro só dele, e céus, como amava esse cheiro. Sentiu o bico dos seios enrijecidos contra o material do sutiã e seu centro se contraiu deliciosamente apenas com o pensamento voltado inteiramente para Sesshoumaru. Infernos, aquele homem a descontrolava de todas as formas possíveis e nem mesmo se encontrava presente. Como conseguia tanto domínio sobre si?
Precisava aliviar-se, urgentemente. Deixou-se levar pelo seu fervor, acariciou um dos seios doloridos sobre a roupa enquanto sua outra mão marchava para o seu sexo quente e pulsante. Circulou seu clitóris com as pontas de seus dedos e remexeu-se quando o sentiu sensível. Arfou diante de sua própria caricia sentindo-se cada vez mais quente em seu interior.
Percorreu os dedos por toda a sua fenda úmida separando os lábios de seu sexo deliciosamente.
— Ahm...— soltou um resmungo ao alto.
Circulou sua entrada com a ponta do dedo e se permitiu afundar alguns centímetros em seu canal estreito. Ela estava tão molhada, tão pronta... Suas paredes se acomodaram perfeitamente ao redor de seu dedo. Estocou devagar, sentindo cada parte de seu corpo ansiar por sua libertação. Arqueou as costas projetando os fartos seios para frente e com a mão livre soergueu a blusa junto ao sutiã deixando-os expostos.
— A-Ah...— deixou um novo gemido escapar de sua boca.
Massageou o seio direito enquanto seus dedos trabalhavam em seu sexo quente. Suas pernas fraquejaram e foi inevitável não revirar os olhos quando a onda de prazer começava a lhe dominar. Intensificou os movimentos a cada estocada profunda, com a ponta de seu dedo ela conseguiu sentir que havia alcançado o colo do útero. Suas pernas estremeceram e sua intimidade protestou diante de sua própria invasão, seu sexo pulsando violentamente contra sua mão. Agarrando seu dedo com gula.
— S-Sesshy...— gemeu o nome de seu amado, imaginando-o em seus pensamentos. – A-Ahm... E-Eu vou... – Ela estava tão perto...
Em outro recinto, o forte youkai fechava a porta por onde acabara de entrar. Seus temidos orbes faziam uma varredura por toda a sala de estar e o vazio foi tudo o que encontrou. Caminhou em direção as escadas até que um gemido baixo o deteve. Seu corpo se manteve em alerta e seu peitoral subia e descia com agressividade. Ele conhecia bem aquele som, era o mesmo som que sempre arrancava de sua humana quando estava completamente enterrado entre suas pernas.
O cheiro de excitação invadiu suas narinas, ele apreciou isso a cada instante e um rosnado deixou sua boca. Sua ligação com aquela humana lhe dizia o quanto ela o desejava naquele momento. Ele era capaz de sentir, e infernos seu membro deu um salto dentro de suas vestes quando a excitação de sua garota lhe arrebatou com violência.
Subiu as escadas com passos largos, o caminho para os seus aposentos nunca se tornara tão demorado como naquele instante.
— S-Sesshy...— escutou seu gemido lascivo do outro lado da porta.
Aprumou os ouvidos a fim de ouvi-la. O fervilhar dos lençóis lhe chamou a atenção. Ela estava em sua cama... E raios, sua menina estava se tocando pensando nele?
Seu olhar se escureceu. Seu eixo se tornou dolorido dentro das calças. A ânsia de toma-la se intensificava toda vez que seu nome saia dos lábios de sua humana. Sesshoumaru não conseguira manter o controle, não quando sua Rin chamava por ele entre um gemido e outro.
Tomou o ímpeto de abrir a porta no exato segundo que a viu projetar os seios para o alto e se contorcer por ter alcançado sua libertação. Os mamilos rosados entorpecidos, lindos o bastante para desejar tomá-los com a boca, com fome.
— A-Ahm...— ela gemeu mais uma vez quando se sentiu pulsante em seu centro e só parou os movimentos quando enfim perdeu as forças.
Inevitavelmente, suas costas caíram de encontro ao colchão e a pequena procurou normalizar sua respiração ofegante. Seu sexo ainda estava sensível devido aos seus toques. Se sentindo preenchida, seu corpo convulsionou violentamente com o prazer que ela mesma havia lhe proporcionado. Aos olhos de Sesshoumaru, sua Rin estava quente, quente como o inferno.
Tocou seu eixo por sobre o tecido da roupa, inutilmente tentando acalmá-lo da deliciosa visão de sua menina. Ela ainda não se dera conta de sua presença, estava concentrada demais procurando normalizar sua respiração enquanto ainda mantinha os olhos fechados. Aproximou-se de seu corpo silenciosamente e o grunhido que partiu de sua garganta foi o que a fez se dar conta de sua presença.
Sesshoumaru assistiu quando uma Rin com as bochechas vermelhas se sentou sobre a cama e procurou seus olhos. Por um lado, ela se aliviara por descobrir que era ele quem invadira o quarto, e não outra pessoa. Mas a vergonha por ter sido pega fazendo algo errado, ainda estava ali, estampada em suas maças do rosto.
— Este Sesshoumaru deseja ser recebido assim mais vezes, doce Rin.
O brilho lascivo que encontrou no olhar de seu youkai fez seu desejo se acender. Deteve o olhar nos movimentos que as enormes mãos de Sesshoumaru faziam por sobre seu membro ereto, ela o imaginou todinho dentro de si fazendo seu sexo voltar a se contrair desejoso.
— Estava na empresa? – curiosa, Rin o questionou sem desviar os orbes de suas mãos.
— Não, estava conversando com Kouga. – Sesshoumaru teve um vislumbre de seu cenho franzido, como se já imaginasse em tudo o que se passava pela cabeça de sua menina. – Ele quer ouvir seu depoimento.
— V-Você... – ela pigarreou, tentando encontrar sua própria voz. Desviou o olhar do movimento de suas mãos para encontrar seus olhos mais acima. – Contou a ele?
— A polícia já está envolvida. – ele lhe refrescou a memoria. – Apenas o ajudei a solucionar o seus casos com mais rapidez.
Meneou a cabeça, concordando com o que já estava ciente. Os movimentos de Sesshoumaru pararam e ela arfou a contra gosto. As mãos de seu youkai alcançaram seus tornozelos e os rodearam com firmeza. Soltou um gritinho surpresa quando ele a puxou com rapidez para a ponta da cama, tendo as nádegas massageadas pelos lençóis perfumados.
— Estava pensando em mim? – grunhiu ele, direcionando toda a atenção para o seu sexo onde minutos atrás ela se tocava.
Rin entendia que tipo de insinuação era aquela, até porque, estava realmente se tocando pensando nele. Sesshoumaru elevou uma das torneadas pernas de Rin até a altura do rosto para abocanhar-lhe o tornozelo agarrado anteriormente, soltando um rosnado contra sua pele ao imaginar o quanto molhada sua Rin deveria estar em seu centro apertado.
— S-Sempre...— confessou com a voz tremula. – A todo o momento Sesshy!
— Conte-me o quanto você está molhada e inchada, este youkai quer saber. – raspou os caninos por sua pele sem desviar o olhar penetrante de seu rosto de menina.
Ela remexeu-se com suas palavras sujas, prendendo a atenção de Sesshoumaru em seus seios que se balançaram, agarrando-o com a mão livre e circundando o lindo mamilo com o polegar.
— Você quer descobrir? – provocou da maneira mais sensual que conseguia ser. E pelo o que enxergava, parecia estar funcionando.
Como resposta, Sesshoumaru rosnou. Um rosnado bruto e ao mesmo tempo coberto de excitação.
Soltou seu tornozelo e levou a outra mão para os seus seios. Apalpou-os com delicadeza, espremendo os mamilos com os polegares e os indicadores.
— Seus seios estão maiores. – comentou ele, apreciando a nova observação.
Rin abaixou o olhar para os próprios seios e se deixou cair na realidade de que havia mesmo engordado. Até Sesshoumaru estava reparando no tamanho de seus seios.
— Não vejo diferença alguma! – se prontificou em dizer.
— Este Sesshoumaru vê. – ela bufou quando o ouviu confirmar. – O que anda incomodando minha Rin?
Desviou os olhar para fita-lo no rosto e amaldiçoou-o por ser tão perspicaz.
— Você acha que engordei?
— Porque pergunta isso? – semicerrou os olhos para ela.
— Apenas... Responda. – pediu. – Com sinceridade.
Passeou os olhos por toda a extensão de seu corpo. Apreciava a belíssima vista que possuía, não entendia porque sua humana começava a se incomodar com suas curvas agora.
— Minha Rin continua perfeita!— afirmou com veemência.
Sua expressão se amoleceu no instante seguinte, e ela se pegou amando-o ainda mais. Envolveu o rosto de Sesshoumaru com as mãos e o puxou para si, se perdendo na profundeza de seus olhos âmbares uma vez mais. Completamente encantada pelos métodos persuasivos de Sesshoumaru Taishou.
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