Life
42 Capítulo 41
Notas iniciais
Aproveito o espaço para agradecer demais a todos os reviews e carinho que vcs me dão. Acho que o que mais gosto nisso tudo é da amizade que acabo pegando quando troco com vocês e isso, senhores, não tem preço!!!
Obrigada por tudo e aos leitores novos que não conhecem minhas fics anteriores, convido vocês a lerem Salvation e Signatum. #ficaadica rsrsrs
Boa leitura!!!
Nos três dias seguintes eu finalmente pude voltar à rotina do laboratório. Tudo já estava pronto tanto pelos cientistas quanto pelos soldados e nós partiríamos em dois dias. Não houve mais nenhum ataque de vampiros a Naska depois daquele em que me levaram refém e todos estavam muito ansiosos para a partida.
Eu havia ficado com Alex... bom, na casa dele. Era verdade que quase não nos víamos durante o dia e durante a noite ele sempre estava nos muros e eu no laboratório, mas eu sentia que ele queria me beijar e me apertar contra si sempre que nos encontrávamos, mesmo que rapidamente... Bom, eu queria.
Saí da ala hospitalar e o médico tinha elogiado muito meus pontos. Já estavam secos e alguns já começavam a cair. O corte tinha sido um pouco profundo, mas não muito longo, e o médico disse que se ficasse uma cicatriz, seria quase imperceptível. Sorri quando ele disse isso, pois lembrei de quando Alex disse que eu ficaria ainda mais linda.
- Viu o passarinho verde? – Dornelles perguntou ao me ver sorrir.
Ele estava quase o tempo todo na ala hospitalar, pois estava aprendendo várias técnicas e estudando bastante antes da viajem. Ele seria nosso pronto-socorro.
- Engraçadinho. – falei enquanto soltava da maca e ajeitava a blusa.
O homem me encarou com aquele sorriso cúmplice e me acompanhou até lá fora. O sol já começava a se pôr e a lua brilhava no céu púrpura. Passei rapidamente no refeitório e jantei sozinha, já que a maioria das pessoas já estava recolhida e pronta para mais uma noite angustiante.
Fui até a casa de Alex e tomei um banho. Estava exausta. Não havia mais trabalho a fazer no laboratório e, com o braço daquele jeito eu não podia ir para os muros. Lisa havia me emprestado um livro antigo. Era uma história de faroeste, com muito tiro, cavalos e romance. Não fazia muito meu estilo, mas era minha única distração. Enquanto lia sem atenção, minha mente viajou no tempo. Relembrei o sonho estranho que tive há algumas noites e as palavras daquele ser intimidador não saíam da minha cabeça.
Foi quando virei a página que percebi uma coisa. Era a mesma palavra! Como eu não consegui reparar nisso?
Quando estava na caverna com aqueles malditos, eu lembro que eles diziam uma palavra estranha repetidas vezes, que, na época, eu não consegui identificar. Só agora eu me dei conta de que era a mesma palavra que aquela coisa no espelho me disse...”Dimite”.
Fechei o livro intrigada. Eu tinha que saber o que era aquilo. Caminhei até a cômoda na sala, em frente ao sofá e achei um lápis dentro da primeira gaveta. Anotei na contracapa do livro a palavra ‘dimite’ e guardei o cotoco de lápis no bolso.
Saí da casa de Alex fui caminhando rapidamente para o laboratório. Em uma das salas havia uma espécie de biblioteca. Ali devia ter um dicionário que pudesse me ajudar a saber que raio de palavra era aquela.
A noite estava agradável e eu vi a movimentação dos soldados que estavam na guarda. Alex devia estar lá em algum lugar com sua arma e o facão na mão. Forcei-me a focar em meu objetivo... era difícil não pensar em Alex o tempo inteiro. Cheguei ao prédio deserto e subi até o segundo andar. Passei pelas salas onde trabalhávamos normalmente e também pela sala onde estava todo o equipamento que levaríamos na viajem. Cheguei ao fim do corredor e virei para a sala onde havia a maior aglomeração de livros em Naska e foi quando ouvi um barulho.
Virei rapidamente pra trás, para o corredor longo e vazio. A arma que carregava no cós da calça, já estava em minha mão direita, preparada para atirar.
Prendi o livro onde estava a arma para ficar com as mãos livres e segui devagar, pé ante pé, andando pelo corredor silenciosamente. A cada sala eu abria a porta com cuidado e espiava dentro pra me certificar que estava vazia. Estava abrindo a quarta porta lentamente, a da sala que estavam nossas malas prontas, quando vi um vulto dentro do cômodo. Aproveitando o elemento surpresa, escancarei a porta, que bateu com tudo contra a parede, fazendo um barulho alto. Coloquei um joelho no chão e apontei a arma para o intruso, com ambos os braços esticados, pronta para atirar no que quer que fosse.
- MANUELLA, SOU EU! PELO AMOR DE DEUS!
Respirei aliviada. Dr. Robert estava parado no centro da sala, com os braços na frente do corpo, branco como papel.
- Doutor... m-me desculpe... eu... ouvi um barulho e vim ver.
Eu travei a pistola e a abaixei. O homem quase infartado começou a se abanar.
- Desculpe... – falei caminhando até ele e fazendo-o se sentar em uma cadeira.
Ele recobrou o ar aos poucos e quando parecia melhor eu perguntei:
- O que o senhor faz aqui a essa hora?
- Bom, eu vim deixar isso na bagagem que levaremos. – ele mostrou um bolinho de papéis — Foram algumas das minhas primeiras anotações que eu tinha esquecido em casa. Eu achei que pudesse ser útil e pra não esquecer eu vim colocar na minha bagagem.
- Ah... sua bagagem? – perguntei intrigada.
- Sim, eu resolvi que vou com vocês. – Robert falou enquanto levantava, já refeito do susto.
Robert e os cientistas mais velhos não iriam conosco, a princípio. Por esse motivo, nós estávamos recolhendo e aprendendo todas as informações que eles tinham, pois seria perigoso demais ter alguém que pudesse atrasar o grupo. Fiquei quieta.
- Eu sei que estou velho, mas eu acho que posso ajudar com as informações – ele acrescentou olhando pra mim, tentando se justificar – Eu quero encontrar a cura e preciso estar lá quando vocês chegarem até a base. Eu quero fazer parte disso.
Ele falava com tanto fervor, com tanta paixão... eu o entendia. Quem era eu pra poder julgar sua decisão ou dizer que não poderia vir conosco? Robert era um cientista brilhante e um homem com objetivos, sua experiência seria muito importante pra nós e não importava o quanto seu corpo estivesse velho, isso não iria mudar nada.
- Eu concordo com o Senhor, será uma honra poder viajar em sua companhia. – falei sorrindo.
Ele pareceu aliviado. Vi o sorriso crescer e o olhar cansado dar espaço a um brilho diferente.
- E você, por que está aqui a essa hora, filha? – ele perguntou curioso.
- Bom... eu estou tentando descobrir o significado de uma palavra... é uma besteira, na verdade, mas isso não me sai da cabeça. Eu sonhei com isso há algumas noites atrás e preciso saber o que é. – falei meio sem graça. Imagina, eu diante de um dos cientistas mais brilhantes de todos e falando sobre significados de sonhos.
- Bom, e que palavra é essa? – ele pareceu interessado.
Peguei o livro de Lisa e mostrei a contracapa rabiscada.
- É essa. – falei apontando a palavra – Eu não sei se é assim que escreve, mas é essa a pronúncia... talvez, seja mais puxado pra última sílaba, como se fosse francês.
Ele olhou a palavra e pensou um pouco.
- Seria “Dimitê” a pronúncia? – ele perguntou e era como se eu estivesse ouvindo a palavra mais uma vez, do jeito que os vampiros pronunciaram e do jeito que aquela figura estranha em meu sonho falou.
- Isso! É isso! Sabe o que é?
- Sim – Robert respondeu- É latim. Significa o verbo ‘Libertar’ e se escreve com dois ‘t’.
- Libertar? – perguntei confusa.
- Sim. Eu estudei latim na faculdade de medicina, posso dizer, há quase cinco décadas atrás... eu era bom.
Eu o encarei, minha cabeça ainda rodando com essa informação.
- Bom... eu vou deixar esse negócio lá na mala e vou me recolher... temos pouco tempo.
- Sim, claro... Boa noite, Dr. Robert, e obrigada. – respondi, dando espaço para que ele seguisse seu cainho.
Peguei o lápis do bolso e risquei a palavra que tinha escrito, escrevendo logo abaixo “Dimitte – Libertar”.
Caminhei de volta à casa de Alex já com o céu negro. Minha cabeça tentando entender a razão disso tudo. Chegando lá, deixei o livro sobre a mesa e lavei o rosto. Ajeitei minha pistola sob o travesseiro e resolvi dormir essa noite, esperando que não sonhasse com aquela figura novamente.
...
Acordei sentindo mãos quentes percorrerem meu corpo. Estava deitada de bruços, mas sabia que era ele. O quarto estava iluminado pela luz do dia. Finalmente ele havia voltado de sua vigília nos muros e eu tinha tido um noite longa e tranquila de sono, graças a ele e aos outros que vigiaram Naska durante a madrugada.
O corpo dele deitou sobre o meu; estava um pouco gelado pelo frio na noite. Senti sua respiração em meu pescoço. Sorri.
Ele deslizou o corpo pro lado e vestia apenas a calça camuflada. Virei-me de lado, com as costas pra ele, preguiçosa, e Alex me abraçou por trás, me mantendo junto a si.
- Tenho o dia todo livre. Vamos descansar bastante pra poder partir amanhã cedo... terei o dia inteiro pra ficar com você.
Sorri novamente, me aconchegando ainda mais contra ele.
Alex dormiu logo depois, devia estar cansado. Saí da cama de fininho e deixei um café reforçado posto na mesa pra quando acordasse. Havia suco, frutas, fatias de bolo e pães que peguei no refeitório. Como era meu último dia em Naska, resolvi passar na academia e malhar um pouco. No caminho, enquanto passava em frente ao prédio do laboratório, ouvi a voz de Lisa vindo de perto. Parecia discutir com alguém.
- EU NÃO ACREDITO NISSO, PAI, O SENHOR SÓ PODE ESTAR DE BRINCADEIRA!
- Lisa, está resolvido.
- ÓTIMO! FAÇA COMO QUISER.
Ouvi o barulho de uma porta bater forte e depois o silêncio. Eu queria ir atrás dela, saber se estava bem. Sua voz soou firme, mas eu sabia que estava irritada e chateada. Provavelmente Dr. Robert tinha acabado de avisar à filha que viajaria conosco e ela ficou preocupada com isso.
Continuei meu caminho e fui até a academia. Pedalei por quase duas horas e comecei a sentir um incômodo no ombro. Resolvi parar. Depois disso fiz alguns outros exercícios de alongamento e um treinamento leve de força com o braço bom... fazia séculos que não me exercitava desta maneira.
Eu via as pessoas me olhando de um jeito estranho e poucos se aproximaram para falar comigo, eu só não sabia se isso era um efeito do que tinha acontecido com os vampiros ou o fato de todos já estarem sabendo de mim e do Alex... provavelmente a segunda opção.
Estava chegando na saída quando uma voz fina me chamou.
- Ei!
Virei pra trás. Era uma garota nova, mais baixa que eu e magra. Tinha cabelos longos castanhos e olhos azuis. Era linda. Eu a conhecia... era aquela garota que dançou com Alex na festa de Naska... Sandy, eu acho.
- Falou comigo? – perguntei.
- Falei. – ela disse se aproximando. Quando respirou fundo, vi seus querendo saltar pra fora do decote enorme.
Levantei a sobrancelha... menininha atrevida.
- Você e o Alex estão juntos, não é?
A garota foi direta, sem rodeios.
- E quem quer saber?
- Eu. Sabe o que é, é que eu e Alex temos um caso há anos. Eu acho que você parece legal e inteligente... mas saiba de uma coisa, ele não tem dona. Pode ficar com você hoje e dizer coisas bonitas, mas ele sempre cede aos instintos, se quer saber...
Ela parecia convencida do que dizia e eu imaginei que tenha passado por essa situação com ele. Não me deixei abalar.
- E você está me avisando pra que eu não me magoe ou pra que eu caia fora? – perguntei divertida, cruzando os braços no aguardo de sua resposta.
- As duas coisas. – ela respondeu – Alex não é o tipo de homem que se apega.
Respirei fundo... tantas coisas pra dizer... qual escolher? Preferi a diplomacia.
- Bom, obrigada por me avisar, tenho certeza de que foi com a melhor das intenções. O fato é que eu não vou me afastar dele, mesmo com seus avisos. Eu sei onde estou pisando.
- Ah, sabe? Tem certeza? Bom, foi isso o que a metade das garotas daqui falou antes de vê-lo com outra. Não se iluda. – ela disse, ainda convencida.
Adeus diplomacia.
- Não, eu não me iludo e se Alex não foi fiel a nenhuma de vocês, eu acho que foi porque ele sabia que não valia a pena.
A garota arregalou os olhos e eu a deixei lá parada. Não tinha tempo pra cair em joguinhos infantis. Antes de sair da academia, vi Júnior em um canto, espreitando, e algo me disse que ele sabia exatamente o conteúdo daquela conversa...
...
Ouvi o barulho do chuveiro e acordei. Manuella devia estar se banhando. Meu relógio apontava 13h... eu havia dormido a manhã inteira.
Fui até a pia perto do fogão e lavei o rosto, sentia-me bem descansado. Vi a mesa farta, com pães, frutas e suco. Peguei um pedaço de bolo e abocanhei. Sentei na mesa e enchi um copo com suco fresco de laranja e percebi que tamborilava enquanto bebia.
Tentei forçar um pão pra dentro, mas sentia-me nervoso... não conseguia de parar de pensar em Manuella se banhando perto de mim. Céus!
Levantei correndo, cedendo ao instinto de tê-la comigo. Essa mulher ainda me deixaria louco um dia. Cheguei até a porta do banheiro e pus a mão na maçaneta. Abri-a lentamente.
Espiei pra dentro do banheiro e vi a silhueta dela enquanto esfregava os cabelos e o cheiro dela misturado ao vapor me entorpeceu.
- Alex? – ouvi sua voz assustada.
Caminhei até o box e arrastei a cortina branca. Senti o coração acelerar diante da visão de seu corpo nu. Senti a visão anuviar em um tom avermelhado... fechei os olhos..
- Desculpe. – falei enquanto me retirava. Eu não tinha o direito de fazer aquilo, de invadir sua privacidade.
Senti a mão molhada segurar meu pulso e aquele choque familiar percorrer meu corpo. Era essa a sensação que eu tinha ao tocá-la. Manuella me puxou com delicadeza e eu via o embaraço por eu tê-la pego desprevenida, indo embora.
Ela deu um passo a frente, olhando profundamente em meus olhos. Parecia fascinada por eles.
Senti suas mãos delicadas irem até o cós da minha calça e logo eu a segui, retirando a incômoda calça camuflada. Meu corpo estava excitado por ela e logo entrei na água quente com Manuella.
Abracei-a com vontade e saudade do seu corpo, mesmo tendo estado com ela há poucos dias... parecia uma eternidade.
Alcancei sua boca deliciosa e a beijei com fervor, pressionando seu corpo contra a parede do box. Minhas mãos vorazes percorreram o corpo curvilíneo até alcançarem os seios perfeitos. Apertei-os em ambas as mãos e levei minha boca até eles. Gastei um tempo longo ali, onde me agradava mais, e onde eu sabia que ela também gostava.
Senti suas mãos baixarem minha sunga molhada e retirei rapidamente aquele apertado tecido. Minha mente estava turva, meu corpo entorpecido com seu toque. Eu queria apertá-la, rasga-la e domá-la de um jeito alucinante e, ao mesmo tempo, ser o mais gentil dos homens. Aquilo me deixava angustiado, pois era difícil achar um equilíbrio.
Senti seus arranhões bem vindos em minhas costas e deslizei as mãos pelas laterais de seu corpo. Cheguei às coxas e, com uma das pernas, afastei seus pés. Minha mão urgente encontrou sua feminilidade e comecei a acaricia-la gentilmente enquanto sentia o gosto de seu seio em minha boca e emaranhava a outra mão em seu cabelo. Manuella gemeu e puxou meu cabelo com força.
Ela deslizou a mão por mim, sentindo meu peito, meus músculos, até alcançarem meu pênis latejante de desejo. Soltei um gemido ao sentir seu aperto ali. Então ela começou a me acariciar com movimentos sincronizados de vaivém, me alucinando, me incendiando até eu não aguentar mais estar fora dela.
Com um movimento rápido, a peguei pela cintura e levantei seu corpo, apoiando-a na parede. Manuella enlaçou-me com as pernas e me beijou com vontade. Eu me deliciei em seu corpo, e nada parecia ser suficiente... eu queria estar com ela de todas as formas que fossem possíveis.
Sem me controlar mais, segurei seu quadril e a encaixei em mim. Fui meio rude e senti uma pontada no peito de arrependimento e excitação quando ela gemeu com isso. Esperei sua reação, não queria tê-la machucado, mas Manuella cravou as unhas em minhas costas e sussurrou em meu ouvido:
- Sou sua, Alex.
Ai eu perdi a cabeça. Com movimentos bruscos e urgentes eu a movia pra cima e pra baixo, usando a força de meus braços, sentindo toda sua intimidade quente e deslizante. Ela correspondia a mim, levantando o pescoço, deixando seu corpo inteiro a minha disposição. Eu a possuía com vontade, com o desejo incontrolável que sentia de Manuella, que gritava baixo com a intensidade e profundidade das penetrações. Eu via seus olhos semicerrados e sua boca entreaberta, ouvindo os sons cada vez mais altos de seus gemidos deliciosos.
Gozei algum tempo depois, sentindo a onda forte do orgasmo me consumir. Ela ainda estava agarrada em mim, e eu sabia que estava excitada, que não tinha alcançado o êxtase.
Sem deixar seu corpo esfriar eu bati a mão no registro e fechei a água, enquanto capturava seus lábios com os meus. Meu coração disparava, sentia os músculos tremerem pelo prazer intenso ainda latejante. Caminhei com Manuella encaixada em mim e a joguei delicadamente na cama, encharcando o lençol.
Senti que seu corpo reclamou quando me retirei de dentro dela, mas não a deixei esfriar. Pressionei suas coxas com firmeza e afastei suas pernas grossas o suficiente para vê-la. Com as mãos segurando os quadris, abaixei o corpo até que minha boca alcançasse sua intimidade. Eu queria que sentisse o prazer que senti.
Eu a lambia com vontade e sutileza, me deliciando em sentir seu gosto. Ela estava muito excitada e não demorou para eu ouvir seus gemidos de prazer quando eu mantinha os movimentos suaves e constantes em seu ponto mais sensível. O corpo dela tremeu e me satisfiz ao vê-la em êxtase.
Manuella ainda sentia os espasmos do clímax enquanto eu subi até colar meu corpo ao dela na cama molhada. Estava ofegante, assim como eu, e satisfeita, como devia ser.
- Eu disse que sempre teria prazer comigo. – falei eu seu ouvido enquanto a puxava pra mim.
Fiquei feliz ao ver seu sorriso bobo e também ao perceber que seu corpo estava mole e sem ação. Aconcheguei-a em meus braços e relaxei ao seu lado, sentindo o cheiro do cabelo molhado e o calor de seu corpo contra o meu.
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