Lie To Me
12 Capítulo 12: Can I Kiss You, Can I Eat You?
Notas iniciais
Arthur engoliu em seco quando Alfred o ergueu nos braços e o levou até seu quarto, aonde ficava a única cama da casa que por sorte era de casal, apesar de ter o colchão bem velho, mas confortável, aconchegante.
Alfred deitou o inglês com cuidado na cama, voltou e fechou a porta do quarto apenas por fechar, já que ambos estavam a sós no apartamento e a porta do mesmo estava bem trancada. O americano, que já estava sem camisa porque as tinha colocado para secar, subiu na cama e se aproximou do outro, o ajeitando para que ficasse sentado com as costas apoiadas na cabeceira da cama.
Não pode evitar em sorrir quando viu Arthur com ambas as mãos escondendo o rosto, provavelmente corado, querendo a todo custo se esconder. Se não fosse alguém de palavra, desistiria naquele momento mesmo.
-Arthie... Quero ver seu rosto.-Disse o americano, puxando as mãos do inglês para baixo apenas para ver os olhos verdes se desviando rapidamente, engolindo em seco.
-Não vai precisar ver meu rosto se só vai usar meu corpo.-Disse Arthur, corando um pouco mais e parecendo emburrado, mas aquela era apenas sua forma de se defender.
Alfred sorriu e lentamente se aproximou do inglês, fechando os olhos e então o beijando, primeiro carinhosamente para depois buscar passagem por entre seus lábios, terminando por invadir sua boca e brincar com sua língua inexperiente, se afastando momentos depois para ver Arthur mais corado ainda, se é que era possível.
Agradeceu ao fato do inglês já estar sem camisa, a calça do pijama, a peça de roupa que sobrara apenas, parecendo gritar para ser tirada também. Alfred voltou a se aproximar novamente, indo direto para seu pescoço e começando a morder e chupar a pele até aquele momento imaculada, mas que não demorou a apresentar diversas manchas avermelhadas.
-O que... Está... F-Fazendo?-Arthur perguntou, levando uma das mãos até a boca para tentar suprimir a todo custo os gemidos que pareciam sair sem controle, o que divertia o maior, já sem um pingo da raiva de horas antes.
-Estou mordendo seu pescoço, lógico.-Alfred respondeu, passando a língua então pelo lóbulo da orelha do inglês e voltando a descer até seu pescoço e por sua vez, descendo até seu ombro, um pouco mais embaixo e finalmente chegando até o peito, aonde começou a distribuir vários beijos.
Olhou rapidamente a expressão de Arthur, mais uma vez escondida debaixo de suas mãos, vez por outra não conseguindo suprimir um dos gemidos. Por nunca ter sido tocado antes e nem se tocar com frequência, Arthur era especialmente sensível, o que deliciava Alfred. Dava a impressão que eram as habilidades do americano que davam prazer ao inglês.
Alfred desceu um pouco mais, achando um dos mamilos do inglês, começando a chupar um deles enquanto levava sua mão até o outro e brincava com o mesmo, o que fez Arthur se contorcer um pouco debaixo de si.
-A-Alfred... Não tem... Não tem nada aí... Ah-Alfred!-Arthur exclamou, respirando fundo, tentando ainda se controlar.
-Eu sei o que estou fazendo, Arthie, calma.-Riu o americano, passando a chupar o outro mamilo então, deixando que uma mão livre descesse pela barriga do inglês, deslizando os dedos por sua pele até chegar ao baixo ventre e logo à sua calça, o que fez com que Arthur até se assustasse um pouco, mas antes que ele fizesse alguma menção de fugir, Alfred o segurou e voltou a beijá-lo, aproveitando para enfiar logo a mão na calça do inglês que estava sem cuecas, começando a tocar seu membro de leve.
Arthur poderia ter reclamado se ao menos Alfred deixasse, uma vez que o americano continuava lhe beijando e quando parava era apenas para conseguir ar, mas logo voltando a lhe beijar com volúpia, masturbando o inglês e ouvindo seus gemidos por entre os beijos.
E continuou assim até que Arthur tremeu embaixo de si, gozando em sua mão e vendo o americano se afastar apenas para fitá-lo com um olhar pervertido no rosto, trazendo a mão repleta de sêmen até a boca e lambendo um dos dedos.
-Quer provar seu gosto?-Perguntou, ainda sorrindo.
-Não, eu... Estou bem. Acabou?-Perguntou o inglês, esperançoso.
-Não, Arthie, só você aproveitou até agora. É a minha vez.-Disse Alfred, puxando a calça do pijama de Arthur de repente e deixando-o totalmente nu diante de si, o que fez com que o inglês tentasse puxar algum lençol para si, mas o americano não deixou.
Alfred recuou um pouco, ficando entre as pernas de Arthur e as abrindo, puxando-o um pouco para baixo para que ao invés de ficar sentado, se deitasse, o que facilitaria as coisas. Aproveitou a mão ainda repleta se sêmen do inglês para enfiar, bem lentamente, um dedo dentro do outro, o que fez com que Arthur soltasse um gemido de dor.
-Shhh... Logo vai passar, Arthie. Pelo menos foi o que disseram nos sites que eu pesquisei.-Disse o americano, dando de ombros enquanto massageava o interior de Arthur, que segurava com força no colchão.
-Alfred...! Está doendo!-Exclamou o inglês, fitando o americano. Já estava corado e ofegante, além de suado.-Eu faço qualquer coisa, mas pare de mexer aí, por favor...!
-Não, Arthie, logo você vai gostar também, você vai ver.-Disse Alfred, colocando então um segundo dedo e vendo que Arthur se contorcia mais, e pouco depois, um terceiro dedo, e quando parecia que Arthur ia gritar de dor, o americano achou um lugar diferente e o tocou ali, fazendo o inglês gemer com outro tom de voz.-Acho que achei, Arthie.
Continuou mexendo ali, vendo o quanto Arthur parecia gostar, o membro do inglês subindo novamente até estar ereto mais uma vez, o que tornava toda a cena um tanto tentadora, mais do que o americano esperava, na verdade.
Com a mão livre, voltou a masturbar Arthur, que tinha cada vez mais dificuldade em suprimir os altos e desesperados gemidos, não demorando para gozar mais uma vez na mão do americano, que sorriu.
Alfred então tirou os dedos de dentro do inglês e tirou a própria calça e a cueca, abrindo mais as pernas de Arthur e as deixando sobre seus ombros, mirando seu membro e logo o penetrando dentro do inglês, bem devagar, ouvindo alguns protestos mas os ignorando, até que finalmente conseguiu penetrar totalmente, sentindo o interior apertado e quente de Arthur, agradável, tentador.
-Alfred... Não me diga que...
-Calma, Arthie, porque é agora que chega a parte mais legal.-Riu o americano, começando a estocar o inglês, coisa que não funcionou muito porque logo Arthur gritou de dor, o que fez o outro parar, fitando-o com um misto de preocupação e ansiedade.
Alfred então ergueu Arthur, fazendo com que o corpo suado do inglês se colasse ao seu, ainda dentro do menor, abraçando-o e aninhando-o para que não parecesse tão terrível assim. Tinha certeza de que se Arthur não gostasse, ele nunca mais ia querer fazer de novo... Não que estivesse preocupado em fazer de novo, mas mesmo assim, ele não queria que Arthur saísse dali com outro trauma na cabeça.
-Me avise quando eu puder me mexer, tá bom, Arthie?-Alfred disse, fitando o rosto do outro na mesma altura do seu, tendo uma expressão dolorida.
-Espere...-Arthur suspirou, respirando fundo e olhando nos olhos de Alfred por instantes.-Nunca imaginei que fosse fazer isso com alguém tão idiota...
-Mas está fazendo e parecia estar gostando.-Alfred riu, descendo uma das mãos pelas costas do inglês e a deslizando sobre a pele, provocando alguns arrepios em Arthur.-Sexo homossexual acontece nas melhores famílias da Inglaterra.
-Não insulte... O inglês da Rainha, seu... Ah! Eu disse que era para esperar, seu imbecil!
-É que você está demorando e eu estou tão excitado que estou sentindo dor, Arthie! Você já gozou duas vezes, mas faz muito tempo que eu não faço isso!
-Não diga essas coisas tão alto, seu bastardo!
-Mas é verdade, Arthie. Você. Me. Excita.
-Pare com isso!
-Arthie, quero seus lábios doces mais uma vez.-Pediu Alfred, sorrindo.-Você pode me beijar? Por favor?
Arthur fez uma careta, mas se aproximou do americano, dando um pequeno beijo em seus lábios e se surpreendendo quando este abriu mais a boca, ficando a mercê do inglês, que deixou que sua língua entrasse para brincar com a do americano, que segurava o riso diante da inexperiência de Arthur.
Quando se afastaram, sentindo a respiração quente de ambos, Alfred sorriu um pouco mais, dizendo:
-Posso ir agora?
Arthur abraçou Alfred, deixando que o rosto se enterrasse em seu ombro, próximo a curva do pescoço, as pernas ladeando o americano que sentia uma coisa diferente com tal proximidade.
-Pode ir agora, devagar... Ah! Devagar, Alfred!
-Estou indo devagar, Arthie! Estou até segurando sua cintura, calma, relaxe! Você está muito tenso ainda, é por isso que está doendo mais do que deveria. Relaxe, relaxe... Se você quiser, eu posso te tocar no começo para que não doa tanto. Você quer?
-Não, eu vou ficar bem...
-Tem certeza?
-Ande logo, sua anta.
Alfred sorriu então, começando a erguer o inglês para cima e para baixo primeiro lentamente, mas depois se acelerando a medida que Arthur parecia se acostumar, o que demorou um pouco.
Uma vez que o inglês já não gemia de dor e nem quase rasgava os lençóis da cama, Alfred voltou a deitá-lo no colchão e a colocar suas pernas sobre seus ombros, movimentando-se com mais intensidade, vendo que Arthur mal tentava segurar os gemidos agora, e ele próprio gemia também.
As estocadas se tornaram mais e mais violentas, e quando Alfred sentiu os espasmos chegando, puxou o inglês de repente para si para dar-lhe um beijo antes de despejar todo seu gozo dentro do outro, o líquido quente sujando os lençóis e ambos ali.
Arthur sentiu o peso do maior desabando sobre si, exausto, ofegante, suado, sorrindo. Alfred fitou o inglês, vendo que olhava para o teto e estava bastante corado.
-Viu, Arthie? Não foi tão ruim assim, foi? Arthie?
-Eu... Não tenho comentários.-Respondeu o inglês, fazendo uma leve careta de dor.
-O que foi? Está doendo... Ah, entendi. Desculpe, eu não tinha visto. Mas você está bem excitado, Arthie.
-Não diga essas coisas... Ah! Seu... Idiota... Não, não precisa...
Alfred tinha voltado para entre as pernas do inglês e agora voltava a colocar um dedo dentro de sua entrada para tocar sua próstata enquanto lambia o membro ereto do mesmo, que ainda não tinha gozado mas que ficara bastante excitado graças ao americano.
Arthur se contorcia de prazer na cama, levando as mãos até os cabelos do americano e vez por outra gemendo realmente alto, fechando os olhos enquanto Alfred deslizava a língua por todo seu membro e terminava na glande, chupando-a, para depois repetir o processo ao mesmo tempo que tocava seu interior.
-Al-Alfred...!
-Arthie, olhe para mim. Quero que veja como é que se faz.-Disse Alfred, continuando enquanto via os olhos verdes lhe obedecerem, o rosto de Arthur absorto nas sensações.
Não demorou muito para que pouco depois Arthur gozasse novamente, quase ficando sem ar, ainda sentindo a língua do outro lhe tocando intimamente. Alfred se afastou e foi até ao lado de Arthur, fitando o corpo suado e sujo do inglês ofegante, mas trazendo-o para perto e fazendo com que deitasse sobre seu peito, abraçando-o.
-Arthie...-Chamou o americano, beijando os cabelos do inglês, pegando uma de suas mãos e levando até seu próprio membro.-Fica me tocando, vai? Quero mais, ainda não estou satisfeito.
-E-Eu n-não sei fa-fazer isso!-O outro exclamou, bastante constrangido e tentando puxar a mão de volta, mas Alfred a segurava com força.
-Não precisar saber, é só fazer. Segure, isso, assim... Agora, para cima e para baixo... Ah... Agora continue assim, Arthie...-Alfred suspirou, fechando os olhos enquanto inconscientemente abria mais as pernas, tentando a todo custo evitar olhar para o rosto do inglês enquanto sentia sua mão lhe tocando, senão Arthur poderia dar um dos seus ataques de vergonha.
E foi com um pouco de divertimento que Alfred constatou que transar com um cara inexperiente tinha sido melhor do que transar com muitas meninas que já tinham toda uma bagagem de experiência naquele “ramo”.
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Alfred, depois de tomar um bom banho, vestiu uma das calças largas que usava para dormir, apesar de ainda ser o começo da noite. Arthur estava na sala, vestindo o pijama também, assistindo televisão.
O americano se aproximou do inglês, levando a mão até os cabelos do menor e os desarrumando, irritando Arthur, que corou automaticamente ao lembrar do que tinham acabado de fazer.
-Você fica muito adorável quando cora, lábios doces.-Alfred riu, apoiando-se nas costas do sofá e virando o rosto de Arthur para trás de forma que pudesse vê-lo de cima.-Posso te beijar?
-Você vai fazer isso mesmo que eu negue...
-Mas prefiro quando você me dá a permissão. -O americano riu mais uma vez, beijando bem de leve os lábios do inglês, se afastando então para se sentar ao lado de Arthur, trazendo-o para perto enquanto se deitava no sofá e puxando então o outro para cima de si, deitando sua cabeça em seu peito.
-O que há com tudo isso?-Perguntou Arthur, fitando a televisão apenas.
-Tudo isso o quê? Nada, Arthie, eu só gosto de ficar perto de você. Você está sentindo dor em algum lugar? O site em que eu pesquisei disse que você pode sentir dores no...
-Tudo bem, chega, eu entendi, não precisa continuar, e se eu estiver sentindo dor não vou dizer a você, sou capaz de aguentar sozinho.
Alfred virou o rosto de Arthur para si novamente, fitando os olhos verdes como se procurasse alguma fraqueza neles.
-Eu sei, Arthie, e é por isso que não posso deixar você sofrer sozinho.
-Hmpf.
Arthur voltou então a olhar para a televisão, vagando por canais até achar um de notícias, mas sem prestar muito atenção nelas. Seu ouvido estava colado ao peito do americano e a cada instante podia ouvir perfeitamente as batidas do coração de Alfred, o que dava uma sensação de calor a mais.
-Alfred, eu estive pensando... Amanhã vou voltar ao colégio.-Disse de repente então.
-Hã? Pro colégio, Arthie? Mas você não acha melhor esperar mais e...
-Não, eu já perdi muitas coisas e se perder mais, pode ser que eu nem passe de ano, e isso está fora de questão. Amanhã de manhã eu vou com você.
A verdade era que Arthur já estava pensando naquilo já fazia um tempo. Estar em casa o dia todo e só sair nos fins de semana (por insistência de Alfred, claro) e para a fisioterapia destruía sua paciência, além de que sentia realmente estar perdendo coisas ali, parado, quando podia estar aprendendo.
Ele sabia que haveria pessoas que iriam caçoar dele, que iriam pegar no seu pé e até lhe fazer mal tanto física quanto mentalmente, mas seu futuro estava batendo na sua porta e ele não podia desistir. Um dia teria que voltar para casa e quando fizesse isso, gostaria ao menos de ter um diploma com todas as honras possíveis.
-Se eu dissesse não, você não iria me ouvir mesmo, não é?-Alfred disse, sorrindo um sorriso triste.-Eu queria que você não fosse agora, que se preparasse mais antes de ir. Meu time vai estar lá, inclusive aquele cara que te sequestrou e tudo mais. Como vai agir se encontrar ele por aí?
-Eu... Vou ficar bem. Ele não vai poder fazer nada comigo e...
-Não, Arthie, não tem como ele sequer tocar em você, e se ele fizer isso, eu mato ele, mas a questão é que você sofrer um choque quando encontrá-lo, não vai?
-Eu não sei... Mas por que ele não teria como tocar em mim? Você não fez algo escondido, fez? Alfred?
O americano sorriu numa expressão marota, revirando os olhos e murmurando:
-Talvez...
-Seu idiota, o que quer que tenha feito, não, não quero saber o que foi, pode lhe trazer consequências, sabia? Você precisa pensar mais no que faz antes de agir! Senão pode dar tudo errado e...
-Mas você vai mesmo para a escola amanhã? Tem certeza? Não quer ir só no próximo semestre nem nada?-Perguntou o americano, esperançoso. Uma das coisas que ele queria que Arthur fizesse era continuar sumido até o final do semestre, ou seja, Susanna não teria como lhe fazer mal. Era só ele convencer Arthur a mudar de escola e até ele mesmo ia junto, ele só não queria Arthur perto dela (embora ainda tivesse alguma queda pela mesma).
-Não, vou amanhã e não há como me impedir.-Disse o inglês, determinado.
Alfred suspirou então, dando-se por vencido. Se Arthur ia mesmo amanhã para o colégio e faltava um mês para que o prazo de Susanna acabasse, amanhã mesmo também falaria com ela e diria que não dava mais certo.
Diria que as coisas tinham ficado pesadas demais ou até não lhe diria nada porque enfim não lhe devia explicação alguma, apenas pularia fora e queimaria aquele caderninho repleto de anotações sobre Arthur.
Tocou nos cabelos do inglês, começando a brincar com eles num carinho enquanto o via se aconchegar em seu peito, um ato ousado para quem nem gosta de tirar a camisa na frente de uma alma viva.
Alfred ficou fitando o teto até que Arthur adormeceu ouvindo seu coração, pensando se por acaso o inglês descobrisse toda a verdade, que o americano só tinha se aproximado dele para derrubá-lo e apenas para ficar com uma mulher que Arthur desprezava, o que o menor faria.
-Será que você iria me perdoar, Arthie?
E isto era algo que Alfred não estava muito longe de descobrir.
Notas finais
Senti uma necessidade de postar mais cedo porque também senti que se não fizesse isso, iam me matar.
Enfim, sobre o lemon, me perdoem se não estiver muito bom. Sexo não é comigo, é com o Kallein, e ele tinha saído no dia de tanta raiva de mim. Eu fico com as emoções, a dor, o drama e etc, mas o sexo é com ele, então me perdoem se não ficou lá uma maravilha ou um harém (??).
ENFIEM, aviso desde já que NÃO SEI quando sairá o próximo chap. Pode ser mais cedo ou mais tarde do que na sexta, então sejam um pouquinho pacientes com a minha pessoa, sim?
E ai? Reviews? Estou sem ideias pra implorar por reviews hoje, mas ainda assim, agradeceria mundos se mandassem.
Kisses e té a próxima vez ~~
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