Notas iniciais
Ooi espero que gostem,

O Governador deu uma bronca nas meninas e colocou seguranças vampiros na minha porta por 24 horas, então sem saída pra beber no meio da noite. As meninas podem me ver, mais ela receberam um castigo, ela tinham que limpar os estábulos de cavalos, ( pelo que parece tem cavalos aqui- isso é muito doido) e tirou os anéis dela, que pelo que eu sobe eles andavam no sol por causa disso, então elas tinham que limpar os estábulos a noite, por causa do sol. Mais no fim o governador não brigou tanto quanto eu esperava, ele deu um abraço no David e o liberou.

Eu já estava a um dia dentro do quarto sem sair, ninguém também veio aqui. Eu Já li um livro e meio, e comi muito chocolate. E ate pensei na minha mãe. Pensei se estaria chovendo na minha cidade. Se eu iria ficar viva ate o fim do ano, além do mais, meu aniversario de dia 10 de dezembro, eu faço 17 anos e sou receber o legado. Se eu morrer antes disso, não terá mais legados.

– entra – eu grito. Quando ouço batidas na porta.

David entra no quarto, ele esta lindo, o sorriso sedutor que eu tinha sentido falta durante essa semana.

– obrigada, pelo que fez – ele disse.

Eu não estava acreditando nisso.

Eu torço, sem acreditar.

– Você falou oque? Não devo ter entendido bem. – eu digo.

– Para de gracinha, Charlotte — Charlotte, bom só ele me chama assim. E como sua marca.

– Não, é serio. Pode repetir de novo.

Ele da um sorrisinho fraco.

– De nada, eu sei que você me odeia, pelo que minha mãe fez com você, mais eu não poderia deixar você morrer. – digo olhando pra cama.

Pouco tempo depois ele se senta na minha cama sem dizer nada, ele fica assim por um bom tempo, mais eu não o encarro.

– bom, eu poderia continuar de odiando, se você não tivesse salvado minha vida seria muito mais fácil pra mim – parece que ele disse isso pra ele mesmo — As meninas disseram que você que implorou pra eles te ajudarem a me salvar.

E de repente me lembro do que elas disseram, da minha cara apaixonada, pedindo ajuda, elas contaram isso também? Eu começa a ficar vermelha, e meu coração a acelerar. Por que além de tudo eu não estava apaixonada.

– muito obrigado, e... – ele tira um caixinha de dentro do bolso de veludo – eu sei que não vai comparar a minha vida, por que salvar minha vida já é presente suficiente, mais eu queria lhe dar isso.

Ele abre a caixa e dentro tem um anel lindo, com uma pedra negra, era do tamanho certo, não exagerado nem pequeno de mais, tinha o brasão da Liga, era lindo e ficaria bem com qualquer roupa.

– não precisa, obrigado – eu recuso.

– não tem não, olha eu não sou de dar presente, esse deve ser o único que eu vou te dar, então você vai aceitar, por que uma humana salvando um vampiro não é tão normal.

Ele tirou o anel da caixa e puxou minha mão, eu não tentei impedi-lo, e ele colocou o anel no meu dedo. Coube perfeitamente.

– eu me assusto com vocês, vocês sabem quanto eu visto, calço, e o tamanho do meu dedo. Isso da medo.

– o que deveria te dar medo era o fato de que nos somos vampiros.

– isso não me assusta.

– você com certeza é uma adolescente problemática. – ele concluiu.

Dei os ombros.

– pode ser. Mais iae, quantos anos você tem?- eu queria mudar de assunto.

– como vampiro?

– também.

– eu tinha 26 anos quando eu morri, quando eu conheci sua mãe ela tinha 25 anos, ficamos juntos por um ano ate seu pai aparecer. – dessa vez quando ele falou da minha mãe, não tinha mãe tristeza, parecia perfeitamente bem, ou estva perfeitamente bem – e eu tenho 158 anos, Nasci em 1856.

– aah – eu disse – você é velho. Você fazia oque antes de vir pra liga?

– eu era carpinteiro, junto com meu pai.

– Por que você se transformou?- eu perguntei

– meu pai tinha morrido.

– ele morreu como? – eu me arrependi do que eu falei, os olhos dele ficaram tristes. – desculpe.

– Tudo bem Charlote, ele morreu quando a Irmandade passou pela vila em que eu marava, ela matou muitas pessoas, e uma delas foi meu pai, eu tinha 23 anos, depois disso eu pesquisei por anos, descobri quem matou meu pai, e eu encontrei a Liga, e eles me transformaram. Depois disso eu me vinguei do homem que matou meu pai – ele falou que com satisfação sobre matar o homem.

– como você se vingou? – perguntei.

– quer mesmo saber – tinha um tom misterioso e sombrio na voz.

– Eu acho que sim.

– Eu torturei ele por 100 anos, e depois joguei ele no sol e o vi queimar.

– nossa – eu digo aterrorizada.

Eu dei um sorriso.

– Faz parte.- ele disse- Charlotte, hoje o Governador que sua presença na jantar.

– por quê? Sinto-me mal, sou a única humana aqui. Ai só eu que fico comendo. – eu falou, ele dar um sorriso, que me causou arrepios.

– ok, que tal se eu comer junto com você hoje?

– serio? Pensei que vampiros não comiam.

– bom, nos não precisamos comer, mais se nos quisermos, nos podemos.

– e tem gosto de quê?

– de comida ne, Charlotte, queria que tivesse gosto de merda?

– ok, desculpe – eu falo rindo.

– bom já são sete horas, passo aqui em meia hora.

Ele se levanta da cama.

– David? – eu chamo. E ele me encara.

– o que?

– obrigado pelo anel, — eu digo seria – e eu acho que ele vale mais que você – ele me encara serio mais eu não consigo manter minha cara seria por muito tempo e começo a rir.

Ele pega um travesseiro no chão e joga na minha cabeça, e eu jogo nele de volta. Ele agarra o travesseiro sem nem mesmo piscar, e joga em mim, eu me defendo com os braços e o travesseiro não chega, e quando eu tiro os braços do meu rosto pra ver, eu sou atacada pelo travesseiro na cara. Eu me jogo na cama.

– Sete e meia, Charlotte. – e ela vai embora.

Notas finais
comentem beijos.