Little Things

16 Do que você está falando?


Notas iniciais
DEEEEEEEEEEEEEEESCULPEEEEEM. Céus, me perdoem. Eu seiq demorei mais de 1 semana, mas eu fiquei de RO em espanhol, história e redação. Aí meu pai tirou minha internet :/// entrei escondida, e escrevi esse cap.
Espero q gostem, sei q tá uma merda. Eu fiz ele correndo ---'
Fefol Styles
Isa Horan
Amanda Magalhaes
Alice Collyns
FactoryGirl ---> Leiam a nova fic dela: http://fanfiction.com.br/historia/357232/Lost_Bullets/ é MUITO foda. Vcs vão gostar, garanto. <---
Ana do Nialler
Vivi Nelluc
LadyB

Obrigada, gente +.+ HAAAA, e eu li todos os reviews, mas ñ respondi pq estou sem tempo. Obrigada mesmo.
Olhem, eu tenho 35 leitores. 35. E no máximo 10 q comentam. Gente, eu ñ mordo, juro pra vcs.

P.s: quando tiver ( * ) é pq tem explicações nas notas finais ;)

POV Allyson

– Nós deveríamos pedir pizzas. – Noah disse dando de ombros.

– Acho que comida japonesa seria bem melhor. – Edward falou jogando-se no sofá, bem ao meu lado.

Estamos na sala da enorme casa de praia do Edward, discutindo o que comeríamos no almoço/ lanche da tarde.

Havíamos chegado fazia umas três horas, e já eram 5 p.m e não havíamos comido nada ainda.

Minha barriga já estava me dando vergonha de tão alto que roncava.

– Eu gosto de comida japonesa. – Tess gritou do andar de cima.

Ah, sim. A casa. Ela era maravilhosa. A sala tinha um sofá em L enorme, onde eu me encontrava deitada/sentada.

– Então vamos pedir japonesa? – Lian perguntou pegando o telefone. Assentimos e ele foi ligar na varanda. Não gosto muito de japonesa, mas qualquer coisa vai nessas horas.

– Então, o que vamos fazer hoje? Sair? Balada? Quiosque na praia? – Tess perguntou animada descendo as escadas correndo.

– Eu estou cansada – Murmurei e Noah concordou comigo. Tess revirou os olhos e sentou no colo de Luke, que mexia no celular.

– Tudo bem, eu também não estou com muito ânimo hoje. – Falou e fechou os olhos, encostando a cabeça nos ombros do Parker.

– Vai chegar em meia hora. – Lian avisou entrando novamente na sala e deitando ao meu lado, colocando sua cabeça em minhas pernas. Comecei a fazer carinho nos poucos cabelos dele.

– Ally, nos conte um pouco sobre você. – Ele pediu e todo mundo virou sua atenção para mim.

– O que eu diria? – Perguntei envergonhada por tanta atenção.

– Sei lá... Não sabemos muita coisa sobre você. – Luke falou e Tess concordou com a cabeça.

– Bem... Vejamos, não tenho nada de interessante para contar. Sou britânica, mas estava morando no Brasil há anos...

– O QUE? Você morava na América do sul? Sério? — Tess gritou animada batendo palminhas como uma foca.

– Sério. Faz... 6 anos. – Murmurei a última parte baixinha, abaixando a cabeça e encontrando os olhos do Lian.

– Nossa! E você nasceu na Inglaterra mesmo? – Ele perguntou sorrindo.

– Sim. Então... sou britânica; morava no Brasil; gosto de preto, branco, cinza e azul; sou louca por Doritos, chocolate e sorvete de flocos; gosto muito de ler e assistir televisão; gosto de dormir e de escrever. Só. Eu acho... – Falei numerando cada item nos dedos.

Todos estavam olhando diretamente para mim, prestando atenção em cada palavra. Senti-me em uma entrevista. Eu estava quase fazendo pose, já.

– Uau. É, definitivamente, eu vou casar com você. – Noah murmurou fazendo todos nós rirmos.

Até Edward prestava atenção e ria. Eu sorri ao o ver sorrindo. Assustei-me ao perceber que ele tem covinhas nas duas bochechas. Céus, como eu nunca havia percebido? Eram tão lindas.

Posso me bater agora? O que é que eu estou falando?

Ele percebeu que eu o olhava e direcionou seu olhar para mim também. Parecia estar estudando cada detalhe do meu rosto. Sorriu. Ele sorriu para MIM. Sorri de volta, mesmo estando confusa.

– Vamos fazer perguntas à Allyson? – Khan perguntou dando murros no ar. Resolvi ignorar aquela cena patética.

– Mas o que? Por quê? – Falei desesperada. Por que eles queriam saber tanto sobre mim? Eu também tenho direitos de perguntar.

– Você também poderá fazer perguntas para nós, depois que responder. – Luke falou e eu cedi.

Não tinha nada de mal nisso.

– Então vamos às perguntas com a linda britânica-brasileira, Allyson. – Noah gritou imitando uma voz de locutor, segurando um controle remoto como microfone. – Palmas para ela, senhoras e senhores. – Começaram a bater palmas e eu ri.

Todos sentaram direito no sofá. Khan em uma poltrona; Noah, eu e Lian, respectivamente; e na outra parte do L do sofá, estavam Edward, Tess e Luke.

– Começando com o primeiro dessa ponta. Khan, o que você gostaria de perguntar a nossa querida Allyson? – Continuou Noah com aquela voz esganiçada.

Khan espremeu os olhos, fazendo uma cara misteriosa. E extremamente sexy, diga-se de passagem.

– Allyson... – Começou maliciosamente, fazendo-me ficar ríspida. – Você gosta de frutas? – Perguntou voltando sua pose normal, fazendo todo mundo rir e eu suspirar aliviada.

– Gosto. Principalmente de bananas. – Falei dando de ombros, recebendo uma onda de olhares maliciosos pela minha fruta preferida. Revirei os olhos e eles riram novamente.

– Próxima pergunta é do lindo, magnifico, gostoso e irlandês: Noah Gray. – Noah estufou o peito enquanto falava e todos reviraram os olhos. – Então, doce Ally. Não serei tão insignificante como o Khan, deixe-me pensar. – Fez cara de quem pensava olhando para o teto. – Comida preferida? – Perguntou com os olhos brilhando, fazendo todo mundo rir.

– Strogonoff e brigadeiro – Falei sorrindo

– Brigadeiro? – Perguntaram ao mesmo tempo, com um sotaque muito estranho. Dei um risinho fraco.

– É um doce brasileiro.- Respondi.

– Hum, parece ser gostoso. – Khan lambeu o lábio inferior

– Ok, próxima pergunta é do Lian. Lian, qual sua pergunta? – Noah falou estendendo o “microfone” para Lian.

– Quais são seus hobbies preferidos? –Perguntou.

– Ouvir música, assistir filmes e Stand Up na TV, comer... – Dei uma pausa para pensar e eles riram. – Ah, gosto muito de tocar violão, escrever histórias aleatórias e de tirar fotos. E o mais idiota: Gosto de ler em escadas. E de compor músicas em escadas. – Terminei e todos riram. Vi Edward arregalar os olhos, e mesmo não ter entendido, eu apenas ignorei.

– Que estranho. – Luke falou entre risadas. – Parece o Edward. É igualzinha, só que ele nunca leu um livro. – Edward revirou os olhos e nós rimos.

– E o que você odeia? – Tess perguntou.

– Nossa! Aí complica. Odeio muitas coisas. Não gosto de estar com muitas pessoas, e sim, eu gosto de estar com vocês, não com outras pessoas. – Aprecei-me em me explicar antes que eles achassem outra coisa e eles riram. — Odeio sorvete de morango, pratos de plástico e tenho medo de avestruz. – Luke ria tanto que eu podia ver lágrimas escorrendo em suas bochechas. Qual o problema desse povo?

– Agora é a vez do Edward. Edward, qual sua pergunta? – Noah falou cauteloso e todos congelaram, afinal era o Edward.

– Você tem irmão? Ou irmã? – Ele perguntou e eu pude claramente ver a surpresa no rosto de todos ali presentes. Até mesmo em mim.

– Tenho. Um irmão. – Respondi nervosamente, olhando para ele.

– Hum, legal. E qual o nome dele? – Perguntou normalmente.

– Jon. – Assim que pronunciei o nome do meu irmão, eu vi ele arregalar tanto os olhos, que poderiam saltar de seu rosto.

– J-Jon? – Perguntou nervoso. Percebi que suas mãos tremiam, fiquei confusa.

– Sim. Jon. Dois anos mais velhos. – Pronto, agora eu achei que ele fosse morrer. Levou a mão direita ao seu cabelo, apertando fortemente seus cachos. Fechou os olhos e apertou um colar por cima de blusa. Eu nunca havia reparado que ele usava colares. Eram três.

– E-eu vou tomar á-água. Licença. – Pediu e saiu para a cozinha.

Olhei confusa para todos, recebendo o mesmo olhar dos mesmos. Ficamos em silencio até que Noah pigarreou, chamando a atenção.

– Bem, próxima pergunta vai para Tess. Tess, o que você gostaria de perguntar a Allyson?

E assim continuamos por mais uns 20 minutos, até a comida chegar. Edward tinha subido para tomar banho, mas logo desceu para comer.


...

– Como vamos dividir os quartos?

– Tem 8 quartos aqui, então cada um pode ficar com um. – Edward deu de ombros. – Ou dois em um mesmo quarto. – Olhou maliciosamente para Tess e Luke. Céus, como esses dois sofrem na mão desse povo.

Então cada um subiu para um quarto. Fiquei em um todo branco, com exceção de uma parede que era bege. Era muito lindo o quarto, realmente. Era enorme. Porém a casa tinha apenas três banheiros: Dois sociais no primeiro andar, e um em uma suíte. Que provavelmente era do Edward. E seria um inferno isso, considerando que são muitas pessoas para fazerem necessidades.

Já era 4 a.m quando fomos dormir, e eu ainda não estava com sono. Talvez por eu ter tido a maldita ideia de dormir na viajem.

Desci para a enorme varanda da casa. Era tão linda a vista. Estava tudo escuro, porém o pequeno riacho que passava em baixo da ponte iluminava a lua. Era de tirar o fôlego. Sentei-me em um dos sofás que tinha na varanda.

– Oh, desculpe. Não sabia que você estava aqui. –Falei monotonamente, vendo o ser de nome Edward sentado em uma cadeira-balanço. Ele estava com uma calça moletom cinza de uns 4 números maiores que o dele, o que fazia aparecer sua cueca preta. Apenas. Sem camisa. Santa misericórdia. Respirei bem fundo e voltei a olhar para seu rosto. Ele me olhava com um sorriso divertido na cara, então percebi que ele havia me pego no “flagra”. Abaixei a cabeça, corando violentamente, enquanto ele dava uma risada baixa e rouca. – Hã... B-bem,tchau. – murmurei sem nem mesmo entender o que eu havia acabado de pronunciar e levantei.

– Pode ficar. – Deu um sorriso bem aberto, fazendo com aquelas covinhas aparecessem. Mas logo voltou a sua carranca natural.

Joguei-me novamente naquele sofá dos deuses. O silencio se fez presente. Ele parecia estar viajando em seus próprios pensamentos. A única coisa que fazia barulho ali eram nossas respirações e os grilos.

Então eu me lembrei de uma coisa que eu ia perguntar para o Lian quando conversávamos depois do jantar, mas um ser oxigenado me chamou para jogar um jogo de dado. E eu fui.

– Edwa... – O que eu estava fazendo? Eu ia começar uma conversa com ele? Desisti de falar e encostei minha cabeça no encosto do sofá novamente.

– Pode falar. – Sua voz rouca ecoou pela varanda me assustando. Ele percebeu isso e deu um leve sorriso.

– Eu só queria perguntar uma coisa. Mas é besta, então deix...

– Se você não falar, eu não te conto aonde o Noah escondeu os potes de Nutella que ele trouxe pra viajem. – Ameaçou.

–Comovocêsseconheceram? – Falei desesperada coma possibilidade de comer Nutella. Ele deu uma sonora risada e eu o acompanhei.

– O que?

–Como vocês se conheceram? Sabe... Tipo, vocês eram amigos? Aí resolveram fazer uma banda? – Perguntei cruzando minhas pernas como indiozinho.

– Nós não nos conhecíamos. Você já ouviu falar do programa ‘The X Factor’*? – Perguntou.

– Já. Uma vez eu assisti alguns episódios. Uns três, eu acho.

– Então, Nós participamos. Cada um veio de um lugar. Noah é da Irlanda, por exemplo. Fomos como cantor solo, mas os jurados acharam melhor nos juntar. — Fiquei boquiaberta com aquilo. Eu nem tinha percebido o sotaque do Noah.

– E? Continua, eu estou amando esse história. Parece filme. — Implorei fazendo com que ele risse.

– E aí nós tivemos alguns dias para nos conhecermos. Não foi muito difícil. Somos muito parecidos em alguns sentidos, e tivemos uma espécie de conexão logo de inicio. Confesso que fiquei um pouco receoso, mas logo passou. Então tivemos que inventar um novo nome para a banda, e eu sugeri ‘5 boys’**. Gostamos e aí começamos a passar de etapa no programa, acabamos em 3º lugar. Mas o nosso mentor, o Simon, dono do programa e um dos jurados, resolveu fechar contrato conosco. Na Sony Music. E a partir daí nossa carreira deslanchou. Foi tudo tão rápido, tudo isso em menos de 2 anos. Aí já estávamos tocando no Madison Square Garden*** e conhecendo a rainha da Inglaterra. – Falou com olhos brilhando e cheio de orgulho. Sorri ao vê-lo assim. Ele parecia amar tanto a sua vida.

– Meu Deus, que demais. Me conte mais;

– Não tem muito que contar. Sabe, as coisas foram realmente rápidas. Em um dia eu fui lá, cheio de medo, quase desistindo e cantei sozinho em um palco. E alguns dias depois tudo tinha mudado. E aquela foi a última vez que cantei. Cantar sozinho era apavorante. Lembro-me como se fosse hoje, quando eu estava com todos os participantes da segunda etapa lá no palco, onde estávamos ensaiando algumas danças. Eu não tinha falado com nenhum deles, e nem visto todos ainda. Então eu vi Noah e Khan, cada um em um canto. Sabe quando você passa os olhos pelas pessoas? – Perguntou e eu assenti. – Então, foi isso. Eu passei os olhos, e os vi. Mas não achei nada demais. Então teve uma confusão lá, porque na hora em que Khan iria dançar com mais um penga de pessoas, incluindo eu, ele desapareceu. Simon parou o ensaio e foi atrás dele, que estava atrás do palco. Por ser tímido demais e não saber dançar, ele fugiu. – Ele fez uma pausa para rirmos. Não era do Khan que eu conhecia– Aí o Simon conversou com ele e o trouxe de volta. Então eu o vi pela segunda vez, e acabei gravando o nome dele rapidinho por causa disso. E então, passou mais um fase e nós 5 com umas outras pessoas fomos eliminados. Então, quando estávamos indo embora, um cara da produção nos chamou, junto com outras garotas. E então Simon e mais 2 jurados nos disseram que estávamos dentro da competição. Só que com uma condição: Que fossemos uma banda. Eu lembro que quando eu soube que estaria dentro de novo, nem me importei em não conhece-los. Fomos logo nos abraçando e esquecendo aquela tensão de minutos atrás. Todos estávamos com caras inchadas de tanto chorar por termos sidos eliminados. Enfim, e aqui estamos. Fãs no mundo todo e um contrato milionário. – Edward falava com tanta convicção e amor que eu quase me emocionei ali.

– Você viraram amigos logo depois? Ou teve alguma confusão?

– Nada. Viramos muito amigos. Na verdade, costumamos nos chamar de irmãos. – Suspirou sorrindo largamente. Sorri junto. – Claro que nós mudamos muito. Tanto de aparência quanto de jeito mesmo. Muitas fãs reclamaram, mas aceitaram. Até mesmo nós nos aceitamos. E eles me ajudaram muito, devo muito a eles. Sabe, Allyson, antes do The X Factor, eu não estava em um momento muito bom da minha vida. Meus últimos anos não tinham sido muito bons, e isso me ajudou. Principalmente quando os conheci. Vai soar meio gay isso o que eu falar, mas eu os amo. — Suspirou e eu sorri.

Ficamos em silencio, cada um imersos em seus pensamentos. Eu tentava imaginar o que de ruim tinha em sua vida e ele... Não sei no que ele pensava.

– E você, Allyson? Mora no Brasil a quanto tempo? – Perguntou chamando minha atenção.

– 6 anos. – Respondi.

– E por que você foi pra lá? Seus pais não gostavam daqui? – Congelei. Olhei para ele no mesmo instante e ele olhava para frente, esperando por uma resposta. Suspirei olhando para a lua. Pedi desculpas mentalmente para eles e virei-me novamente para o White.

– Sim. Mas minha mãe era brasileira, e sentia falta. Então meu pai resolver que devíamos nos mudar para lá. E foi isso. – Ele me olhou surpreso.

– Como assim? – Hã?

– Que? – Perguntei confusa.

– N-nada. Mas seus pais ainda moram com você?

– Não. – Respondi cabisbaixa. Lembrei-me da minha mentira e voltei a pose normal. – Estão no Brasil. Vim para fazer faculdade e eles ficaram.

Ele uniu as sobrancelhas e mordeu o lábio inferior.

– Seu irmão também ficou lá? – Perguntou.

– Não. Ele estava fazendo intercâmbio em Nova York, e só quando voltar vai vir morar comigo. Minha ti... mãe não gostou muito da ideia de ter os filhos longe, mas acabou aceitando.

– Hum... Entendi. Você morava aonde? – Ele não parava de perguntar e eu estava começando a ficar nervosa.

– Homes Chapel. – Respondi e ele ficou mais confuso ainda.

Ele parecia estar prestes a entrar em colapso. Pela pouca iluminação o vi ficar pálido. Levantou e sentou do meu lado no sofá.

– Allyson, qual é o seu sobrenome? – Que pergunta é essa?

– Que? Por que? – Perguntei assustada.

– Só me responde. – Falou desesperado.

– Sccar. – Respondi rápido. Ele ficou imóvel. Me olhava como se eu fosse a Megan Fox. – Edwa...

– Não precisava mentir. Por que isso? Você volta e é assim mesmo? – Perguntou irritado, levantando-se. Com o susto, acabei por levantar também. – Você sabe o quanto eu sofri? Hein? Voltou por quê? E POR QUE VOCÊ NÃO ME DISSE QUEM ERA VOCÊ? – Gritou e arregalei os olhos. Mas que diabos aqueles garoto estava falando? E... ele estava chorando?

– Do que você está falando, Edward? – Perguntei em um fio de voz. Mencionei que a voz do Edward quando grita é assustadora? É, pois é.

– Não se faça de sínica, Sccar. Eu te esperei. Tudo bem, você nem sabia do que estava acontecendo, mas precisava voltar e fingir que não me conhecia? E ficar me atormentando? Porque você sabia que eu te reconheceria e ficaria confuso. – Falou rápido e eu fiquei mais confusa ainda. Sentei no sofá tentando processar o que ele falava. Mas não consegui achar nenhuma reposta para aquilo.

– Edward, eu não sei do que você esta falando. Olha... – Levantei novamente o encarando. – Me desculpe, ok? Pelo que quer que eu tenha feito. Eu realmente não sei do que você está falando. Eu nunca te vi na vida. Nunca. Apenas escutei duas ou três músicas suas na rádio. Apenas. Eu não sei se você fumou alguma coisa, porque você está completamente maluco. E eu vou dormir. Boa noite. – Respondi ríspida e saí de lá, batendo a aporta com força.

Minha cabeça doía. Parece aquela sensação de que você tem que se lembrar de algo, mas não consegue. Subi as escadas correndo, entrei em meu quarto e corri para minha bolça. A revirei, mas não via sinal do maldito remédio. Joguei tudo o que tinha nela em cima da cama, e vi a cartolinha branca. A peguei desesperada e tirei um comprimido. Eu estava tão acostumada a tomar remédios, que descia sem água.

Empurrei tudo da cama e joguei no chão. Me deitei e afundei a cara na cama. Eu não tinha a menor noção do que tinha acontecido agora.

Fiz os cálculos mentais e achei uma boa hora para ligar para meu irmão.

Me estiquei e alcancei o celular na cômoda.

Tocou, tocou e tocou. Ninguém atendia.

Suspirei e desliguei.

Notas finais
* Pra quem não sabe, é um programa de TV, tipo o 'Ídolos'. Só que maior kkkkkkkk' Quem ganha tem um contrato de 1 milhão com a Sony Music. E é comandado pelo Simon Cowell. É do Reino Unido e dos Estados Unidos. Dura três meses em média...
** Eu já pedi desculpas por esse nome??? Kra, eu estava sem imaginação. Sério, me desculpem. Eu deveria ser presa por inventar um nome tão horrivel como esse.
*** É uma das maiores arenas do mundo, e ao tocar nela, você está no "topo do mundo". É, a 1D tocou lá. E foi tão importante para eles, q o Zayn fez uma tatuagem com as siglas "MSG". Ok, eu juro q eu tinha esquecido como era o nome dessa arena, aí eu fui procurar nas tatuagens dele kkkkkkkkkkkkkkkkk'
P.s: pra quem ñ é fã, essa história q o Edward contou, é vdd.
P.s² vieram me perguntar, no twitter, pq eu coloquei o nome dele de 'Edward', sendo q eu ñ gosto mt desse nome e nem de crepusculo. Resposta: No nome do Harry, tem 'Edward'. Por isso o 'Edward'. E existem milhões de Edwards pelo mundo, ñ só o de crepusculo. O nome do meu irmão é esse, só q em português kkkkkkkkkkkkk'

É isso...
Espero q tenham gostado, mi amores.
Nos vemos nos próximos capitulos õ/ ~sempre quis falar isso '---' ~
Haaa, e o q vcs acham q deva acontecer? Querem POV do Edward? Como vc acha q a Allyson deva descobrir???
Preciso de ajudas :)
Bejo,
Fui xx