Liga das Sombras
12 Desejos do Sr, Green.
Notas iniciais
– Sr. Green, todos já chegaram. – Disse meu assistente Nike.
E eu tenho assistente, desde ontem quando chegue daquele covil de bruxas. O Governador queria que eu ficasse mais organizado. Temos 5 mestres vampiros profissionais em matar. Parece o natal, cheio de vampiros, musica ruim e álcool. E não pense como a Charlotte, nós temos uma festa de natal, mais é uma reunião anual. E com emergência ou não temos essa reunião. Governador e suas ideias.
– sim, estarei no pátio em 30 minutos – eu disse e sai. Não goste de ter assistente. Eles sabem demais.
Ele sai andando. Tenho que ir ver a Charlotte, eu a vi ontem à noite no Salão. Mais ela não falou comigo. E o governador me chamou pra apresentar o meu novo secretario.
– estou entrando – avise e abri a porta antes dela responder.
Ela estava terminando de vestir a blusa.
– odeio quando você faz isso. – ela disse, escovando os cabelos.
– não se preocupe, já vi essas coisas. Muito mais que uma barriga definida. – eu disse já atrás dela, e comecei a fazer cosquinhas.
Eu a joguei na cama e continuei fazendo cosquinhas. O que? Como ela fez isso? Ela estava em cima de mim agora. Tentando me prender, oque eu não é possível. Mais aquilo era sexy, então eu deixei.
Dava pra eu sentir o coração dela batendo.
– como foi ontem com as bruxas? – ela perguntou. Com uma voz sexy. Você me mata Charlotte.
– uma bruxa psicopata me atacou, odeio quando isso acontece.
– entediante.
Eu sorri.
Eu coloquei minha mão na cintura dela, e me coloquei de novo por cima dela. E a beijei. Ela retribuiu o beijo como se fosse uma coisa que ela fazia toda vez que me via. E isso tornou o beijo muito melhor. E quente. Eu beijava o pescoço dela, e explorava o máximo que podia do corpo dela. O máximo que ela deixava, ela puxava minha mão quando eu ia longe demais.
Ela também sabia oque fazer com as mãos, como sabia. Ela explorava o meu corpo com tanto conhecimento e experiência que eu nunca imaginaria que ela tinha. Ela tirou minha camisa e distribuiu beijos sobre meu corpo e...
‘David? David?’ – eu ouvia uma voz de longe.
Eu estava sendo sacudido.
Recomponho minha consciência, eu estou em pé na porta do lado de dentro do quarto da Charlotte.
Era um sonho. Eu coro. Charlotte esta na minha frente rindo.
– você esta bem? – ela pergunta.
– sim, apenas sonhos eróticos, vamos – eu disse – e não leva em consideração minhas atitudes a partir daqui. – a avisei. – mais só algumas.
Ela consentiu. Ela deve ter entendido.
O Pátio estava cheio de vampiros, de todos os lados. Deixei a Charlotte com Megan e Liz, e fui pro meu lugar. Governador e suas politicas. Todos os treinadores, menos eu, falaram alguma coisa. Eu apenas disse ‘ Vão treinar coisas sarnentas’.
E os treinos começaram. Não precisava de preparação física, e nem ganhar força. Eles começaram a lutar em duplas. Uma dupla brigava bem, quando um chutava por cima, o outro abaixava ou segurava e fazia o que chutou rodopiar no ar umas cinco vezes antes de cair. Algum não sabia nem como se posicionar.
Eu olhava algumas vezes pra ela, ela lutava bem. Não tinha muita dificuldade. Ela estava lutando com a Megan. Quando olho de novo o Ian esta lutando com ela. Eles estão rindo.
– Oi.
Eu olho pra ver quem é. E Kath, minha tecnicamente melhor amiga. Há muito tempo não a vejo. Nós nos falamos algumas vezes por telefone, mais faz muito tempo que não a vejo. Eu a agarro e dou um abraço de urso, que levanta ela do chão. Ela me da um beijo na bochecha. Eu seguro ela por mais um tempo e a solto. Ninguém se quer olha.
– oi, — eu falo – pensei que não viria. – eu disse.
– bom, era obrigatório, e eu não perderia a oportunidade de ver o Grande Dave.
Ela começa a rir, de uma piada que só ela sabe.
– eu estava com saudade. – eu disse.
– eu também estava grandalhão. – ela diz. Não que eu seja muito grande, ela é pequena, e muito fofa.
Eu aperto as bochechas dela.
– ai — ela me da um murro.
– não faz isso.
– esta bem, nanica. – eu digo e saio de perto dela.
– Sr. Green – ouço alguém me chamar.
Quando me viro tem uma mulher. Uma linda mulher loira, com olhos azuis, e com uma pele perfeita.
– Sim? – respondo.
Pro meu azar, eu sei quem é, Kimmie. Eu fiquei com ela, há um mês. Quando estava vigiando a Charlotte. Bom, isso não é bom. É disso que eu estava falando sobre, estaca nas costas.
– você é professor, me ensine algo – ela disse.
– me poupe Kim, tchau. – digo. E saio de lá. Mais tenho a impressão, que ela vai me atormentar mais. Eu acho que falei que amava ela algumas vezes, na cama. Ela não pode levar a serio o que eu falo na cama.
Merda ainda tem uma semana com ela aqui.
– oi – eu digo quando chego perto de Ian e Charlotte.
– oi, David – Ian fala. – estava conversando com a Charlie, ela é boa em luta, para uma humana sem treinamento.
– hum – respondo, tentando incentivar a conversa.
– eu já vou indo – já vai tarde, eu pensei – Charlie, o nosso programa ainda esta de pé, ne? – eu olho pra Charlotte, que confirma gentilmente.
– ele pode me hipnotizar? – ela pergunta depois que o Ian esta longe.
– não, mandei que colocasse verbena em tudo que você bebe. Depois de eu ter te hipnotizado.
Ela cora.
– ridículo oque você fez comigo.
– engraçado. Fiquei surpreso. – confesso.
– por eu não saber os códigos de sexo? – ela pergunta.
Eu me aproximo da orelha dela, e sussurro:
– por você nunca ter feito – tento dizer o mais sexy que eu consigo, dou um rápido beijo na bochecha e sorrio o mais safado e irônico que posso.
Ela fica mais vermelha do que já estava.
Nós nos posicionamos para um luta de socos, chutes e defesa.
– bom — ela fala dando um soco inútil na minha cara – quem era aquela mulher?
Ela termina dando dois socos raivosos e um chute, mais eu me defendo. Ela estava com raiva mesmo.
– qual delas? – eu pergunto provocando. Era ciúmes?
Ela fez um cara nada feliz e da um gancho de direita.
– é a Kath – eu digo me defendendo de um chute. – ela é minha melhor amiga.
– ah – ela disse ainda com raiva. E meu deu um chute, eu estava distraído olhando pra cara emburrada dela, e ela acertou.
– ai – eu disse, ela sorriu satisfeita.
É assim? Hum.
Ela começou a dar socos mais rápidos, e fortes. Eu segurei o braço dela, com o braço livre tentou me dar outro soco. Eu segurei o braço dela, e rodei-a deixando os braços trançados sobre o corpo dela.
Nos estávamos no canto, então ninguém se quer olhou.
Eu a encaixei perfeitamente no meu corpo. Ela respirava pesado. Eu separei as pernas dela.
– tente escapar – eu falei.
O coração dela bateu mais rápido.
– mais por que eu faria isso? – ela disse com uma voz sugestiva.
– é outro sonho? – pergunto. Soltando os braços dela e a abraçando pela cintura, e acariciando fazendo ela se arrepiar.
Ela olha ao redor, mais ninguém esta olhando.
– sonho? – ela pergunta – andou sonhando comigo?
Eu não respondo, era obvio que ela sabia a resposta. Ela sabia juntar as peças. Mais ainda parecia um sonho.
Ela se movimenta em mim, como se fosse se acomodar melhor sob meu corpo. E isso faz certa parte do meu corpo fica inquieta. Eu ouso beijar a orelha dela, ela solta um gemido, mas é quase insignificativo. Aquela parte do meu corpo fica ainda mais inquieta, mais e mais.
Eu sussurro baixo, pra apenas ela ouvir. Já todos em minha volta estão ocupados com o treinamento.
– eu te imprensaria naquela parede e te encheria de beijos. E não parraria nem se você pedisse, por que se eu começasse só pararia depois do serviço completo. — eu a virei e a encarei e dei um selinho. — Talvez depois.
Eu tiro meus abraços do corpo dela, ajeito minha calça.
Peso aos deuses que eu tenho oportunidade pra terminar o serviço.
E saio. Ainda consigo ouvir o suspiro dela, de ela voltando à consciência.
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