Little Things
14 Curly
Notas iniciais
Bem, eu dedico esse cap. á:
Isa Horan
Cah Styles Payne Malik
Gabi Ayoub
Anddy Humphrey
Amanda Magalhaes
Bia Kamers
MissNothing ~Leiam a fic dela: http://fanfiction.com.br/historia/337694/Awkward_Game/ é demaaais~
Ana do Nialler
Vivian Isabele
Jackie101
Ó céus, mt obrigada a todos :D
Bem, é isso. Boa leitura, desculpem os erros e até lá em baixo õ/
POV Ally
– Vocês sabem o que significa a palavra ‘NÃO’? – Perguntei pela milésima vez.
– ABRE, ALLYSON. – Lian gritava do outro lado da porta. Aliás, todos eles gritavam. Tess só faltava arrancar a maçaneta da porta.
Eu estava trancada no banheiro. É, no banheiro. Banheiro da empregada. Mas isso não é relevante.
Eles tentavam me convencer de ir a essa coisa que eles chamam de viajem. E como é o jeito deles — Lê-se: Luke e Noah- convencerem? Com cócegas. Aqueles projetos de capivaras cagando gliter que já descobriram meu ponto fraco.
Você deve estar pensando: Mas por que ela não quer ir?
Se você não estiver pensando nisso, ignora.
O fato é: Se a casa de praia não fosse do Edward, estaria tudo ótimo. Repetindo: Casa do Edward.
Quem garante que ele não vai me estuprar, depois me matar a facadas, arrancar meus órgãos, trafica-los, queimar meu corpo e joga-lo no rio ou então comer a minha carne?
Ninguém.
– Allyson, eu não vou te estuprar, te matar, arrancar seus órgãos e depois joga-lo no rio. – Esse menino lê mentes. Ele e o Luke. Deve ser um complô contra mim.
– Não? – Sussurrei como uma criança que acabou de fazer merda e sua mãe disse que não vai deixar de castigo. Eu imaginava a cara de cocô do Edward do outro lado da porta.
– Não, Allyson. Agora sai logo dessa merda. – Ele falou ríspido e ouvi passos agitados atrás da porta.
Abri a porta com muito cuidado e olhei pela fresta. Estavam todos em pé olhando para a porta com caras de bunda. Só o bocó e a Tess tinham percebido que eu tinha aberto a porta.
– Céus, da próxima vez, eu arranco essa porta. – Tess falou e puxou meu braço em direção à sala, deixando quatro cabeças confusas e assustadas para trás. E o Edward vinha ao nosso lado. – Vamos amanhã de manhã, bem cedo. Assim aproveitamos mais.
– Quem disse que eu vou? – Falei fazendo birra e cruzando os braços na altura dos meus seios. Sentei-me no sofá.
– ALLYSON. – Os seis falaram ao mesmo tempo, sentando-se em poltronas, sofás e no chão.
– TÁ, CARAMBA. – Fiz bico e apoiei minha cabeça no ombro de alguém que estava do meu lado. Eu tenho a leve impressão de que era o Khan, porque senti um brinquinho raspando no topo da minha cabeça. Dei uma leve olhada para baixo, só para ter certeza. Encontrei aquele ser tatuado até na alma. A tatuagem do ‘ZAP’ estava quase na minha cara, porque ele levantou o braço para afagar meus cabelos. Khan, o projeto de gibi ambulante. – Só uma coisinha: Alguém ameaçou o Edward para ele ter deixado eu ir na pra casa de praia dele? – Perguntei e vi todos eles olhando para tudo quanto é lado. É claro, o Edward não seria tão legal assim.
–Que seja. Ally, você quer passar na sua casa agora para pegar suas coisas? Você dorme aqui. – Noah falou e eu tenho certeza de que eu vi a morte nos olhos do Edward.
– Só o que me faltava. – O bocó murmurou e no segundo seguinte estava curvando-se de dor pela cotovelada que ele recebeu do Luke. Ah, o Luke é demais. Vou casar com ele.
E que a Tess nunca leia isso. Amém.
– É claro que sim. Luke, você pode levar eu e a Ally até as nossas casas par arrumarmos as nossas malas? — Tess perguntou piscando os olhos freneticamente e fofamente ridícula para o Luke.
– Claro amor. – Ele falou sorrindo amorosamente.
Mentira, o que saiu foi isso:
– Cheirou cola? Eu vou sair, agora, as 11:50 da noite, do conforto dessa casa para levar vocês duas em não sei aonde? Nem pensar. Eu tenho amor próprio. – Retiro o que eu disse. Não quero mais casar com ele.
– Luke, eu ainda estou à procura da resposta de como você conseguiu uma namorada. – Noah falou e logo depois calou-se vendo que a Tess apenas deu de ombro e levantou-se pegando sua bolça.
– Vamos logo, seu idiota. Levanta essa bunda daí porque eu quero volta antes da 1:00a.m – Ela falou e jogou minha bolsa em cima de mim. Eu estava com uma bolça aqui?
– Allyson, acorda. Acorda, menina. – Luke estalava seus dedos na minha frente, me deixando vesga. — Aonde você mora?
– Não sei. – Falei bobamente e todos eles riram. Qual é? Eu estava com sono. E eu não sei aonde eu moro, levando em conta que eu pego o mesmo táxi todos os dias. Ó, é verdade. Só agora eu me toquei disso.
– Ally, é sério. – Ele falou rindo. O que era um rosto alegre se tornou bravo e sombrio assim que viu que eu estava séria. – COMO ASSIM VOCE NÃO SABE AONDE MORA, GAROTA? NÃO É POSSIVEL. VOCÊ É DA ONDE? DE NÁRNIA? QUE TIPO DE PESSOA NÃO SABE AONDE MORA? – Eu já falei que o Luke é escandaloso? E muito gay? E tem voz fina? A minha voz é mais grossa que a dele.
Ele é uma gay de voz fina, que tem namorada e ganha dinheiro por causa da voz. Tá, a voz dele é sexy.
E que ele e a Tess não leiam isso. Amém ao quadrado.
– Eu não sei, ué. – falei como se aquilo fosse normal. E é. Eu não venho a Inglaterra à anos, nem lembrava de Londres. Como ele quer que eu saiba aonde eu moro? Eu nem sei aonde fica Homes Chapel mais.
E esse pensamento me fez ter dor de cabeça. Balancei a cabeça empurrando essa desgraça para o fundo da minha mente.
– Meu Deus. A quanto tempo você mora aqui? – Lian perguntou e esse foi o momento que eu percebi que eles não sabem quase nada sobre mim.
– A um mês mais ou menos. – Falei confusa.
– Sério? Bem, e como você voltava pra casa? – Tess perguntou abraçando o Luke por trás.
– Eu sempre voltava com o mesmo táxi.
– Liga pra ele, então. Pede o endereço e o Luke te leva lá. – Khan falou dando de ombros.
Peguei meu celular no bolso de trás do meu short e liguei para o número já tanto conhecido por mim.
...
Eu, Tess e Luke estávamos parados em frente a minha casa já a quase 20 minutos.
O motivo? Eu não fazia a mínima ideia da onde minha chave estava.
– Vamos logo, Ally. Essa rua está muito escura e eu não sinto mais minhas pernas de tanto frio. – Tess falou esfregando as mãos uma na outra numa tentativa de esquenta-la.
– Calma aí, eu j... ACHEI. – Gritei tão alto que o Luke deu um pulo e um gritinho extremamente gay fazendo com que eu e a Tess ricemos até descerem lágrimas dos nossos olhos.
Entramos em casa, e o Luke continuava com a cara emburrada e um bico enorme.
– Meu Deus, eu não sabia que a sua casa era tão linda assim. – Luke e Tess falaram ao mesmo tempo sem se importar com esse fato. Será que sou só eu que acho isso estranho?
– Heeey, tem uma piscina aqui. – Luke gritou correndo para o lado de fora da casa.
– Que criança feliz. – Murmurei e a Tess riu.
O Luke faz parte da boyband que recentemente foi considerada a boyband mais rica do mundo, e acha a MINHA casa bonita?
Ignorei isso e corri para o andar de cima, sendo seguida pela minha mais nova sombra: Tess.
– Vamos lá, Ally. Você vai arrasar. – Céus, por que eu sinto que estou ferrada na mão dessa menina?
10 minutos depois e eu estava quase chorando.
– Você VAI levar esse vestido. Nem que eu tenha que te amarrar. – Tess falou tão séria e ameaçadora, que eu tremi. Internamente, é claro.
– Tess, moça do Luke, eu NÃO gosto de vestidos. E eu NÃO vou usar. – Falei admirando meu belo teto branco do meu quarto, deitada na minha bela cama.
Eu estava sentindo inveja do Luke por não estar tendo que aturar essa criatura. Aí eu lembrei que ele é namorado dela e agradeci por não ser ele.
Alias, a única coisa que eu escutava, além da chata da Tess reclamando, era o Luke andando para lá e para cá na minha casa.
– Vai. E não vamos mais discutir sobre isso. Está tudo pronto. – Tess falou e levantou minha mala e minha mochila.
– Tess, o que é isso? – Perguntei assustada.
– Suas malas. Nunca se sabe o que pode acontecer. – Ela falou e saiu arrastando minha mala — tentando- para fora do quarto. – Luke, seu imprestável, vem aqui.
...
Eram 3 a.m eu acordei ouvindo um barulho na escada.
Achei estranho, porque eu moro sozinha.
Fui levantando com todo cuidado possível e sem conseguir enxergar a um palmo de distancia.
– Hm? – Alguém murmurou debaixo de mim.
Levantei correndo e acendi a luz do meu celular. Eu quase tive um ataque de risos quando eu vi que eu estava na casa do Noah ainda. E quem eu tinha pisado em cima? Luke.
É, a casa tem mais de 8 quartos e nós dormimos todos em um único quarto. Ok, o Luke e a Tess dormiram em outro. E eu e os meninos fingimos que não sabíamos o que eles iam fazer. Ah, e não, o Edward não dormiu no quarto também. Claro.
Andei até a porta esquivando-me dos seres jogados no chão do quarto e a abri em silêncio.
O corredor estava escuro, mas uma luz do andar de baixo permitia que víssemos alguma coisa.
Assim que cheguei lá em baixo, vi que a luz vinha da cozinha e fui até lá.
Encostei-me na porta e observei o Edward sentado na bancada da cozinha. Ele estava com a cabeça tombada para o lado. Chorava tanto, que era possível escutar soluços.
– Edward?
– Bubba? – Ele perguntou abrindo os olhos desesperado.
Senti minha cabeça girando. Esse nome ecoava pela minha cabeça. Bubba...Bubba...Bubba. Senti meu corpo amolecer, e a minha cabeça doía tanto que era preferível levar um soco.
POV Edward
20 de março de 2006. 09hrs a.m
A bagunça do meu quarto era convidativa para uma arrumação, que eu não iria fazer tão cedo, no máximo empurrar algumas meias pra lá e alguns sapatos sem pares pra cá.
Eu estava deitado na minha cama. Até olhar para o teto se tornava interessante quando você descobre que sua melhor amiga vai viajar, e não quer que você vá junto.
É, pois é. A idiota da Bubba iria a um aniversário de um primo dela. A avó dela tinha alugado uma casa, essas bem grandes, em um campo, para a festa. Acho que o nome era chalé. Seria em uma cidade vizinha a Homes C.
Merda, merda, merda. E o pior de tudo, é que ela não me levaria porque o primo dela tem uma irmã — que não é prima da Bubba, porque é filha de outro homem — que gosta de mim.
A Allyson é tão ciumenta, que não me deixou ir por conta disso. Que raiva
Confesso que garota é bonitinha. Mas é chata pra caramba. E não gosta de jogar vídeo-game, brincar de lutas, correr em escadas, e me chama de “Edwardizinho”. Puta que pariu, tem coisa pior?
– Filho, saia desse quarto e vá dizer ‘tchau’ a todos. Eles já estão indo embora. – Minha mãe gritou do outro lado da porta.
Bufei e levantei. Fui andando com a maior animação que eu poderia demonstrar. Sintam a ironia no ar.
Desci até lá em baixo, na saída do prédio, e vi o Jon e a Gemma se despedindo, alguns brinquedos espalhados no sofá do Hall, minha mãe agarrando a tia Amanda, e o tio Jonny conversava com meu padrasto. Espera... Por que eu sinto que está faltando algo aqui?
– CURLY, ACHEI VOCÊ. – Senti alguém pulando em minhas costas e gritado em meu ouvido. Ha, sim, faltava a peste da Bubba.
– Hum, oi... – Falei tirando os braços dela do meu pescoço e me virando em sua direção.
– Ei, White, você ainda está bravo comigo? – Perguntou fazendo biquinho. Ó, céus, porque mesmo que eu estava bravo com ela?
– Nã...Estou – Falei emburrado e cruzando os braços na altura do peito. Ela apertou minhas bochechas e falou alguma coisa inaudível.
– Allyson, vamos logo. – A mãe dela gritou da porta do Hall.
– Edward, estou fazendo isso pelo seu bem. E pela minha sã consciência. Entenda, por favor. E eu te amo. – Bubba falou me abraçando. É, passaram se anos desde...Sempre, e ela continua mais baixa do que eu. Ela parece que nunca cresce. Ela batia em meu peito, e quando me abraçava, ela quase sumia em meus braços. E nós só tínhamos 12 anos...
– Também te amo amo, Bubba. Quando chegar lá, me liga, tá? – Eu disse apertando aquele projeto de gente contra meu peito.
– Ok, ok. Agora...m-e...deixa r-espirar, W-white
– Vamos filhos. – Tia Amando gritou mais uma vez, agora dentro do carro. Enquanto o Tio Jonny buzinava como um louco.
– Desculpa. – Falei me desvencilhando dela. – Boa viajem.
– Obrigada – Ela sussurrou me dando um beijo na bochecha e saindo correndo em direção a Jon.
Meu padrasto e a Gemma já não estavam mais ali, minha mãe estava conversando com o porteiro e eu fiquei ali, com as mãos no bolço da minha calça de moletom, olhando a Bubba e o Jon pegarem os brinquedos em cima do sofá e saírem correndo. Aliás, pra que eram aqueles brinquedos mesmo?
Ignorei isso e voltei a subir para meu apartamento. De escadas, é claro. Eu adoro escadas. Já falei isso, mas não canso de repetir.
Entrei no meu quarto, chutando algumas cosias pelo chão me joguei na cama. Liguei um Nintendo velho que eu tinha e comecei a jogar.
Foi assim pelo dia todo, até que, lá pelas 10 da noite, eu ouvi um barulho estranho. Levantei da cama e fui andando até a porta tentando saber da onde vinha esse barulho. Espera, era alguém chorando.
Abri a porta desesperado e vi a minha mãe andando pelo corredor. Ela estava descalça, chorando, com o rosto todo vermelho e falava com alguém no telefone. Mentira, ela gritava.
Quando ela percebeu que eu estava ali, ela desligou na cara da pessoa com que ela conversava, ajoelhou-se e me abraçou. Ela chorava tanto, que quando eu vi, eu também já chorava.
– Mãe...Está tudo bem. Calma. O que aconteceu? – Falei passando as minhas mãos em seus cabelos.
– Filho, olha... Não é nada, ok? – Ela falou levantando bruscamente e indo para o quarto.
Fiquei parado naquele corredor enorme, com uma iluminação fraca e totalmente confuso.
Desci lá em baixo e vi que meu pai estava sentando no sofá, com a cabeça baixa, apoiando-a em suas mãos.
– Pai. – Chamei e ele me olhou. Seu rosto estava vermelho, provavelmente também havia chorado. O que será que esta acontecendo aqui?
– Filho, vá dormir. É melhor para você. Amanhã agente conversa. – Ele falou e voltou a posição que estava.
Voltei para meu quarto, não sem antes entrar no quarto de Gemma e ver que ela não estava lá.
...
Passaram se dois dias. Bubba já deveria ter me ligado, não?
Eu estava cansado. Passei os últimos dias ora na escada lendo, ora no meu quarto jogando vídeo-game. Minha mãe mal saia do quarto, e quando saia, ia para um lugar desconhecido pela minha pessoa. Meu pai, ia com ela, e quando não ia, se trancava no escritório e ficava trabalhando.
Minha irmã estava estranha também, não saia do quarto. Aliás, tudo aqui estava estranho.
– Mãe? – Chamei por ela assim que entrei no quarto dela – Mãe, a senhora está aí?
– Filho? – Uma voz rouca chamou debaixo do edredom, em uma poltrona no canto do quarto.
– Mãe? É a senhora? – Perguntei me aproximando.
Ela tirou o edredom e eu vi que ela chorava.
– Mãe? O que aconteceu? – Perguntei sentando no braço da poltrona.
– Edward, acho que você deveria saber. Mas...Sabe, você ainda é muito novo e ach...
– Mãe – Cortei ela- Eu não sou nenhuma criança, eu vou entender. Pode falar. Porque todos estão estranhos? – Perguntei desesperado.
– Filho, e-eles sofreram um acidente horrível. E ainda não acharam o corpo da tia Amanda e do tio Jonny. Ally está em estado grave no hospital e eu não sei nada do Jon. Sinto muito.
Acordei chorando, suando e no chão. Santo, esse sonho de novo. Era sempre a mesma coisa. A lembrança do dia do acidente da Bubba.
Eu me sentia um lixo toda vez que sonhava com isso.
Enxuguei minhas lágrimas, levantei e andei cambaleando até a porta. Coloquei minha mão na testa, numa tentativa de parar a dor.
Passei pelo enorme corredor escuro, tentando não fazer barulho. Mas minha barra da calça de moletom que eu usava, enganchou em alguma coisa que me fez cair de joelhos no chão. Levantei-me correndo, antes que alguém saísse do quarto para ver o que era. Aí eu lembrei quem estavam dormindo no quarto, e que eles tem o sono pesado demais para acordar com isso.
Desci até a cozinha. Sentei-me na bancada e permiti-me chorar.
Eu tentei colocar tudo para fora, mas era impossível. Aquela última imagem da Bubba me atormentava. Não foi necessariamente a última, mas foi a última que eu a vi sorrindo. A última que ela me chamou de Curly. A última que eu a vi correndo. Depois foi apenas em uma cama de hospital. Por longos meses, até que ela sumiu. Assim, do nada.
Eu ia todos os dias no hospital. E de repente a enfermeira chega para mim e diz que ela foi transferida. E ninguém me disse para onde.
Eu lembro que entrei em completo desespero. Não sai do quarto nem sob ameaças. Comia apenas o necessário. E o que eu fazia o dia todo? Chorava abraçada a foto de nós dois juntos. A última tirada. Mas aí veio o The X-Factor* e eu consegui ocupar minha cabeça na música.
Comecei a soluçar e fechei os olhos tombando minha cabeça para o lado. Minha garganta doía e minha cabeça girava em torno dessas lembranças, até que eu escutei uma voz suave e doce. A voz da Bubba.
– Edward?
– Bubba? – Allyson? É ela mesmo?
– M-me desculpe. – Ela falou revirando os olhos. Mas porque eu sinto que ela não está revirando eles de raiva? Eu vi que o joelho dela começou a dobrar, como se ela estivesse prestes a desmaiar. Ela levou a mão a cabeça e eu tive certeza de que ela não estava nada bem.
E, por incrível que pareça, eu corri até ela esquecendo completamente do meu sofrimento anterior. Coloquei meu braço na cintura dela e segurei firme.
– Allyson, você está bem? – Perguntei e senti-a amolecer mais ainda nos meus braços. – Allyson? Responde. Responde, Allyson.
Comecei a entrar em desespero, ela ia amolecendo aos poucos, como se quisesse continuar em pé e não conseguisse. Ela fraquejava e tentava voltar, fraquejava e tentava voltar. Então ela colocou o braço ao redor do meu pescoço e eu entendi aquilo como um pedido de ajuda.
Passei meu outro braço livre por debaixo das pernas dela, e a levantei.
Fui para a “biblioteca” que o Noah tinha. Era uma sala enorme, com muitas estantes. Tinha um sofá e uma mesa de escritório. Aquele lugar, foi a pedido da mãe dele que ele o fez.
Coloquei a Allyson no sofá e voltei a cozinha. Peguei um copo de água e voltei novamente para a biblioteca.
Encontrei uma cena estranha. Allyson estava balbuciando palavras em outra língua. Ela tinha os joelhos dobrados e os abraçava fortemente. Sua cabeça estava enterrada no meio dos braços e eu ouvia soluços. Altos soluços. Então eu ouvi ela falando o nome que eu não escuto a tanto tempo: Curly.
Notas finais
Para as Directioners:
Vcs viram a nova tatto do Zayn?? Oh Shit, eu amei. E o novo corte de cabelo do Harry? HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA, O NIALL TIROU O APARELHOOOOOOOOOOOOOOO. Olhem só o meu desespero quando eu descobri isso: https://twitter.com/1DsemColheres/status/319486169668804608 https://twitter.com/1DsemColheres/status/319481133018529792 https://twitter.com/1DsemColheres/status/319480887404277760 E eu ainda estou morrendo com isso kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk' VCS VIRAM O LIAM NO TT? XINGOU *O* Pela primeira vez kkkkkkkkkkkkkkkkkkk' Céus, eu tirei até print kkkkkkkkkkkkk' Haa, e na fic, o "Noah" vai continuar com aparelho, ok? Agr só falta alguma coisa do Louis. Lou, estamos esperando um barraco seu kkkkkkkkk' Haa, e vcs viram as novas tattos do Lou? Ficaram sexy '-'
Styleskisses xx
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