Notas iniciais
Boa Leitura!

Às vezes, para protegê-los, você vai precisar desistir de partes de si mesma; partes de si mesma que podem ou não fazê-la feliz. É isto que comandar uma família significa. Ela os protegera; Não protegeu? Cumprindo sua palavra, conforme o esperado de alguém em seu ramo que fosse tolo o bastante para ainda acreditar em ninharias tal qual a honra. E o preço por seu apego foi o vazio. A pressão de mil facas aprofundando-se junto a negritude de seus arredores; como a solidão de um lado parecia apagar toda a festa e furor de outro. Antonieta deixou-se levar por ela, atenta ao nadar abandonado dos peixes, à medida que as balas de canhão rasgavam seus lares. Perene sob a escuridão, porém, pairou uma sombra; e os olhos cegos pelas banalidades ingênuas forjaram a imagem de seu chapéu.

Ela já cortara a proa do navio que guardava por perto a figura de seu quase assassino, lutando contra o desejo de seus pulmões por uma rajada de ar, mesmo o fétido ar de Singapura. No entanto, todo o peso, e a dor lancinante em seu peito, ralentaram à perspectiva da possibilidade de sair dali com a melhor parte de si mesma ainda intocada. Era irreal; e estúpido que à luz dos acontecimentos, da certeza de que não estava a salvo, fosse esta a sua diretriz. Porém, o luto tendia a impulsioná-la adversária à lógica; cada braçada contra a escuridão alfinetava às lembranças da mulher que se resguardou sob a sombra que ia de encontro às profundezas. A Capitã Barbieri; sempre orgulhosa por sua capacidade de encontrar qualidades em cada uma de suas versões, avessa a despedidas, vaidosa por sua natureza insegura, e capaz de aprender com os vícios dos outros; preferia morrer a deixá-la partir.

Um par de mãos puxou-a, contudo. Arrastando-a para trás pelo pé, incendiando-a com ódio. Diana. Forçou-a de diversas formas para a superfície, amparada pela leveza de seu corpo em contrapartida ao peso dos ornamentos que Antonieta amarrara a si.

— Um dia desses eu ainda vou deixar esse seu pendor para o dramático ser a sua morte. Que ideia foi essa? – bradou o furacão Murphy, prendendo os olhos em sua capitã por um momento de desafiante desdém, antes de voltá-los a um ponto através da cabeça da outra.

— Eu não posso voltar... – a Barbieri rebateu, chamando a atenção mais atenta de Diana de volta para si. A segunda imediata notou seus cabelos pendendo de seu pente – que agora encontrava-se à mão de Mia, numa clara mostra de que não perderia mais nenhuma de suas posses naquela noite – e o bater quase imperceptível de seu maxilar. O furacão Murphy sentiu seu anseio em deixá-la.

— Nenhuma de nós pode; — sentenciou de pronto, a voz levemente quebradiça com a dúvida de sua escolha. Antonieta mordeu o lábio, seu corpo se voltando com violência para a direção onde sua estrela deixava a ambas para trás. – Eles tiveram que ir ou perderiam a fumaça de Sao Feng. – Diana lhe disse, mais branda. Seus olhos continuaram a rasgar os arredores, seguindo mais à frente para ter uma melhor visão do porto; nenhum sinal de seu algoz. Finalmente, ouviu o lamento agudo de um pássaro alcançando-as pelo noroeste; respirou profundamente. Antonieta, atrás de si, permanecia além de qualquer socorro; estancada em sua impotência. – Vamos. – chamou em tom de ordem, tornando a puxá-la.

Mais de uma vez ela pôde ser encontrada em uma cena como aquela. No continente, quando um dos almirantes subisse ao tablado na praça central e comunicasse os feitos de seus bravos soldados aos cidadãos, ouvir-se-ia a melhor manipulação da história envolvendo aquela noite. Como o incêndio fora causado pela dissidência e selvageria de demônios hostis; sobre como a marinha real tentara apenas restaurar a ordem da qual eles abdicaram a fim de viverem sua lasciva anarquia. Haveria justa causa para certa parcela de sangue derramado; a outra deveria ser condenada à forca por traição. Dentro de tal quadro, mais de uma vez, Diana pegou-se desejosa por uma saída. Fosse a gentileza de um estranho, fosse a possibilidade de que ainda existisse algum esconderijo onde pudesse buscar guarida, até que a poeira baixasse... e o mal fosse feito a outras pessoas.

A um estranho, nunca foi agouro de boa sorte encontrar o sinal de velas negras. Para a jovem irlandesa que abandonara sua casa e se escondia em porões abarrotados, a cor significava apenas mais problemas. Pela primeira vez, ela diria que avistar as velas negras de um navio poderia trazer sorte; desde que junto a ele, também avistasse o semblante ansioso de Elizabeth Swann. Em qualquer outra circunstância, Diana encontraria lugar para achar graça da sorte do pequeno grupo do pérola. Sao Feng lhes concedera um navio, ainda que um dos menores e menos guarnecidos de sua frota. Todavia, retendo o fantasma de Mia em suas mãos, trêmula, apegou-se a ele como se sua terra fosse; de casco baixo, não foi difícil escalá-lo.

— Bem na hora, cigno. – murmurou estirada sobre o convés, respirando ruidosamente. Sentia o movimento ao seu redor, o empenho para que continuassem a fuga sem que aquele se mostrasse um contratempo demasiado adulterador, e ainda sentia o pequeno grupo de olhos. Não sobre ela, porém, mas sobre Mia, certamente e, afastando os fios úmidos de cabelo de sua fronte, virou-se para onde jazia o corpo de sua capitã.

Os cabelos de Antonieta estavam completamente soltos agora, num emaranhado que deformava e escondia seu rosto de todos, à medida que se mantinha de encontro ao chão do barco, prologando o silêncio desconfortável e também ciente dos olhares; da raiva de Diana que aflorava novamente, uma vez que a salvo.

— Mestre Gibbs estava terminando de soltar as velas, quando disse ter ouvido o Capitão Barbieri gritar por ela. – o tom de Elizabeth acima de suas cabeças era incerto, esperando que suas palavras despertassem qualquer reação. – Então, Pintel e Ragetti avistaram o barco na luneta, a tempo de vê-la, Diana, saltar para a água... e decidimos voltar...

— Foi muita generosidade. – respondeu Diana, por fim, ao se colocar de pé. – Generosidade demais para com os arroubos dramáticos de Antonieta. – acrescentou de pronto, retirando seu colete para liberar um pouco da umidade com uma torcida bruta.

— Eu não te pedi favor algum. – Mia murmurou com a voz fraca, sentando-se abraçada a um de seus joelhos. Diana riu com escárnio, batendo o colete contra o parapeito do navio.

— E estaria onde não fosse a minha burra gentileza? Afundando atrás de uma porcaria de chapéu... – disse prosseguindo para tirar a água de seu cabelo.

— Zitto, Diana[1]. – advertiu a Barbieri, se colocando de pé.

— Smettila di lamentarti, Mia[2]. – rebateu a irlandesa, altiva, fria.

— Eles teriam nos seguido, se eu ficasse. – a capitã continuou, apoiada ao parapeito.

— Então, nós teríamos matado mais alguns militares, que diferença faz? – bradou a outra, descrente. – Foi loucura! Se eles não tivessem recuado, você teria sido capturada do mesmo jeito; e se eles não tivessem escutado toda a balbúrdia que você causou, de novo, nós estaríamos trancafiadas agora. – pontuou a morena.

— De novo, eu não te chamei aqui. – insistiu, verificando de soslaio a quantidade de olhos atentos a sua conversa.

— Não me pareceu certo deixar uma mulher desorientada sozinha. – desdenhou, conclusiva, ignorando seu arroubo seguinte para seguir à pequena cobertura onde alguns dos homens de Sao Feng se reuniam.

Apoiado ao parapeito, o corpo de Antonieta cedeu; agarrada a tempo por Gibbs e Marty. Tia Dalma se aproximou em seguida, tomando seu rosto entre as mãos, analítica sobre o semblante abatido e o roxo em seus lábios. Barbieri, porém, pareceu recobrar um pouco do viço ao se dar conta de quem a amparava. A pergunta em seus olhos era tão clara à bruxa, conhecendo-a e tendo-a tão vulnerável em suas mãos, que saber o quanto a capitã ansiava por uma resposta quase abateu-lhe o espírito de pena.

— Ela precisa secar, ou não vai aguentar até o fim da viagem. – advertiu para Barbossa, que vinha finalmente de encontro a eles. O lorde pirata mirou a Lady da Ligúria, exausta, ainda suplicando em silêncio à deusa, e assentiu.

— Ouviram a bruxa, achem alguma coisa para aquecê-la. – demandou incisivamente, tomando o lugar de Gibbs quando este soltou-a para atender a ordem. Tia Dalma vislumbrou Antonieta uma última vez, acenando ao Lorde do Mar Cáspio antes de dar-lhes as costas.

— Tia Dalma... – murmurou a Barbieri, desvencilhando do abraço de Barbossa. A bruxa parou. – Tem a minha vida como pagamento... – prosseguiu, contrita.

— Já era minha antes de nos conhecermos pessoalmente, Antonieta Barbieri. – lembrou-a taciturna, sem se voltar.

— Então, qualquer coisa que quiser, apenas... por favor... – implorou, baixinho, sentindo a mão de Hector incerta sobre seu braço. A bruxa nada disse. – Por favor... – insistiu, ferida.

— Você os protegeu. – concedeu-lhe a deusa, finalmente, afastando-se.

Antonieta soltou o ar, longe de qualquer sentimento apaziguador frente a resposta lacunosa de Calipso. O peso da dúvida ungida à culpa misturando-se sobre seus ombros, enquanto lutava com sua respiração descompassada. Protegera-os porque se sacrificara para salvá-los ou protegera-os porque seu sacrifício garantiu a fuga que os levaria a salvo até a Baía Naufrágio? Quão orgulhosa fora? Ao imaginar que sua dor importaria ao mar. Ela ainda lutava por calma quando Barbossa ousou envolvê-la pela segunda vez, sendo bem-vindo como o ponto cego de uma tempestade, à medida que Mia ancorava-se à centelha de familiaridade do gesto; e ele, com gentileza e cuidado, em nada inerentes ao seu próprio orgulho e vaidade, despiu-a do casaco molhado em troca do seu, guiando-a para longe do vento.

— Encontramos isto, Capitão. – disse Ragetti, interpondo-se a eles. Uma manta revestida de pele que claramente vira dias melhores em mãos. Hector a aceitou, passando-a pelos ombros de Antonieta, enquanto fazia-a se sentar sobre um dos caixotes dentro da pequena cobertura. Gibbs adentrou em seguida, oferecendo o velho cantil a capitã que, embora não gostasse completamente do teor de seu conteúdo – rum –, bebeu dele sem nenhuma palavra de agradecimento.

Aos poucos, em suaves oscilações, o calor facilitou para que sua mente se desanuviasse; clara e palpável a tensão que dividira com Diana, que abandonou o pequeno esconderijo a fim de se aquecer através da agilidade de seu corpo ante o trabalho braçal, bem como para evitar o retome da discussão, à vista de melhora da Barbieri. Embora improvável que esta conseguisse manter uma segunda rixa naquela viagem. Com Hector ao seu lado, mais uma vez ela admitia a inversão em suas posições, no entanto, àquelas circunstâncias, não era engraçado. O lorde pirata se mexeu, caminhando até a imagem estática de Will Turner.

— Você não deveria ter sido pego! – seu tom externava toda a fúria e frustração ante um plano mal executado, do qual os resultados, aparentemente, não agradavam a nenhuma das partes.

— Funcionou do jeito que eu queria. – retrucou o filhote, insolente, ignorando-o para alcançar o tombadilho. Hector parou, ponderando suas palavras por um instante, antes de retornar a capitã, sentado ao seu lado. Antonieta não hesitou em usá-lo como alicerce ao seu cansaço; desejando uma cama mais do que tudo, ao momento.

— Então, tivemos uma pequena mudança de planos... – observou, cauteloso, o lorde pirata.

— Essa é uma forma de enxergar as coisas. – aquiesceu em resposta, sua voz muito mais forte do que antes. – As portas estarem se fechando para nós, é outra. – ponderou, fechando os olhos. Barbossa encarou-a com os olhos semicerrados, a cabeça confortavelmente recaída sobre seu ombro, indiferente a qualquer estranhamento que pudesse causar e vulnerável como ele nunca antes a vira.

— E você vai se contentar com o lado de fora? – provocou, jocoso; e ela não precisava abrir os olhos para saber que os dele brilhavam em seu habitual celeste, espertos e preparados a retorquir qualquer resposta que lhe oferecesse. Antonieta, por sua vez, calou-se; uma pequena ruga, quase imperceptível, se formando em sua testa. Hector assentiu consigo mesmo. Era menos sobre a porta; e mais sobre estar com a chave, à oportunidade de cruzá-la. – Não era para ter acontecido assim, Antonieta.

— Já estou acostumada. – ela disse abrindo os olhos, afastando o rosto de seus ombros. Quando foi que algum de seus planos funcionou exatamente conforme o programado? – É o que pode acontecer... pessoas estão suscetíveis a erros. – refletiu brandamente, pensando em si mesma. – Estou mais preocupada com o que vem agora. – confidenciou, encarando a mancha de água em seus sapatos; não desapareceria tão cedo.

— Suponho que deva confiar em mim; como confiei em você. – ponderou ele em resposta, elevando um sorriso nos lábios dela.

— E essa é a parte mais difícil, não é? – respondeu em meio a uma risada turva, mas sem se esquecer de qual casaco usava. Não sentia mais frio.

— Não sempre. – ele rebateu, charmoso; ela sorriu mais, observando-o se levantar para reassumir o posto junto ao leme. – Procure dormir. – sugeriu.

— O que acha que ela quis dizer? – indagou subitamente. Barbossa virou-se para fitá-la. Taciturna e pronta para retorquir qualquer resposta que escolhesse lhe oferecer.

— Não foi você mesma quem disse? Confie nos Barbieri. – disse simplesmente, mas de novo munido de gentileza que não lhe era inerente. Antonieta riu de desgosto, fechando os olhos, apertando-os, à ocorrência da segunda – ou terceira – vez que ele usava suas próprias palavras contra ela.

Diana estava apoiada junto à proa, cabisbaixa, quando a Barbieri a viu. Cansada, mas compelida a não passar por outros seis meses de silêncio – sequer sabia quanto tempo levariam até Jack Sparrow – direcionou seus passos, já mais calmos, para o seu lado. Ambas suas irmãs não possuíam qualquer dificuldade em responder às suas atitudes com as quais não concordavam. No caso de Diana, todavia sempre fora mais difícil para Mia defender-se, dadas as circunstâncias do início de sua amizade; com Sofia, ela sentia-se sempre em pé de igualdade para construir seus argumentos; o furacão Murphy, por sua vez, parecia ter vivido uma vida para além da sua. O que, na opinião de Allegra e Cícero, a tornara incorrigível. Para Mia, fazia-a dona de uma sabedoria a qual nenhuma das mulheres Barbieri jamais teria acesso.

— Você tem razão. – começou cautelosa, feliz por quebrar o silêncio. – Foi loucu...

— Não, não foi. – a morena interrompeu, suspirando. – Lord Beckett conhece seus inimigos; e está certa, sem você a bordo, nós teríamos sido uma excelente moeda de troca. – constatou dando de ombros, aquiescendo ao raciocínio dela. – Não há nada que você não faria para nos proteger; inclusive nos deixar para trás. – e junto a todo o resto, era igualmente inacreditável para a Barbieri a prescindibilidade com a qual sua irmã tratava a formalidade de um pedido de desculpas. Assim, sem mais nem menos. Apenas através de um girar diferente de sua cabeça para tornar a encará-la, ou um piscar de seus olhos azuis; ela já os deixaria confortáveis com seu perdão. – Descer para buscar o chapéu, por outro lado; isso ainda foi estúpido. – acrescentou de pronto.

Antonieta riu alto.

— Fico feliz que tenha pulado. – disse com a mão em seu ombro.

— Me deve uma espada e uma pistola. – anunciou a irlandesa, carregando seu sotaque. – Deixei minhas coisas no navio para nadar mais rápido. – explicou-se ante a expressão de dúvida da outra.

— Bem, isso é o mínimo. – murmurou Antonieta dando de ombros. Não havia outro brilho senão o das estrelas acima de suas cabeças, agora que finalmente afastados do porto de Sao Feng.

— Já melhor, Antonieta Barbieri? – inquiriu, diagnóstica, a voz profunda de Tia Dalma, aproximando-se de ambas com as costas cobertas por uma velha echarpe corroída. Mia assentiu, sustentando, obstinada, o negro em seus olhos. A bruxa sorriu.

— Por que eles não falaram com você? – Elizabeth perguntou ao alcançá-las, sorrindo sutilmente ao constatar o fim da rusga entre as irmãs. Dirigira-se a Mia, que arqueou as sobrancelhas em dúvida ao teor do questionamento. – Os homens no bote, quando chegamos a Singapura. Eles falaram com seu irmão e Barbossa, mas pareceram ignorá-la deliberadamente... – elucidou.

— O mundo não é um lugar demasiado hospitaleiro ao nosso sexo, milady; Singapura faz sua própria versão a respeito. – respondeu, então voltando seu olhar para suas pernas que agora escondiam-se sob o linho de uma calça puída. – Vejo que encontraram uma substituta.

— No caminho que Tai Huang nos mostrou até o navio, enquanto fugíamos. Tomei-a de um dos varais junto as casas no cais. – explicou sem embaraços. – Mas, não havia me dito que o pirata mais bem-sucedido da ordem era uma mulher? – retorquiu, unindo suas mãos em frente ao corpo.

— Sim, e eu conheço alguns homens, incluindo Sao Feng, que podem ser bem infantis quanto a isso. – desdenhou Antonieta, friamente.

— Bem, imagino que isso faça pouca diferença agora. – a senhorita Swann falou, ponderando, de repente encarando a figura até então silenciosa de Tia Dalma. – Ele não tem mais onde se esconder... acha que irá honrar o chamado? – indagou a ela, mas seus olhos correram rapidamente para Mia conjuntamente.

— Eu não sei. – respondeu a bruxa primeiro, mas acertando no raciocínio da outra capitã. – Existe um mal nestas águas que mesmo os mais bravos aprenderam a temer... – pontuou solenemente, abatendo o silêncio sobre as outras três. Ao seu lado, Antonieta emitiu um ruído descrente do fundo de sua garganta. Os olhos presos em Carina ao céu; os pensamentos vagando entre as histórias favoritas de Téo e aquelas que ainda contaria, ao fim do horizonte para o qual se dirigiam.

— E estamos caindo direto para os seus braços.

[1] Cale a boca, Diana.

[2] Pare de reclamar, Mia.

Notas finais
Sinto muito tê-los deixado com aquele cliffhanger, mas, aqui está a continuação!!! Espero do fundinho do meu coração que gostem, pois pequenos bits desse capítulo terão um character development ferrenho para o futuro!! Tudo está onde está por um motivo, meus queridos... ou talvez eu só esteja overvaluing meu trabalho. Em todo caso, já sabem o que devem fazer... nos vemos na caixinha de comentários!!! P.S: Diana is my baby!