Lie To Me
11 Capítulo 11: You Know What I Want...
Notas iniciais
E Arthur não sabia o que fazer senão fitar o americano. Por que ele tinha feito aquilo? Por que de novo? Ele não via motivos lógicos, ele... Ele não sabia o que fazer. A expressão de surpresa que tinha no rosto foi substituída por uma de raiva, e logo o inglês exclamava:
-Por que fez isso?!
-Porque eu quis.-Alfred respondeu, sorrindo, como se ambos estivessem falando sobre o tempo.
-Foi só para caçoar de mim, não foi?! Por que continua a fazer essas coisas?! Eu já disse que não faço parte do seu mundo, eu não sou assim! Se você me... Me... Me beija, é porque... Porque... Porque gosta de mim, e se não gosta, é porque quer me humilhar!
-Mas Arthie, eu gosto de você.-O americano respondeu, simplesmente, sem pensar. Ele não estava fingindo naquela hora.
-Gosta, sei lá, como amigo! Você mesmo disse que era hetero, então pare de fazer essas coisas porque você me confunde! Já não entendo como pode querer ser meu amigo, e seria impossível para eu entender porque diabos iria querer ser meu... Meu namorado, não sei, algo assim!
-Arthie...-Alfred pegou no rosto do inglês, olhando nos olhos verdes do mesmo. Ele não sabia o que dizer. Até semana retrasada ele não se importava muito com Arthur, as coisas estavam indo bem, o plano parecia que ia dar certo, mas agora...
Agora estava tudo completamente confuso. Alfred estava se culpando pelo o que acontecera com o inglês, estava triste por ele, estava com raiva de quem tinha feito aquilo com ele, sentia coisas que não deveria sentir e vontades que antes não tinha. Por exemplo, naquele exato momento, ele estava com vontade de beijar o inglês novamente. Não sabia porque e não sabia se era muito de repente, mas estava sentindo, como às vezes tinha uma súbita vontade de comer sorvete.
Mas Arthur não tinha razão? Eles não eram apenas amigos? Então por que ele ficara tão chocado ao ver o inglês na noite anterior todo machucado, por que Arthur sentira ciúmes quando Alfred falara com aquela mulher, por que ele estaria querendo beijar o inglês? Tudo isso não fazia o mínimo de sentido.
Alfred sabia que não era gay. Se excitava com garotas, com mulheres, e não com outros homens, então por que naquele momento alguns pensamentos, algumas fantasias, passavam por sua cabeça aonde tinha Arthur no meio delas? Por quê? Por que tudo tão confuso?
-Arthie, eu... Não quero caçoar de você, nunca quis.-Alfred murmurou, mesmo sem saber se aquilo era verdade ou não.
-Então por que está fazendo isso?
-Porque... Eu não... Eu não sei. Eu só gosto de você, do meu jeito, Arthie. Desculpa.-Disse o americano, puxando Arthur então para si e o abraçando, encaixando a cabeça do outro na curva do seu pescoço e mexendo nos cabelos do menor.
-Alfred...-Arthur murmurou, um tanto surpreso, mas não tentou se afastar. Depois da noite anterior e mesmo depois de tanta coisa, ele já não tinha energias o suficiente para tentar afastar o americano como antes, afinal, ele meio que previa que não daria certo, de qualquer maneira.-Obrigado por... Não me abandonar.
E essa foi a gota d'água para Alfred, que já estava confuso, agora estava perdido entre aquilo que mais desejava, Susanna e seu plano ardiloso para acabar com o inglês, e o próprio Arthur e todos os problemas que aquela amizade ainda lhe trariam.
Mas mesmo assim, de repente, ele não quis mais continuar com o plano e a culpa nunca pesou tanto em suas costas. Sentia que deveria contar a verdade ao inglês, contar que desde o começo tudo fora uma farsa que estava se tornando verdade, mas sabia que aquilo afastaria o inglês para sempre.
Talvez... Talvez... Talvez apenas fosse cedo demais para decidir, pensaria naquilo mais tarde, entre mentir e não mentir, qual seria a melhor opção.
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Estava, por fim, faltando apenas um mês para que o prazo de Susanna acabasse. O tempo passara relativamente rápido, mas Arthur não voltara a escola ainda, o que fazia com que certos alunos, na verdade a maioria, até achasse que ele tinha sido morto por algum assaltante ou algo assim.
O inglês saía de casa nos finais de semana, coisa que Alfred sempre insistia, e ia à fisioterapia três vezes por semana também, logicamente acompanhado pelo americano, que num dia qualquer chegou em casa dizendo que tinha tirado A+ na prova de trigonometria por causa de Arthur, que começou a insistir em ensiná-lo no tempo livre, que era muito.
Alfred também ia para o futebol de tarde ou de noite, para manter uma coisa mais constante dessa vez por causa dos seus pais, e não insistia mais para que o inglês fosse. Sabia que ele tinha criado uma espécie de trauma e, na verdade, não o culpava.
E tudo estava correndo muitíssimo bem. Apesar de Alfred ter parado de anotar coisas sobre Arthur no caderninho secreto que tinha, o mesmo estava quase cheio, e todas as vezes em que ele pensava em se livrar daquilo, planejava também em guardar para o futuro, como um caderno de memórias.
Os pais de Alfred, que apareciam vez por outra, continuavam tratando o filho de forma igual, mas pareciam ao menos estar minimamente satisfeitos com a melhora de suas notas.
E passemos então para o assunto que eu sinceramente considero mais importante durante este tempo que passou: A relação de Arthur e Alfred. Depois do incidente aonde Arthur fora sequestrado e tudo o mais, aonde Alfred até foi atrás do tal de “Brandom” e, junto com alguns colegas, deu-lhe uma surra enorme (o que fez com que ele voltasse para casa com as roupas um tanto sujas de sangue, o que por sua vez fez Arthur gritar com ele durante horas até que o americano dissesse que estava resolvendo alguns assuntos com quem tinha feito “aquela coisa” com Arthur. O inglês se calou e ambos não tocaram mais no assunto), e também depois daqueles... Beijos, o clima se tornou em parte mais agradável e em parte mais constrangedor, ao menos para o inglês.
Primeiro porque Arthur não sabia o que fazer. Estava claro que Alfred estava mais gentil que antes, se é que isso era possível, e também estava claro que às vezes ele queria tocar o menor, mas então Arthur mudava de assunto ou então se afastava na cadeira-de-rodas nova que tiveram que comprar devido ao estado deformado da antiga.
E Alfred não estava particularmente feliz com aquilo. Veja bem, o americano não estava muito acostumado a levar um “fora”, e toda vez que ele tentava beijar o inglês e o mesmo se afastava, era como levar um fora, e isso destroçava seu orgulho. E o irritava também, embora ele não demonstrasse.
Mas Arthur realmente não sabia o que fazer. Ele não sabia se permitia que o outro se aproximasse e apenas deixasse as coisas rolarem ou se evitava aquilo ao máximo porque, afinal, não era errado? Aquela coisa de homem com homem não deveria ser evitada? Até porque ele não gostava de Alfred no sentido que um namorado gosta do outro... Ou gostava?
Entenderam? Ele não sabia, simplesmente não sabia, e por isso ficava muito inseguro na hora de agir e preferia recuar antes de fazer algo que se arrependesse depois. Porém, tiveram algumas poucas vezes em que Alfred quase conseguira beijar o inglês, mas o mesmo fugira na última hora, o que frustrava o americano mais ainda, que nem sequer podia compensar sua “vontade” em outras meninas porque na única vez que fez isso e chegou em casa com o pescoço cheio de marcas vermelhas, Arthur se irritou de repente e se trancou no quarto pelo resto da noite, e ele não gostava dos silêncios do inglês.
Ou seja, ele, o incrível Alfred F. Jones, a estrela do colégio, o deus grego segundo várias meninas, a estrela, o herói, estava na seca. Não riam, porque o coitado era obrigado a se satisfazer sozinho no banheiro, coisa que nunca precisou fazer diante de todo o contingente de meninas que o perseguiam.
Se dependesse de Arthur, a “relação” deles nunca iria para frente, e Alfred estava se cansando daquele pseudo-namoro ou pseudo-casamento (porque tinha horas em que realmente pareciam estar casados). Estava mais que claro que Arthur gostava do americano, e Alfred sentia alguma coisa pelo inglês, nem que fosse tesão (que Arthur nunca soubesse), mas sentia.
Eram como justamente dois amigos que se beijavam, que sabiam que tinham sentimentos, mas que não sabiam o que fazer depois. Mas Alfred sabia, até tinha pesquisado, estudado, veja bem, ele tinha ESTUDADO, o que era difícil do americano fazer, ou seja, ele estava quase chegando para o inglês e dizendo “olha, ou rola ou não rola, okay?”.
E foi por isso que um dia, na verdade, quando quase faltava exatamente um mês para que o prazo da Susanna acabasse, Alfred chegou em casa com um humor não muito bom, jogou a mochila no chão da sala e o jantar (que ele tinha que trazer todos os dias, já que a única vez que Arthur cozinhou alguma coisa não ficou lá muito bom), ele jogou na mesa da cozinha.
Encontrou Arthur na cadeira-de-rodas assistindo um canal de documentários ainda de pijamas, embora só vestisse a calça do mesmo, e assim que viu Alfred chegando, tentou vestir a camisa do pijama, já que também estava evitando ficar sem roupas na frente do maior, mas foi impedido pelo americano, que segurou seu pulso e olhou bem fundo em seus olhos.
-Olha, Arthie, ou rola ou não rola, okay?-Disse o americano, sério.-Eu esperei, não fiz nada com você e na verdade deixei de sair com todas as meninas apenas por sua causa. Eu tenho necessidades e preciso supri-las, e não aguento mais fazer isso no banheiro.
-O quê?-Perguntou o outro, sem entender, tentando afastar o americano, mas este estava curvado sobre si, se apoiando nos braços da cadeira-de-rodas de forma que seu rosto ficasse bem próximo da face do inglês.-Não estou ented... Espere um pouco, você disse que faz “aquelas coisas” no meu banheiro?!
-Sério, Arthie, eu não vou negar. Eu quero você. Você me ouviu, pode me achar o mais estranho ou sei lá, o que for, mas eu quero, e se você não quiser, agora mesmo eu saio por aquela porta e vou pro cabaré mais próximo e só volto de manhã, entendeu?
-Você está me ameaçando baseado no fato que eu talvez pense nesse seu comentário infame e então mude de ideia e me jogue nos seus braços como uma daquelas putas?
-Bem... É. É isso mesmo.-Disse o americano, se afastando um pouco, sorrindo como se tivesse ganhado o jogo.-Não vai fazer isso?
-E por que eu faria algo assim?!
-Eu sinto algo por você. Você não sente algo por mim? Alguma atração?
-P-Pare de p-perguntar essas co-coisas!-O outro exclamou, gaguejando e tentando se afastar com a cadeira-de-rodas, mas Alfred o ergueu nos braços naquele momento e marchou até o quarto do inglês, jogando-o na cama com um pouco de brutalidade.-O que está fazendo, sua anta?!
-Arthie, você não vai fugir de mim.-Disse o mais alto, começando a desabotoar os botões da camisa enquanto subia na cama.
-Pare com isso! Alfred, pare com isso! Eu não quero, eu não quero isso!-Gritou o inglês, tentando se arrastar para fora da cama, mas o americano o segurou pelos pés e o puxou para si, virando-o para que ficasse de barriga para cima enquanto segurava suas mãos acima da cabeça.
-Arthie, eu sei que você nunca transou antes mas, cara, é só sexo! Não vai ter que casar comigo nem nada! E nem vai passar a me amar de uma hora para outra, entendeu? Só vai ser uma vez e você até vai gostar e...
-NÃO!-Gritou o inglês, tentando se soltar a todo custo, fechando os olhos com força como se realmente estivesse desesperado.
-Arthur!-Alfred exclamou, fazendo com que o outro parasse ao ver a expressão séria do americano em cima de si.-Eu preciso disso. Nós sentimos alguma coisas um pelo outro, não sentimos? Pode ser apenas curiosidade, sabe? Sei lá, transar com outro cara, mas pode ser que fazendo isso, a gente entenda o que nós sentimos, okay? É sem compromisso, então amanhã você pode conversar comigo sobre o clima que eu não vou ligar, então pare de ser tão egoísta e... Você não está chorando, está? Puta merda, Arthur!
-Eu não quero! E se você fizer sem o meu consentimento vai ser preso por estupro!-Exclamou o inglês, tentando se soltar para limpar as lágrimas que saíram sem querer, mas Alfred ainda segurava suas mãos acima da cabeça.
O americano se levantou então, claramente irritado, aliás, aquela era uma das pouquíssimas vezes que Arthur via o outro irritado, porque aquilo não era fácil de se conseguir e quando se conseguia não tinha bons resultados.
Alfred saiu do quarto batendo a porta com tanta força que ela bateu e voltou, e Arthur ouviu quando ele bateu também a porta do apartamento, saindo do mesmo. Nunca quisera irritar o maior, mas era que sexo era um assunto muitíssimo delicado para o inglês. Arthur era jovem, mas fora criado com característica dos velhos tempos, aonde sexo era só depois do casamento e coisas assim.
Mas ele não podia evitar em se culpar por causa de Alfred. Nunca, realmente, nunca quisera irritá-lo e na verdade tampouco deveria. Alfred sempre o ajudou em tudo, ajudava no colégio, ajudava no transporte, ajudava com o dinheiro, com a comida e nunca reclamara nem nada, e a única coisa que realmente pediu, mesmo que fosse um pedido bem infame, o inglês lhe negou.
Arthur limpou a garganta, se arrastando na cama e caindo no chão ruidosamente para então se arrastar até o criado-mudo, aonde ficava um telefone de emergência que Alfred lhe dera. O único número na lista de contatos era o do americano, e quando Arthur estava começando a discar, desligou.
O que diabos ele estava fazendo? Tudo bem que ele estava sentindo-se culpado e que ele deveria pedir desculpas e tentar chegar a um acordo com o americano, mas ligar para o mesmo quando este tinha acabado de sair dava a entender que Arthur estava desesperado. Por alguma razão, aquilo lhe lembrou as donas de casa abandonadas por seus maridos, aonde ele era a dona de casa da vez.
Não, Arthur ainda tinha seu bendito orgulho, então esperou quinze minutos para ligar, e ligou. E Alfred não atendeu. Ligou de novo e de novo, mas o americano parecia ter desligado o celular quando vira as ligações do inglês.
Estaria ele tão irritado assim? Arthur engoliu em seco, arrastando-se então até a sala com bastante esforço, levando o telefone consigo e subindo no sofá, puxando a cadeira-de-rodas para si e sentando-se na mesma por sua vez.
Foi até a janela, olhando a rua lá fora com esperança de que o americano estivesse ali, quem sabe sentado no meio fio, esperando, como tinha sido no dia em que se conheceram, pouco depois de Arthur tentar fugir de Alfred. Mas ele não estava ali.
Arthur suspirou então, voltando a ligar mais algumas vezes, sem resposta. Não sabia dizer quanto tempo ficou ali, olhando pela janela, só que por fim acabou adormecendo, a testa colada ao vidro frio, esperando pelo americano porque queria conversar com ele assim que chegasse.
Mas Alfred nunca chegaria.
Pouco depois que o americano saiu do prédio, caminhou a pé pelas ruas, sem destino, e quando foi atender a ligação de Arthur com seu Iphone, dois assaltantes que já lhe seguiam se aproximaram, deram-lhe dois tiros, roubaram suas coisas e fugiram.
E...
Estou brincando, isso não aconteceu, mas poderia ter acontecido, por favor, não matem este narrador que vos fala, mas enfim, Alfred realmente saiu pelas ruas sem destino por aí, bufando de raiva. Odiava quando as pessoas negavam o que ele queria, coisa de gente mimada.
E quando viu que o inglês lhe ligava, desligou o celular. Queria que Arthur amargasse por algum tempo, apesar de que aquilo lhe doesse um pouco também, mas só um pouco mesmo. Andou por várias horas até que começou a chover, já tarde da noite, então voltou para casa.
Não tinha cumprido sua promessa de ir a um cabaré, mas quando entrou no apartamento e bateu a porta, imaginando que Arthur ainda estivesse no quarto, não esperava encontrar o inglês adormecido na janela.
Mas claro que a imagem não durou por muito tempo porque com o barulho da porta batendo, Arthur acordou exasperado e assustado, olhando para os lados apenas para encontrar o americano lhe fitando de braços cruzados, as roupas molhadas por causa da chuva agora forte lá fora.
Arthur engoliu em seco, sem saber realmente o que falar diante do americano ainda com raiva, sem o fitar nos olhos. Arriscou, tateando no escuro.
-Alfred, eu... Você... Você não atendeu as minhas ligações então... Eu queria pedir desculpas e...
-Não quero desculpas.-Disse o americano, tirando o casaco molhado com o qual saíra e desabotoando a camisa também molhada, os deixando sobre a cadeira da cozinha.-Você sabe o que eu quero.
-Eu não quero, Alfred. Eu...
-Você só está com medo, mas isso é normal! Eu também senti medo na minha primeira vez! Fazer sexo não vai mudar quem você é e nem o jeito que as pessoas lhe veem! Eu não entendo porque todo esse escândalo e...
-Eu tenho medo, tudo bem?! Tenho medo de mudar, tenho medo de algo dar errado, tenho medo de muitas coisas! Eu sou paraplégico, talvez o sexo convencional nem funcione comigo! Você tem um exército de meninas a sua disposição, então por que quer logo a mim?!
-Porque você é você e eu te quero do jeito que é.-Disse o americano, sorrindo um pouco e esquecendo uma parcela da raiva, se aproximando do inglês e tocando seu ombro.-Arthie, por favor, eu lhe peço apenas isso. Se você não gostar, eu prometo que vou parar e não insistirei mais, okay? Não importa se você tem vergonha, não importa se sentir medo, não importa se não souber o que fazer, eu vou te ajudar, mas peço que me ajude também.
Alfred levou a mão do ombro do inglês até seu rosto, tocando-o de leve enquanto Arthur fitava seus olhos, provavelmente ponderando de todas as formas possíveis. O que o americano não sabia era que uma das coisas que Arthur tinha medo era de Alfred não gostar e ele ir embora, de se afastar e nunca mais voltar.
Mas claro que Arthur nunca diria isso.
-E então?-Alfred perguntou.
-Vai doer?
-Sem dor, sem ganho, certo? Esse ditado não pertence aos ingleses?
Notas finais
Lembrando que não o próximo, mas o 13°, pode ser que demore mais a sair porque enquanto os outros eu já tinha escrito há seculos, o 13° e os que vem a seguir ainda nem foram feitos, então tenham paciência... MAS AINDA TEMOS O 12° QUE SIM, HAVE LEMON, SEUS E SUAS PERVOS ~~
Ah, e mandem review porque o Dinamarca acabou batendo o carro do Suécia e se você não quiser que o Berwald acabe matando o nosso coitado Den (que bateu mesmo sem querer, tipo, ele não viu o poste!), mandem reviews e reviews para acalmar nosso pai preferido e...
FELIZ DIA DOS PAIS! Parabéns para o Suécia, para o França (Papa France by Canada ~~) e para os nossos pais mais antigos: Vovô Roma e Germânia
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