Little Things
15 Viajem
Notas iniciais
Como estão vocês? Tudo bem?
Bem, aqui está mais um capitulo.
E eu dedico ele á:
Ana do Nialler
Anddy Humphrey
Cah Styles Payne Malik
Amanda Magalhaes
MissNothing
Vivian Isabele
Fefol Styles
Isa Horan ~a linda que me ajudou com a nova sinopse da fic. Gostaram??~
Gigi horan
Obrigada gente, de verdade :D
Eu fiz esse cap. escutando várias coisas:
http://a.tumblr.com/tumblr_mkke1aqm3c1rxcyy4o1.mp3 ~Isso são as junções do videos diarios, muito lindo, eu tive vontade de chorar :'( Saudades define.
https://www.youtube.com/watch?v=sikaABDtg0Y ~Eles cantando Rock Me na Arena 02, eu AMEI essa apresentação, eles cantando ao vivo é mt foda.
Foi só isso q eu estava escutando enquanto escrevia esse cap. Eu recomendo até pra quem ñ gosta deles.
Enfim, é isso. Desculpem os erros, boa leitura e até lá em baixo õ/
POV Allyson
Acordei meio tonta. Muito tonta, na verdade. Eu não conseguia ver nem um palmo a minha frente.
Céus, o que aconteceu comigo?
– Allyson? – Abri meus olhos e vi três cabeças tapando minha visão para o resto do mundo. Não, era para o teto mesmo.
– Hum? – Murmurei ainda meio tonta. Levei minha mão a minha cabeça e ela doía. Espremi os olhos e consegui identificar apenas o Khan e o Noah olhando para mim como se eu fosse uma comida.
– Acorda, precisamos ir. Vamos acabar pegando trânsito, e quero aproveitar o máximo possível. – Tess falou de algum canto do quarto. Acho que era a terceira cabeça.
– E eu estou com fome. – Noah falou fazendo voz de criança. Irritante.
– E eu com isso? – Perguntei sentando na cama e afastando os três seres de mim.
Ouvi um coro de ‘Uuuuuu, essa doeu’ e ainda ouvi algum idiota falando: ‘ela está de TPM’.
– Os bacons estão prontos. – Lian apareceu na porta do quarto e falou. Comecei a rir após abaixar meu olhar para ele e perceber que ele usava um avental florido.
Ele revirou os olhos e o Noah passou correndo pela porta, derrubando o Lian que caiu de bunda no chão, no corredor. E eu? Explodi mais ainda em gargalhadas.
Alias, minha dor de cabeça já havia passado.
Tess e Khan saíram como pessoas civilizadas do quarto, ignorando a cara de cocô que o Lian fazia.
Levantei da cama e olhei-me no enorme espelho da cabeceira da cama. Olheiras, certo. Cabelo de aranha, certo. Cara de bicho morto, certo. Blusa preta do AC/DC comprida, certo. Meia branca que está preta, certo. Essa sou eu, certo.
Após ver meu estado matinal, andei até a porta – lê-se: arrastei-me- e passei direto pelo Lian também. Só para não perder a pose, ainda esbarrei nele.
Ele me lançou um olhar mortal e agarrou minha perna. E adivinha? O pateta ainda tentou apoiar-se em mim para tentar levantar. Eu tenho a leve impressão de que ele ainda não viu que eu sou baixa. Tipo, muito baixa mesmo. Eu tenho uns 1,60 no máximo. E ele tem o que? 1,80? Esse menino tem problemas.
Depois de termos levado o maior tombo da história daquele corredor, rirmos mais e ele levar uns bons tapas no braço, chegamos à cozinha.
Não sei ao certo o porquê de eu ter me assustado com aquela cena, considerando que eu estava com eles.
– KHAN, VOLTE AQUI COM AS MINHAS PANQUEC...LIAN, ME AJUDA, PELO AMOR DE DEUS. – Noah veio correndo em nossa direção, com cara de desespero.
Tess e Luke estavam em uma guerra de água. Da torneira. Khan corria com umas cinco panquecas na mão pela cozinha e o Noah tentava pega-las. É, a cozinha era enorme.
Depois de todos se acalmarem, sentamo-nos na mesa.
– Bacon, panqueca e ovos mexidos. – Lian anunciou colando três bandejas no centro da mesa. Olhei abismada para aquilo. Como alguém consegue comer tudo aquilo em plena manhã?
– Meu Deus... – Murmurei ainda assustada e os meninos me olharam. Menos o Noah que devorava duas panquecas, três bacons e dois ovos mexidos sem nem prestar atenção ao resto do mundo. Ao mesmo tempo.
– Algum problema, Ally? – Lian perguntou sentando-se ao meu lado.
– N-não. Só uma pergunta: vocês comem isso todos os dias? – Perguntei como quem não queria nada e ele assentiu com a cabeça, junto com os outros.
Jesus, Maria, José. Como assim?
– Ahn, o-ok. – Engoli o meu enjoou e peguei uma quantidade de cada coisa.
Comi com muita dificuldade, enquanto via-os devorarem em menos de segundos.
Estavam todos conversando, quando a porta do outro lado da sala abre, saindo de dentro de uma biblioteca, um ser totalmente acabado. Edward.
Eu tinha me esquecido dele.
Todos pararam de comer para ver aquilo. Era inacreditável.
Ele estava com uma calça de moletom cinza, sem camisa – na qual mostrava tatuagens que eu nunca havia visto-, seu peito tinha alguns arranhões — que ia desaparecendo por causa de uma tatuagem de pássaros que ele tinha logo em baixo das duas clavículas e de uma borboleta enorme na barriga- seu rosto estava inchado, seus olhos completamente vermelhos e em um tom de verde escuro, cabelos totalmente embaraçados e despenteados. Abaixou cabeça e começou a andar devagar em nossa direção, e pelo tamanho da enorme sala, ele demorou o que parecia ser séculos.
Assim que chegou à porta da cozinha, olhou para ninguém mais do que eu. Eu.
Senti meu coração acelerar, meu sangue esquentar e a minha cabeça girava. Fechei os olhos fortemente e encostei-a na mesa, em uma forma de tentar parar a tontura.
Quando senti que já estava melhor, levantei minha cabeça e o vi pegando algo dentro da geladeira. Sua costa também tinha alguns arranhões.
A cozinha estava um silêncio total. Então ele puxou uma caixa de leite de lá e encheu em um copo em cima da pia. E a toda hora, ele estava de cabeça baixa.
Sentou-se na ponta da mesa, e pegou os três últimos bacons. Então ele levantou a cabeça e todos tiveram um susto.
Ele estava muito pior do que de longe. Parecia não ter dormido nada, ter chorado ou fumado alguma coisa.
– O que foi? – Perguntou calmamente e todos tiveram mais um susto. Sua voz estava mais rouca do que o normal e estava falhada. Muito falhada. Quase não entendia-se o que ele falava.
– N-nada. – Todos falaram ao mesmo tempo e voltamos a comer. Eles na verdade, porque eu fiquei parada olhando para ele.
Então ele fez uma coisa que eu nunca imaginei que faria: Olhou de volta para mim com um olhar triste. Muito triste. E voltou a cabeça novamente em direção aos bacons.
Fiquei mais assustada ainda.
Resolvi fazer como os outros: Ignorei e voltei a comer.
...
– NOAH GRAY E ALLYSON NÃO SEI DO QUE, AONDE VOCÊS ESTÃO? –Lian gritava do andar de cima.
– Meu Deus, estamos ferrados. – Noah falou baixinho para mim, com a cabeça em meu colo. Rimos e voltamos a comer nosso precioso pote de Nutella.
É, ele havia me perdoado pelo o que eu falei mais cedo, no quarto. É claro que foi por parte de chantagens gastronômicos, mas vamos fingir que eu ainda tenho moral.
– ACHEI VOCÊS. – Tess gritou na minha orelha fazendo-me tomar um susto.
Eu ainda mato essa garota.
Luke e Lian correram para a cozinha nos vendo em baixo da mesa.
– Jesus, não saem dai. – Luke falou eufórico e pegou seu iPhone – momento inveja- 5 e mexeu em alguma coisa nele.
Noah sentou-se normal e ficou encarando a mula mexendo no celular.
Comei a rir quando olhei para a cara da bicha oxigenada.
Noah estava com acara toda melada, e eu aposto que a minha também não estava muito diferente. Parei de rir no momento em que tive esse pensamento.
Luke posicionou o celular em nossa direção e eu entendi o que ele iria querer. Antes mesmo que eu me escondesse, eu ouvi o ‘click’.
Após xingar o Luke até não ter mais o que xingar, de ter lavado a cara e de ter brigado com a Tess por ter pego a minha escova de dente, fomos para a garagem.
Não me assustei, evidentemente. Um monte de carros caros. Milionários são idiotas. Para que tanto carro se você é apenas uma pessoa? E solteiro, ainda?
Edwrad desceu também junto conosco, após ter passado boas horas trancado no banheiro. Estava até com um cara melhor.
– Ok, vamos dividir. Eu vou com a Tess e o Edward em um carro. A Allyson, Noah e o Lian em outro, tudo bem? – Luke perguntou olhando para todos que concordaram com a cabeça.
Lian colocou minha mala no carro e eu entrei na parte de trás.
O Noah brigou comigo e pediu para que eu fosse na frente.
Mas eu não fui.
Então ele me pegou pelas pernas e me jogou no banco da frente. Assim, como se eu fosse um objeto mesmo.
Resmunguei até não poder mais e coloquei o cinto. Certifiquei-me umas trezentas vezes de que o cinto estava bem posto e disfarçadamente peguei meu calmante na bolça, o tomando em seguinte.
Qual é? Nós vamos pegar estrada, e isso definitivamente não é comigo.
Depois que estavam todos prontos, partimos rumo a uma cidade que eu não sei o nome.
O carro do Luke vinha logo atrás do nosso.
– Noah, você tem Doritos aí? – Perguntei olhando para ele pelo retrovisor.
– AH NÃO, meu Deus, vocês comeram Nutella agora pouco. Tirando o café da manhã. – Lian falou bravo olhando para nós dois, que apenas rimos enquanto Noah passava o pacote de Doritos para a minha linda pessoa.
Linda o caramba. Eu estou parecendo o tiririca.
Minha cara estava péssima. Não escovei os cabelos, então os prendi em um coque com um elástico. Eu estava de chinelo verde escuro, regata branca, short jeans claro rasgado e uma bolça marrom de franjas. Isso é roupa de viajem? A minha desculpa: Lá é praia, então pode chinelo.
Já falei que odeio praia? Meu Deus, como eu odeio aquilo. Parece um ponto de encontro de hambúrgueres que vão se fritar em baixo do sol, enrolados naquele sal grosso que eles chamam de areia.
Praia não é de Deus, só pode.
Eu estou levando três livros para ler em baixo de alguma árvore bem distante deles. Apenas.
Eu, Lian e Noah fomos conversando até uma parte do caminho. Mas eu parei de falar quando saímos da cidade. Aquelas inúmeras curvas, os acostamentos, o rio lá me baixo, caminhões vindo à direção oposta do que a nossa na outra pista, as árvores, o tempo aberto...
Cada parte daquela estrada me lembrava daquilo.
Comecei a ficar nervosa. Minha cabeça já dava aquelas giradas que tanto me perseguem. Meu estômago estava embrulhando e minhas mãos tremiam.
– Allyson? Algum problema? Você está pálida. — Noah
– Lian, podemos parar em algum posto? – Perguntei apertando o banco do carro.
– Não, é longe. Vamos parar no acostamento. – Ele falou fazendo sinal para o carro do Luke.
–NÃO. – Gritei desesperada e puxando o braço dele, que deu um pequeno tranco no carro. – D-desculpe, e-eu quis dizer q-q-que é melhor p-pararmos em um p-posto, eu a-aguento, Lian. – Falei tirando minhas mãos do braço dele e encarando as duas caras pálidas me olhando assutadas. – LIAN, O CARRO. – Gritei quando vi um carro vindo em direção oposta que a nossa. Só que na outra pista. Eu estava começando a enlouquecer.
– Você está bem, Ally? O que está acontecendo com você? – Noah perguntou colocando a mão no meu ombro direito.
– E-eu estou b-bem. – Respirei fundo contando até três, para me acalmar. – Me desculpem, eu não gosto muito de viajar de c-carro.
Assim que terminei de falar, um celular começou a tocar e o Lian passou para mim.
– Atende pra mim, por favor.
– Ok. – Falei apertando o botão e o levando até a orelha. – Alô?
– Noah? – Edward perguntou do outro lado da linha e eu gelei. – Alô?
Passei o celular correndo para o Noah, que, mesmo sem nem entender, atendeu.
– Oi, pode falar. – Pausa. – Não sei, a Allyson começou a passar mal, então ela se desesperou e o Lian deu uma brecada, mas está tudo bem. Vamos parar em um posto, está bem? – Pausa. – Um minuto, a ligação está ruim, vou colocar no viva voz.
– Oi? – Edwrad perguntou.
– Pode falar agora. – Noah falou tirando o celular da orelha.
– Está tudo bem com ela? Por que ela passou mal? Ela está melhor? – Edward disparou em perguntas, assustando a todos. Noah, Lian e eu arregalamos os olhos não acreditando que ele realmente estava preocupado comigo. E pelo silêncio, no carro deles também estava assim. – Q-quer dizer, e-eu não estou perguntando por estar p-preocupador. P-porque eu não estou. É que eu n-não quero que ela estrague nosso final de semana por estar doente. É i-isso. – Ele falou rápido embolando-se nas palvras, fazendo todos suspirarem de alivio. E eu fechei a cara, mas não falei nada, porque eu ainda estava mal. – Tem um posto a uns 2 quilômetros daqui, ela aguenta?
– Aguento. – Falei com a voz calma e extremamente falha.
– MEU DEUS, O QUE ACONTECEU COM VOCÊ, MENINA? VOCÊ QUER ME MATAR DO CORAÇÃO? QUE VOZ É ESSA? – Dou três segundos para vocês adivinharem quem falou isso.
Se você pensou no Luke, acertou. Dou até uma balinha pra você. Mentira, eu como ela antes.
– LUKE, você quer deixar a menina mais nervosa? – Ouvi a voz da Tess o repreendendo e eu suspirei a agradecendo mentalmente. – Lian, abre as janelas do carro, vai ajudá-la.
Por fim, eles desligaram e o Lian abriu as janelas. Muito melhor. Fechei os olhos para não ter que ficar olhando para a estrada e alguns minutos depois chegamos a um posto.
Noah me ajudou a sair do carro, mesmo que eu estivesse melhor. Ele realmente ficou assustado com o meu ataque no carro.
Ele afastou-se um pouco de mim para ir falar com Luke, e eu desequilibrei-me sendo segurada por Tess, que me ajudou a ir até um banheiro.
Vomitei tudo o que eu havia comido e a Tess me ajudou segurando minha franja e cabelos que caiam no meu rosto. É, nojento mesmo. Mas foi o que aconteceu. Tirando o fato de que eu não havia tomado meu remédio diário. Aquele para minha humilde perna.
Ou seja: Ela começava a doer.
Saí da cabine do banheiro e a Tess entrou em outra. Tirei minha bolsinha de remédio da bolsa e tomei um calmante, um comprimido para ânsia e outro para minha perna.
Arrumei meu cabelo em uma touca vermelha, passei base e pó no meu rosto, lápis de olho e um gloss de pêssego.
Depois fomos para os carros novamente e eu fui atrás, deitada.
Acho que o Edward e o Luke foram comprar algo em uma lojinha do posto, porque ficamos parados uns 10 minutos na frente do mesmo.
...
– Acorda, acorda, acorda, ACORDA. – Levantei correndo do carro, dando um pulo e batendo minha cabeça no teto.
Ouvi alguém gargalhando e olhei para trás, onde vi um ser loiro rindo, roxo por não conseguir nem respirar.
Mostrei o dedo do meio, delicadamente, para a bicha oxigenada e saí do carro.
– Minha nossa senhora, o que você esta trazendo aqui? Sua casa? – Lian perguntou fazendo força para tirar minha mala do porta-malas.
– Basicamente isso, porque segundo a vara saltitante, nunca se sabe o que pode acontecer. – Falei imitando a voz irritante da Tess e gesticulando com a mão, fazendo o Lian rir.
– Hey, eu estou aqui. – Tess falou do meu lado e eu dei um pulo de susto, colocando minha mão no meu peito. – Idiota.
– Alguém em ajuda aqui. – Luke gritou do carro da frente, e eu corri até lá, pegando algumas malas e levando para a ...
MEU DEUS. Isso é uma casa?
Minha boca formou um perfeito O, e eu soltei as malas no chão, antes da ponte que nos levava a casa.
– Gostou? – Edward perguntou do meu lado, soltando as malas também no chão. Olhei para ele abismada e vi que ele sorria brincalhão com a minha cara.
– Isso é...I-isso é a sua c-casa? – Perguntei assustada e ele assentiu coma cabeça, começando a andar na frente. E me toquei de que eu estava tendo uma “conversa” com ele, civilizada.
Noah passou correndo do meu lado, atravessando aponte e quase derrubando a MINHA mala na água. Ele a pegou no ar e deu um sorriso amarelo para mim, mas logo se virou novamente vendo a minha cara de pouco amigos.
É, será uma longa viajem.
Notas finais
Bem, como eu sei q essa merda de link da casa ñ foi, aqui está ele: http://revistafenahabit.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/casa-de-luxo-na-praoa-de-miami-2.jpg
Olhem, pra quem n é fã, e não sabe como são as tatuagens do Harry, aqui está algumas fotos:
http://wac.450f.edgecastcdn.net/80450F/popcrush.com/files/2013/04/1d-nufc-3.jpg
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http://i2.cdnds.net/13/15/618x592/screen-shot-2013-04-11-at-114036.jpg
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http://4.bp.blogspot.com/-BL2PjN3XSWA/UVTimw9Zz9I/AAAAAAAAKRk/QQiKWY9PXcI/s640/87ef4f32974f11e2b36e22000a1fa437_7.jpg
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Gente, uma coisinha mt importante: vcs acham q o Edward já deva saber sobre a Ally/Bubba? Eu ainda estou em dúvida do que colocar:///
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Enfiimmmm, é só isso, peoples ;)
Meu ask, caso queiram falar qualquer coisa: http://ask.fm/MariinaStylesH
E meu tt: https://twitter.com/1DsemColheres
Bejo xx
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