Notas iniciais
Heh! Oi /o/ Uma imagem fala mais do que mil palavras, não? ( ͡° ͜ʖ ͡°) Sem mais enrolações, vamos ao capítulo... Depois a gente conversa! ~Ouçam a música! Boa leitura meus anjos!! ;*

~Kagami Taiga~

O ruivo não fazia ideia de que conseguiam cobrir a distância entre a quadra do Maji Burguer e seu apartamento em menos de dez minutos. Era muita adrenalina para pouco corpo, e isso se atribuía a ambos.

Mas não era para menos...

Quase foram flagrados aos beijos por um grupo de garotos que chegou para jogar basquete, sorte que eles eram bem barulhentos e se anunciaram à bons metros de distância. Aomine e Kagami conseguiram disfarçar na hora e foram obrigados a sair de lá. Já estava bem escuro quando isso aconteceu.

Ninguém pensou em ir à lanchonete depois. Comida tornou-se algo totalmente secundário pela primeira vez na vida de Taiga.

O ruivo encontrava-se em um estado muito eufórico enquanto conversava com Aomine no caminho, louco para chegar em casa, atropelando-se em seus próprios passos. Na verdade estava morrendo de tesão, quase implorando por mais um beijo daqueles — que vinha com um combo de esfregadas nada sutis, mas muito gostosas.

Tudo era novo para Kagami, que já nem era mais dono de si. Tinha certeza que estava sendo deveras imprudente com sua animação, mas pouco ligava. E daí que estava se agarrando com um cara em um local público? Ou melhor... E daí que estava se agarrando com AOMINE OTÁRIO DAIKI em um local público? Ironizou, sorrindo. Já não ligava mais para isso também. E muito menos para o fato de que provavelmente iriam transar em seu apartamento dentro de minutos!

Mentira... Estava ligando para isso sim. E estava bem nervoso.

— Ei, você ainda não se tornou realmente digno do meu Air Jordan! — O moreno exclamou com a voz acelerada assim que avistaram o prédio de Taiga na outra esquina. — Saiba disso!

— Eu passei por você, está decidido. — Kagami rebateu, sentindo um arrepio cruzar sua espinha ao roçar o braço no dele, acidentalmente.

— Foi trapaça das piores! — Ele soltou uma risada curta e abafada. — Não esperava isso de você, Taiga!

— Pare de chorar, você só se distraiu. Admita que sou foda. — Lançou de forma sarcástica, olhando de canto para Aomine.

— Morra! — Ele o encarou também, estreitando os olhos.

Kagami apenas riu e começou a subir as escadas que davam acesso ao prédio, adentrando as portas grandes de vidro. Perdera as contas de quantas vezes atravessara aquele corredor cor de pêssego com detalhes amadeirados nas paredes — mas em nenhuma delas foi com tanta pressa. Mal cumprimentaram o porteiro emburrado em sua mesinha de canto, e ele não pareceu se importar nem um pouco.

— Elevador! — Kagami verbalizou involuntariamente seu pensamento, olhando para as portas se abrindo com um estalido, à poucos metros.

— Não! — Aomine o parou instantaneamente, segurando seu braço. — Sem chance. Escadas.

— Por...? — Estranhou, olhando para o moreno, que já o puxava em direção aos degraus. A luz amarelada acendeu automaticamente quando começaram a subir.

Ele virou-se e o avaliou por alguns instantes, como se considerasse algo em seus pensamentos. Deu de ombros e disse:

— Sou claustrofóbico!

— Teu cu! — Kagami riu incrédulo, acompanhando-o escada acima. — Sério?

— Verdade! — Ele disse, parando no meio de uma curva na escadaria, empurrando Kagami contra a parede. — E você é a quarta pessoa que sabe disso na face da Terra. Então é bom calar a boca.

— Quanta honra! — O ruivo sorriu de canto, ironicamente. — Quem são as outras três?

— Minha mãe, meu pai e Satsuki. — Aomine murmurou contra seus lábios, passando a língua ali de forma bem sensual. Um novo arrepio desceu para sua virilha naquele momento.

Tudo nublou na mente de Kagami quando sentiu a saliva de Daiki misturar-se à sua, em um novo beijo. O sangue já era bombeado mais uma vez para o meio de suas pernas, e seu corpo se movia involuntária e insinuantemente contra o dele. Era instinto puro, como se já soubesse exatamente o que fazer.

Teoricamente sabia. Assistiu muito pornô gay na vida para ter noção!

Ainda durante o beijo, Kagami sentiu uma das coxas de Daiki afastar suas pernas, para então esfregar-se em seu pênis. Era impossível não soltar um leve gemido com a pressão repentina, afinal, nunca alguém havia encostado ali antes.

Daiki era muito intenso. Ninguém deveria ser assim!

— Você é virgem, Taiga? — Aomine perguntou suavemente contra seus lábios, fazendo-o se arrepiar e até mesmo corar. Sorte que estava um pouco escuro ali, a luz do detector de movimentos apagou segundos atrás.

Sim! Respondeu mentalmente, mas não foi o que verbalizou.

— Faz diferença? — Kagami rebateu com o mesmo tom de voz, enrouquecido por sua excitação.

— Toda... — Ele murmurou provocantemente, descendo a mão com força pela parte interna de sua coxa.

Um novo arrepio subiu dali até seu membro, que pulsava mais intensamente a cada instante. Estava com tanto tesão que sentia inclusive o pré-gozo molhar sua cueca.

— Descobre sozinho e depois me conta! — Kagami sorriu de canto, mal reconhecendo a ousadia de suas próprias palavras. Era sua adrenalina falando, e não sua consciência. No fundo estava muito inseguro.

— Taiga... — Aomine sibilou de forma perigosa e satisfeita, passando de leve os dedos por cima de seu pênis, arrancando-lhe outro discreto gemido. — Vem logo, porque agora eu quero descobrir.

***

~Aomine Daiki~

Já não sabia de mais nada! Taiga era safado demais para ser virgem, mas seu corpo expressava o contrário.

Foda-se, estava ótimo assim! Pensou, puxando Kagami para o local que imaginou ser o quarto dele. Passara por aquele corredor algumas vezes quando fora ao banheiro, e sabia que no segundo cômodo à esquerda havia uma cama. Caso contrário fariam no chão mesmo.

Empurrou-o contra a porta, que chocou-se com um estrondo na parede oposta. Cambaleantes, os dois entraram, ainda durante o beijo, mas não lembraram de acender a luz. Era mais gostoso assim, com a pouca claridade que vinha da sala.

Aquilo estava intenso demais e Aomine praticamente explodia de tesão, passando a mão por cada centímetro do corpo de Kagami — ele era extremamente delicioso. Costas largas, braços fortes, e uma bunda bem gostosa e firme. Parecia ter um pênis grande também, mas ali só encostara sutilmente, na escadaria.

Daiki sentia seu próprio membro pulsar, pedindo urgentemente por alívio. Não era para menos, já havia passado bastante tempo desde quando fizera sexo pela última vez, era normal ficar eufórico. Entretanto Taiga o deixava todo molhado com simples beijos, e isso não era normal.

Aomine nunca se sentiu tão ansioso antes de transar. Já conhecia o procedimento de trás para frente, mas com o ruivo as coisas simplesmente desandavam em sua mente. Era bem mais intenso e excitante... Talvez por terem quase a mesma altura, por ele ser um gostoso que não aparentava ter medo de nada, ou por ele ser o dono da boca mais deliciosa que já beijara na vida. Ou ainda porque estava gostando dele. Não sabia.

Daiki empurrou o ruivo com força em direção à cama, afastando as pernas dele com as mãos, ao mesmo tempo em que subia em seu corpo, como um felino, encaixando-se confortavelmente entre as coxas fortes e grossas.

Kagami o olhava extasiado, apoiando-se com os cotovelos no colchão macio. Não dava para dizer se ele era virgem ou não, pelo menos não ao olhar seu rosto agressivo... Foda-se! Pouco importava. O devoraria inteiro de qualquer forma! Taiga era sua presa agora!

Sem cerimônia alguma, passou a mão com força por cima do pênis do ruivo e realmente constatou que era grande o suficiente. Muita saliva acumulou-se em sua boca, e a curiosidade para sentir o gosto de seu oponente natural tornou-se enorme, mas não o fez... Agora não daria tempo! Talvez na segunda ou na terceira rodada.

Simulou uma masturbação por cima do tecido da calça escura de Taiga enquanto se inclinava na intenção de beijá-lo, mas parou no caminho e apenas o admirou, triunfante. Os gemidos contidos que o ruivo soltava contra sua boca o enlouqueciam, assim como sua expressão excitada.

Finalmente a mão de Taiga começou a se mover de verdade. Os dedos percorriam com força as costas de Aomine, subindo em direção à sua nuca, para então enterrarem-se em seus cabelos. Kagami o puxou para um beijo afoito, e quando as línguas se tocaram, arrepios fortes percorreram todo seu corpo, concentrando-se exatamente no meio de suas pernas.

— Você quer ser fodido, Taiga? — Aomine perguntou ofegante contra os lábios do ruivo, ao mesmo tempo que esfregava-se na virilha dele, simulando o sexo que viria em seguida. O sexo que tanto queria. Com o cara que tanto queria!

Kagami não respondeu de imediato, apenas abriu mais as pernas na intenção de aumentar o contato entre seus corpos, facilitando as estocadas imaginárias do moreno. Foi a vez de Aomine ficar extasiado com a atitude. Ele era imprevisível e bem intenso.

— Quero... — A resposta rouca de Taiga o enlouqueceu. Ele soltava lufadas de ar quente pelos lábios entreabertos, mas os olhos rubros permaneciam fechados em uma última tentativa de autocontrole.

Era tarde demais para isso... Ambos já estavam tomados pelo instinto.

Aomine não pensou duas vezes antes de remover o moletom e a camiseta que Kagami usava. O ruivo cedeu e o auxiliou com movimentos do tronco, o qual ficou exposto assim que atiraram as vestes para longe.

Gostoso. Ele era muito gostoso.

Impulsivo, Daiki desceu a boca para o tentador pescoço em sua frente, mordendo-o e dando chupões fortes na pele clara daquela região, com a intenção de deixar ali suas marcas. Taiga gemeu rouco contra sua orelha e o apertou com mais força, erguendo o quadril para esfregar-se em seu pênis.

Aquele gesto simples e excitante foi o fim de seu autocontrole.

Sem pensar muito mais, o moreno ergueu-se apressado para remover suas próprias blusas, e com as mãos trêmulas começou a tirar a calça de Kagami. Nunca desejou tanto uma pessoa, e via nos olhos rubros que era recíproco... Taiga fitava cada centímetro de seu corpo sem pudor algum.

Tudo nele era gostoso então? Pensou ao ver o pênis dele ser revelado, assim que deslizou a calça e a cueca vermelha por suas pernas fortes. Novamente a vontade de sentir o gosto o invadiu, entretanto faria isso na próxima vez. Sim, teria uma próxima vez, com certeza!

Aomine começou a masturbá-lo com vontade, prendendo ali o olhar por longos segundos. Taiga estava muito molhado e duro, o que facilitava os movimentos de sua mão. Isso sem falar que ele gemia de uma forma deliciosa e discreta, apertando o colchão com força.

— Dai... Ki... — O ruivo arfou e sibilou entre os baixos sons que soltava, fechando os olhos com força.

O moreno arrepiou-se ao ouvir seu nome pronunciado daquele jeito, por ele, naquela situação. Céus, o que era aquilo tudo? Estava com tanto tesão, tão molhado... Como Taiga conseguia? Ele nem mesmo o tocou direito!

Daiki removeu as calças em tempo recorde e inclinou-se novamente sobre o corpo de Kagami. Ambos arrepiaram-se com o contato das peles nuas. Estava tão quente agora... E ficou mais quente ainda quando o ruivo o envolveu, puxando-lhe pelos cabelos para mais um beijo.

Nenhum dos dois parecia se importar com o suor do basquete, a fome, o cansaço ou com qualquer outro detalhe insignificante. Apenas almejavam a mesma coisa: A satisfação. Sem frescuras ou nojinhos.

Ah, ainda tinha a preparação. Droga, o queria tanto... Apressado, Daiki lubrificou o dedo indicador com o pré-gozo de Taiga e cautelosamente o inseriu em sua entrada.

— Devagar, caralho! — Kagami reclamou em voz alta enquanto contraía os músculos de seu corpo, fazendo uma expressão de dor ao encará-lo.

O moreno teve que rir brevemente da reação exagerada, movendo o dedo com mais calma para dentro e para fora. Claro que ia doer, sempre doía. Mas depois ficava bom.

— Quer que eu par-

— Não! — Kagami o interrompeu com um sussurro rouco, puxando-o para mais um beijo urgente e ofegante.

Sabia que o ruivo procurava disfarçar a dor. Ele tentou relaxar o corpo, enterrando as unhas com força na pele morena de suas costas, como se quisesse transmitir por ali o que estava sentindo. Chegava a ser bem doloroso, mas acima de tudo era bom. Daiki tinha esse lado meio masoquista as vezes.

O moreno sorriu de canto contra os lábios de Taiga, e inseriu um segundo dedo vagarosamente, movendo-os juntos para dentro e para fora. O corpo de Kagami protestou de imediato e se contraiu novamente. Precisou de mais alguns segundos para acostumar-se com a sensação.

Era uma cena bem excitante, para falar a verdade. Kagami não era do tipo submisso e isso o agradava. Queria foder Taiga em todas as posições possíveis, ouvi-lo gemer seu nome sem pudor, fazê-lo gozar... Ele era extremamente apertado e quente. Tão convidativo.

Aomine inseriu um terceiro dedo com um pouco de impaciência, fazendo-o arfar e se contorcer mais ainda. Não conseguia afirmar com certeza se ele era virgem ou não... Talvez não fosse. Mas era muito gostoso. E agora era apenas seu!

~Kagami Taiga~

De início o ruivo sentiu um enorme incômodo, acompanhado por uma dor lancinante e intensa, entretanto já se acostumava com isso. Até gostava da ardência, dependendo do ponto de vista que a encarava... E daquele ali estava ótimo!

Daiki movia os dedos com uma precisão tamanha dentro de si enquanto o beijava, e aquilo se tornava cada vez mais prazeroso. Estava deslizando com um pouco de dificuldade no início, mas melhorava e ficava mais intenso conforme seu corpo se acostumava com a sensação.

Só precisava relaxar... E foi exatamente isso que fez.

Os dedos de Daiki enterraram-se mais fundo quando Kagami soltou os músculos tensos, e foi extremamente delicioso quando eles tocaram algum ponto lá dentro. Kagami urrou no ato, verbalizando o repentino prazer que fez suas pernas tremerem.

— Achei. — O moreno sibilou triunfante, atingindo o mesmo lugar com a ponta dos dedos, continuamente. — Isso, fica assim Taiga...

— Ah... — Kagami segurava os gemidos roucos que teimavam em escapar, fechando os olhos com força enquanto ofegava e arranhava as costas do moreno.

Aquilo era simplesmente delicioso. Seus pernas abriam-se automaticamente em busca de satisfação. Agora que ficou bom, queria mais. A dor se esvaía aos poucos e o tesão nublava completamente sua mente.

— Eu quero muito te foder! — Aomine murmurou urgente contra seus lábios, mordendo-os em seguida.

— Então me fode Daiki... — Kagami pediu, abrindo os olhos e deparando-se com os azuis do moreno, à poucos centímetros de seu rosto. Não acreditava em suas próprias palavras, mas era o que seu corpo pedia. — Me fode logo.

Aomine retirou os dedos naquele instante, ainda o encarando boquiaberto, evidentemente excitado e surpreso com seu ímpeto de pedir. Seus olhos azuis estavam irreconhecíveis, só havia desejo ali...

Com movimentos rápidos e precisos, Daiki posicionou-se melhor entre as pernas de Kagami, afastando-as mais ainda com uma das mãos. Taiga arrepiou-se ao senti-lo pressionar o pênis contra sua entrada. Reparou que ele estava bem molhado, e isso o agradou!

— Vou devagar, ok? — O moreno sibilou, encarando-o por breves instantes, como se esperasse algum protesto de sua parte. Recebeu apenas um olhar urgente de Kagami e então sorriu perigosamente, iniciando a lenta e difícil penetração.

O ruivo fechou os olhos e apertou o colchão com força, mordendo os lábios numa tentativa de trancar seus urros ali dentro. Estava doendo pra caralho, mas não demonstraria nem a pau... Não daria o braço a torcer.

— Ah... — Foi a vez de Aomine segurar um gemido, ao invadi-lo aos poucos. — Você é apertado... E tão gostoso... Taiga.

Kagami abriu os olhos lacrimejantes ao ouvir aquilo, um pouco surpreso e envergonhado. Não conseguiu encará-lo por muito tempo, por isso olhou para baixo e viu o membro de Daiki sumir aos poucos dentro de seu próprio corpo, até entrar completamente. Era uma cena muito gostosa e excitante, apesar da dor. Foi impossível não gemer quando o sentiu atingir justamente aquele ponto que o fazia delirar.

— Vai... — Kagami pediu com a voz necessitada e rouca, atirando a cabeça para trás ao ter novamente a dor sendo quase completamente substituída por pura satisfação. Era muito melhor assim, mesmo com aquela leve ardência, que também era boa.

— Taiga... — Daiki murmurou satisfeito, movendo-se lentamente para frente e para trás, mordendo os próprios lábios.

Kagami estava fazendo o impossível para manter-se em silêncio, mas o prazer que sentia era enorme e os gemidos quase vinham contra sua vontade. O pênis de Aomine deslizava para fora e para dentro de um jeito muito gostoso. Cada nova estocada era mais precisa que a outra, atingindo continuamente o ponto que o fazia quase gritar de tesão. A dor acabou sendo esquecida rapidamente...

Aomine o olhava de cima, segurando uma de suas pernas para o lado, procurando mais espaço para se mover. Já a outra mão estava presa nos fios ruivos, puxando-os com certa força, para que os lábios de ambos se tocassem. O beijo era intenso, mas constantemente entrecortado por ofegos de ambos os lados.

Sexo era algo indescritivelmente bom! Essa fora a sua conclusão. Taiga simplesmente estava fora de si. Era como se pudesse assistir a cena de outro ponto de vista, ao mesmo tempo em que desfrutava da melhor sensação do mundo.

— É gostoso? — Aomine perguntou retoricamente contra seus lábios, com a voz rouca, estocando com mais força ainda.

Kagami nada respondeu, não conseguia falar. Apenas abriu os olhos e concordou com um movimento de cabeça, encarando os olhos intensos e azuis em sua frente. O moreno sorria de canto, e aquilo apenas deixava o ruivo mais excitado ainda.

Daiki era extremamente confiante... E delicioso.

A boca de Aomine foi em direção ao seu pescoço, depositando uma mordida leve e sensual ali. Qualquer coisa era motivo para Kagami quase gemer, mas ao invés disso apertou as costas de Daiki e fechou os olhos com força.

— Pode gritar, sei que você quer! — Aomine murmurou em seu ouvido de forma pretensiosa, arfando enquanto enterrava-se cada vez mais em seu corpo, com movimentos constantes e firmes.

— Convencido de merda... — A voz de Taiga saiu rouca e falha. Ambos riram um pouco.

— Geme pra mim! — Daiki pediu novamente em seu ouvido, provocante, descendo a mão até seu pênis e começando uma lenta masturbação.

— Ahn... — O ruivo conteve outro gemido ao sentir a pele sensível ser estimulada. Droga, era tão bom!

O misto de sensações o levava próximo ao nirvana. Seus olhos se reviravam e os lábios ficavam levemente entreabertos — do contrário não conseguiria respirar direito. Sentia o corpo desobedecê-lo, até quase não aguentar de tanto tesão.

— Vai Taiga, chama meu nome... — Aomine sibilava com a voz rouca e excitada em sua orelha, passando a língua ali sem pudor algum.

Kagami não conseguia falar nada, os movimentos do quadril de Daiki o enlouqueciam e o distraiam demais. Variavam entre estocadas retas e sutis rebolados, preenchendo e estimulando todo seu interior apertado. Era tão gostoso, ainda mais com aquele barulho dos corpos úmidos se chocando.

Daiki fodia muito bem, bem pra caralho... Aff, que merda de pensamento... Mas era verdade. Não precisava enganar ninguém, nem a si mesmo. Sabia que estava gostando, e não era pouco!

— Vai... — O ruivo rosnou de leve, entre dentes. Queria mais, queria tudo!

— Isso, geme pra mim. — O moreno murmurou satisfeito, soltando lufadas de ar quente contra seu pescoço, mordiscando sua pele mais uma vez.

Aomine diminuiu drasticamente o ritmo de seus movimentos, repentinamente. Parecia apenas querer provocar. Ele queria que Kagami gemesse, que se soltasse, mas aquela velocidade chegava a ser tortura. Sentia o pênis dele penetrando-o de forma extremamente lenta, poderia desmaiar ali mesmo com as sensações.

— Daiki... — O ruivo murmurou em protesto, apertando-o ainda mais contra si. Não aguentava desse jeito, teria que ceder.

— Me pede Taiga... O que você quer? — O moreno perguntou eroticamente, aumentando lentamente a velocidade e a força das estocadas, sorrindo e arfando contra seu ouvido. Ele fazia de propósito.

Impaciente, o ruivo desceu as mãos trêmulas pelas costas fortes e suadas de Daiki, sentindo cada músculo tenso em seu trajeto. A pele dele era tão quente, e exalava um cheiro gostoso de homem, de sexo... Quando Taiga finalmente chegou em suas nádegas, segurou-as com firmeza e começou a trazê-las em sua direção, fazendo força para que ele o penetrasse mais fundo, do jeito que queria.

— Taiga...? — Aomine arfou contra seu ouvido, levantando o rosto para encará-lo, incrédulo e surpreso com sua ousadia.

— Vai se distrair de novo? — O ruivo ofegou com um meio sorriso irônico, subindo a mão novamente por suas costas, enterrando os dedos em seus cabelos azuis. — Me fode, Daiki!

Ele ficou realmente surpreso! O ruivo sorriu internamente, fitando cada detalhe do rosto em sua frente.

Aomine ficava extremamente sexy com os lábios entreabertos, levemente inchados e umedecidos pela saliva. Não havia mais aquela carcterística ruga em sua testa, apenas suas sobrancelhas levemente franzidas, evidenciando sua satisfação, e alguns fios de cabelos suados grudando em sua pele. Daiki era outra pessoa naquele momento, mas o sorriso de canto permanecia. Sempre provocante e magnético.

— Eu nunca me distraio! — Ele murmurou perigosamente, colocando uma de suas pernas por cima dos ombros, aumentando automaticamente a força das estocadas...

Bem do jeito que Kagami queria. Do jeito que o fazia quase gritar de tesão.

~Aomine Daiki~

Animais. Era exatamente isso que pareciam naquela cena. Ambos suados, ofegantes, se encarando de forma intensa e até agressiva, exalando o cheiro forte e másculo do sexo, movendo-se de forma viciante e sincronizada, com os corpos colados... E era apenas a primeira vez!

Nunca achou que teria tanta liberdade no sexo com Kagami Taiga, teve até direito de provocá-lo, para não perder o costume. Sinceramente, não esperava o contrário da pessoa responsável pelo melhor beijo de sua vida... Com certeza seria o melhor na cama também. Ele era imprevisível e intenso.

Aquilo tudo estava tão gostoso! Ele era tão apertado, gostava de ser fodido com força... Chegou a pedir! Taiga o enlouquecia e nem fazia ideia do quanto isso era perigoso!

O pênis de Kagami gotejava em seus dedos, mas Aomine não cansava de estimulá-lo. Os raros gemidos roucos do ruivo eram seu prêmio, tão excitantes... Principalmente quando seu nome surgia ali no meio. Era uma certeza de que ele o pertencia, pelo menos naquela noite.

Não iria demorar muito para gozar, mas Taiga também não parecia ir longe. Já o sentia cada vez mais apertado, esmagando seu pênis, e sua perna tremia contra seu ombro. Dez segundos no máximo...

— Vai Taiga, goza para mim! — Daiki pediu, imperativo, curvando o corpo para beijá-lo nos lábios, ao mesmo tempo que aumentava a velocidade da masturbação.

Aomine estocou-o mais duas, três, quatro vezes, com força, até ele finalmente gozar.

— Daiki! — Taiga rosnou contra seus lábios, tendo espasmos involuntários enquanto apertava suas costas com mais força ainda, enterrando ali suas unhas. Com certeza no dia seguinte teria diversas marcas para contar a história.

— Isso... — Aomine sorriu triunfante, vendo e sentindo os jatos de gozo quente atingirem seu queixo e seu tórax. Era um incentivo para meter mais forte ainda.

— Ah! — Ele urrou, rouco, atirando a cabeça para trás, desistindo de segurar a voz. Seu rosto era a verdadeira personificação do orgasmo: Olhos fechados, sobrancelhas levemente franzidas, lábios trêmulos, saliva escorrendo sutilmente pelo canto da boca entreaberta... Extremamente delicioso e entregue.

Meu caralho, como ele é gostoso... O moreno pensou, mordendo os próprios lábios. Com certeza o aperto em seu pênis e a visão do ápice de Taiga aceleram seu próprio gozo. Rapidamente, Aomine removeu seu membro de dentro de Kagami, ajoelhou-se e começou a se masturbar, mirando no corpo nu em sua frente.

— Ah... Tai... Ga. — Foi a vez de Daiki gemer alto e fechar os olhos, sentindo seu próprio líquido jorrar na direção de Kagami.

O orgasmo era simplesmente uma das melhores sensações da face da Terra, e aquele estava sendo um bem — BEM — intenso. Sentia o calor subir por suas pernas e espalhar-se por todo seu corpo, até às bochechas, como se fossem descargas elétricas atingindo suas células, uma por uma, em questão de segundos.

— Daiki... — Ouviu Taiga sibilar discretamente, por isso abriu os olhos ainda durante os últimos espasmos.

Aomine flagrou-o lambendo os lábios trêmulos e sujos de seu sêmen, na intenção de provar o gosto. Foi extremamente erótico! Kagami não tinha ideia do quão sexy ficava ao fazer aquilo... Daiki soltou uma última arfada, ainda mal acreditando na cena. Foi um bônus final.

Ok, ele não era virgem. Era safado demais para isso... Sorriu com o pensamento, sentindo o corpo amortecer-se aos poucos.

— Caralho, Taiga! — Murmurou satisfeito e ofegante, caindo pesadamente na cama, ao lado dele, fazendo o colchão balançar.

Seu corpo estava mole, suado e ainda tinha leves e discretos espasmos. Foi simplesmente a melhor transa de sua vida. Precisaria de mais disso! Taiga era tão gostoso... Sem frescuras ou pudor. Queria ele para si!

Entretanto agora vinha a parte em que Aomine não se dava muito bem: O pós-sexo... Geralmente ficava aquele silêncio desconfortável, na espera das palavras bonitas e cheias de significados que não era capaz de dizer. Não ainda.

— Uau... Isso foi... Foda... — O ruivo riu nervoso e trêmulo, passando a mão de forma desajeitada em seu próprio tórax, para limpar o gozo de ambos.

— Foi! — O moreno sorriu de canto, agradecendo mentalmente por Taiga não ser do tipo "menininha carente", em busca de afagos e amorzinho. Dez pontos para ele depois dessa.

— Mas... Como a gente veio... Hm... Parar aqui mesmo? — Ele perguntou com a respiração pesada, um pouco bobo, fitando o teto.

— Não sei bem certo... — Daiki riu, fechando os olhos por longos segundos em busca da resposta, mas desistiu de encontrá-la. Tinha medo, na verdade. — Só sei que você decididamente não era virgem.

— Claro que eu era! — Kagami rebateu com um tom ofendido, parando o que estava fazendo para olha-lo de forma acusatória.

— Tsc, eu duvido Taiga! — O moreno riu e virou o rosto, incrédulo, ao mesmo tempo em que puxava a coberta por cima do corpo. O frio já se manifestava. — Du-vi-do!

— Acredite se quiser, idiota! — Ele rebateu, também cobrindo-se. — Eu sei que eu era, você que se dane!

— Puta merda, sério mesmo que tirei sua virgindade Taiga? — O moreno sorriu de forma afetada e surpresa, girando o corpo na cama para olhá-lo de frente.

—Sim! — Kagami disse com um leve sorriso ao encará-lo de canto, dando de ombros como se fosse algo corriqueiro. — Terei que me conformar com isso daqui pra frente!

A resposta o agradou, e a forma como ela foi dada também. Taiga fazia exatamente o seu tipo. Eram muito mais parecidos do que imaginava...

— Então agora vem a pergunta clássica. — Disse divertido, puxando-o suavemente pelo queixo. Usou o tom mais teatral que conseguiu. — Foi bom para você?

— Ah, vai se foder, Daiki! — Kagami riu da pergunta, estapeando sua mão e mostrando os caninos pela lateral dos lábios.

— E será que você vai conseguir andar amanhã? — O moreno continuou, fingindo preocupação, ainda usando o mesmo tom teatral. Gostava de vê-lo sorrir.

— Vai ficar me zoando, seu miserável? — Kagami estreitou os olhos.

— Não estou te zoando! — Aomine riu, desviando do golpe que estava prestes a receber na orelha. — Verdade... Amanhã vai doer.

— Vou conseguir andar muito bem, obrigado. — Taiga franziu a testa, virando-se novamente para o teto, nitidamente cansado.

— Veremos! — O moreno lançou, encostando discretamente a perna na de Kagami. — Mas basquete você não vai conseguir jogar. Fique certo disso.

— Você é muito convencido, sabia? — Kagami exclamou de forma divertida e inconformada, virando o rosto novamente. — Pare de se achar o cara mais pauzudo do mundo!

— Do mundo não, mas eu sei que sou bem pauzudo! — Aomine disse confiante. — E agora você também sabe.

—Você é bem insuportável, isso sim! — Kagami mostrou novamente os caninos, mal contendo a risada. — Sério, dá vontade de te socar inteiro. É arrogância demais para uma pessoa só!

— Ah... Mas você gosta! — Aomine sorriu de canto, provocando.

— Pff, acho que não! — Kagami respondeu em tom de deboche, erguendo as sobrancelhas e encostando discretamente em sua mão, com os próprios dedos.

—Você sabe que sim! — O moreno disse em voz baixa, encarando-o com o meio sorriso de sempre. — Sou seu maior ídolo, Taiga!

— Vai tomar no seu cu, Daiki. — O ruivo rebateu de forma divertida e irritada ao mesmo tempo, estreitando os olhos e chutando-o por debaixo das cobertas.

Aomine precisou rir da reação, mas realmente doeu. Essa com certeza foi a vez que mais se sentiu confortável após transar com alguém. Taiga estava sendo o melhor em muitas coisas! Dez pontos por isso...

E mais dez pontos pelo beijo que roubou alguns minutos depois. Daiki realmente gostou.

***

~Kagami Taiga~

O ruivo despertou lentamente, pois o constante barulho do celular vibrando começava a incomodar. Troço chato, já era a terceira vez. Kagami começou a procurar o dispositivo com os olhos semicerrados, mas ironicamente ele parou de tocar naquele segundo. Parecia sacanagem.

Com um suspiro sonolento, Kagami abriu melhor os olhos e começou a vagarosamente perceber as coisas ao seu redor. Abraçava confortavelmente seu travesseiro, deitado de bruços na cama — como sempre —, porém a porta do seu quarto estava aberta, permitindo que a fraca claridade da sala adentrasse o cômodo. Estranhou, pois sempre a matinha fechada, e muito bem fechada.

Ah sim, tinha um pequeno detalhe ali chamado Aomine Daiki. Ele era claustrofóbico, por isso a porta estava aberta.

Provavelmente acabaram dormindo enquanto conversavam... Constatou, virando o rosto minimamente para olhá-lo. Sem sucesso. Ele fazia um peso enorme, largado de qualquer jeito sobre seu corpo como um boneco de pano, em algo parecido como um abraço. Folgado uma vez, folgado sempre! Mas era bem confortável.

Kagami sentia a lufada de ar quente em sua nuca, junto com o ronco baixo e grave preenchendo o silêncio de tempos em tempos. Era quase íntimo demais... E estavam sem roupa, porra! O ruivo sentiu um calor subir pelo rosto ao perceber aquilo, engolindo em seco.

Transara com ele há algumas horas? Sim, transara com ele há algumas horas. Ok... Perdera sua virgindade de forma épica, com seu maior rival no basquete. Mas tudo bem, foi simplesmente muito bom... Foi bom pra caralho. Foi putamente bom!

Mas e agora? Como seria agora? Bem, as coisas permaneciam iguais, tirando o fato de que se beijavam de vez em quando e que agora estavam dormindo abraçados — e pelados. Isso não era 100% natural, mas tampouco era ruim. Não quando estava gostando dele...

A vibração recomeçou, tirando-o de seus devaneios entorpecidos pelo sono. Impaciente, Kagami olhou para a calça jogada de qualquer jeito no chão, e viu a luz da tela transparecer pelo tecido. Desvencilhou-se com cuidado de Aomine e esticou o braço para pegar o aparelho.

— Alô? — Atendeu sem olhar a tela, mas se arrependeu amargamente ao notar que aquele era o celular de Daiki, e não o seu. O modelo era o mesmo.

— Aomine Daiki, quero você em casa em vinte minutos, ouviu bem? — Uma voz feminina, autoritária e irritada soou do outro lado da linha.

— Oi? — O ruivo arqueou as sobrancelhas, despertando de vez com a bronca. E nem era para ele...

— Onde você está? — A voz da mulher continuou. Provavelmente era a mãe dele. Constatou que sim olhando para a tela. — Sabe que já são quase 23h? Ou já esqueceu que amanhã você tem aula? Você é sempre tão irresponsável Daiki! O que está fazendo?

— Ãhn, não é o Daiki. — Murmurou sem graça, dando um chute no moreno atrás de si, para que ele acordasse. — Vou chamá-lo. Hmm... Só um minuto.

Afastou o celular da orelha antes que ficasse um clima chato, e tapou o bocal da fala com o polegar. Virou-se e se deparou com o moreno dormindo profundamente, como se nem tivesse levado um coice nas canelas segundos atrás. Só podia ser piada.

— Oe, acorda idiota! — Chamou, dando tapas contínuos em seu rosto imóvel.

— Hm... — Ele resmungou, franzindo as sobrancelhas e abraçando-o com força.

— Francamente. — Kagami bufou com a falta de reação, puxando os fios azuis com força. — Acorda Daiki, sua mãe está no telefone.

— Mãe... — Ele murmurou, abrindo preguiçosamente os olhos.

— Sim, sua mãe! — O ruivo riu, agitando o celular ao vê-lo piscar devido à claridade da tela.

Ele estava muito sonolento quando esticou o braço e pegou o aparelho. Com uma paciência digna de monges tibetanos, Daiki colocou o celular em seu próprio ouvido e virou-se de barriga para cima na cama.

Preguiçoso de merda! Divertiu-se com o pensamento.

— Mãe?

Kagami deitou-se novamente de bruços e ouviu a voz feminina e abafada soar pelo alto-falante do telefone, às suas costas. Apenas por aí já sabia que ela estava dando uma bronca fodida em Daiki. Teve que se concentrar um pouco para não rir, mas como ainda estava sonolento foi fácil.

Aomine falava calmamente no telefone, mas não inventou desculpas — apenas ocultou alguns fatos. Disse que logo iria para casa, pois pegara no sono no apartamento de um amigo. Tudo verdade... Afinal, eram amigos de fato. Amigos que transavam como animais nas horas vagas.

— Saco... — Ele resmungou com a voz arrastada, desligando e jogando o celular para qualquer canto.

Sem cerimônia alguma, virou-se e abraçou Kagami novamente, mas agora com mais firmeza, como se fosse um gesto super normal. O ruivo gelou no ato e arrepiou-se sutilmente com o contato de suas peles, principalmente quando ele passou a perna por cima das suas. Era íntimo demais, porra. E ainda estavam pelados! Pe-la-dos!

— Está dormindo? — Ele sussurrou contra sua nuca, esquentando o local com o hálito.

— Não... — Kagami respondeu com o mesmo tom de voz, engolindo em seco ao sentir o indicador dele subir suavemente pela curva de sua coluna.

— Eu preciso ir para casa. — Daiki roçou os lábios sutilmente em sua pele enquanto falava.

— Eu sei, sua mãe deixou bem claro para mim! — Kagami tentou utilizar o artifício da graça para fugir da situação. Não funcionou. A mão dele insistia em subir por seu corpo, mas agora espalmada e fazendo uma gostosa pressão em sua pele. Era tão bom...

— Mas eu não quero ir agora. — Ele murmurou, dando um leve chupão em sua nuca.

Kagami não soube o que responder de imediato, estava ficando excitado novamente e Daiki percebeu. Qualquer um perceberia. Não era o cara mais discreto da face da Terra — e nem procurava ser, para falar a verdade.

— Nesse caso você deveria ficar. — Respondeu por fim, sentindo o pênis de Daiki endurecer insinuantemente contra suas nádegas. Foi impossível não sorrir discretamente.

— Eu quero foder você mais uma vez, Taiga! — Aomine sussurrou de forma repentina e pretensiosa, arranhando sua coxa com uma leveza nada condizente com a cena.

O ruivo engoliu em seco e virou apenas o tronco e o pescoço. Precisava olhar nos olhos dele depois daquilo — descobriu que gostava de ver a face do moreno quando ele sentia tesão. Era seu próprio afrodisíaco.

Daiki era persuasivo e sexy demais, nem parecia estar dormindo profundamente há minutos. Ninguém deveria ser assim! Já sentia o pênis dele encostando sutilmente em sua entrada, chegava a ser levemente torturante. Com certeza o queria mais uma vez também, por mais que ainda estivesse doendo um pouco.

— Então me fode! — Kagami murmurou simplesmente, roçando suavemente os lábios de ambos.

Pareciam tão... próximos. E não apenas fisicamente. Era estranha a enorme liberdade que começava a ter com ele, mas era bom também. Droga, gostava mesmo de Daiki para permitir um negócio desses.

— Você sabe que agora é meu, não sabe Taiga? — Ele perguntou contra seu lábio, puxando-o pelo quadril e afastando suas coxas.

— É a segunda vez que você me diz isso hoje. — Kagami riu de canto, arrepiando-se ao perceber a forma erótica que ele o conduzia, na intenção de encontrar uma posição confortável para ambos. Estava conseguindo. — Eu não sei de nada.

— Então é bom que saiba! — Ele disse com um meio sorriso, pressionando o membro contra seu corpo, iniciando mais uma vez a penetração. — Você é meu, Taiga!

— E você é meu, Daiki! — Kagami respondeu com a voz grave e tremida, fechando os olhos com força ao ser beijado, ao mesmo tempo em que sentia o pênis dele deslizar para seu interior, preenchendo vagarosamente seu canal.

O ruivo estava desfrutando novamente da melhor sensação que já provara na vida.

E não se referia apenas ao sexo.

Notas finais
Há, o primeiro lemon da fic /o/ Gostaram? Hein? Hein? Me contem aí nos comentários xD Foi bom para vocês? Para eles foi, eu acredito... Hahahahahah! A musiquinha para esses dois pervertidos gostosos tesudooooos - Animals, Maroon 5: https://www.youtube.com/watch?v=7BJ3ZXpserc ~Sugiro que vejam a letra (transformem tudo para o gênero masculino, ok): http://www.vagalume.com.br/maroon-5/animals-traducao.html Huhuuh! Espero que tenham gostado xD O próximo capítulo vai ser um pouquinho mais denso, então esse aqui foi bem light para nosso deleite (sim, eu amo escrever cenas de sexo, huhuhu) o/ Conversaremos mais nos comentário, ok? Beijãoooo da Lana-chan e OBRIGADAAAA por chegarem até aqui /o/ Amo vocês! ;**************************************************