Libido
14 Capítulo 12
Notas iniciais
Dirigi até em casa, para abstrair. O trânsito não era dos melhores mas essa era uma oportunidade para colocar a cabeça no lugar e esquecer desse dia.
A infame caixa estava no banco traseiro, decidi levar para escondê-la do mundo, pois na editora alguém da limpeza poderia achá-la e logo depois isso se tornaria um assunto geral do escritório.
Quando finalmente cheguei na garagem do prédio, pensei em deixá-la dentro do veículo mas havia a possibilidade de James usar meu carro. Na realidade, no fundo eu estava com vontade de ficar com ela.
Era estranho perceber o quão mediana eu era sexualmente, tendo tão poucas experiências apesar da grande quantidade de fodas em meu currículo. Me baseando apenas na penetração e em algumas seções de sexo oral.
Caminhei até o elevador e apertei o botão correspondente a minha cobertura quando entrei. O percurso curto durou apenas um minuto e fiquei feliz porque o elevador estava vazio, assim ninguém poderia me questionar ou olhar de forma curiosa para mim.
Quando finalmente cheguei a porta de meu apartamento, procurei as chaves que rapidamente foram encontradas e a abri. A sensação de segurança e poder que aquele espaço me trazia invadiu-me no mesmo momento em que botei os pés dentro do recinto.
Fui até meu quarto, deixando a caixa na cama de casal que eu dividia com James. Tirei meus sapatos e resolvi tomar uma longa ducha fria.
Me despi e liguei a água fria do chuveiro potente. A água chicoteava minha pele, quase como um castigo por todos os meus atos insanos. Era reconfortante saber que poderia fechar os olhos, chorar de raiva sem ninguém me reprender, xingar David e minha impulsividade sem ter olhares recriminadores.
Peguei minha loção de banho, passando por todo meu corpo. Corpo marcado pelos toques de David e de James.
Em cada curva, peguei-me pensando em descer mais ao sul do meu corpo e tocar-me naquele local, naquela merda de local que David fez-me descobrir.
Deixei a água me lavar por completo, esquecendo momentaneamente do desejo. Vesti um robe de seda negra após me secar, deitei na cama e comecei a admirar o teto.
Tateei o lençol, pegando a caixa e a abrindo. Ignorei a lingerie, focando meus pensamentos no vibrador.
Me senti fraca, ao perceber que o objetivo de David havia sido alcançado. Era isso que ele queria desde o começo e eu caí no seu jogo, mas como o próprio disse "dois podem dançar esse tango".
Peguei o vibrador e o esterilizei da forma adequada, mesmo nunca tendo usado, ser amiga de Lucrezia era vantajoso nesse critério.
Voltei para a cama, antes desamarrando meu robe, o jogando no chão e finalmente deitando, completamente nua.
Fechei os olhos, passando o vibrador entre as minhas coxas ainda desligado. A sensação do material frio contra minha pele quente me fez soltar silvos de prazer. Mordi o lábio inferior, repetindo um movimento de vai e vem entre as coxas ainda sem aproximá-lo da minha vagina.
Finalmente o liguei, enquanto minha mente viajava para lugares mais distantes. A velocidade estava baixa e ainda era estranho cogitar penetrá-lo em mim, mas simplesmente passá-lo em minha umidade e fazer pressão o suficiente já era o bastante para me fazer gozar.
Depois de ficar algum tempo com essa velocidade, a aumentei. A fricção começou a transpassar espasmos para meu corpo e então decidi começar a penetração.
Provoquei primeiramente a minha entrada, deixando a vibração correr por ali durante alguns instantes. Logo após, o enfiei em minha boceta.
O tesão que sentia invadiu-me por completo e então fechei os olhos mais uma vez, deixando minha mente fluir para o que eu realmente queria que estivesse ali.
Estava na cama revestida por lençóis vermelhos, trajando o “cavalo de Troia” que David havia me presenteado, juntamente com meus scarpins pretos.
O sutiã negro demarcava meus seios, assim como a calcinha valorizava minha bunda e a liga única completava o visual contemporâneo e sexy.
Soltei um suspiro e preparei-me para levantar, entretanto ao olhar para frente, tive a surpresa de ver David e James lado a lado.
Ambos vestiam ternos negros e nenhum dos dois usava gravata. James estava mais alinhado, com o cabelo bem penteado e a barba por nascer, diferentemente de David que tinha dois botões da camisa abertos e o cabelo desgrenhado como quem acabou de foder. No entanto, nem a distinção entre eles fazia minha boceta menos encharcada.
“O que está fazendo aqui?” perguntei para David, tentando não transparecer que eu estava excitada.
Meu cunhado não respondeu e meu marido também se manteve calado, e em vez disso se aproximaram, me puxando pelas pernas e me levando para junto deles. Com o movimento fiquei próxima e pus-me sentada a fim de encará-los.
James me encarou enquanto se aproximava, abaixando-se entre as minhas pernas e me olhando diretamente nos olhos.
“E você se importa?” A arrogância costumeira de seu tom parecia ter sido potencializada, o que me fez estremecer de tesão.
“Não, ela não se importa, porque sabe como vai terminar” David se pronunciou e por isso desviei meu olhar em sua direção.
Quando ele terminou de falar, senti um puxão em meu cabelo, voltando minha cabeça e atenção para James. Mas antes que eu pudesse protestar, meu marido chocou seus lábios nos meus em um beijo intenso.
Sua boca era gostosa, conhecida. O beijo tornou-se mais intenso quando sua mão viajou ao meu seio esquerdo e a outra continuou em seu domínio possessivo em meu cabelo.
“Não vai participar?” perguntou para o irmão, que nos assistia com um olhar curioso e um sorriso nos lábios.
“Ainda não, quero ver seu melhor para ter certeza que faço sua mulher gemer mais alto, como uma putinha” explicou, deixando o loiro entre as minhas pernas furioso.
James se levantou para enfrentar o irmão, e eu também me levantei, me postando entre os dois, como um escudo.
Mas diferente do que eu pensei que faria, David, que estava atrás de mim, afastou meu cabelo da nuca e beijou a pele exposta, deixando a outra mão viajar em minhas curvas até meu estômago, perigosamente perto da minha calcinha.
Beijou-me algumas vezes antes de morder a minha carne, enquanto James assistia sem reação a ousadia repentina do irmão, como quando analisava um caso.
“Que tal, em vez de brigar, termos uma disputa saudável?” perguntou, levando dois dedos ao sul do meu corpo, colocando a calcinha para o lado e adentrando no meu sexo, se lambuzando com a umidade.
“Qual?” James o questionou arqueando a sobrancelha direta, logo depois me beijando furiosamente, e tocando-me com possessão nos seios.
“Vamos ver quem faz a putinha gemer mais” ele sussurrou, chupando a pele da minha clavícula, rindo, soltando o ar quente contra minha pele molhada pela sua saliva.
Quis protestar, mas ambos os toques me faziam gemer em vez de reclamar por meus direitos.
“A diversão” explicou David, começando a estocar seus dedos dentro da minha boceta de forma quase glacial, em provocação.
“Não acredito que queira entrar numa disputa comigo, maninho. Você sempre perde” meu marido revidou, agora passando a barba que começava a arranhar em meus seios ainda cobertos pelo sutiã, o que arrancou um gemido meu “Inclusive a mulher” falou em alusão ao encontro que eu teria com David que nunca aconteceu e logo depois chupou avidamente meus peitos sobre o tecido que os cobria.
“Porra” falei, entre dentes, fechando os olhos no mesmo momento que senti minha respiração descompassar e meu coração bater fortemente contra minha caixa torácica.
“Não sou um jogo, não ajam como se eu não estivesse aqui” consegui me posicionar, ainda que minha garganta quisesse apenas emitir meus gemidos sôfregos do que protestos.
“E você não aja como se não quisesse. Se teu desejo era ir embora, você teria ido assim que isso começou” David replicou. Agora fazendo pressão no meu clitóris com o polegar que foi adicionado na minha boceta “Além de que, você vai ser tão fodida, que não poderá sair da cama durante uma semana”
Então ele abriu meu sutiã, e James o deslizou dos meus ombros até que ele caísse no chão. Sua boca agora foi selvagem pra minha pele desnuda, sua língua circulando cada auréola de cada vez, deixando um rastro molhado que logo após foi substituído pela sensação de ardor dos seus dentes.
Por sua vez, o homem atrás de mim beijou minhas costas, alternando com mordidas enquanto eu podia sentir sua ereção crescendo, quase furando suas calças. Em reflexo provocativo, rebolei minha bunda na direção do seu pau e logo depois ouvi seu gemido de satisfação.
“Caralho” David gemeu, puxando um pouco do meu cabelo.
Não deixei por menos para James e fiz com que meus peitos se afundassem em sua boca, além de esfregar sua ereção com a minha mão direita, sobre o tecido da sua calça social.
“Isso, baby” o som da voz do meu marido saiu rouca, do jeito que eu gostava quando me fodia.
David grunhiu, não sei se pelo tesão de ter minha bunda contra seu pau ou por ciúmes, mas ao ver o que eu fazia puxou forte minha cintura em direção a ele, além do meu cabelo, fazendo com que eu me virasse o máximo que podia para beijá-lo. Durante o beijo, ele aumentou ainda mais suas investidas à minha boceta, além de que James mamou com fome meus seios.
A combinação enviou ondas de prazer ao meu cérebro, que se espalhou por todo meu corpo. Assim, segundos depois gozei, tão forte que gemidos exasperados eram o único som que saia de mim, contra a boca de David.
Meu corpo amoleceu em resposta ao impacto da força do orgasmo e tendeu em direção à cama.
Meu marido e meu cunhado deixaram-me desabar sentada. Os olhei com curiosidade sob a névoa de prazer em que me encontrava. Depois de alguns instantes, como em uma cena de “Magic Mike”, ambos de forma sincronizada começaram a se despir, primeiro retirando o paletó e logo depois a camisa.
Admirei os dois peitorais desnudos, o do David mais definido e liso, diferentemente do de James, um pouco mais magro e coberto por ralos pelos loiros, mas ainda sim absurdamente gostoso como o do irmão.
Minha vontade era lamber cada centímetro de pele exposta, provar o suor de ambos como se fosse a água que dependo pra sobreviver e morder todos os pedaços de músculo dos dois abdômens.
No entanto, minha atenção fora desfocada disso e redirecionada para a voz rouca de James.
“1x0 maninho. Boa jogada, mas não o suficiente”
Soltei um suspiro frustrado pela demora e por ser tratada como um joguete, mas minha espera fora compensada quando percebi que ambos os Nolan a minha frente tiravam suas calças sociais, agora mostrando as cuecas boxer pretas, que exibiam as ereções que quase explodiam contra os tecidos, além de exibirem melhor o caminho da felicidade de cada um.
Tomei uma respiração profunda, expirando e inspirando o máximo que pude. Alheios ao meu descontrole, os homens a minha frente trocaram um sorriso cúmplice.
“Será que ela consegue?” David perguntou, e a minha curiosidade se tornou maior.
James assentiu com a cabeça, com confiança ainda que resignada, como fazia com os casos que analisava “Mas antes vamos fazer um teste”
“Que teste?” questionei, não temendo o que viria e sim excitada demais para esperar e orgulhosa demais para admitir o quanto eu queria aquele teste.
“Você vai ver” James respondeu-me, olhando para o irmão que se aproximava de mim.
Senti o toque do mais novo dos Nolan em mim, me lançando deitada na cama. Percebi agora o olhar faminto do meu marido, que como um leão se colocou sobre mim, assim como o irmão que o seguiu.
Eu estava ali, vulnerável debaixo de dois corpos imensos, inebriada pelo que viria.
Senti David beijando meus seios, locais aonde James havia feito a festa momentos antes. Sua atenção, diferentemente do irmão, que agora estava em minhas pernas, se concentrava também no bico.
Eu poderia rir do quão sarcástico o destino estava sendo comigo, entretanto a sensação dos dentes de James contra minha pele quente me fez soltar um grunhido.
Ele começou mordendo minha pele, e logo depois beijando levemente o local que deveria estar deveras avermelhado.
“James” gemi, enquanto rebolava minha pélvis inquieta.
Em resposta ao meu gemido, meu marido cravou os dentes em minha carne assim como o irmão que fez o mesmo no meu mamilo direito.
Segurei os fios de cabelo loiro de David que estavam mais próximos, e soltei um urro em mistura de dor e prazer.
Ambos retiraram seus dentes de mim, agora com James lambendo aonde tinha ferido repetindo o gesto de David. Depois de alguns segundos, ele passou para a outra perna aonde havia a cinta única.
Seus dentes em vez da minha carne se focaram na peça, aonde as puxou por minha perna. Enquanto David sugava com vontade meu mamilo esquerdo, alternando beijos em meu estômago.
O mais velho dos Nolan voltou para mim, agora com os polegares enganchando em minha calcinha, que teve o mesmo fim que a cinta. Eu estava completamente nua, exposta e vulnerável para aqueles dois homens que consumiam minha mente por conta do desejo que tinha por eles.
De repente, a cama começou a ranger por conta da troca de peso. Perdida em meus pensamentos, desfoquei e não percebi que os irmãos haviam saído de cima da cama.
Fechei os olhos, exausta. Minha libido estava a níveis exorbitantes e a única coisa que eu podia fazer era esfregar minhas coxas, tentando aliviar a pressão que minha boceta enviava para todo meu corpo e esperar o que os dois fariam de mim.
Era engraçado eu ser uma mulher independente, forte e segura para o mundo, mas estar ali esperando que dois homens levassem tudo que pudessem de mim, de livre e espontânea vontade.
Esfreguei minhas coxas lentamente para tentar prolongar a sensação até que pudesse abrir os olhos sem pular sobre os dois, e tomar ambas as bocas na minha.
Depois de alguns segundos, finalmente abri meus olhos e encarei ambos os homens, nus. Havia perdido o espetáculo de vê-los se despindo, mas ignorei minha pequena fantasia de imaginá-los tirando as cuecas incômodas e focando na realidade deliciosa que era vê-los nus.
Tanto James quanto David eram grandes. O pau do James era ligeiramente maior, mas seu irmão tinha a ereção mais grossa, que me preenchia em todos os quesitos.
“Porra” gemi, ainda esfregando minhas coxas, só com a possibilidade de ter um e logo após outro dentro de mim.
“Calma” a voz do meu cunhado saiu rouca, num nível de rouquidão que eu gostava, como se tivesse gemido e gritado meu nome após fodermos.
“Está na hora” ouvi James dizer num tom quase de ordem.
David acenou com a cabeça, sorrindo de forma canalha.
James avançou para perto da cama primeiro, afastando minhas pernas mais que o normal. Franzi o cenho, tentando controlar ao mesmo tempo minha respiração e o suor que agora deixava meu corpo escorregadio.
Ele depois de me posicionar como queria, repetiu o movimento de quando chegou, ficando em meio as minhas pernas, entretanto David também repetiu o ato.
Os dedos do meu marido avançaram na minha boceta úmida, espalhando todo meu líquido. Porém senti algo escorregadio me invadindo, sendo logo identificado como a língua de David.
Engoli a seco a sensação que crescia quente em meu estômago, saindo apenas soluços da minha boca. Os movimentos sincronizados de dedos, agora me estocando e a língua certeira de David que agora estava atingindo, além do clitóris, a região mais sensível do sexo feminino, o ponto G.
“Geme, grita Regina” James me ordenou, no mesmo momento que fechei os olhos e mordi o lábio inferior.
Com a minha recusa, as estocadas de James e a língua de David trabalhavam mais rápido e duro na minha vagina, e eu em teimosia continuava a morder meu lábio até quase sangrar.
Os Nolan perceberam que eu era orgulhosa demais para gemer ali, então o mais velho mudou a prática. Tirou os dedos de dentro de mim, e os chupou lentamente. Acreditei por meros segundos que seu trabalho havia acabado, porém de forma abrupta se embrenhou no meio das minhas pernas como o irmão, agora adicionando sua língua naquela equação.
Um se concentrou no meu clitóris, e o outro a estocar com a língua. Em reflexo a festa que faziam, apenas pude segurar os cabelos, tentando não soltar os urros de prazer que tanto queria.
Senti meus dedos dos pés começarem a formigar, numa velha sensação conhecida. Não era por conta da posição normalmente incômoda, pois anos de balé me deram uma boa elasticidade, a ponto de ficar em ângulos quase de 180°.
Era o orgasmo que vinha, forte e poderoso e aparentemente eles também perceberam isso, talvez porque minhas paredes deviam estar cada vez mais apertadas, o jeito que me contorcia na cama ou minha pélvis que sem permissão se arqueava em direção ao que estava me dando prazer.
Minha respiração descompassou mais do que já estava, soluços agora escapavam com mais força dos meus lábios no mesmo momento em que eles me torturavam em meus lábios vaginais.
Sem mais delongas, meu orgasmo veio forte e poderoso, e me fez soltar o que não queria.
“Mais, porra..” gritei com todos meus pulmões.
Arqueei meu corpo numa última vez, tomando uma última respiração até deixar meu corpo cansado por mais um orgasmo ruir na cama.
David ou James fez mais algum movimento, para logo depois saírem do meio das minhas pernas, cada um com um sorriso pernóstico no rosto.
Minha visão estava um tanto embaçada, mas minha audição fora o suficiente para saber que meu marido e meu cunhado haviam se afastado da cama. Depois de um ou dois minutos, não conseguir racionar o suficientemente para ser exata, consegui retomar meus sentidos, todos ainda que com certa dificuldade.
"1x1 a ideia foi sua, o ponto é seu" a voz de David transpassou o silêncio.
A risada arrogante de James ficou no meio da sua garganta, mas não passou desapercebida.
“Eu sempre sei o que minha esposa quer” James respondeu, com a palavra esposa rolando em sua língua de forma possessiva.
Sentei-me na cama novamente, olhando com luxúria para o corpo de cada um, além de estar pensando numa forma de vingança.
Reuni as forças que tinha, me colocando de pé. Andei em linha reta, ficando frente a frente de David e o beijando. Enredei minha mão direita em seu curto cabelo, puxando principalmente os fios de sua nuca, enquanto estendi meu braço até James, e o puxei para provar meu pescoço.
Meu cunhado explorava minha boca com gosto, sugava minha língua do jeito que eu preferia e meu marido não fazia por menos em meu pescoço. Aproveitei a distração de ambos, retirei meu domínio, arrastando minhas unhas bem feitas no peitoral de David, que gemeu contra a minha boca.
Logo depois repeti meu ato com James, que sugou meu pescoço em resposta.
Minha mão direita chegou primeiro à ereção de David, e a segurei na base. A temperatura morna de sua dureza era convidativa à minha boca, mas isso seria depois.
Senti o pau de James em minha pélvis e a respiração forte causada por um gemido frustrado contra meu pescoço, todavia o ignorei, focando no pau que estava em minha mão. Iniciei um movimento de vai e vem e então David mordeu meu lábio inferior. O gosto de cobre vindo do meu lábio inferior por conta da força da mordida dele invadiu minha boca e eu engoli o sangue a contragosto.
“Isso, porra. Foda-se” gemeu
Afastei sua boca da minha, descendo lentamente até ficar de joelhos. Minha mão esquerda, que antes provocava James, agora estava também em sua ereção. Os encarei, decidindo quem colocaria em minha boca primeiro.
Os deixei por alguns segundos, ali parados e continuei sem fazer qualquer movimentação. Quando finalmente o fiz, foi lentamente, em uma tortura.
Percebi que ambos pensavam que eu iria chupar primeiro David por conta do comportamento anterior, mas resolvi surpreender e lambi a coroa do pau de James que estava melada pelo líquido pré-ejaculatório. Nesse momento ouvi ao longe um resmungo baixo por parte do meu cunhado, e por isso voltei a masturbar sua ereção.
“Puta que pariu” James urrou, segurando meu cabelo em sua direção.
Com meu marido, fiz o que ele gostava. Primeiro lambi toda a extensão da sua ereção, até chegar ao seu saco escrotal, região particularmente sensível.
“Caralho, quero tanto foder a sua boca”
Aumentei meu ritmo com meu cunhado, quando finalmente coloquei a cabeça do pau de James em minha boca.
O líquido pré-ejaculatório ajudava a entrar, não tanto quanto ele queria. Meus movimentos de mão, língua e os dentes que eu usava para provocar combinados com os de sua pélvis em direção a minha boca faziam sua ereção invadir-me mais e mais.
Na mão direita, o pau de David estava cada vez mais inchado. Ele queria gozar e por isso diminui o ritmo intenso.
“Mais rápido, Regina!” exigiu e eu ignorei.
A situação do seu irmão era parecida, cada vez que estocava em minha boca o sentia mais próximo de gozar. Querendo uma vingança pela sua ideia anterior, o retirei da minha boca.
“Volta aqui” James grunhiu e eu ri descaradamente.
Voltei minha atenção para David, o tomando em minha boca sem aviso prévio. Comecei a chupá-lo, usando os dentes da mesma forma para provocá-lo. O líquido pré-ejaculatório melava sua ereção juntamente com o suor causado pela masturbação, deixando seu gosto na minha boca.
Peguei o pau de James que estava absurdamente duro e o masturbei.
Os deixei no mesmo ritmo, até que David puxou meu cabelo mais forte, gemendo obscenidades, aumentando a pressão em meu couro cabeludo até gozar dentro da minha boca, a enchendo com sua porra.
James também veio logo depois, mas diferentemente do irmão, esporrando na minha cara, me melecando com seu gozo. Senti o líquido quente chegar até mesmo aos meus seios.
Levantei-me logo depois, lambendo os lábios, desfrutando. Quando finalmente cheguei a postura ereta, vi os olhos de James brilhando em raiva e David sorrindo, vitorioso.
“Não se brinca com fogo, Regina” sussurrou o mais velho dos Nolan, antes de me pegar pelo braço e me jogar de bruços na cama.
Suas mãos foram depois pra minha bunda, apertando a carne de forma dura. Sua raiva transpassava em cada movimento. Depois de ficar repetindo os apertos, suas mãos se afastaram de minhas nádegas e logo substituídas por um som estalado e uma ardência que se espalhou pela minha pele da nádega direita.
“Você vai aprender que não se mexe comigo” seus dedos foram até minha boceta, espalhando a minha umidade até o mais próximo possível da minha bunda.
Gemi, agarrando os lençóis quando sua mão curiosa invadiu o espaço entre minhas nádegas e passou ali os dedos melados pelo meu suco.
Seu polegar começou a circular minha entrada, que ele percebeu que estava maculada.
“Quem te comeu?” perguntou ríspido e antes que eu pudesse responder qualquer coisa a voz de David foi ouvida.
“Eu”
Senti outro tapa na minha bunda, antes de James abrir completamente o espaço entre as minhas nádegas.
De repente, algo quente se apropriou daquela região do meu corpo... Saliva. James havia cuspido, usando sua saliva como lubrificante, como um homem das cavernas possessivo.
Seus dedos vieram logo após, primeiramente o anelar que me estocava enquanto eu soltava gemidos sôfregos.
“James” solucei, sensível demais para fingir que não sentia nada.
Logo depois, o dedo do meio encontrou o mesmo caminho e para me fazer sofrer mais, ele então começou a girar os dedos dentro de mim.
“Hoje, o cu dela é meu” meu marido explicou para o irmão, quase como se eu fosse sua propriedade.
Ele retirou os dedos de dentro de mim, e o que pude fazer foi grunhir pela perda.
Meu marido saiu da cama, me puxando junto com ele, como uma boneca de pano. Não protestei. Seu corpo ficou encostado em uma das paredes creme de nosso quarto, e franzi o cenho em dúvida, mas, de repente, percebi que ele passou os dedos revestidos pela minha umidade em sua ereção e sem pena entrou dento da minha bunda.
Arqueei as costas para ele, os saltos me fazendo desequilibrar. Ele estocou rápido, forte e senti meu mundo ruir dentro de mim e ao meu redor. A posição vertical fazia os meus dedos dos pés vibrarem com a quantidade de sangue que meu coração demasiadamente bombeava.
Coloquei a cabeça em seu ombro, focando na sua expressão de prazer.
“Acho que você já sabe o que fazer” ele falou para David, que se aproximou de mim.
David tomou sua boca na minha, no mesmo momento que segurou a base da sua ereção e começou a provocar-me, passando sua coroa no meu clitóris e por toda extensão da minha boceta.
“Me come logo” gritei, impaciente.
Então ele fez o que foi pedido, enfiando seu pau profundamente em mim. Arqueei as costas, logo depois sentindo James me estocar.
Eles logo encontraram um ritmo sincronizado e eu fechei os olhos quando David começou a brincar com meu clitóris e James a segurar meus seios. Não consegui ficar parada, e então coloquei minhas pernas ao redor da cintura do meu cunhado.
A movimentação no meu clitóris, nos meus seios além das estocadas estavam demais para aguentar.
“Eu vou...” disse pausadamente pela falta de ar que sentia.
Senti a vibração do orgasmo me atingir, minhas paredes se apertarem.
Gozei alternando o olhar entre o azul escuro levemente enegrecido do olhar de James e o azul claro de David.
**
Ouvi meu nome sendo chamado ao longe, diferentemente do tom que eu estava acostumada. Abri meus olhos, perdendo a sensação quente dos dois corpos contra o meu, deitada na cama fria.
Olhei para frente e vi meu marido vestido na porta do quarto me olhando em confusão. Com vergonha, olhei para baixo, vendo o vibrador que antes havia me dado prazer, jazido na cama.
“Puta que pariu” suspirei baixinho, ao perceber que tudo não fora mais que uma fantasia cheia de depravação da minha mente
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