Life and death - Bella Swan & Edythe Cullen
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Não vai ser muita coisa repetitiva, por que, bom, Beau e Bella são diferentes, Beau é menos irritado que a sua versão feminina, Edythe e Edward são a mesma coisa, Edythe é mais ousada e menos "certinha" que a sua versão masculina, então, são personalidades diferentes, ou seja, escolhas diferentes.
Eu só dei um exemplo, as versões são muito diferentes uma da outra, então, não espere as mesmas falas, as mesmas manias.
Lembre-se! Se você ainda não leu o livro, Edythe não tem a mesma relutância em certas coisas, então, talvez ela seja mais ousada (como eu disse) em certas coisas, mas, ela ainda vai continuar com o modo arcaico de Edward.
Espero que todos tenham entendido! Esse episódio é meio que, vamos dizer, repetitivo, mas, não vi outra maneira delas se conhecerem. Já que é repetitivo como eu disse antes, eu dei uma apressada nas coisas, espero que não se importem ^^
Desculpem-me qualquer erro de ortografia ;/
Espero que gostem o/o/o/o/o/o/
Era estranho estar fora de Phoenix.
Sem minha mãe e Phil, sem a familiaridade a cada lugar naquela cidade. Sem o sol.
Eu sentiria saudades, com certeza.
— Bella? – Charlie me chamou do outro lado da porta e eu resmunguei alguma coisa enquanto levantava da cama. – Eu estou saindo, você quer alguma coisa? – A voz dele parecia hesitante e eu franzi o cenho.
Ele estava com medo, só não sabia exatamente do que.
— Não Char... Pai, eu estou bem. – Eu disse com a voz sonolenta, ele não perguntou mais nada, somente ouvi os passos dele se afastado e eu suspirei, me jogando na cama.
Iria ser um ano difícil, eu só não sabia o quanto.
Me arrumei com a maior quantidade de roupa que eu pude vestir, querendo me proteger da coisa que eu mais odiava
O frio.
Com o extremo cuidado para não tropeçar, desci as escadas, dando graças a deus quando me vi na cozinha sã e salva.
Engoli alguns pedaços de maçã e de uma barra de cereal abandonada na mesa. Saindo de casa logo em seguida.
Franzi o nariz ao sentir o vento frio em meu rosto e me encolhi mais, indo em direção a minha caminhonete vermelha, entrando nela o mais rápido possível.
Eu girei a chave e logo depois a caminhonete guinchou, tremeu e soltou um ronco alto, que mais parecia um estrondo. Eu fechei os olhos, irritada. Manobrei-a e logo estava nas estradas úmidas de Forks.
Não foi difícil conseguir adivinhar onde estava a escola, era impossível se perder em uma cidade que mais parecia um ovo, literalmente.
Um ovo verde e muito, muito frio e úmido.
Sai do monstro vermelho quando finalmente achei uma vaga no estacionamento. Tirei algumas folhas amassadas da minha mochila e, quando estava passando pelos corredores da escola, foi a única coisa que eu prestei atenção realmente.
Quando já tinha passado pela secretária e me encontrava indo em direção a minha aula, alguém chamou minha atenção.
— Ei! Você deve ser a aluna nova, Isabella, a filha do xerife. – Disse a menina de cabelos pretos oleosos, olhar simpático e sorriso amarelo. – Meu nome é Érica.
Eu franzi o cenho e sorri forçadamente.
— Só Bella. – Eu disse. – E sim, sou eu.
Ela sorriu, simpática.
***
— Esses são Jeremy, McKayla, Allen e Logan. – Disse Érica, me apresentando ao seu grupo de amigos, todos sorriram para mim.
— Isabella, não é? –Disse Jeremy, com um sorriso de lado e olhos brilhando, animados.
— Só... Bella. – Eu sorri tímida, enquanto minhas bochechas coravam. Ao meu lado Érica puxa uma cadeira e se senta ali.
— Então... Só Bella, você veio de onde? – Pergunta Logan, enquanto dava uma mordida em sua pizza. Todos nesse momento me olham, curiosos.
— Phoenix. – Eu disse, e Érica ao meu lado franziu o cenho.
— Não parece, sabe, Phoenix tem sol e tal, e você é ... branca demais. – Ela disse e eu dei de ombros, dando um sorriso sem graça.
Eu iria responder, quando fixei meus olhos na entrada do refeitório, que se abriu e de lá saíram quatro adolescentes.
Mas, não era somente adolescentes normais, eram... sobrenaturalmente lindos. Meus olhos não conseguiam se desgrudar da beleza tão incomum deles. Eles pareciam flutuar naquele refeitório.
— Quem... quem são eles? – Eu perguntei para Jeremy, que olhou para atrás junto comigo e deu de ombros, virando-se.
— São os Cullens. – Ele murmurou, olhando novamente para atrás. – São todos filhos de Carine Cullen, a médica aqui de Forks.
Eu me lembrava do meu pai dizer algo sobre alguma Carine.
Mas, eu achei estranho, nenhum dos quatro adolescentes se pareciam, somente pelos rostos extremamente pálidos, as olheiras arroxeadas em baixo dos olhos e a beleza extraordinária.
— Eles não as parecem muito. – Eu disse, franzindo o cenho, ainda olhando para os adolescentes, Jeremy deu de ombros.
— São todos adotados. – Ele saciou minha dúvida. – Mas, o mais estranho de tudo, é que eles estão, sabe, envolvidos.
— Envolvidos? – Eu franzi o cenho e ele deu um sorriso constrangido, olhando para sua bandeja de comida.
— Aquele cara, de cabelos loiros, se chama Royal, está meio que, envolvido com a morena ao lado dele, Eleanor. – Eu assenti, mordendo um pedaço da minha pizza, prestando atenção nele. – O cara com cabelos curtos, baixinho, se chama Archie, eu tenho dúvidas sobre aquele cara, nunca vi ele repetir uma roupa. – Eu revirei os olhos para o comentário de Jeremy, que pigarreou. – Ao lado dele, a menina que parece que está sentindo dor, se chama Jessamine. – Ele disse, e então, nesse momento, Archie parecia ter falado alguma coisa engraçada, o que fez Jessamine dar um sorriso doce e lhe dar um suave beijo na bochecha.
Todos ali pareciam combinar tanto.
Foi quando, olhei novamente para a porta do refeitório, e de lá saiu a coisa mais bela que eu já tinha visto.
Ela era pálida, como os outros, e tinha as mesmas olheiras arroxeadas a baixo dos olhos negros. Os cabelos eram de um tom acobreado e era bagunçado, mas, um bagunçado sexy, era enrolado nas pontas e parecia tão sedosos que minhas mãos coçaram para tocar. Ela tinha um olhar sério, descolado. Seus olhos negros lhe davam um olhar misterioso e intenso, que me impedia de parar de olhar.
— E aquela é... Edythe Cullen. – Jeremy parecia reverenciar seu nome, como se ela fosse uma deusa. – Ela é completamente maravilhosa. – Os olhos dele brilharam em direção a ela, mas, logo depois, seus lábios se torceram. – Mas parece que nenhum garoto aqui é o suficiente para ela.
Eu tive vontade de rir ao imaginar a cena de Jeremy sendo recusado por Edythe.
Olhei para atrás e senti meu rosto arder ao ver que Edythe estava olhando para mim, os olhos pretos fixados em meu rosto brilhavam confusão e frustração.
Eu me remexi na cadeira e desviei os olhos.
Jeremy me cutucou.
— Ela está olhando para você. – Ele murmurou, e eu, hesitante, olhei novamente para atrás.
E lá estavam os olhos negros me olhando com curiosidade. O rosto dela estava contorcido em confusão olhando para mim, e, eu corei ao notar a intensidade na qual ela me encarava.
E então, no meio do meu torpor, o sinal tocou, informando o final do almoço.
— Que aula você vai ter agora Bella? – Pergunta Logan, eu joguei a minha bandeja no lixo antes de responder.
— Biologia. – Eu disse, e ele parecia decepcionado pela minha resposta quando ele deu um sorriso amarelo e assentiu.
Allen, o menino mais quieto do grupo, me ensinou mais ou menos onde é que a sala de Biologia ficava e eu o agradeci, e foi engraçado o jeito como ele gaguejou depois disso.
Quando eu finalmente entrei dentro da sala de aula, meus olhos foram para o professor, lhe entreguei o bilhete para ele assinar, e logo depois ele apontou para uma cadeira vazia.
Bem do lado de Edythe Cullen.
Os olhos negros dela me olhavam com firmeza, como se sentisse dor, ela estava tensa.
No caminho para a cadeira, passei por um ventilador, e logo depois, vi Edythe tencionar-se e se segurar na carteira, os olhos pretos desviaram-se de mim.
Quando me sentei na cadeira ao seu lado, a vi, rapidamente, se mexer para bem perto da parede.
Olhei para ela confusa e ela olhou para mim também, mas, seu olhar de ódio e frustração me fizeram me afastar dela.
E toda a aula foi assim, ela, completamente parada, como um mármore humano e belo, mandando eventuais olhares de ódio e descrença em minha direção.
E eu me perguntava o que eu exatamente tinha feito.
***
Depois daquela aula, Edythe saiu rapidamente da classe, como se voasse sobre o chão, a expressão ainda dura e os passos apressados, como se fugisse de alguma coisa.
A encontrei na secretária no final das aulas, mas, ela me ignorou, e nem se aproximou de mim.
Hoje eu estava ansiosa para vê-la novamente, não sabia o motivo, mas, Edythe Cullen, era um mistério para mim, um belo e inalcançável mistério.
Mas, ela não tinha ido na aula.
A procurei pelo refeitório, mas, ela não estava lá.
E no dia seguinte.
E no próximo.
E na semana depois.
Todos os dias eram uma decepção a cada vez que eu via aquela cadeira vazia na aula de Biologia.
Apesar de tudo, eu não perdi as esperanças, realmente achava que ela voltaria.
Foi quando um mês se passou e já haviam boatos que Edythe Cullen tinha se mudado de escola, alguns diziam que ela tinha se revoltado e mudado, ou qualquer drama adolescente do tipo.
Foi quando, enquanto eu tentava me desviar da guerra de bolas de neve no estacionamento da escola, Jeremy foi em minha direção, com um sorriso de orelha a orelha.
— Parece que Edythe Cullen voltou. – Ele disse, os olhos brilhando em animação. Eu somente dei um sorriso fraco, me encolhendo, tentando me proteger do frio.
Jeremy se afastou de mim, indo conversar com Allen e McKayla, ou melhor, jogar bolas de neve uns nos outros.
Eu resmunguei em desgosto ao sentir minhas luvas molhadas e entrei na escola o mais rápido possível.
Não vi Edythe Cullen o dia inteiro e, por alguns momentos, eu achei que Jeremy tivesse mentido para mim.
Já no refeitório, distraída com minha comida, ouvi alguns cochichos e olhei para atrás e me vi olhando para a porta do refeitório, novamente.
E de lá, saiu Edythe Cullen, com seu sorriso arrebatador, enquanto tentava arrumar seus cabelos ensopados e suas roupas cheias de neve, atrás dela, seu irmão, Archie, ria de alguma coisa ao lado de Jessamine, que parecia mais leve a cada dia nessas últimas semanas – Não que eu tenha ficado olhando para os Cullens todos esses dias que Edythe tinha ficado sumida — Royal parecia reclamar e Eleonor, ao seu lado, ria do loiro.
Por alguns momentos eu encarei Edythe, mas, logo fui puxada em um assunto na mesa.
— E ai Bella? Você vai ao Baile? – Pergunta Jeramy, e eu franzi o cenho, negando com a cabeça rapidamente.
— Não, eu... eu vou para Seattle. – Eu disse, forçando um pequeno sorriso.
Logan franziu o cenho incomodado.
— Mas, não tem como você voltar antes do baile começar? – Ele perguntou, e eu neguei novamente, enquanto dava uma mordida na minha maçã.
Alguém cutucou meu braço e eu olhei para o lado e vi Allen corado, olhando para mim.
— Ei, Bella, você acha que Érica pode me convidar? – Pergunta ele, olhando para a menina de cabelos oleosos, que falava com McKayla e Taylor com animação no outro lado da mesa.
Eu sorri gentil para ele.
— Eu tenho certeza que sim. – A minha frase o deixou feliz, com um sorriso de orelha a orelha, olhou bobamente para Érica.
— Ei, Bella, a Cullen está te encarando de novo. – Disse Jeremy, e então, eu olhei para atrás, e ela estava mesmo.
Esperei me encontrar com olhos negros, mas, ao contrário do que tinha imaginado, me encontrei com olhos dourados, que brilhavam em minha direção.
Ela não me olhava mais com repugnância e ódio de antes, agora era a simples e inocente dúvida que carregava nos olhos.
Ficamos assim, nos encarando. A face perfeita dela as vezes ia de confusão para agonia, depois um quase sorriso era formado em seus lábios.
Edythe Cullen era tão... confusa.
***
Quando entrei na sala de Biologia, lá estava ela, olhando para mim no momento que entrei, até o momento em que sentei na mesa. Ela ainda me olhava com dúvida, como se quisesse me... decifrar.
— Olá. – Eu ouvi a voz doce de Edythe massagear meus ouvidos.
Eu olhei para ela, hesitante.
— Sou Edythe Cullen, Não tive a oportunidade de me apresentar na semana passada. Você deve ser Bella Swan. – Ela continuou, os olhos dourados ainda me olhavam fixamente.
Eu franzi o cenho.
— Como você sabe meu nome? – Eu perguntei, e ela se inclinou um pouco mais para perto de mim, um movimento mínimo, mas, grande o bastante para eu notar, seus dedos se mexeram suavemente sobre a carteira.
— Bom, todos sabem seu nome. – Ela disse, com um sorriso de lado. – Você é a garota nova.
Eu balancei a cabeça, negando.
— Quer dizer, por que você me chamou de Bella? – Eu perguntei novamente, confusa. Todas as vezes, com todas as pessoas que se apresentavam ou falavam comigo, eu tinha que avisa-las sobre meu nome.
Como Edtyhe sabia?
Ela franziu o cenho, os dedos parando de se mexer em cima da carteira.
— Desculpe, então, prefere Isabella? – Ela disse lentamente, como se apreciasse dizer meu nome inteiro e eu franzi os lábios em irritação, e vi o divertimento passar em seus lábios.
— Não, uh, Bella está bom. É que, sabe, eu tenho quase certeza que o meu pai me chama de Isabella pelas minhas costas, mesmo eu odiando isso. – Eu disse, e ela assentiu, me lançando um último olhar intrigado e começando a prestar atenção no professor, eu segui o seu exemplo.
— Podem começar. – Sra. Banner disse, depois de ter passado um exercício sobre raízes de cebola para nós.
Edythe olhou por alguns segundos para o microscópio, e logo depois, olhou para mim, os olhos dourados brilhando pela iluminação.
— Primeiro as damas. – Ela murmurou lentamente, afastando o microscópio de seu corpo com a mão, um sorriso leve em seus lábios me fez ficar tonta. Estirei um pouco meu braço em direção ao microscópio.
Por acidente, toquei sua em sua mão.
Fria, muito fria, como se eu tivesse encostado em um gelo.
As mãos dela se encolheram e ela desviou os olhos.
— Desculpe. – Ela disse.
***
Quando já tínhamos acabado, um silêncio constrangedor desceu sobre nós duas.
Mas, uma dúvida ainda permanecia.
Os seus olhos.
Eu tinha certeza que um mês antes eu os tinha visto negros, como carvões, e agora, inexplicavelmente estavam dourados.
— Você usa lentes de contato? – Eu soltei, sem conseguir aguentar minha dúvida, e ela franziu o cenho por alguns segundos.
— Não. – Ela disse simplesmente.
— Ah, eu achei que tinha visto algo diferente em seus olhos. – Murmurei, me encolhendo por causa do olhar fixo que agora ela me lançava, e coloquei o cabelo como uma barreira frágil entre nós duas.
— Que chato que não tenha neve, não é? – Edythe me perguntou, os olhos dourados me analisando, como sempre.
— Na verdade não. – Eu respondi, me arrumando na cadeira. –
— Você não gosta de frio. – Ela afirmou.
— Nem da umidade. –
— Forks deveria ser um lugar difícil para você morar. –
— Você não sabe o quanto. – Eu resmunguei, e vi ela soltar um sorriso de covinhas.
— Por que veio para cá? – Ela perguntou, e parecia realmente interessada em saber.
— É... complicado. – Eu disse.
Edythe olhou para o relógio na porta da sala e sorriu.
— Temos meia-hora, acho que consigo acompanhar. –
Eu suspirei derrotada e seu sorriso aumentou.
— Minha mãe se casou de novo. – Eu comecei, e ela franziu o cenho.
— Não parece tão complicado. – Ela disse, a voz ficando mais suave a cada pergunta. – Quando foi que aconteceu? – Ela perguntou, gentil.
— Em setembro.
—E você não gosta dele. – Ela soltou ao ouvir meu tom de voz meio desanimado, eu franzi o cenho, negando.
— Não, Phil é legal.
— Então, por que não ficou com eles?
— Ele ganha a vida jogando bola, viaja muito, viagens de longo prazo, e minha mãe sempre quis ir junto, mas, não podia por causa de mim. – Eu expliquei e ela assentiu, mexendo novamente os dedos na carteira.
— Então ela te mandou para cá para poder viajar. – Ela supôs, e eu neguei novamente.
— Ela não me mandou, eu quis vir. –
— Não entendi. – Ela parecia realmente frustrada naquele momento.
— Ela estava infeliz longe dele, então, eu somente vim para cá para ela ser feliz.
— E agora você está infeliz.
— Não completamente. – Eu disse, e ela inclinou a cabeça para o lado.
— Isso não me parece justo. –
Um sorriso cresceu nos meus lábios.
— A vida não é justa. – Eu soltei, vendo ela franzir os lábios.
— Acho que eu já ouvi isso em algum lugar. – O tom de voz dela tinha ficado seco, e estranhamente um sorriso ameaçou a se abrir nos meus lábios.
— Desculpa mas, eu irritei você? – Eu perguntei, e ela somente olhou distraída para o quadro na frente da sala.
— Na verdade estou irritada comigo mesma.
— Por que? –
Ela olhou para mim com seus olhos dourados intensos.
— Decifrar pessoas, eu sempre fui boa nisso, mas você. – Ela se aproximou mais de mim, o rosto dela não estava muito perto, mas, perto o suficiente para que eu prendesse a respiração. – Mas, você é um completo mistério para mim. – Murmurou ela, a expressão dura.
Eu franzi o cenho, e ela se afastou.
— É, estranho, minha mãe sempre diz que eu sou um livro aberto. Ou como ela fala, é como se fosse possível ler meus pensamentos. – Disse, com um pequeno sorriso.
Ela ficou séria, e, novamente, os olhos dourados ficaram fixos em mim, como se ela tentasse ler minha mente.
— Acho que sou confiante demais. – Ela disse, e eu fiquei sem saber o que dizer.
— Uh, desculpa?
O riso que ela soltou depois, foi como música, a mais suave e belas das músicas, que me fez, por alguns instantes, olhar boba para a adolescente a minha frente.
Quando a aula acabou, Edythe, como a última aula, saiu de uma maneira rápida e majestosa da sala de aula, que me fez ficar de boca aberta.
***
— Ugh! Esse excercício foi horrível, você teve sorte de fazer com Edythe Cullen. – Disse McKayla, se referindo a prova de Biologia. Eu somente dei de ombros.
Quando ia em direção a minha caminhonete vermelha, senti alguma coisa perfurando minhas costas e olhei para atrás.
E lá estava Edythe, com seus olhos dourados me encarando novamente, ela estava encostada em seu Volvo. Os lábios dela sorriam de leve para mim e eu me sentia entre feliz e constrangida.
Edythe Cullen era um anjo, um belo anjo misterioso.
E quando voltei para casa, ainda estava pensando nela e em suas expressões e perguntas na aula de Biologia, em quando ela sorria e suas covinhas apareciam, como seus dedos finos mexiam-se inquietos na carteira, e, principalmente, em seus olhos dourados que não deixariam meus pensamentos tão cedo.
Notas finais
Bom, eu não estou tão segura com essa fanfic, então, quero saber se vocês querem um final do tipo o Beau, que já no final do livro vira um vampiro ou vocês preferem a história mais longa?
Eu realmente gostei de escrever esse capítulo e espero que vocês igualmente gostem de ler.
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