Libido

11 Capítulo 9


Notas iniciais
Olá, sei que os deixei esperando por um bom tempo mas estou entre provas finais da escola e um curso. Esse capítulo contém sexo oral e anal. Sendo assim não indicado para menores de 18 anos. Se não gosta, não leia. Ele tem trilha sonora de Jessie J climax usher cover http://www.youtube.com/watch?v=YsdheHs2yWA

Verifiquei meu reflexo no espelho do banheiro do meu apartamento. Minha aparência não era das melhores, principalmente depois da noite mal dormida, do sexo e da bebedeira.

Passei a mão por meu cabelo molhado pós banho, pois tirei o odor de hospital entretanto infelizmente a água e sabonete também levaram cheiro de Regina da minha pele.

Mesmo tendo que explicar a embaraçosa situação em que me meti para Aurora, não me arrependi de me embrenhar em meio as pernas torneadas e provar a umidade de Regina ou me viciar no calor de sua boceta.

Meu pau se endureceu somente por conta das lembranças de cada pedaço do corpo daquela mulher do demônio e tive que manter todo meu auto controle para evitar de levar minha mão direita ao meu pau e masturba-lo como necessitava para tira-la de meu sistema por alguns instantes.

Fechei meus olhos, e mordi meu lábio inferior tentando reprimir qualquer estímulo do sul do meu corpo para o resto das minhas articulações.

Regina sempre fora pra mim uma inequação, uma daquelas que mesmo sabendo a resposta não encontrava a fórmula para sua resolução. Nunca como uma equação pois nunca foi igual a nada ou ninguém que conheci na minha vida, sempre sendo maior ou menor quê em seus humores e manias.

Pensar nela me fez como se estivesse asfixiado, então afastei qualquer pensamento. Enrolei a toalha em meus quadris e saí do meu banheiro buscando uma calça de moletom.

***

O taxista era irritante, assim como a música que tocava no rádio dentro daquele pequeno espaço. Os outros veículos ao nosso redor eram irritantes, assim como a queimação que corroía minhas entranhas.

Ciúmes

Algo irracional, sentimento que havia abolido da minha vida desde que me casei. Não que não me importe com James mas sempre tive que meu cérebro, o que eu tenho no meio das pernas além de todo meu corpo eram suficientes.

Mas David havia abalado parte sólido da minha confiança, me fazendo duvidar do meu poder e eu definitivamente odiava isso.

Respirei fundo, furiosa por ter me dirigido ao prédio da editora atoa. Ele não havia ido trabalhar e por isso tive que quase matar Charlotte, aquele ser que ele chama de secretária para me dar seu endereço. Era quase triste como eu sou sua cunhada por tanto tempo e nunca soube aonde aquele babaca se escondia.

Desci pelo elevador para no saguão pedir um táxi que não tivesse alguém irritante dirigindo.

***

Quando o motorista me deixou no endereço indicado, pisquei algumas vezes até acreditar que era realmente ali que meu cunhado vivia. Esperava que o lugar fosse como um aranha céu cosmopolita e não o prédio antigo e gasto pelo tempo, local nada adequado para o maior acionista de uma das maiores editoras do país morar.

Caminhei até a entrada e me dirigi ao porteiro, um senhor magro e alto que usava grossas lentes, aparentando ter por volta dos setenta anos.

"Senhor, eu gostaria de saber o número do apartamento do Sr. Nolan?" perguntei, esperando que o sorriso simpático que plantei em meus lábios fosse o bastante para convencer o homem.

"Senhorita" a voz dele soou trêmula "Não estou autorizado a deixar ninguém subir sem ser anunciado"

"Senhora" corrigi, ainda com o sorriso nos lábios. Depois de alguns segundos mudei minha expressão para a levemente preocupada "Eu realmente preciso subir, estou com uns papéis para o Sr. Nolan assinar, sou sua secretária substituta e se ele não assinar os papéis posso entrar em maus lençóis com uma das diretoras. Então, o senhor poderia chama-lo no interfone e perguntar se eu poderia subir?"

O homem pareceu acreditar na minha fábula e por isso segundos depois abriu a boca "Qual é seu nome, para que eu possa anunciar?"

"Charlotte" falei, rindo por dentro apesar da queimação voltar além do tremor em minha boceta.

"Ok"

Ele discou o interfone e aparentemente foi atendido segundos depois. Tentei focar na conversa e apesar da relutância proveniente da desconfiança, David havia autorizado minha subia e o velho senhor me disse que era uma espécie de cobertura duplex no sexto andar.

Entrei no elevador antigo, apertando o número do andar. Fechei os olhos quando o antigo aparato começou a funcionar. Finalmente depois de dois minutos cheguei ao meu destino final, tentando parecer austera para quando o encontrasse.

Saí do elevador, e andei cerca de cinco passos para chegar até a porta e tocar a campainha.

Olhei para meus sapatos por meros segundos até que a porta se abriu e então revelou a figura musculosa de David. Minha respiração se prendeu um pouco quando analisei meu corpo mais musculoso que da última vez que o vira descoberto.

Ele tinha um peitoral definido, um tanquinho divido igualmente em três blocos com ralos pêlos loiros que formavam o "caminho para a felicidade", entretanto não fora isso que mais me surpreendera. Em seu peito linhas negras formavam "Vi vidi vici¹"

"O que você está fazendo aqui?" ele me perguntou com a voz grossa e o único que fiz foi piscar. Mais uma vez a raiva ferventou meu sangue, somente pela possibilidade dele atender assim suas funcionárias.

Engoli a seco e então coloquei o máximo de força que pude em um tapa estalado em sua bochecha direita.

Pude observar seu rosto avermelhado formar uma carranca em confusão ao meu ato, mas antes que ele pudesse fazer algo o puxei pelo pescoço em um beijo feroz.

Senti as mãos ásperas de David me puxar de encontro ao seu tronco forte e quente, enquanto eu mordia seu lábio inferior afim de tirar sangue. Queria sentir o gosto acobreado misturado com sua saliva para aquietar meu peito.

Arranhei suas costas nuas, sem pensar nas marcas que viriam depois.

"Você é um filho da puta" gemi, enquanto beijava seu pescoço que começava a formar um pouco de suor. Me embebedei do gosto salgado indo em direção ao peitoral que era liso.

"Puta que pariu" David disse com a voz grossa, enquanto eu mordiscava sua pele.

Ignorei o que disse, e pus-me a arranhar seu peitoral juntamente com as mordidas. Não havia percebido mas ainda estávamos no corredor, agora com meu cunhado encostado na parede e eu em sua frente.

"EU TE ODEIO" sibilei

Desci mais um pouco mais, colocando minha mão direita contra o tecido de sua calça na direção da sua ereção. Comecei a acaricia-lo, brincando provocando.

Eu sabia o que ele queria, mas não iria dar.

"Você mexeu com a pessoa errada" ameacei sem certeza

Desci, entretanto não de joelhos. Fiquei em meus saltos, apoiada por minhas panturrilhas.

Brinquei com a barra da sua calça, sorrindo como uma felina. David arfava, enredando a mão em meu cabelo.

Depois de alguns segundos resolvi parar brevemente com a tortura, liberando o pênis de sua redoma. Era impressionante como mesmo já o tendo tido dentro de mim, ainda me surpreendia com o tamanho.

O tomei na mão, o massageando por toda sua extensão. Ele era pesado, grosso, régio e me dava vontade de chupa-lo até o último esporro, mas não era por isso que vim aqui.

Suas veias pulsavam em cada movimento, e ele inchava em minha mão segundo por segundo. Resolvi provoca-lo, por isso então lambi seu saco pesado e algumas vezes sua coroa.

"Caralho, Regina!" David falou entre dentes, num gemido quase esquálido.

Lambi por mais algumas vezes, e ao mesmo tempo bombeava o seu caralho grosso. Algumas vezes o provoquei na virilha e coxas cobertas por pelos loiros.

"Acaba logo com isso"

"Não" respondi num ronronar meloso

Senti um puxão forte no meu cabelo em direção ao seu pau grosso e pesado, mas continuei na birra.

"Implora!" falei, agora com um tom de riso.

"Não"

"Tudo bem, frouxo" falei, me afastando do seu pau e me desvencilhando do seu domínio.

Pude vê-lo fechar os olhos momentaneamente, como se tivesse em dúvida do que fazer.

"Por favor" suspirou, derrotado mas em vez da felicidade insana que esperava ter por ganhar dele, pelo menos dessa vez não chegou.

Repeti seu gesto, chegando mais perto de sua ereção. A tomei novamente na mão e a levei na boca.

Fora difícil a ajusta-la entretanto por conta de do líquido pré-ejaculatório que inundava minha boca, o fazendo deslizar junto com minha saliva.

Sua coroa tomava quase todo o espaço, mas continuei o colocando para dentro.

David começou a puxar meu cabelo, fodendo minha boca primeiramente num movimento lento, o aumentando gradualmente.

O provoquei com os dentes, a cada vez que ele entrava em saia da minha boca.

"Sua boca, porra"

Quase sorri, mais o engoli de novo. Pude sentir seu gozo cada vez mais perto, mas ignorei a vontade de chupa-lo e então o larguei.

Ouvi um silvo de derrota por parte dele, que permanecia de olhos fechados, dominando meu cabelo.

Me afastei, me levantando e virando para sair dali ainda que a raiva e ciúme ainda permaneciam como uma chama incessante em mim.

Caminhei para longe dele que permanecia encostado na parede, não querendo entrar no elevador por conta da sensação de sufocamento que me tomaria. Fui em direção as escadas, quase correndo em meus saltos para que David não me seguisse em busca de uma explicação para o que eu acabara de fazer.

Porém parece que meu esforço não valeu de nada, quando ouvi a respiração pesada dele atrás de mim, não sei se causada pela corrida ou fúria por mim.

"Por que você está fugindo" perguntou, antes de me puxar pelo braço quase me fazendo tropeçar no degrau.

Odiei desequilibrar, o que me fez agarrar seu braço em busca de equilíbrio.

"Me deixa!" gritei

"Me diz qual é o seu problema"

"Não te importa!" retruquei, e logo depois mordi seu braço para que entendesse meu recado e corri para descer o outro lance de escadas.

"Porra nenhuma! bufou, conseguindo me alcançar pela vantagem de estar descalço.

Jogou seu corpo pesado contra o meu, me deixando entre ele e o corrimão gélido.

O tentei morder de novo, seu sucesso dessa vez. Por via das dúvidas colocou meus braços sobre a minha cabeça, com a mão esquerda enquanto com a direita com uma forma descomunal puxou minha blusa, fazendo voar todos os botões.

David tomou sua boca na minha, pressionando meu corpo e apertando cada vez mais seu domínio. Eu me tentei desvencilhar, não porque não desejava mas sim porque eu não podia cair mais uma vez ao desejo em vez da razão.

Quando ele finalmente largou minha boca, para ir em direção ao meu pescoço ataquei sua bochecha com uma mordida poderosa.

"PORRA!" ele gritou, com os olhos quase brilhando o sentimento de traição.

Os brilhos azuis escuros dele pelo desejo se tornaram enegrecidos pela dor, e em um impulso irracional lambi a ferida.

Tomei sua boca na minha dessa vez de forma mais lenta, saboreei o gosto da sua saliva na minha, do seu calor junto ao meu e finalmente cedi para que pudesse tomar meu pescoço.

Nolan aceitou meu convite, deixando beijos erráticos em minha pele até chegar a clavícula que lambeu da mesma forma que fiz com sua bochecha, antes de chupa-la.

Continuou seu percurso, agora soltando meus pulsos para retirar os frangalhos de minha blusa e meu sutiã com habilidade. Seu polegar escovou meus mamilos sensíveis, os tocando como um expecialista naquela parte da minha anatomia.

"David" gemi seu nome, com a voz grossa por conta das sensações que me proporcionava seu toque.

"Teu suor, é tão gostoso quanto o gosto da sua boceta" sussurrou de volta antes de chupar a pele da minha aureola direta e em resposta abaixei sua calça para libertar sua ereção.

Ele voltou aos meus lábios, e quando tomou uma pausa para respirar, o empurrei de forma que ele estivesse sentado nos degraus e eu em pé.

Pude perceber que ele acreditava que eu iria fugir, mas em vez disso retirei minha saia e a joguei para longe.

"Eu vou te dar o que ela nunca deu" confessei, respirando com dificuldade para encontrar a coragem para fazer o que eu queria.

Eu desejei dar algo para ele que sua noivinha nunca tivesse dado, algo que marcasse em sua memória meu nome e nunca saísse.

Tomei meu último suspiro de hesitação, até que em milésimos retirei minha calcinha e então fui até ele, abrindo minhas pernas e pairando sobre seu pau.

David que me observava com os olhos azuis intensos, os fechou, esperando entrar na minha umidade de quem já estava ficando íntimo entretanto o surpreendi, o afundando em minha bunda.

Eu gritei, quando somente sua coroa me invadiu. Eu já havia no máximo tido um dedo de James naquela região, nunca tive coragem de avançar as brincadeiras ali.

Afundei mais, esperando que a queimação que tomou conta de minhas articulações parasse entretanto somente aumentou.

Senti as lágrimas encherem minhas pálpebras, querendo descer descontroladamente. Forcei os olhos para que isso não acontecesse mas em vão.

"Calma" o ouvi dizendo, sem tentar movimentar seu corpo "Vai ficar tudo bem" nesse momento ele tocou meu rosto com a mão direita e com o polegar secou minhas lágrimas.

Balancei a cabeça em concordância, me sentindo estranha por estar naquela posição constrangedora de amadora.

"Se estiver melhor, comece a se movimentar um pouco e não contraia" me instruiu e eu fiz o que pediu.

Foi um movimento lento, entretanto mais uma vez seu líquido pré ejaculatório me ajudou a deslisar. Era muito mais difícil de quando era seu caralho em minha boca, e eu definitivamente não deveria ter feito sem lubrificante mas não era ruim.

Depois de três reboladas, me senti mais confiante e David também sentiu isso. Então, segurou meus quadris com ambas as mãos para começar a ajudar a me movimentar.

Eu agora subi e quando desci deixei seu pau deslizar mais e mais até que chegasse quase as suas bolas.

"Não, mais devagar" David sussurrou antes de se inclinar pra cima e me beijar.

Sua boca me pareceu mais cálida que o normal e seus lábios foram mais sensíveis a mim e seus olhos me olhavam quase que com adoração. A mão esquerda que antes estava em meus quadris, fora provocar meu clitóris.

Nolan o apertou, seu polegar brincava como se fosse seu jogo favorito. A sensação dele entrando e saindo além do aperto no meu clitóris fora demais pra mim.

Meu orgasmo veio forte, intenso e dolorido e pude sentir que David também estava a ponto de esporrar dentro de mim.

Por isso apesar da dor que me tomava, ondulei meu quadril para cima, retirando seu pau de dentro de mim.

Ele me olhou confuso, quando ainda nua comecei a catar minhas roupas da escada.

"Regina, volta aqui" pude sentir que ele mal poderia se mexer pelo quão duro e inchado estava seu pau.

Algumas lágrimas de frustração inundaram meus olhos e eu simplesmente não consegui olhar para ele.

"Eu não posso fazer isso" chiei, vestido minha última peça de roupa e o deixando ali, sozinho.

***

Era a quinta vez que eu me masturbava mas parecia que eu nunca deixaria de produzir porra por aquela mulher. Depois que tive dentro dela, de todas as formas possíveis não pude deixar de querer-la mais.

A lembrança de sua boca e seus dentes em meu pau, dos seus olhos castanhos quentes me olhando enquanto me chupava era demais para me controlar.

Nem os banhos, tentativas de dormir foram capazes de acabar com o que estava sentindo. Era um tesão desenfreado, misturado com uma sensação de perda.

Fechei os olhos, tentando imaginar qualquer coisa que não a envolvesse quando meu celular tocou. Ajeitei minha cueca e fui busca-lo em cima da cama.

Olhei para tela e um nome que eu não esperava ser em séculos brilhou.

Um suspiro pesado saiu da minha boca, entretanto o atendi.

"Alô" falei, seco.

"Olha, baby" a voz saiu como um ronronar falso.

"O que você quer?" perguntei, querendo acabar com aquela ladainha.

"Somente vim parabenizar pela matéria na revista. Além de ressaltar que estava gostoso" explicou e eu pude sentir a luxúria em sua voz "Como sempre"

"Se é só isso, obrigada e até nunca mais"

"Espera!" aumentou o tom em uma oitava "Você sabe que não é assim que se trata uma dama, querido"

"Não estou com paciência para os seus jogos"

"Você nunca está querido, até que eu te amarre e..."

"Cala a boca" gritei, me odiando por dentro por ceder as suas provocações.

"Não fique bravo, você sabe das consequências" pontuou e eu engoli a seco "Foi pra te lembrar de algumas coisas que te liguei, também"

"Diga, estava ocupado"

"Esqueça seus compromissos quando está comigo, baby" ela gemeu e a bile subiu em minha garganta "Sempre foi assim entre nós e sempre será"

"Fale logo, ou..."

"Ou nada! Eu te liguei para lembrar que você só está com ela por mim e que você sempre vai ser meu. Meu bichinho de estimação"

Antes que eu pudesse protestar sobre sua declaração, ela desligou.

Notas finais
Gostaram? Hahaha quem é a pessoa misteriosa que falou com o David?