Life Gets Harder.

10 sonhos e teens pop’s?


Notas iniciais
kkkk, obrigada pelos reviews! Larissa123500 e sweet_R :)

Depois de um longo silêncio e vários sorrisos cheguei a casa.

Ele parou o carro, olhamo-nos olhos nos olhos e eu sorri.
— Hum, vejo-te amanhã? – Murmurou.
Se eu conseguissesafar-me da minha prima.
— Sim, claro. Bem eu vou…indo.
— Está bem. – Ele ficou a olhar para mim e eu percebi que não me ia dar um beijo.
Então ia a sair do carro, quando juntei as minha forças todas e me virei para trás e fiquei surpresa quando vi que estávamos já cara-a-cara, ele fixou o olhar no meu e eu surpreendentemente beijei-o. Ele ficou surpreendido ao principio, mas depois entregou-se nos meus lábios...

Separei-me dele, sai do carro e pela janela sorri-lhe e deve ter sido o meu sorriso mais envergonhado porque ele me fez uma careta, ficando-me a ver entrar dentro de casa.

Quando entrei fiquei encostada á porta petrificada, não me conseguia mexer, e tinha as pernas a tremer. Ouvir o carro a arrancar. E percebi que teria de organizar as ideias misturadas na minha cabeça. Pensar no que me estava acontecer, no que me tinha acontecido até aquele momento.
Fui de bicos de pés, até ao meu quarto, não me apetecia nada aturar a minha prima. Cheguei ao quarto e não a via em lado nenhum, suspirei. Fui tomar um duche e vestir o pijama. Ainda sentia os meus lábios dormentes como se ainda precisa-se dos lábios dele, para me preencher e parar a dor. Mas só devia ter disso amanhã. No duche relaxei o mais possível, tinha os músculos doridos, sem saber por quê.
Enrolei-me, então, na toalha e fui vestir o pijama, a minha T-shirt branca e os meus calções curtos já velhos. Meti-me na cama e quando estava prestes a adormecer recebi uma mensagem, fui ver, deviam ser os meus pais, ou assim. Quando reparei, era um numero desconhecido. Abri e deparei-me com:
“ Dorme bem e sonha comigo porque eu contigo sonharei.

Amanhã eu vou-te aí buscar para tomarmos o pequeno almoço juntos. Espero que não tenhas tido problemas com a tua prima por minha causa.

“I still feel my lips numb and I love you.” ( ainda sinto os meus lábios dormentes, eu amo-te.)

Ass: JB.”
Li e reli aquelas ultimas frases :

“I still feel my lips numb and I love you.”

Ele também sentia, ele sentia a mesma dor nos lábios, pela mesma razão que eu, ele sentia o dormente.

E eu?! Ele amava-me? O que é que ele me estava a fazer?Fiquei tão confusa que nem me apercebi de que estava a falar em voz alta.
- Eu estou a ficar completamente e interrogávelmente apaixonada por ele?

Eu tinha de aclarar as minhas ideias.

Ia lhe responder? Claro, que tinha eu a perder?
Então…

“Pum, pum, pum…” - bateram á porta. O que seria desta vez? Levantei-me da cama de vagar continuando a ouvir o barulho irritante de alguém a bater á porta esse alguém que era de certeza a minha prima

. Abri e como eu tinha pensado…
- TU! Pensavas que te escapavas? “ná ná”, vais-me contar tudo. O que é que TU andavas a fazer com O JUSTIN BIEBER?! Sabes quantas vezes é que eu tive de repetir estas palavras, para as fazer entrar na minha cabeça? – disse aos gritos literalmente.
— Muitas? – Murmurei com um sorriso irónico, quando vi que ela não se ria tive de lhe explicar tudo.
Depois de hesitar umas vezes, expliquei-lhe tudo ou maior parte, é claro que deixei as partes do beijo e de eu estar completamente apaixonada por ele, e também a mensagem e tal de fora.

Basicamente a minha história foi que ele me levou ao concerto fomos para o hotel dele jantar os dois e falar-mos, adormecemos e depois no outro dia á tarde fomos passear no carro dele. Tive, obviamente de lhe prometer que íamos sair os 3 pois ela não se calava com o “também quero!” e isto de certeza que me ia fazer a melhor prima do mundo, como ela me disse.
Mas como iria reagir o Justin? Eu não queria que ele pensasse que eu andava com ele para isso só para fazer a minha prima feliz, mesmo que eu soubesse que ele me conhecia o suficiente para nunca pensar isso de mim.

Quando a Joana saiu do meu quarto aos pulinhos e a dançar ao som da sua musica “Vou conhecer o Justin, nánáná!” , eu peguei no meu Blackberry e fiz aquilo que ia fazer antes de a minha querida prima me interromper.
Hesitei, pensei e voltei a pensar e o que me saiu foi:


“Acredita, eu vou sonhar. A minha prima? A minha prima ficou lindamente, ficou aos pulos e tudo, enfim. Pequeno almoço? parece ótimo!

Também te amo...”

Acho que a minha última frase chega, nunca me dei muito ao trabalho de ser lamechas, nunca precisei, por isso não tinha lá muito jeito nestas coisas. Como percebi que não ia conseguir dormir, depois da gigantesca conversa com a minha prima, fui ouvir musica e apanhei-me a fazer espirais, corações e a escrever o nome dele na parede do meu quarto, que estranho!

Eu estava apaixonada? Bem, acho que estava mesmo e que já estava na hora de falar com alguém sobre isto, de poder confiar em alguém a história completa e ninguém melhor que isso do que a minha amiga, a minha velha amiga MJ, eu sabia que podia confiar nela, até porque ela era das únicas minhas amigas que não era obcecada pelo Justin, era fã mas não obcecada como o resto, então eu poderia falar com ela, eu sabia que ela me ia ouvir, eu amanhã ligaria á MJ e iria lhe perguntar o que fazer, eu sabia que ela era a única que me poderia responder, depois de todas as relações, as boas relações que ela teve.

Pois, o meu mundo estava a voltar-se ao contrário e eu não podia fazer nada contra, o meu mundo começava a girar á volta do Justin Bieber, um dos adolescentes mais conhecidos em todo o mundo, com milhões de raparigas atrás sempre aos gritos e que davam tudo para estar no meu lugar. São Paulo fazia-me sempre mal e desta vez fazia-me mal á cabeça e bem ao coração.
Parei com os desenhos e fiquei-me por ouvir musica e fiquei assim, até conseguir adormecer.

Fiquei no escuro por uns momentos até que comecei a sonhar.
Nós estávamos no meio da rua do xiado a lanchar, quando começamos os dois a ouvir gritos. Gritos e gritos histéricos. Eu á primeira não percebi, só percebi quando o Justin me puxou e começou a correr. Até que começamos a correr rua fora, com um monte de raparigas atrás de nós aos gritos e cheias de brilhos, os flashes dos telemóveis e das máquinas fotográficas.
Corríamos de mão dada, rua fora. Passado um tempo estávamos cansados, pois já tínhamos estado a correr a rua toda praticamente, mas continuávamos a sorrir um para outro como se juntos conseguíssemos correr até ao fim do mundo, mas só se estivéssemos juntos, como uma ligação inquebrável.
Até que de um momento para o outro tudo se desmoronou, tudo ficou escuro, o meu sonho acabou e eu tivede voltar á realidade.

Notas finais
bem, só hoje já postei 3 post's xb