Mr. Julian fora de trem até o local. Cada segundo parecia ser um minuto. Os bairros estavam vazios e quietos. Houve momentos em que ele não virá ninguém além dele mesmo. Havia muita fumaça sobre as ruas, aparentemente ninguém o seguira até o hospital. Ele sempre olhara ao redor a cada bairro que passara. A carta o deixara intensamente nervoso. Apesar de já ter ouvido falares sobre isto, durante sua carreira os crimes nunca envolviam ocultismo.

O hospital estava vazio, apenas uma enfermeira cuidava do local. Não havia sinais de que ele tenha passado por ali. O detetive então se aproximara da mulher e a encarara assustado.

— Senhorita, em que quarto ele está? .

Ela o olhou com espanto

— Desculpe, a quem o senhor se refere? .

— Peter Wright, o suspeito de ter matado minha irmã, diga-me, onde ele está?
— Ele esta no quarto 126, Mr. Julian. – Murmura à senhorita. _ Mas não entendo. Não a visitas há essa hora e ele com certeza esta dormindo. O que o senhor deseja? .

— Você não entende, eu preciso vê-lo urgentemente, não tenho tempo para dar detalhes.

Ele não vira ninguém a cada corredor em que passava. O hospital até parecia ter sido abandonado. As escadas pareciam intermináveis, até que finalmente chegaste à sala de Peter. Estava tudo muito quieto , o silêncio dominara todo o local. Ele mirava a arma sobre a porta, que estava aberta. Ao entrar, o detetive se assustara com o que vira.

Peter não estava no local, à janela estava aberta e os dois guardas que o vigiavam estavam caídos sobre o chão. Um deles aparentava ter sido cortado por algo afiado no pescoço, o outro estava com cortes nos ombros, seu rosto estava com muitos ferimentos e seu olho direito estava furado pelo que parecia ser um pedaço de vidro.

Mr. Julian procurou ver se ele ainda poderia estar escondido, mas ao olhar sobre a janela, pode vê-lo descendo sobre as escadas que ficavam em frente ao prédio rapidamente, seu corpo estava coberto de sangue, ele estava descalço e parecia estar fugindo de algo. Ele então não pensara duas vezes e logo partiu atrás do indivíduo o mais depressa que pode.