Life

9 Capítulo VIII - Memories [parte II]


Notas iniciais
Demoro, demoro mais chegou. Muitas emoções ainda nos aguardam.
Indiquem, comentem e é isso ai.
Tô com muito sono para falar mais qualquer coisa. Boa noite Bebes da Omma Cake...
Releve qualquer erro ok?

Ela andava sem um rumo certo. Andava pelas ruas olhando para todos os lugares. Via-se muitos jovens ali, afinal era noite... Era bem tarde, então todos estavam curtindo sua juventude. “Algo que não poderei fazer não é?” Pensava enquanto andava.
Ela continuava a caminhar sem rumo. Se via perdida, mas não em relação a onde estava, mas sim em relação ao que deveria fazer. Ela virava uma rua onde havia um parque, e decidiu passar no mesmo.
Ela sentou em um dos bancos em uma parte florida do local. Havia muitos casais ali, o que fazia sentir-se pior.

– Droga! Por que… Por que não podia ser assim? Seria melhor ter alguém ao meu lado pelo menos… Para me apoiar…

Ela baixava a cabeça e sentia algumas lágrimas caírem e logo se encolhia no banco, segurando suas pernas.

–*-

– Amber? Amber?

Luna entrava no quarto e ao ver que Amber não estava ali começou a ficar preocupada. Afinal, aonde a irmã poderia ter ido àquela hora?

–*-

Amber continuava ali, sem rumo, pensando no que deveria fazer. Os casais já tinham ido, e apenas haviam poucas pessoas agora no parque.
Quando ela olhou mais ao lado viu uma moça jovem e bonita. Ela vinha segurando as mãos de uma pequena menina de cerca de 3 anos de idade. Elas brincavam e sorriam andando no mesmo passo. A menininha apontava para uma flor e a pedia para a moça com suas palavras ainda confusas devido a pouca idade. A moça olhava a bela flor que a menina estava apontando, mas ela era baixa e não conseguia alcançar a mesma. Amber por impulso se levantou e pegou a flor para a moça. Ela sorria agradecendo, dando a flor para a pequenina em seguida.

– Muito obrigada!

– Que isso! – Amber sorria e a pequena criança segurava sua calça, puxando-a como se quisesse falar algo para Amber, e esta abaixou ficando frente a frente com a pequena menina. – Hey pequena, o que quer?

– O… Obrigada – a pequena criança sorria com seus poucos dentes e Amber corava um pouco. A criança lhe entregava outra flor que segurava, e dando-lhe em seguida um abraço apertado.

– Filha, Filha… Devagar! Vai assustar a moça!

– É sua filha? – Amber perguntava em um tom de surpresa. – Nossa… Mas você é tão nova! Nem parece! – Amber sorria sem jeito se levantando.

– Ah, obrigada… Sim, sou mãe dela. Eu dei a luz a ela ainda nova. Ainda estou me acostumando com a vida de mãe solteira.

– Mãe solteira?

– Sim… Na verdade meu namorado faleceu dois anos e eu cuido de Mary sozinha desde então… Eu pensei em… — Ela tampava as orelhas da filha – Mandá-la para adoção – ela suspirava soltando as orelhas da filha – Mas… Eu nunca poderia fazer isso. Por que Mary é a minha vida. Ela me ilumina e me alegra de uma forma inimaginável. Um dia quando você for mãe vai entender como é este sentimento maravilhoso… Bem, agora eu e Mary temos que ir, mas muito obrigado novamente!
A mulher saia com a criança, deixando Amber sozinha ali.

Aquelas palavras mexeram, com certeza, com Amber e, por um instante sentiu algo muito forte, um sentimento brotar aos poucos em seu coração.

– Eu não posso abortar… é uma vida que não tem culpa nenhuma sobre o que está acontecendo! É um pequeno pedaço de mim e eu vou amá-lo como ninguém nunca me amou. Sempre! A partir de hoje, Sempre vou amá-lo! – Ela chorava um pouco desnorteada por ter pensado em algo tão terrível como aborto – vamos para casa, ok? Mas por favor, me perdoe! Ninguém vai separar você de mim! Eu prometo!

A garota não suportaria ficar naquela casa. Estava se sentindo uma merda e com os olhares de reprovação de seus pais o sentimento só piorava.Tinha vontade de se matar, mas não podia. Não podia tirar uma vida por causa de um erro estúpido seu. Amber pegou um ônibus, ainda não queria e nem podia voltar para sua casa. Tinha algo que queria fazer… Ela iria ver a única pessoa que realmente se importava com ela.
Pouco tempo se passou e Amber desceu do ônibus; ela ligou para a única pessoa que podia confiar naquele momento.

–*-

O celular começava a tocar e um Key sonolento atendia o mesmo com os olhos ainda fechados.

– Alo?

– To aqui em baixo! Abre a porta, por favor, precisamos conversar! – O telefone era desligado.

– Mas o que…?

Key se levantava ainda sonolento e descia morbidamente as escadas até a porta principal. Ele abria e se deparava com uma Amber séria.

– Amber, sabe que horas é agora? É 1 hora da madrugada!

– Key… Precisamos conversar! Seus pais estão em casa?

Key ria.

– Que pergunta Amber! Claro que não! Eles vivem viajando. Amanhã vai fazer 5 meses que não os vejo pessoalmente.

– A Clara tá ai?

Clara era a empregada-babá de Key. Ambos eram tão próximos que ele a considerava como sua verdadeira mãe.

– Não. Ela foi para casa hoje. Eu estou sozinho… Entra logo vai!

Ele cedia espaço na porta para que Amber passasse e esta passou indo direto para a cozinha, se sentando em uma cadeira nem frente ao balcão e esperando que Key entrasse e fizesse o mesmo. Ele logo entrava indo para lá também.

– O que foi? Aconteceu alguma coisa?

– Key… Lembra do dia do baile? Que depois que saímos de lá eu fui para outro lugar?

– Sim, mas por que isso agora?

– Fica quieto e me escuta! Bem… De lá eu fui para um pub com meus amigos e… Bebi muito para descontar a raiva que eu estava por Jonghyun não ter ido à festa. Mas lá eu acabei ficando sem meus amigos e…

– Sintetiza que eu estou com sono! – Key a interrompia.

– TÁ! Bem… Apareceu um rapaz muito bonito e começamos a conversar. Ele pagou umas bebidas para mim e… Dopou uma delas…

_Dopou? – Key parecia agora mais interessado na conversa.

– Sim. Eu não me lembrava de nada do que tinha acontecido depois daquilo… Mas agora aos poucos eu me lembro de algumas coisas…

– O que aconteceu?

Amber suspirava e seus olhos se enchiam de água, enquanto ela tomava coragem para falar.

– Key… Eu… Eu estou grávida…

Key arregalava seus olhos e ficava por encarar Amber por um tempo. Não acreditava no que ela tinha acabado de dizer.

– O… O que?

Key via Amber desabar em lágrimas ao seu lado e logo ele a puxava, dando-lhe um abraço apertado e reconfortante.

– Hey, Hey! Acalme-se tá? Não é o fim de tudo ok? É um começo… Sim! É… Um novo começo ok?

– Key… Você não sabe o inferno que minha vida está por causa disso… Mas não me importa mais. É a MINHA criança… Meu bebe… E eu vou cuidar dele e dar todo o amor necessário! Mas ainda está tudo tão confuso!

Amber chorava mais e Key a abraçava mais forte.

– Amber… Eu… Eu… Eu te… Te a… -ele respirava fundo – Eu estou aqui… Eu vou te apoiar ok? Sempre vou te apoiar!

Ela sorria fraco, agradecendo.

– Mas… Está de quantos meses?


– Dois. Está para completar três.

– Já sabe o que é?

– Key, eu nem sabia ao certo se eu estava grávida a dois dias atrás!

– Ah! Desculpa então. – ele fazia um bico fazendo Amber rir, o que o deixava mais aliviado.

– Mas o que vai fazer agora?

– Ah Key, eu ainda não sei… Só sei que eu vou sair daquela casa! Eu não aguento ficar lá, ainda mais do jeito que eles estão me tratando agora…

– Vai morar aonde? Na rua Amber? Você não tem aonde ir!

Amber respirava fundo e Key continuava.

– Já sei! Amber fuja e venha morar aqui comigo! Minha casa é grande e meus pais nunca estão em casa, alem do que eles gostam muito de você!

– Mas Key, eu não posso depender para sempre de você, ainda mais agora que estou esperando um filho!

– Eu sei besta! Mas daí o que você pode fazer…? Pode morar aqui por um tempo até que tenha conseguido um dinheiro para comprar ou alugar casa própria! Clara pode ser a fiadora! Vamos Amber! Além do que vai ser bom passarmos um tempo juntos… e EU… Quero estar ao seu lado nesse momento difícil… — Ele sorria sem jeito ficando um pouco envergonhado.

– Tudo bem Key… Mas eu não sei se ainda estou pronta… Deixe-me pensar mais um pouco sim?

– Sim senhor! – Key imitava um soldado obediente arrancando risos de Amber.

–*-

Amber estava em sua cama. Não estava conseguindo dormir. Ela pensava em como Key podia ser tão maravilhoso estando ao seu lado em todos os momentos, independente das circunstancias. Seu coração batia mais rápido enquanto pensava nele, o que a deixava um pouco desconfortada. Será que… Será que poderia estar gostando dele? Melhor tirar isso da cabeça, afinal, agora tinha mais coisas para pensar.

– Macarrão… Macarrão com repolho… Muito repolho refogado!

Ela disparava para o celular e ligava para Key, nem se preocupando com a hora da “madrugada” que era.

Key atendia ao telefone com os olhos fechados reclamando e logo atendia sem animo.

– Key… Eu me decidi… Eu vou fugir e vou para ai com você… Agora! Tudo bem?

Key se sentava rapidamente na cama ouvindo com alegria o que a garota tinha acabado.

– SÉRIO? Mas… Você vem agora?

– Sim. Vou arrumar minhas coisas e vou para ai. Será que pode fazer algo para mim?

– O que?

– Eu… Estou com muito desejo de comer macarrão… Macarrão com repolho refogado… Você pode fazer para mim?

Key bufava do outro lado da linha e Amber choramingava do outro lado.

– Hyung! – Dizia melosa e dramaticamente. Ela o chamava assim, pois ele sempre havia a tratado como seu “irmãozinho” mais novo – Por favor! Se não… Se não eu vou morrer. – Ela choramingava mais e ele aceitava deixando-a feliz.

– OK. Acho que a Clara logo logo chega… Mas eu faço assim mesmo. Quando chegar estará pronto ok?

– Ok.

Ela desligava o celular e logo pegou uma bolsa grande e jogou as primeiras roupas que viu. Tirou de debaixo da cama uma caixinha de madeira e abriu o cadeado. Pegou todas as economias que lá guardava e jogou na bolsa. Pegou sua escova de dente verde e colocou na mesma. Procurou sua identidade pelo quarto todo, mas não achou.– Aqui unnie. – Luna estendeu a identidade de Amber e sorriu fraco. – você vai mesmo embora? – Amber apenas assentiu e colocou a identidade no bolso, um pouco surpresa, pois não tinha visto que sua irmã estava ali e nem que tinha escutado sua conversa com Key. Pegou o resto das coisas que eram essenciais enquanto Luna a observava, sentada na cama. A mais velha olhou pela janela e viu uma fina camada de neblina no ar. Pegou seu moletom roxo com capuz Era um pouco triste sair dali. Sua vida toda foi ali… Amber pensava um pouco sem conter uma lágrima intrometida que logo invadia seu rosto. Luna ao ver sua irmã chorando foi abraça-la.– Eu vou sentir sua falta unnie. Promete que vai voltar? – Outra lagrima escorreu pelo rosto de Amber, que ficou quieta em resposta a pergunta de sua dongsaeng. Elas se abraçaram fortemente, sabendo que não se veriam por um bom tempo. Amber sempre foi muito ligada a sua irmã, mesmo ela sendo 9 anos mais nova.

– Você vai para a casa do Key oppa? – Amber sussurrou um sim. –Mande noticias esta bem? Quero saber como minha unnie vai estar. E meu futuro dongsaeng também! – Um sorriso bobo brotou nos lábios de Amber ao ouvir o que a mais nova disse.– Vou fazer de tudo para manter você informada sobre nós ok? — Foi estranho para a garota dizer 'nós' pela primeira vez, mas ela sentiu que seria o primeiro de muitos 'nós' que ainda viriam.– Eu te amo Unnie. Não se esqueça de mim.– Eu te amo minha querida Luna. Nunca vou esquecer-me de você.

Elas partiram o abraço e Amber deu um beijo na testa da menor. Olhou para seu quarto como se despedisse dele e pulou a janela, dando direto com o telhado. Andou cuidadosamente até a ponta do telhado reto achando a velha escada coberta de trepadeiras. Desceu com cuidado e pulou os três últimos degraus. Olhou para sua casa e viu Luna com cara de choro na janela. Acenou de volta, virou-se e saiu correndo até o portão baixo de madeira, o pulando com facilidade. Sentiria falta daquele lugar.

–*-

Amber logo chegava a casa de Key. Já havia amanhecido. Ela havia vindo a pé desde sua casa, afinal era muito cedo e o ônibus não passava àquela hora. Ela bateu rapidamente na porta. A casa estava acesa. Provavelmente Clara já havia chegado.
Key atendia a porta sorrindo, mas Amber entrou quase deu um pulo largando sua bolsa com Key e indo até a cozinha. Ela procurava desesperada por aquele maravilhoso cheiro e logo que o achou começou a devorar sem nem ao menos esperar a permissão de Key. Key que logo entrou olhando esta cena, espantada, pois parecia que a garota não via comida a uns bons anos. Em menos de três minutos ela havia comido sozinha toda a panela de macarrão e a de repolho também.

Quando a garota finalmente se levantou ele foi fofamente abraçá-la. Mas ela passou mal, e acabou vomitando em cima de Key, sujando ele e a cozinha toda.

–*-


Enquanto Key tomava banho Amber teve que se explicar para Clara. Contou sobre tudo o que aconteceu, inclusive sobre ter sido dopada. Clara abraçou Amber e disse que a apoiaria. "Por que eu não podia ter uma mãe como a Clara?"


–*-


Amber estava no quarto de Key esperando ele terminar de se arrumar.

– Bem... Agora posso te mostrar seu quarto? Clara já deve ter levado suas malas. – Key me puxou para o corredor – Ele é ao lado do meu. Tem uma cama de casal bem confortável. Ele é o quarto de hospedes então não tem muita coisa sabe...

–Key relaxa! Eu estou feliz de estar aqui!


Aos poucos os meses foram passando e momentos felizes ao lado de Key se tornaram reais. Logo ela já estava de cinco meses e tinha descoberto que estava grávida de um menino. Key a tratava maravilhosamente bem, e as vezes agia como pai acordando de madrugada para comprar coisas que Amber tinha desejo, ou até mesmo limpar o resultado das conquistas dos mesmos. Amber ficava feliz por ter Key ao seu lado enquanto tudo isso acontecia, desde o primeiro chute, até as compras das roupinhas; e aos poucos foi descobrindo seu sentimento por Key. Estava tudo realmente muito bom. Certo dia Amber saiu da casa de Key e foi fazer sua consulta mensal com o medico que cuidava de sua gravidez. Na volta para casa de Key ela andava feliz pela rua e logo parava em uma velha loja onde avistou um lindo sapatinho verde feito de crochê. Ela parou na loja e comprou o mesmo junto com um conjunto de blusinha e macacão verde. Ela continuava seu caminho de volta até que algo a distraiu do caminho. Do outro lado da rua ela viu o garoto que fez aquilo com ela, T.O.P. ele estava acompanhado de mais dois garotos. Um deles era o ruivo do pub, que agora estava loiro. Ela olhava para ele com medo, mas também ódio. Seu olhar estava fixo nele, embora ele ainda não tivesse visto ela. Amber atravessou a rua ainda vidrada no garoto, sem ver ou ouvir o carro que buzinava freneticamente e não conseguiu frear, atropelando a garota.

–*-


Amber abriu os olhos devagar e sentiu seu corpo latejar. Aos poucos sua visão voltou ao normal. Ela estava deitava num quarto de hospital e a base de soro e remédios. Olhou para o lado e viu Key dormindo em uma poltrona. Ele abriu lentamente os olhos e ao ver Amber acordada a abraçou forte deixando algumas lagrimas caírem.


– Graças a Deus você acordou! Amber eu estava preocupado! Você está se sentindo em? foi um acidente feio! Você podia estar morta! O que aconteceu para você não ver o carro?


Ela olhou seria para ele.


– Meu bebe está bem?


Key abaixou a cabeça e encarou o chão.


– Key me responde! Como está meu bebe?


– Amber... Você terá que ser ainda mais forte...


Nos últimos dois meses e meio Amber e Key de apegaram muito a Yuki, o baby de Amber. Eles ficavam juntos e compartilharam cada momento. Ela tinha se apegado muito ao filho dela. Amber terminou o curso em especialização de pintura em tela e tinha começado um curso de artes plásticas e estava fazendo seus serviços como autônoma. Ela estava juntando um dinheiro e já tinha dado entrada em uma casa, ela tinha ganhado muito dinheiro com suas primeiras obras e o dinheiro que faltava Key deu pra ela. Ele ficava bravo quando ela falava que ia pagar o que devia. A casa era grande e muito bonita. Era um começo perfeito para uma garota que mal se arrumava em uma fazenda há um tempo. Ela havia trilhado todo o caminho para uma vida tranquila para ela e o pequeno Yuki e agora tinha medo do que podia acontecer.


– Key o que você quer dizer com isso? — dizia Amber, com seus olhos já se enchendo de lágrimas.


– O bebe... N-Não... Aguentou o impacto.


Amber ficou sem expressão. Logo as lagrimas começaram a rolar e ela começava a chorar desesperada e desoladamente. Key tentava acalma-la, ele a abraçava forte segurando seus braços. Os dois choravam juntos. Os médicos tiveram que ceda-lo para que se acalmasse.

...

Luna estava com saudades da sua irmã já que Amber não tinha dado sinal de visa a algum tempo.Ela pegou o telefone e ligou para o celular da sua unnie, mas quem atendeu foi key com uma voz triste.


–Key porque você está com o celular da minha unnie?


–Luna... Amber sofreu um acidente. Ela foi atropelada. Ela esta bem, mas perdeu o bebe.


A pequena Luna correu até sua mãe desesperada e lhe contou o que Key acabara de lhe contar. Mika correu para o hospital para ver sua filha, afinal, mãe é mãe.


Lá foi onde ela viu a tristeza de Amber e o amor que ela reservava para o seu filho e se perguntava se toda aquela briga tinha valido a pena. Mesmo depois daquela briga, aquele momento pedia por uma pausa, e foi esta justamente que fez com que Mika ficasse ao lado de Amber naquele momento difícil.


Amber passou por muitas sessões de psicologia para afastar a depressão assim que saiu do hospital, na mesma época que se mudou para a casa nova.



# Flashback OFF#




Foi tão difícil. Minha única alegria me abandonou. Assim como todos. Só Key continuou ao meu lado e era por isso que eu aguento Hiro ou qualquer outra pessoa. Pelo meu Key. Mas será que eu aguento muito tempo nesse lugar? Nesse quarto que me traz tantas lembranças?Eu pensei enquanto me sentava naquela velha cama, enquanto me deitava lentamente virada para a janela, como de costume.


...

Notas finais
É issâe galerinah Marôôôta. fortes emoçõies nos proximos capitulos
AAAH, mais uma coisa, recadinho para BigodedoKiseop
Pensa que eu esqueci da promessa não ein? falei que ia te oferecer o cap mais lindo néah? fata apenas mais dois caps ai é ele ~~õ cap XII ^^ Então aguarde
Mandem meus REVIWS. SE NÃO EU JOGO A PRAGA DO ZUBUMAFU EM VOCêS MUAHAHHA ~sono/gomen~