Notas iniciais
Oi, pessoas! Voltei! Demorou um pouco mas o capítulo está aqui pronto para leitura! Yay! Antes de qualquer coisa, eu queria agradecer a todos os comentários, a todo o apoio e todo o carinho que vocês! Vocês não imaginam o quanto eu fiquei feliz em receber as suas reviews! Eu adoro todos vocês, e eu queria dar um milhão de beijos para cada um de vocês! Valeu mesmo por aturar minhas besteiras e a minha demora para postar capítulos novos! Agora, a pedido da nossa Deusa, nosso lindo alemão Ludwig.

Ludwig tinham os olhos fixos na garota que estava se exercitando com Feliciano. Ele se espantou ao notar que ela estava se esforçando para realizar seu melhor, se esforçando até mesmo mais do que o rapaz japonês que corriam com os dois ( Feliciano estava para trás, como sempre).Feliciano tinha te convidado para treinar com ele, chegando na conclusão de que Ludwig iria ter que diminuir o ritmo nos exercícios com uma novata.

O alemão estava satisfeito ao ver que (S/n) não iria atrasar no desenvolvimento de nenhum dos seus "soldaten". Mal sabia o rapaz que você estava quase vomitando seu pulmão para fora. Que tipo de treinamento era aquele? Suas pernas estavam quase caindo de tanto que você estava cansada, sem falar no estado de seus braços. Seus braços estavam doendo tanto que você temia ter que amputa-los depois daquelas 100 flexões. Por mais que o treinamento fosse uma operação suicida, você fez o máximo para não demonstrar seu cansaço. Você estava quase agarrando o tornozelo de Ludwig e implorando pela misericórdia eterna e divina do Senhor Luminoso.

— Bom trabalho, pessoal. — Ludwig disse parando de correr gradualmente. — Eu acho que já chega por hoje. Podemos passar para o treino verbal.

Você quase chorou de alegria. Treino Verbal! Significa que vocês vão falar, não vão correr e nem suar igual a um bando de babuínos loucos! Você passou a amar o treino verbal, e você nem tinha começado ainda. Com essa alegria intensa você se esqueceu de como se freia. Resultado: Você acabou tropeçando nos próprios pés cansados e caindo de barriga no chão.

— (S/n)! Você está bem?— Ludwig disse um pouco preocupado. " Me mate, por favor." — E-e-eu? Sim... Muito obrigada. Eu só me esqueci de frear.Você se virou para encarar o rapaz alemão e... Não foi preciso dizer que você ficou toda boba. Nenhum ser da raça humana do sexo feminino não ficaria boba perto de um cara tão... Forte e profundo ao mesmo tempo. Aqueles braços fortes enlaçaram sua cintura e te puseram de pé, enquanto você encarava aqueles olhos gelados e solitários.Porque Deus dava tanto para uns e deixavam tão pouco para outros? Ludwig era a prova de que Deus existe e que queria que todas as garotas sejam felizes.Ludwig ficou vermelho, quase roxo. (S/n) era um garota tão bonita, e aqueles olhos (C/o) ficavam encarando ele. Isso o deixou tão desconfortável,mas seus olhos tinham lançado um feitiço de paralisação no rapaz. Ele queria ficar ali, olhando para seus olhos e fazer com que o espaço entre seus corpos diminuísse, isso era estranho porque ele detestava contato físico. Mas lá estava ele, agarrado com uma garota, como se ele ousasse soltar você cairia no abismo profundo e sem volta.— Ve~, Kiku! Você acha que nós devíamos falar alguma coisa para o Doitsu? Faz um tempo que os dois estão assim.Kiku analisou a situação em silêncio e chegou na conclusão que seria uma pena acabar com uma cena tão bonita e romântica como aquela, mas ele não queria ficar ali para testemunhar um beijo ou coisas piores. E como sempre a resposta do Japonês queria dizer "não".— Feliciano-san, venha comigo. Eu quero te mostrar uma coisa.— Mas e Doitsu e (S/n)? — Disse o italiano com uma cara confusa.— Não vai chamar eles também?Kiku deu um tapa na própria testa ( facepalm nível Kiku: sua situação é extremamente crítica), o que fez Feliciano mais confuso ainda.—Vou fazer um prato de macarrão para você. — Pastaaaa~!—... Perdi as esperanças com você, Feliciano-san. Os dois rapazes se retiraram e deixaram vocês dois ali naquele momento tenso. Você repara que eles estavam deixando vocês dois sozinhos. Aqueles...— Er... (S/n)? Você olhar para Ludwig de novo com um sorriso um pouco nervoso. Não é possível Será que você... se apaixonou por ele? —Sim? Não tinha nada para ser falado naquele momento. Nada. Ele não fazia ideia do que fazer. Ele não era Gilbert, nem Feliciano. Os dois saberiam o que fazer, o que falar. Ludwig nunca teve coragem de conversar com nenhuma garota com esse tipo de pensamentos que os dois tinham. Alias, ele nunca tinha conversado com uma garota tão bonita quanto você. Ele desvia o olhar de você e decide que não queria mais olhar para você, se isso significaria ter que sofrer.Você se sentiu um pouco triste quando viu que ele se virou de costas e estava te deixando para trás.— Você fez um bom trabalho hoje. Dispensada.Você se desespera um pouco e agarra o pulso do rapaz.— E-espere.Ele não se vira. Apenas para no meio do caminho.— Porque você é tão frio? Leva as coisas tão a sério?Suas mãos alcançam os ombros altos do alemão. O rosto dele cora levemente. — Porque não olha para mim? Ele deixou que aquelas mão pequenas tomassem conta do seu corpo, e não fez força para te impedir. Você estava cansada de segurar aquilo no seu peito. Estava cansada de ver Ludwig se afastar de você todas as vezes.

—(S/n)...

—Ludwig. Olhe. Para. Maus. Olhos. Droga!

Os olhos gelados do rapaz encontraram os seus. Doeu muito. Doeu saber que ele nunca teria coragem de te contar o que ele queria te contar. Doeu saber que ele nunca seria como Feliciano, Francis ou Gilbert. Ele não tinha atitude.

De repente, lagrimas começaram a cair dos olhos de Ludwig. Ele odiava ser incompetente. Você fica na ponta dos pés e enxuga as lágrimas com a ponta dos dedos. Nunca imaginou que veria Ludwig chorar, ele parecia ser tão serio e macho para fazer esse tipo de coisa.

—Qual é o problema, Lud?

Ele respirou fundo. Ele podia não ter coragem de te tomar nos braços e nem te beijar como ele sempre quis, mas ele tinha coragem de falar três pequenas palavras:

Ich Liebe dich.

Você usa seu conhecimento limitado de alemão para traduzir a frase. Então uma sirene começa a tocar na sua cabeça: MODO ALEATÓRIO ATIVADO.

Em três segundos você pisa em cima das botas pesadas de Ludwig com a ponta dos pés, agarra o pescoço dele e une os seus lábios. Ludwig ficou um pouco confuso, mas logo retornou o beijo com todo o amor que ele tinha por você.

De longe, Feliciano comia um prato de macarrão e falou bem baixinho:

—Amo il lieto fine.

Notas finais
Espero que tenham gostado. E a próxima é do Sadik! até mais pessoas, adoro vocês!