Notas iniciais
Meus lindos, peço imensas desculpas pela demora! Não atualizei mais cedo porque eu também estava postando outra fanfic e só consegui postar essa agora. Espero que entendam s2

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4. Convite

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Levou a caneca que segurava em direção ao rosto e inalou o maravilhoso cheiro de café. Rin adorava aquele cheiro, e não havia nada mais prazeroso do que isso pela manhã. Acomodou-se melhor sobre a cadeira da cozinha e bebericou o liquido escuro que permanecia em sua caneca, o cheiro era melhor que o gosto, constatou ela.

Levou a fatia de pão integral em direção aos lábios abocanhando-o em seguida. Era domingo, e um dia após o aniversário de seu vizinho.

Ah, o aniversário... Lembrar-se dele a fazia se lembrar automaticamente de Sesshoumaru, e isso a fazia corar. O irmão de seu vizinho era observador demais e em pouco tempo já havia descoberto sua real intenção a partir de suas atitudes.

Isso a assustava, Rin prometeu a si mesma e a sua família que não se aproximaria de ninguém. E para manter-se segura, precisaria tomar cuidado.

A advertência à fez se lembrar dessa vez de seus familiares e a saudades a obrigou a pegar seu celular sobre a mesa e enviar uma mensagem para seu irmão, pedindo para que ligassem.

Em pouco tempo seu celular tocou e um número conhecido apareceu na tela. Sorriu para si mesma assim que constatou que era seu irmão quem ligava. Atendeu o aparelho e o levou em direção ao ouvido.

— Bom dia! – Disse sorridente.

— Você sabe o que pensamos a respeito de ligações, não é mesmo Rin?— Uma voz grossa a repreendeu.

— E mesmo assim continuam me ligando, não é mesmo Bankotsu? – Rin imitou o irmão.

— ... – Bankotsu soltou um suspiro como resposta.

— Eu sei o que pensam a respeito das escutas, mas estou com saudades... – A pequena confessou.

E nós de você!— Bankotsu suspirou novamente.

— Como andam as coisas? – Levou a caneca novamente em direção aos lábios, tomando o restante de seu café.

As mesmas, e você? Não aconteceu nada de estranho aí, não é mesmo?— Bankotsu alarmou-se e Rin pôde sentir seu senso de irmão protetor dar os primeiros sinais. – Rin, pelos Deuses...

— Não, não aconteceu nada! – Mas fora então que se lembrou das ligações na noite anterior e isso a fez estremecer. – Na verdade...

Fez uma pausa antes de continuar. Não sabia se contaria á Bankotsu, conhecendo seu irmão mais velho sabia que ele piraria quando descobrisse.

Na verdade...— Bankotsu a instigou a continuar. – O que aconteceu Rin?

A pequena suspirou diante de sua preocupação e não conseguiu mentir.

— Ontem à noite recebi ligações de um número privado quando eu estava na festa de aniversário do meu vizinho...

Vizinho? Aniversário? Ligação? O que você anda aprontando Rin?— Bankotsu a interrompeu. – Pode começar a falar!— Sim, ele estava pirando.

— Eu meio que fiz amizade com a minha vizinha e ontem foi aniversário do filho dela... – Gesticulou com as mãos enquanto explicava, como se Bankotsu estivesse diante de si. – Eu fiquei receosa de ir, mas ela insistiu tanto que foi impossível recusar!

Bankotsu pareceu suspirar mais uma vez do outro lado da linha.

Rin, todo cuidado é pouco! – Seu irmão a repreendeu. – Eu entendo que não deve ser fácil ficar trancada nessa casa, mas têm que entender que para se manter segura você não pode se expor!

— Eu sei! – Rin alterou um pouco seu tom de voz. – Eu estou cansada disso Bankotsu, estou cansada de fugir. – Choramingou. – Estou fazendo o possível pra ninguém descobrir, mas não pude recusar... Poxa, eu odeio esse tipo de situação, às vezes tenho vontade de sair correndo e fingir que nada de ruim vai me acontecer novamente...

Seus olhos marejaram e em seguida algumas lágrimas escorreram sobre seu delicado rosto. Ela fungou e seu irmão notou que estava chorando.

— Eu sei...— Bankotsu murmurou baixo e um rosnado escapara de seus lábios. – É apenas questão de tempo para ele ser preso Rin! — lhe garantiu ele.

Rin movimentou a cabeça em sinal de negação. Não, aquele inferno continuaria. Como poderia prendê-lo? Era impossível!

— Ele é doente Ban, ele é obsessivo... Não irão prendê-lo, o máximo que farão é colocá-lo para fazer algum tipo de tratamento e nós sabemos que isso não vai dar certo! – Rin choramingou novamente. – Não temos saída!

Bankotsu rosnou diante de suas palavras e um estrondo alto pôde ser ouvido em seguida. Seu irmão estava nervoso e isso com certeza o fez socar alguma coisa, só não sabia o que era.

Eu vou dar um jeito!— Bankotsu alterou sua voz. – Você não vai ter que se preocupar mais...— A voz de seu irmão suavizou-se. – Esse louco vai te deixar em paz, confia em mim!

Rin balançou a cabeça, confiar... Mas é claro que confiava em seu irmão. Só não tinha esperanças de que voltaria a ter uma vida normal.

— Eu confio em você Ban... – Rin fungou pela ultima vez e limpou o rosto com as costas das mãos.

Não chore, ok? Tudo vai dar certo!— Seu irmão parecia sorrir enquanto a confortava do outro lado da linha.

— Aham... – Concordou em forma de murmúrio e pediu aos céus para que seu irmão não percebesse sua insegurança.

Vou avisar aqui que você ligou e dizer que está tudo bem, mas se alguma coisa acontecer... Por favor, me liga!— Bankotsu faltou apenas implorar para que sua irmã lhe mandasse noticias. – Posso estar longe agora, mas se me ligar eu chego aí em dois minutos!

— Vou fazer isso, obrigada Ban. – Sorriu.

Te amo desgraça! — Ah, aquele apelido. Na verdade, não sabia dizer se era realmente um apelido, mas sentia falta de ser chamada assim pelo seu irmão.

Apesar de ser uma palavra forte, Rin sentia o amor que seu irmão transmitia enquanto brincava e a chamava desse jeito.

— Eu também te amo. – A pequena riu diante de sua brincadeira.

O aparelho ficou mudo indicando que a ligação havia sido encerrada, o distanciou de sua orelha e suspirou em seguida. Mirou os olhos em algum ponto da espaçosa cozinha e o observou sem desviar o olhar enquanto sua mente se preenchia com diversos pensamentos.

Balançou a cabeça afastando pensamentos negativos e murmurou para si mesma que daria tudo certo, que confiaria nas palavras de seu irmão. Terminou de comer o restante da fatia de seu pão e levantou-se da mesa caminhando em direção a pia.

Lavou a louça que sujara e pensou que um banho aliviaria seu estresse. Pensando dessa forma decidiu subir para seu quarto e lavar-se.

— É o que tem para hoje Rin! – Atravessou o corredor dos quartos e um murmúrio escapou dos lábios.

Não gostava de admitir, mas a ligação de seu irmão mexera consigo. A sensação de estar encurralada lhe tomou, parecia não ter saída. Sufocou o choro preso na garganta e tentou manter a calma. Pediria aos céus que nada de ruim lhe acontecesse, assim esperava.

Conforme se aproximava de seu quarto, uma peça de seu pijama era arrancada. Primeiro tirou o curto shorts jogando em algum canto do quarto e em seguida retirou a blusa do conjunto. Seus pés a levaram até o banheiro e não demorou a estar de baixo da água morna lavando seus longos cabelos escuros.

Relaxada. Era exatamente essa a sensação que sentia no banho. Por ela, passaria a manhã toda se lavando, limpando o corpo e ao mesmo tempo dispersando os pensamentos negativos, mas sabia que ficar de baixo da água não seria nada bom financeiramente.

Desligou o chuveiro assim que terminou seu banho e se enrolou em sua toalha branca. Caminhou novamente em direção ao quarto já em mente com qual roupa vestiria, mas antes que tivesse a chance de se trocar uma rajada de vento atingiu-lhe a pele desnuda dos braços e das pernas a fazendo tremer com a mudança de temperatura.

Seus olhos foram em direção ao causador de seu tremor, e encontrou a janela do quarto totalmente aberta. Havia se esquecido completamente de fechá-la.

Seus pés mudaram o percurso e a fizeram caminhar até a janela. Com uma das mãos segurou sua toalha em seu corpo e com a outra segurou na lateral da janela pronta para puxá-la e enfim fechá-la. Teria feito exatamente isso se algo não tivesse feito Rin parar de respirar por um momento; Diante de si, na janela da casa ao lado, os mesmos olhos âmbares da noite passada a faziam perder seu raciocínio mais uma vez.

— Então, quer dizer que também somos vizinhos de janela? – A voz grossa a fez se arrepiar mais do que o vento gelado que lhe tocara a pele minutos atrás.

Com a claridade do dia, eram ainda mais visíveis os traços marcantes de Sesshoumaru. Sua presença imponente era algo difícil de passar despercebido.

Os olhos de Sesshoumaru vagaram demoradamente nas curvas de seu corpo e por um momento havia se esquecido de que tudo o que cobria seu corpo desnudo era apenas uma felpuda toalha branca.

Seu rosto aos poucos demonstrava os primeiros sinais de seu constrangimento, e pediu aos céus para que Sesshoumaru não notasse a vermelhidão em sua face, que pensasse que era devido ao banho que acabara de tomar e não pela sua vergonha que insistia em lhe perseguir.

— ... – Não sabia o que responder, seu constrangimento não permitia que formulasse alguma frase.

Naquele momento sua mente ficou em branco, segurava a toalha firmemente para que não escorregasse de seu corpo como se sua vida inteira dependesse disso.

Até que se lembrou de que no alto daquela janela uma cortina branca estava suspensa, puxou-a colocando em frente ao corpo para se cobrir dos olhos observadores daquele youkai. Há quanto tempo estava sendo observada por eles?

O pensamento de que seu vizinho a viu retirar todas as peças de seu pijama e adentrar nua dentro do banheiro a constrangia cada vez mais. Não iria perguntar, até porque não possuía tanta coragem para fazer isso, mas antes que superasse a vergonha Sesshoumaru a respondeu antes mesmo que pudesse formular uma pergunta.

— Não vi nada! – Virou o rosto para dentro do cômodo onde estava e fitou algum outro ponto que pudesse ser mais interessante do que o corpo curvilíneo de sua vizinha. – Se é isso o que tanto a incomoda.

Suspirou demoradamente deixando o alivio tomar as entranhas de seu pequeno corpo. Seus ombros caíram relaxados, o constrangimento agora havia sido esquecido. Mas sua mente apitava silenciosamente para ter cuidado, poderia mesmo confiar nas palavras daquele youkai? Confiança era algo que deveria tomar cuidado, muito cuidado.

Sentiu o vento acariciar seu rosto e balançar seus cabelos levando o perfume do mesmo em direção ao youkai do outro lado de sua janela. Observou Sesshoumaru fechar os olhos e inalar profundamente o ar soltando-o rapidamente como se estivesse suspirando. Piscou seus olhos castanhos não entendendo a reação do outro.

Lentamente Sesshoumaru abria os olhos e os direcionava para si e novamente aquela sensação de estar sendo invadida voltou, como se ele olhasse através se si e soubesse de tudo sobre seu intimo. Rin sustentou o olhar e arqueou as sobrancelhas como se pedisse silenciosamente explicações do motivo de estar sendo observada com tamanha intensidade.

O contato visual durou mais alguns segundos, antes de Sesshoumaru ter o quarto invadido por alguém. O barulho da porta se abrindo o fez desviar os olhos a contra gosto de sua nova vizinha a fim de descobrir quem fora a pessoa que interrompera sua análise.

Rin pensou que Sesshoumaru resmungaria algum impropério ou algo do tipo, pelo fato de terem invadido seus aposentos antes mesmo de bater na porta de seu quarto. Mas ele sabia quem havia entrado, podia sentir o cheiro de sua mãe quando a mesma adentrara no corredor dos quartos e se fosse outra pessoa quem o tivesse perturbado, o mataria. Mas era de sua mãe que estava falando.

Izayoi apareceu carregando em seus braços uma pequena quantidade de roupas, aparentemente lavadas e passadas. A primeira coisa que fizera foi olhar em direção á Sesshoumaru, mas assim que notou que o rapaz não estava sozinho um sorriso radiante iluminara seu rosto.

— Bom dia querida! – Seu sorriso pareceu se alargar na medida em que falava.

— Bom dia Izayoi-sama! – Rin puxou a cortina tentando ao máximo se esconder.

A última coisa que queria era que Izayoi a visse desse jeito e pensasse coisas ruins ao seu respeito, ainda mais que estava praticamente nua na presença de seu filho.

Seus olhos castanhos dessa vez estavam direcionados á sua doce vizinha. Viu-a colocar as roupas que segurava em cima da cama arrumada que julgou ser de Sesshoumaru e voltar a encará-la. Seu olhar doce trocava de direção rapidamente, de Sesshoumaru para Rin e seu sorriso se ampliava cada vez.

— Querida iremos fazer um churrasco hoje, não gostaria de vir? – Ela lhe perguntou. – Meu marido não conseguiu chegar a tempo para o aniversário de Inuyasha ontem, então decidimos fazer um churrasco.

Sesshoumaru virou o rosto e fitou-a demoradamente, esperando a sua resposta. Era verdade, não havia visto o Senhor Taishou durante a festa de seu vizinho. Constatou em pensamentos.

Rin não sabia se aceitava ou recusava aquele convite de sua doce vizinha. Mas era impossível, quanto mais queria se manter afastada das pessoas mais Izayoi queria arrastá-la para o meio delas.

— Claro! – Respondeu com um sorriso em seu rosto.

Izayoi era doce demais, sabia que a magoaria se recusasse um convite como aquele.

— Que bom querida, estamos te esperando. – E dizendo isso saiu dos aposentos de Sesshoumaru logo em seguida.

O youkai continuava a lhe encarar sem desviar os olhos por nenhum momento. Aquilo a incomodava, gostaria realmente de saber o que se passava na cabeça de Sesshoumaru.

— O... O que foi? – Rin arriscou perguntar procurando ao máximo não gaguejar.

Encolheu-se em meio aos atentos olhos âmbares do youkai. Não gostava de ser observada daquela forma, isso a fazia se lembrar de tempos passados. E o passado era uma coisa que gostaria de deixar para trás, se possível.

Sesshoumaru não a respondeu, balançou a cabeça levemente em sinal de negação. Ele a olhava tão atentamente como se tivesse percebido algo, mas não quisesse revelar, guardando-o apenas para si mesmo.

— Não demore. – Anunciou ele antes de se levantar do parapeito da janela e sair de seu quarto.

A pequena piscou os olhos algumas vezes. Pela maneira como Sesshoumaru falou, a impressão que teve era que ele estava aguardando sua chegada, como se estivesse esperando-a. Mordeu o lábio inferior levemente enquanto deixava esse pensamento de lado. Como havia pensado, era apenas uma impressão, certo? Ele não estaria realmente esperando por ela, não é mesmo?

Libertou seu lábio da pressão de seus dentes e virou-se de costas, mas antes fechou a janela. Não queria que mais ninguém a pegasse de surpresa enquanto se arrumava.

Andou até alcançar sua cama e encontrou sua roupa dobrada sobre ela. Trocou-se usando uma calça vermelha e uma blusa preta lisa de manga comprida. Em seus pés optou por algo mais confortável, colocou uma sapatilha preta fechada onde um pequeno laço dourado a enfeitava.

Agora só precisava dar um jeito nos cabelos molhados, e foi exatamente o que fizera. Secou-os com a ajuda do secador e em poucos minutos o volume natural de seus cabelos voltava a aparecer.

Escovou seus alinhados dentes e maquiou-se levemente em seguida, com a intenção de esconder algumas olheiras que denunciavam suas noites mal dormidas. Olhou-se uma ultima vez e decidiu que era hora de ir para o tal churrasco de sua vizinha.

Enfiou seu celular e sua chave de casa em um dos bolsos de sua calça. Iria até seu vizinho, não levaria carteira e tampouco documentos. Se precisasse deles mais tarde os pegaria.

Desceu as escadas e antes de sair, verificou todas as trancas. Desde janelas até as portas. Virava a maçaneta da porta inúmeras vezes até se convencer de que estava devidamente fechada. Já na rua, o mesmo aconteceu com o portão. Era um portão automático, mas isso não a impediu de puxá-lo inúmeras vezes até constatar de que ele não abriria tão facilmente quanto aparentava.

Olhou para ambos os lados e viu que a rua estava vazia. Por um momento esqueceu-se de que era domingo, e geralmente a grande maioria das pessoas passava o domingo tentando matar seu costumeiro tédio. Então era normal encontrar uma rua tão vazia quanto o deserto.

Com pouquíssimos passos já se encontrava em frente ao seu destino, a casa de sua doce vizinha.

A ideia de ficar muito tempo do lado de fora, não lhe era tentadora, pelo contrário. Mesmo com a rua deserta em pleno horário de almoço, ainda assim possuía certo receio em colocar a cara para fora de casa. Com tal pensamento, não pensou duas vezes antes de tocar o interfone anunciando sua chegada.

Olhou uma ultima vez para os lados e a doce voz de sua vizinha surgiu pelo aparelho.

— Pois não? – Izayoi perguntou.

— É a Rin! – A pequena se identificou.

— Olá querida! Já irei abrir! – Assim que Izayoi se deu conta de que era Rin, não conseguiu conter a sua empolgação na voz.

A campainha eletrônica ficou muda, mas do outro lado do portão ouviu um barulho de passos, alguém se aproximava e tudo indicava que era Izayoi, já que o barulho parecia vir de alguém que possuía sapatos com salto.

O portão de ferro se movimentou e dele surgiu à figura de uma mulher de estatura média e de longos cabelos negros. Um sorriso radiante se abriu no rosto da mulher a sua frente assim que posicionou os olhos em Rin.

— Rin-chan! – Ela sorriu ainda mais.

Pensara que Izayoi a receberia, engano seu. Quem estava diante de si era uma mulher muito mais jovem que Izayoi, porem era sua conhecida. A conheceu na noite anterior, e ela havia sido apresentada como namorada de Inuyasha.

— Kagome-chan! – Rin sorriu assim como ela.

— Como você está Rin? — A pequena foi envolvida por um forte abraço e sem perceber se viu retribuindo o abraço de volta.

— Estou bem! — Quando se soltaram, Kagome segurou uma de suas mãos e a puxou para dentro da casa.

— Izayoi me pediu para abrir o portão para você, ela está um pouquinho ocupada lá no fundo. – Kagome explicou enquanto fechava o portão com um empurrão.

— Eu imaginei que fosse isso! – À medida que avançava para dentro da casa de Izayoi, Rin conseguiu captar algumas risadas ao fundo.

Pela movimentação na casa, entendia o porquê de sua vizinha estar tão ocupada.

— Vamos para o fundo, todos estão lá! – Kagome apertou mais sua delicada mão e a puxou para apressar os passos.

Percorreram toda a extensão do quintal e se dirigiram para o corredor ao lado da casa que as levaria para a parte do fundo. As risadas passaram a se tornar mais altas e claras. Algumas vozes já lhe eram conhecidas, outras nem tanto. Kagome só soltou de sua mão quando finalmente ambas chegaram ao fundo da casa.

Como havia pensado, a grande maioria das pessoas já as conhecia. Assim como na noite anterior, os amigos de Inuyasha também estavam presentes. E pelo o que notou, também haviam pessoas novas.

— Rin-chan! – Sango correu em sua direção e a abraçou antes mesmo que pudesse reagir.

Piscou os olhos por alguns instantes e retribuiu o abraço repentino. Seu rosto corou de imediato. Sango havia anunciado seu nome tão alto que todos viraram os rostos para observar quem acabara de chegar.

Para espantar a vergonha riu baixo achando graça da atitude da garota e por incrível que pareça, sua vergonha realmente lhe fugiu da face. Estava surpresa, mal as conheciam, mas pela forma que a tratavam pareciam ser amigas de longas datas.

— Olá Sango-chan! – Soltou-se do abraço assim que Sango o afrouxou.

Caminhou junto a elas até a roda de pessoas e cumprimentou aqueles que já conheciam.

— Boa tarde! – Anunciou assim que se aproximara deles.

Vizinha!— Escutou Miroku lhe chamar empolgado e notou quando Sango o cutucou.

Segurou a risada com aquela cena, Sango parecia emburrada com a tamanha empolgação por parte de seu namorado.

— Oi Miroku! – O cumprimentou com um aceno de cabeça.

Não o abraçou, Rin estava disposta em manter certa distante de Miroku. Todo cuidado era pouco, foi o que pensou. Ao lado do namorado pervertido de Sango, estava Inuyasha. Ele não parecia ser perigoso, portanto não hesitou em abraçá-lo.

Entre eles havia duas pessoas que ainda não sabia quem eram. Uma bonita jovem ruiva de olhos verdes e um rapaz moreno com sardas espalhadas pelo rosto.

— Muito prazer, me chamo Ayame. – A ruiva a cumprimentou com um sorriso no rosto assim que Rin se aproximara dela.

— Sou Rin, o prazer é meu. – A pequena lhe sorriu em resposta. – Sou a nova vizinha de Inuyasha. – Revelou ela antes mesmo que alguém contasse a novidade.

Ao lado de Ayame o rapaz com sardas no rosto não deixou de observá-la desde que chegara. Seus olhos escuros pareciam lhe queimar a pele com a tamanha intensidade em que ele a olhava.

— Olá! – Foi tudo o que ela dissera.

— Rin, este é meu irmão mais novo, Kohaku! – Sango anunciou no momento em que se colocou ao seu lado.

— É um prazer. – Ele lhe lançou um sorriso torto.

— O prazer é meu. – Rin sorriu em resposta.

Os olhos castanhos da pequena vagaram pelo lugar a procura de uma figura alta e de longos cabelos platinados, mas não o encontrou. Kagome havia lhe dito que todos estariam no fundo, então por um momento também achou que Sesshoumaru estaria.

Pensando a respeito de todos, sua vizinha também não estava lá. O que era estranho, porque quem atendera a campainha havia sido ela. Mas não demorou em escutar uma doce risada ao fundo acompanhada do barulho dos saltos que se chocavam contra o chão.

Na porta que levava para o interior da casa uma figura bem arrumada e sorridente passou por ela.

— Querida! – Viu Izayoi correr em sua direção enquanto tentava se equilibrar no salto e correr ao mesmo tempo.

Antes que sua doce vizinha torcesse o pé, Rin achou melhor se aproximar dela evitando que ela continuasse a correr em sua direção. Os braços finos de Izayoi a alcançaram e a envolveram em um abraço apertado.

— Desculpe pela demora querida. – Apertou mais o abraço ao seu redor e depositou um beijo em sua bochecha rosada.

— Kagome disse que estava ocupada, quer alguma ajuda? – Rin perguntou assim que a soltou.

— Não se preocupe já terminei o que estava fazendo. – Izayoi lhe sorriu.

Os olhos de Izayoi desviaram de seu rosto por um momento e ela passou a fitar o grupo de jovens que conversavam a poucos metros de si. Levantou os braços e os balançou tentando chamar a atenção dos jovens, mas a conversa parecia tão boa que mal notaram sua presença.

— Ei! – Tentou chamar e desta vez parece que funcionara. – Vou pegar a Rin-chan emprestado um pouco, tudo bem?

Recebeu um aceno de cabeça por parte dos jovens e sorriu em vê-los afirmar que poderia roubar a pequena vizinha por um momento.

— Venha querida, quero apresentar alguém á você. – Seu sorriso aumentara.

Alguém? Rin se perguntou quem poderia ser esse alguém que Izayoi queria lhe apresentar.

Sentiu as mãos de sua vizinha enlaçar um de seus braços, Izayoi passou a puxá-la delicadamente em direção á porta por onde surgira momentos atrás. Em poucos segundos ambas já estavam dentro da casa, e Rin pegou-se observando o lugar.

Ainda não conhecia aquela parte da casa, e confessava, era tão bonito e arrumado quanto o resto. Percorreu um lugar que julgou ser a lavanderia e Izayoi a guiou por entre o cômodo até alcançar outra porta. Passaram por ela e lá estava a cozinha da noite anterior; mas havia uma presença desconhecida dentro dela, uma presença que a fazia se lembrar dos filhos de Izayoi.

Ele estava de costas para ela, mas podia notar que era um homem alto e incrivelmente forte, com músculos definidos que se sobressaiam por baixo do tecido de sua roupa. Possuía cabelos longos e platinados e estavam presos por um alto rabo de cavalo.

Quando ele virou-se, encarou-a por um momento e depois desviou o olhar para sua vizinha. Lançou um sorriso doce para Izayoi deixando amostra seus caninos afiados.

Ele também era dono de belíssimos olhos âmbares e listras roxas em cada lado de suas bochechas, mas de longe não possuíam o mesmo formato das listras de Sesshoumaru, pensou.

— Querida, este é meu marido Inu no Taishou! – Izayoi enlaçou seus ombros com um de seus braços e a puxou para mais perto de si.

Agora entendia quem era o alguém que Izayoi queria lhe apresentar, mas é claro! Como não se tocara de uma coisa que estava tão obvia? Sua vizinha havia comentado que fariam o churrasco devido à presença de seu marido, então ele era o pai de Inuyasha e Sesshoumaru, não é mesmo?

— Muito prazer, me chamo Rin Himura! – A pequena o cumprimentou com um sorriso leve nos lábios.

— A famosa vizinha? – Inu no Taishou a fitava dessa vez. – É um prazer!

Pelo jeito as noticias de que havia se mudado corriam soltas. Quem mais sabia que era a vizinha de Izayoi? Tinha medo de descobrir, esse pensamento a fazia se sentir vulnerável e vulnerabilidade não era umas das melhores sensações que já tivera.

— Famosa? Não é pra tanto. – Tentou ao máximo disfarçar seu nervosismo diante da revelação. – Sou apenas uma caipira da cidade!

O comentário arrancou uma risada baixa de seus vizinhos, o que foi interrompida pela presença de um dos filhos do casal.

— Sesshoumaru! – Inu no Taishou ergueu o olhar fitou algo que estava atrás de si.

Virou-se lentamente e deixou seus olhos castanhos caírem sobre a figura imponente de Sesshoumaru que estava encostado no batente da porta. A lembrança de momentos atrás lhe veio à mente, e foi inevitável não corar diante do youkai.

Ele havia a visto praticamente nua, não conseguiria esquecer isso tão facilmente. Não queria que notassem sua face rosada e a única ideia que pensou para escondê-la, era abaixar o rosto e fitar os próprios pés.

— Achei que não fosse mais descer. – Continuou o patriarca da família Taishou.

— Não estava interessante o bastante para vir! – Os olhos âmbares caíram sobre si.

E Rin teve uma leve sensação do sentindo que a palavra interessante teve sobre si. Aquilo era algum tipo de indireta?

— Tenho que concordar! Acabei de colocar algumas carnes na churrasqueira. – Inu no Taishou ajeitou o avental melhor sobre seu corpo e voltou a fazer o que antes fazia, temperar o restante das carnes do churrasco.

Parecia que apenas ela conseguia entender o sentido das palavras de Sesshoumaru. Nem Izayoi e muito menos seu marido compreendeu a indireta lançada por parte de seu filho.

O youkai desencostou-se do batente da porta e se manteve ereto, deu as costas para os seus familiares e sua vizinha e caminhou para a fora. Rin o seguiu com o olhar, pediu licença para seus vizinhos e lentamente afastou-se seguindo os mesmos passos do youkai.

Refez o mesmo caminho por onde entrara e o encontrou parado diante da porta que os levava para o exterior da casa. Sesshoumaru estava de costas para si e observava o pequeno grupo de amigos do irmão.

Inuyasha estava de olho na churrasqueira enquanto Miroku parecia fazer alguma palhaçada e o restante ria de suas brincadeiras. Aos olhos do youkai, aquilo era ridículo e por pensar dessa forma muitas vezes o achavam antissocial por não querer se misturar com esse tipo de pessoas.

Desviou os olhos do namorado pervertido de Sango e os manteve em Sesshoumaru que ainda os observava com os olhos estreitos. Ele realmente preferia a tranquilidade, e aquela festa toda estava longe de ser considerada algo tranquilo.

Era por isso que o encontrou ontem sozinho próximo da piscina, constatou ela.

Vizinha!— Escutou a voz de Miroku lhe chamar e voltou à atenção para ele.

— Ela não é sua vizinha, idiota! – Inuyasha respondeu da churrasqueira.

— É uma pena que não seja, porque se fosse... – A frase ficou no ar, mas era evidente o tom de malícia presente na voz do rapaz.

Instantaneamente Rin corou, suas bochechas ficaram quentes e avermelhas. Mordeu o lábio inferior e abaixou a cabeça envergonhada.

Como resposta do maldoso comentário, Miroku recebeu um olhar gélido por parte de Sesshoumaru e um tapa no rosto por parte de Sango.

A morena o fitava com raiva nítida no olhar, bufou por entre dentes e saiu pisando duro em direção ao corredor lateral da casa. Inuyasha balançava a cabeça em sinal de negação, Kagome, Ayame e Kohaku o fitavam de maneira reprovadora.

Miroku levou uma das mãos em direção ao lado atingido de seu rosto e o acariciou tentando expulsar a ardência que o tapa de Sango havia deixado na região. Foi então que percebeu a real intenção de sua namorada, Sango não estava apenas nervosa e pelo caminho em que fora era evidente de que ela pretendia ir embora.

Sangozinha, espera! – Colocou suas pernas em movimento e correu atrás da morena como se sua vida dependesse daquilo.

Miroku nunca mudaria, todos sabiam disso. Sentia pena de Sango por passar por esse tipo de situação.

Sesshoumaru deu de ombros, na realidade estava aliviado pelo outro não estar mais em seu campo de visão. Voltou a caminhar, dessa vez aproximou-se da piscina e sentou em uma das cadeiras reclináveis, como na noite anterior.

Kagome fez um gesto com as mãos e a chamou para se aproximar e foi exatamente o que Rin fizera.

— Espero que eu não seja o motivo de uma possível separação, porque se isso acontecer vou me sentir muito mal. – Rin murmurou baixo assim que se aproximou dos outros três.

— Não se preocupe, isso sempre acontece! – A ruiva que se chamava Ayame, a reconfortou de seu próprio martírio. – Digo, em relação às cantadas.

— É verdade Rin! – Dessa vez, fora Kagome quem se prontificou em falar. – Miroku sempre faz isso e Sango sempre se irrita, mas no final tudo acaba em pizza. Se é que me entende.

— Não sei como minha irmã suporta esse tipo de situação. – Kohaku cruzou os braços e bufou irritado.

Seus olhos ainda se mantinham fixos na direção em que sua irmã havia desaparecido. Aparentemente, o rapaz parecia tomar as dores da irmã e não aprovava as atitudes do cunhado.

— Mas me diga Rin... – Kagome tentou quebrar aquele clima mudando de assunto. – O que Izayoi queria com você?

— Queria que eu conhecesse o Senhor Taishou. – Curvou seus lábios em um sorriso.

— Ah, é verdade! – A morena dissera como se fosse obvio. – Você ainda não o conhecia!

Rin apenas balançou a cabeça em sinal de negação, concordando com a afirmação da outra. Por um momento desviou os olhos de Kagome e os colocou no rapaz ao seu lado que lhe sorria de forma amigável.

— Você não é daqui, não é? – Kohaku lhe perguntou, deixando a raiva de lado e prestando a atenção na conversa que se seguia.

— Não! – Foi tudo o que ela dissera.

— De onde você é? – Perguntou novamente.

Sentiu os olhos de Kohaku se estreitarem levemente, demonstrando que seu interesse em saber a respeito de si era evidente. Rin não foi à única que percebeu o interesse que Kohaku possuía, caso contrário ele não faria tantas perguntas, não é mesmo?

— Sou uma caipira da cidade! – Contou o mesmo que dissera aos pais de Inuyasha e Sesshoumaru minutos atrás e o resultado foi o mesmo quando arrancou algumas risadas de Kagome e Kohaku. – Vim da capital.

— Tão longe assim? – Ayame arregalou os olhos.

Rin confirmou com a cabeça. Mais longe do que realmente gostaria, pensou.

Em suas costas sentiu aquela costumeira sensação de estar sendo observada. Virou levemente a cabeça e encontrou um par de olhos âmbares lhe encarando atentamente, Sesshoumaru também parecia atento com aquela conversa, apesar da distancia.

— Faz tempo que se mudou? – A pergunta de Kohaku a fizera voltar a prestar atenção na conversa.

— Não muito, faz alguns dias. – Não era nenhuma mentira, faziam apenas algumas semanas desde que se mudara.

— E porque se mudou para cá? – Aquela era a pergunta que não gostava de responder, e Kohaku a acabara de perguntar.

Não podia dizer o real motivo de estar ali, mas a pergunta havia pegado-a de surpresa. Ainda não havia pensado em uma desculpa para utilizar, e naquele exato momento não sabia o que responder.

Sentiu seu corpo inteiro tremer, estava começando a ficar nervosa novamente e isso era ruim. A última coisa que queria era que seus vizinhos e amigos do mesmo notassem o estado que se encontrava. Talvez devesse ter ouvido os conselhos de Bankotsu e se afastado enquanto havia tempo.

— Bem... – Tentou pensar em alguma desculpa rápida, que fosse convincente, pelo menos.

Aquela sensação de estar sendo observada voltou. Sabia que atrás de si Sesshoumaru prestava a atenção nas conversas alheias, sabia que ele encarava suas costas com aqueles olhos penetrantes que pareciam ver seus segredos mais profundos.

Mas antes que pudesse responder a inconveniente pergunta de Kohaku, sua doce vizinha apareceu, dando o ar de sua graça enquanto tagarelava alguma coisa a respeito da carne do churrasco.

— Trouxe mais carnes para colocar no fogo! – Izayoi apareceu carregando um refratário de vidro, mas parou no momento seguinte em que notara algo de errado. – Onde estão Sango e Miroku?

— Foram dar uma volta!— Inuyasha respondeu enquanto continuava a mexer na churrasqueira.

— Uma volta? – Ela arqueou suas sobrancelhas, não entendendo o que seu filho mais novo queria dizer com aquilo. – “Ora, crianças!” – Pensou.

Rin suspirou aliviada. Agradeceu mentalmente por Izayoi ter aparecido, e agradeceu ainda mais por ninguém ter notado os tremores de seu delicado corpo. Era o que pensava, mas enganara-se. Apenas uma pessoa havia notado sua mudança de humor, e essa mesma pessoa era um youkai robusto e observador, dono de gélidos olhos âmbares que pareciam ver além do que gostaria.

Para fugir da pergunta, caminhou até Izayoi e pegou o refratário de vidro de suas mãos. Sua vizinha tentou protestar, mas Rin a convenceu de ajudá-la, apenas dessa vez.

Izayoi voltou para dentro dizendo que traria mais alguma coisa, e enquanto isso levou o recipiente de vidro até Inuyasha que havia se prontificado em ser o churrasqueiro do dia.

— Valeu Rin! – Ele a agradeceu.

Ela sorriu retribuindo sua educação em lhe agradecer. Rin não se importava em ajudar e se isso a fazia fugir da conversa anterior, então o faria. Afastou-se lentamente pensando se deveria voltar para perto de Kagome e Kohaku que a encarava pelo canto dos olhos.

Em poucos instantes Izayoi voltou trazendo mais um refratário com carnes, dessa vez sendo acompanhada por Inu no Taishou que caminhava atrás de si.

— Tem alguma coisa pronta? – O mais velho perguntou assim que se aproximou de seu filho mais novo.

— Sim, coloquei naquele vidro! – O hanyou indicou com a cabeça um dos recipientes em cima da pia de mármore.

Sua vizinha depositou o recipiente que segurava em cima da pia e apanhou o outro recipiente que Inuyasha lhe mostrara.

— Então antes que esfrie, vamos comer! – A matriarca da família anunciou.

Com um sorriso nos lábios convidou todos para adentrar a casa e desfrutar do churrasco de seu marido e de seu filho, já que o tempero era de Inu no Taishou, mas o churrasqueiro havia sido Inuyasha.

Izayoi tinha em mãos apenas um único refratário com uma grande quantidade de carne já assada, o restante das carnes ainda seria colocada no fogo. Rin arregalou os olhos, só agora havia notado a quantidade de carne que seria feita.

Não bastava a festa de aniversário de Inuyasha que sua doce vizinha a fizera comer até as paredes. Revirou os olhos com a nova constatação, se antes possuía duvidas, agora não mais.

Céus, seus vizinhos queriam lhe engordar!

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Notas finais
Bom noite meus amores, como vocês estão ? *-* Espero que estejam todos bem s2 Mais uma vez, me desculpem pela demora em atualizar a fanfic. Quem me acompanha na minha outra fanfic sabe que acabei me dedicando mais lá do que aqui e eu me sinto mal por ter "abandonado" a Louca Obssessão :C Antes de eu começar a tagarelar aqui quero agradecer a todos pelo carinho *-* Por ler minha humilde fanfic e por mandarem Review! Não sabem o tamanho da felicidade que sinto por recebê-las, muito obrigada mesmo meus lindos s2 O capítulo 4 está recheado de surpresas, juntamente com a presença de alguns personagens novos *-* E o mistério da Rin aos poucos está dando as caras! Quem vocês acham que está atrás dela e o porque? Me digam a opinião de vocês, adoro saber o que se passa na cabeça dos meus leitores s2 Espero que gostem do capítulo e se acharem que ele é merecedor de uma Review, ficarei imensamente feliz em recebê-la *-* Um grande beijo meus amores, espero revê-los em breve s2