Ligadas pelo destino

41 Capítulo 41 - Game Over


Notas iniciais
Oi gente. Bom, aqui é a namorada da Jhenne *-* Ela tem andado muito ocupada, teve que viajar e está fora de casa. Como tenho mais tempo que ela (digamos assim) me dispus a postar em seu lugar. Peço, de antemão, mil desculpas pelo tempo em que minha princesa ficou sem postar. A vida dela é bem cheia de coisas. Espero que todos apreciem a leitura. Kiss, kiss.

Pov On Quinn

Quando tudo começou, eu me sentia o centro do universo. Meu padrasto me criou de uma forma que criança nenhuma deveria ser criada: Onde o que você quer, não há melhor forma que a trapaça e o senso mesquinho de agir do ser humano não resolvessem para que o êxito fosse obtido acima disso.

Minhas habilidades não simplesmente vieram do alto escalão de super agentes que meu pai colocou a meu dispor em nossa base secreta para que me instruíssem e me fizessem alguém útil. Não... Absolutamente não vieram. Só foram um bom adicional para que meus conhecimentos fossem ampliados e me tornassem a agente de infiltração, exploração, desenvolvimento e desarmamento de certas tecnologias mais centrada e propensa ao êxito que a Inglaterra já expeliu de suas entranhas insidiosas.

De início esse era o meu grande plano de vida: Ganhar dinheiro... Ficar com David... Ganhar mais dinheiro ainda da maneira suja que meu “pai” de criação havia me ensinado a ganhar e ser feliz com meu “príncipe encantado". Agora rio com tal sandice! Tola, Fabray... Ou Fabray cabeça oca! Era do que Santana me chamaria se escutasse tal reflexão.

Primeiro que ninguém consegue viver eternamente na mentira... Engana-se quem pensa o contrario. Como dizem... Mentira tem perna curta... Prazo de validade. Digo isso por experiência própria. Eu vivi uma mentira por quase 19 anos de minha vida. Muito mais da metade da minha existência, o que muito me deixa desgostosa. Perdi muita coisa que agora me faz falta. Principalmente a chance de ser feliz com quem eu realmente amava e me ama de volta numa força tão descomunal, que foi capaz de dar sua vida por mim. Alguém que sequer vale a pena tal sacrifício. Santana me foi tudo que eu precisava sem ao menos pedir ou esperar por isso. Alguém tão bom e linda de espírito, se dando por alguém de um passado tão podre que ainda me queima as narinas no teor doloroso e cruel do saber das forças que separam o bem, do diabólico ao extremo.

Deitada a cama de minha amada, eu me perco em pensamentos outrora dolorosos sobre tudo que já fui e fiz, coisas sujas e impróprias que pra mim era o certo e majestoso da questão, onde agora, na convivência com meu amado pai, me fizeram entender o contrario, o que ainda muito me atormenta a consciência. Lembro-me de tudo que David me fez sentir... Da ilusão infeliz que me fez achar que aquele ser inescrupuloso e mesquinho de fato era o homem que eu queria pra mim... A outra metade do meu coração.

–Eu fui tão tola! – Levei a mão ao rosto e balancei a cabeça em desaprovação. – Creio eu que não sou tão digna de perdão, que minha amada se foi e eu continuo aqui nesse lugar, sofrendo a míngua de meus erros. – Olhei para o alto e imaginei o rostinho de minha latina desenhado naquele teto, com seu sorriso de covinhas evidentes, tão tenro, que sempre me fazia suspirar apaixonada... E eu suspirei no sofrer de minha imaginação. De repente, um sorriso acentuou meus lábios rosados. Tudo nela me encantava... Tudo. Quando me veio à cabeça aquele jeito torto de ser, minha vontade foi de rir... E eu ri forte, lembrando-me de suas “topeiragens” características e isso pra mim foi tão gostoso. Como se eu pudesse ouvir sua gargalhada próxima, bem perto do meu ser. Então, do nada meu riso e sorriso foi engolido por uma cachoeira de lágrimas desesperadas. Soluços e mais soluços tomaram minha garganta e eu pus a mão na boca na tentativa frustrante de abafá-los. O travesseiro ao lado exalava o cheiro embriagante daquela que já me amou de um jeito tão gostoso nessa cama que eu repouso meu corpo cansado, quase desfalecendo de desilusão.

Então, ao puxar o travesseiro com força pra meu peito, o choro se tornou mais forte... Mais desesperado a tanto que minha cabeça ameaçou doer muito forte.

–Oh meu amor, por que você se foi? – Solucei, cheirando forte seu travesseiro, como se pudesse tira-la dali de dentro. Abracei-o contra meu peito novamente e fechei os olhos por um instante. Quando eu fazia, era como se eu pudesse tê-la ao meu lado agora, bem pertinho do meu corpo... Sua respiração tocando em meu rosto, acalentando meu ser e ninando minha alma. Queria tanto estar com ela agora... Seria morrer, uma saída pra isso? Mordi o canto de meus lábios e tal pensamento fez algo me embrulhar o estômago... Foi então que me lembrei de algo — Sua mamãe é uma burra, não é, bebê? – Deus... Eu estava grávida! Grávida da San... Tinha um pedaço da mulher que amo crescendo dentro de mim, querendo viver. Não deveria estar pensando em coisas desse tipo. E Beth? Deus, eu sou tão desprezível – Hey... Mamãe esta aqui, bebê... E vai te amar mais que tudo no mundo. Como sua mamãe San me amou e a sua irmãzinha Beth. – Enxuguei minhas lágrimas, lembrando-me da minha bebê. – Deus... Como será que Beth vai reagir? – Beth sempre me foi tão compreensiva, mas e quanto a isso? Não estou simplesmente lhe dando uma boneca ou um brinquedo qualquer e sim um irmão ou irmã – Hey, pequeno, será que sua irmãzinha vai gostar de você? – Acariciei minha barriga com o polegar por cima do vestido florido que eu usava e sorri tenra. – Céus, o que estou dizendo? Quem não irá gostar de você, hum? Será tão lindo, tão doce. Deus, se você puxar a San vai ser tão perfeito! – Deslizei a mão pela barriga e a repousei, espalmada, um pouco abaixo do meu umbigo, bem no meu ventre. – Preciso proteger vocês, meus filhos... Não tenho ideia do que fazer agora, mas prometo lutar por você e Beth. As coisas estão difíceis, podem e vão piorar, mas eu juro pela alma da sua mamãe San que eu vou proteger vocês. Não importa o que eu faça. Mesmo sendo tão difícil criá-los sem você, San. E Beth? Como ela ficará com isso? – Parei um instante, de olhos arregalados. – Meu Deus... Minha filha!

~•~

Logo me recompus e me pus a descer as escadas correndo. Com essa confusão toda havia me esquecido de procurar saber como estava Beth a essa altura do campeonato dentro do quarto de treinamento secreto de Santana. Por sorte eu havia decidido trocar meu salto por uma sapatilha bem mais confortável, porque meus pés estavam um pouco inchados, então me deu mais liberdade pra correr. Eu nem deveria estar descendo a essa velocidade na escada enorme que tinha na casa Lopez, no entanto, a ocasião me pedia isso, pra ser rápida.

Iria passar correndo direto pela sala, na tentativa de que nenhum agente me parasse no caminho e me atrapalhasse na tentativa de achar minha bebê, porém, ao ouvir risos vindo da cozinha e a vozinha fina de minha menina soar lá de dentro, eu freei mudando de direção. Entrei com tudo pela cozinha, dezenas de pares de olhos tiraram sua atenção de onde estava para me fitar com intriga. Beth estava sentada no colo da loira petulante, Brittany alguma coisa que não me interessava, e a mesma ria de algo que minha filha lhe contava.

–Beth?

–MAMA!!! – Beth saltou do colo da agente que surgiu do nada, e correu até mim, onde me agachei para pegá-la no colo e abraça-la forte contra meu peito, – Mama, senti muito sua falta. – Ela fungou contra o meu pescoço e apertou o quanto pode meus ombros em um abraço de muita saudade. Ela parecia um filhotinho amuado e dengoso.

–Oh, minha filha... Só Deus sabe o quanto senti sua falta também. Estava tão preocupada com você naquele lugar, nessa confusão e... Deus, você não deveria ter saído do esconderijo, Elizabeth!

–A culpa foi minha, Quinn. – Kitty levantou-se do sofá onde estava abraçada ao marido e veio até mim. Só agora pude notá-los aqui. Nilo estava com uma aparência muito abatida, os olhos inchados denunciavam horas de choro a fio. Meu coração apertou por vê-lo nesse estado. Balbuciei um “tudo bem?" e ele deu de ombros pra mim, deixando a cabeça cair no braço do sofá, vencido. Ali não era o Danilo Lopez que conheci, alegre, valente, forte... Deu simplesmente o lugar a um homem rendido ao desespero. – A pequena queria muito te ver, Q... Estava desesperada. Chorava demais, sem falar na dona Maribel que quase teve um troço lá dentro. É a casa dela há anos, né?

–Tudo bem, Kitty... Mesmo assim lhe agradeço por ter cuidado delas pra mim.

–São minha família também, loira da San. – Eu lhe sorri tenra e ela retribuiu igual. Eu já tinha muito carinho por aquela maluquinha. Descobri cedo do por que da San gostar tanto dela. Era a única mulher que eu nunca tive ciúmes da minha namorada, apesar das brincadeiras loucas das duas.

–Não sabia que tinha uma filha, Fabray. – Brittany nos interrompeu, levantando-se e vindo até nós. Kitty voltou para o marido. – Quem dirá uma tão fofa e educada.

–Obrigada, mas eu não devo satisfações de minha vida pra você. – Ela fechou o semblante.

–Claro que sim. Sou a autoridade superiora aqui, então me deve respeito.

–Não, você acha que é. São ideias divergentes. – A loira riu debochada.

–Iludiu a San pra conquistá-la com esses argumentos petulantes e sem educação?

–Não, só fui mais inteligente que você, que passou um bom tempo ao lado dela e só conseguiu o quê, uma transa? – Foi minha vez de rir debochada pela cara de desagrado que ela fez. – Desculpe querida, mas isso no meu dedo prova que consegui o que seu jeito de vadia atirada não chegou nem perto. – Mostrei a aliança de noivado e ele se enfureceu.

–Ah é? Larga a menininha que eu te mostro quem é a vadia aqui! – A agente ameaçou se aproximar e eu recuei alguns passos. Não por medo, mas eu tinha minha filha no colo, assustada e sonolenta. Notei um ser branco e ruivo se colocar entre nós. Era Rob.

–Vai com calma aí, senhorita... Se agredi-la, causará uma grande guerra aqui dentro nesse campo minado que estamos. Nosso inimigo é outro e ele está lá fora esperando que a gente falhe aqui e seja destruído.

–Eu sei, mas ela me provocou. – Brittany apontou pra mim, acusativa.

–Desculpe por isso. Ela não fará mais, não é, Q?

–Não prometo nada. – Respondi, dando de ombros como se aquilo não me importasse nem um pouco. Beth estava quase dormindo no meu colo.

–Quinn Fabray! — Rob ralhou e eu bufei, resolvendo ceder, pro bem da minha família.

–OK, me desculpe- disse sincera e Brittany respirou fundo, passando a mão em seus cabelos mais loiros que os meus.

–Tudo bem... Peço desculpas de igual forma.

–Perfeito! Agora deem as mãos.

–NEM PENSAR! – Dissemos as duas ao mesmo tempo e nos encaramos em confronto. Rob rolou os olhos.

–Meninas, por favor. Já não basta tanta guerra ao nosso redor? – Rob respirou fundo, cansado e contrito. – Pela San. – Nesse momento, com a vozinha triste e penosa de Rob tocando no nome de Santana, Brittany e eu nos mergulhamos em uma reflexão dolorosa em que ambas pareciam se segurar para não desabar bem ali no choro.

–Ela odiava briga. – Eu disse, acariciando os cabelos de minha bebê, agora adormecida.

–Concordo com o Ruivinho. – A agente então me estendeu a mão. – Chega de guerra... Inimigo do meu inimigo é sem dúvidas meu amigo.

–É... Preciso mesmo de uma trégua. – Selei nossas mãos em um aperto amigável. – Você sabe que eu ainda vou te odiar por ter dormido e tentado dormir de novo com a minha noiva, não é?

–Sei... E você tem noção de que farei tudo para te ver atrás das grades, certo?

–Só se me pegar primeiro. – Sorri cínica e ela retribuiu enquanto ainda balançávamos as mãos.

–Pois corra bem rápido, ok? Sou boa no que faço.

–Nem vai ver meu rastro. – Voltei a mão da dela e a mesma fez um gesto cordial com a cabeça e se pôs a sair, mas antes virou-se e expôs.

–Eu gostava dela... De verdade.

–Eu sei. – Senti aquela pontada de ciúmes no peito chegando, mas controlei. – De alguma forma ela gostava de você também.

–Sim, mas escolheu você. – Me lançou um olhar triste e saiu.

–Eu sei. – Disse só pra mim, perdendo o olhar em Kitty consolando o marido, onde agora eles trocaram um beijo tão bonito, demonstrando nele todo seu amor. Acabei sentindo falta da San me beijando assim. – Ela me amou até o fim.

“Eu te amo, amor!”

Flashs do momento da sua morte me tomaram e eu fechei os olhos, triste, deixando cair algumas lágrimas de sofrer e saudade.

–Até o fim.

Pov Off Quinn

~•~

Base secreta de Carter

–Mais?

–Ok, puxem mais! – Seis agentes de Carter, três de cada lado, seguravam cada um o pedaço do cabo que lhe cabia para manter Scorpius erguida à uns seis ou sete metros de altura. Seus pés estavam apoiados em alças de couro, que conforme eram puxadas, suas pernas ficavam perfeitamente abertas, melhor que um espacate.

–Mais, seus vermes! – Ela ordenou com perfeita arrogância, apertando mais forte ainda as alças que vinham do teto, as únicas responsáveis por manter a latina longe de uma queda mortal. Os agentes arregalaram os olhos, se entreolhando. – VOCÊS ESTÃO SURDOS POR ACASO? EU MANDEI PUXAREM MAIS!!

–Vamos agentes, puxem! No três. – Contado até três, eles puxaram e as pernas da latina que estavam tão puxadas que aparentavam querer rasga-la ao meio à qualquer instante, porém a mesma apenas esboçou um semblante de tédio.

–Ai, isso deve doer! – Rachel comentou ao lado de Carter, onde ambos observavam o treinamento da latina nas alturas. – Pra que isso mesmo? Testar se ela rasga bem no meio pela perseguida?

–Seu comentário foi desnecessário e amador. – Rachel deu de ombros, sem se importar. – Isso é um exercício de resistência... Testa até onde sua resistência à dor alcança. E, pelo visto, ela passou nesse. Abertura perfeita. O espécime se mostra cada vez mais habilidoso... Mais perfeito.

–Por que você se refere à ela assim? Espécime? – A baixinha perguntou, fazendo careta ao reparar que os agentes puxavam ainda mais as pernas da Santana modificada. – É como se ela não fosse mais humana.

–E não é mais, minha cara. – Um sorrido diabólico cresceu nos lábios carnudos do cientista. – Pelo menos não por muito tempo.

–Como assim?

–Isso é confidencial, senhorita Berry. – Acariciou as mãos com por ansiedade e continuou – Mas... Posso lhe adiantar que Scorpius vai de: ser humano excepcional para criatura indestrutível. A evolução dos seres.

–Isso é bizarro!

–E não é da sua conta... Trate apenas de se preocupar em satisfazê-la em seus prazeres carnais. Pra isso que pago você, não pra dar palpites. – Em um movimento rude, quase educado, Carter olhou para seu antigo relógio de bolso, todo feito em ouro e mais ainda caro, e depois para Scorpius, fazendo cara feia para os agentes se contorcendo para atender suas ordens. – Ok, já chega. Desçam-na! – Ordenou, e assim seus empregados fizeram e logo a latina descia vagarosamente, até ficar impaciente e pular de uma altura já não tanto perigosa. Foi, no seu andar nada delicado, porém rudemente sexy, até Carter e Rachel, e esta última suspirou maliciosamente pela visão da latina apenas de top e shortinho de um tecido elástico e curto, ambos pretos.

–Senhor! – Scorpius fez uma reverência de respeito em frente a seu mestre e o mesmo tocou sua cabeça.

–Você foi excepcional, minha perfeição! Excepcional!

–Graças ao senhor, meu mestre. Alinha minhas vertentes.

–Verdade... Eu sou excepcional. Palmas para mim. – O cientista ergueu os braços em entusiasmo, porém ninguém de bola para ele. Carter franziu o cenho, frustrado. Mas bastou Scorpius virar o corpo para trás e olhar feio para os agentes que rapidamente eles explodiram em palmas para Carter. – Hm... Muito obrigado, meus queridos. Eu sei que sou incrível

–Maluco... Cof... Cof... – Rachel tossiu sarcasticamente, revirando os olhos para os gestos do cientista.

–Pois bem, — ele suspirou profundamente – venha até minha sala, por favor, minha querida pupila.

–Como queira, senhor. – A latina acompanhou seu mestre, passando por Rachel, que lhe olhou maliciosamente, piscando e jogando beijinhos pra ela, que ignorou a pequena, fazendo cara feia. A baixinha, por sua vez, ficou vendo-a partir.

–Desgraçada, gostosa... – Mordeu o canto dos lábios, se deixando cair em um semblante reflexivo. – Que eu amo... E vou ter de volta. Custe o que custar.

~•~

–Sente-se, por favor.

–Se não lhe incomodar, prefiro ficar de pé, senhor.

–Ok, então eu sento. – Scorpius fez um gesto positivo com a cabeça. – Bom, minha cara, como estamos com o caso “Família Lopez”?

–O prazo deles está chegando ao fim.

–O que tem em mente?

–Eles não vão querer saber, senhor. Se aqueles chips não lhe forem entregues... Terei profundo prazer de matar um a um ali... Com minhas próprias mãos.

–Amo o ódio que leva consigo em seus olhos, Scorpius.

–É a sede de vingança que queima neles... Vontade de fazê-los pagar com sangue tudo o que nos fizeram. – Os olhos lilases pareciam cada vez mais brilhantes perante as palavras que saiam pelos lábios carnudos da cor do pecado. Carter sorria com um ar de dever cumprido, contente pelos pensamentos diabólicos de seu soldado perfeito.

–E eu lhe pergunto novamente: o que você tem em mente para aquela família? E Quinn Fabray, juntamente com seu pai?

–Uma palavra, – respirou fundo e maldosa completou – Destruição.

Notas finais
Espero que toda a espera tenha valido a pena... Vou tentar postar o próximo o mais rápido que conseguir, levando em consideração que minha princesa está escrevendo o mais rápido que consegue. E quanto aos comentários, não se acanhem, por que será ela quem irá responder. Kiss, kiss.