Liga das Sombras

13 As Ultimas Horas


Notas iniciais
oi. Bom, mais um capitulo. Boa leitura.

MERDA. MERDA.

Queria mandar o Governador ir tomar em um lugar que é melhor não pensar. Bom, o Thomas decide que nós iremos pra missão hoje anoite. Então não posso ficar no quarto da Charlie. Pensei em fazer uma rapidinha. Mais, sabe ela é virgem. E a primeira pessoa que ela faz amor, sai antes mesmo dela dormi. Não é legal.

Bom. Eu vou ter que ir lá de qualquer maneira. Mais não posso fazer nada. Irei dizer ‘Adeus’.

– Sr. Green! – meu secretario me chama.

– Sim? – eu respondo passando o pente nos meus cabelos.

– vocês saem à meia noite. – ele disse.

– ok- disse eu tristemente.

–Entre – eu entro depois que ela fala, oque é raro.

Ando devagar da porta ate a cama.

– oque aconteceu? – ela pergunta depois de uns minutos sem eu dizer nada.

Eu olho pra ela. Ela esta sem maquiagem, esta vestida em um pijama folgado, cabelo preso. Mais ainda sim continua linda. Eu sei do encontro dela som o Ian, o meu secretario os vigiou, isso é uma coisa assustadora, mais é verdade. Eu sou um psicopata vampiro ciumento.

– nada demais. – eu disse.

Ele me encarou e franziu o cenho, o deixou meio fofa. Mais a cara dela era interrogativa, que não deixaria quieto ate saber oque estava acontecendo.

– mentira. Eu sei quando você mente David Green – ela falou meu nome com tanta autoridade.

Eu solto um sorriso fraco, e deixo sobre as pernas dela. Ela começa a mexer no meu cabelo, parece que me relaxa. Como ela fez no jantar com o Thomas.

– estou saindo em missão – eu comecei. Ela não mudou de expressão, simbolizou para que eu continuasse. – com o Ian...

– Ian ela não me disse nada. – ela disse. O encontro. Isso não levantava meu animo, muito pelo contrario. E ela percebeu isso.

– nem deve, eu não devo lhe contar.

– mais conte.

– vamos arrancar uns corações das tropas de irmandade.

– a sim, pode haver um ataque aqui também.

– vai haver um ataque aqui – eu a corrigi.

Eu levantei e sentei e encostei cabeceira da cama. Mundo desabando, e é apenas o começo.

– estou dizendo adeus.

– parece um adeus do tipo, ‘ eu vou morrer’.

– é isso, eu posso morrer lá. – eu disse abaixando o olhar.

– você não vai morrer – ela disse com convicção.

– você não sabe disso – eu disse rude.

– eu sei que não vai – ela disse com mais certeza do que antes.

– como pode ser confiante?

– por se você vai me deixar triste, você quer me deixar triste?

Não tem logica na frase dela, não pra mim, não pra ninguém que tenho celebro. Mais pra ela tinha, e podia se ver nos olhos dela.

Ela virou de lado pra mim e me encarava.

Eu balancei cabeça em negativa.

– então você não vai morrer. Se não me deixaria triste. E você não vai me deixar triste.

Como era estupido oque ela disse. Mais eu gostei, eu não vou morrer, custe oque custar eu vou voltar pra essa ruivinha linda.

– você é ridícula sabia? – eu disse com um sorriso bobo.

– eu sou – ela confirmou.

Nos demos um abraço meio desajeitado. E depois eu joguei ela na cama e fiquei em cima dela. Era tão bom sentir sua respiração, ouvir sem coração. Eu dei um beijo nela, e foi como todas as outras vezes. Como se sempre fazíamos isso, reconfortante, tanto quanto um abraço de uma mãe que eu nunca conheci.

Depois de um tempo nos beijando eu deixei ela respirar, bom não foi um beijo quente e safado como os outros.

– David? – ela chamou.

No estávamos sentados encostados a cabeceira, eu estava abraçando ela pelas costas e rodeando delicadamente o índigo dela. Eu via o tampo passar rápido demais.

– sim, minha ruivinha linda – eu dei um beijo na orelha dela. Ela se arrepiou.

– eu gosto como isso soa – ela disse.

– isso oque?

– você dizendo ‘Minha’.

Não pude deixar que rir.

– eu... estou apaixonada por você. – ela confessou. Soou como uma belo e única belodia.

E ISSO AE – pensei.

– aah... – por que as palavras fugiram? – isso é bom. – eu disse brincando. Ela me deu um soco de leve.

– besta.

Eu virei ela pra encara o rosto dela, os olhos castanhos lindos.

E disse:

– e eu te amo, — eu disse, cheguei ao ouvido dela e sussurrei – eu te amo, Charlotte Stiler.

Não sei de onde saiu tanta certeza, mais eu tinha certeza do que disse. Ao importa se ela não me amasse. Oque importava era ela. Ela e nada mais naquele momento. Eu bei o máximo de beijos que podia dar nela. Mais infelizmente, a hora chegou. Eu tinha uma missão. E eu tinha que comprir.

Notas finais
Oque acharam? obs: eu fiz esse cap com sono, então me perdoem. se virem um erro avise. comentem.